Notas iniciais
Hey amores de my life ♥ Demorei um pouquinho mais que o previsto, mas sabem como eu sou, não? Estava com o capítulo prontinho e dai... Eu esqueci dele -----------------------' Sim, trágico eu sei, desculpinhas XD Bem, vamos parar de enrolar e ir pro capitulo? Vejo vocês lá em baixo... Boa leitura ♥

Saidas do castelo era o que não faltavam, uma em especial era ao longo dos muros da escola. Aquela passagem fora perfeita para a garota da capa, que tratou de correr com Lily por ali. O que ela não contava era ter sido vista.

O observador parecia curioso. Analisava a situação de todos os ângulos possíveis e inimagináveis. Deveria ter algum ligamento. A pessoa mistério, que usava uma capa, com toda certeza era uma aluna de Hogwarts, mas e a pequena em seu colo? Quem seria ela?

O centauro estava pensativo quando chegou a clareira, onde uma reunião dos centauros ocorria.

– Bruce? — Firenze questionou de seu lugar.

– Vi algo estranho. Hogwarts aceita crianças com cinco anos? — Bruce franziu as grossas sobrancelhas negras e olhou para o companheiro.

– Não.

– Então algo muito estranho está acontecendo.

E com essa fala Bruce apressou-se em direção ao castelo, ignorando qualquer chamado dos outros centauros. Sabia que arcaria com as consequências, mas era a vida de uma criança que estava em risco. Bruce esperava que Firenze não lhe desse uma punição tão grave.

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Lily acordou assustava e grogue. Seu corpo estava pesado e sua visão ainda estava nublada. Tossiu um pouco, pois a garganta ardia de tão seca. Levantou o rosto, que estava abaixado e olhou ao redor. Não reconhecia a sala, e mesmo que reconhecesse, estava muito escuro para se ver algo.

Uma única vela flutuava em um fogo baixo próximo a si. Somente o tapete branco e o chão de madeira escura era visível. As paredes pareciam feitas de pedras íngremes, pois machucavam o corpo cansado da menina. Remexeu-se, recuperando um pouco melhor os sentidos do seu corpo. Tentou levantar-se, mas não era possível. Grossas correntes negras prendiam-na naquela posição sentada. As correntes estavam aprisionando seus pequenos pulsos e tornozelos, de forma incomoda.

– Vejo que já acordou. — uma voz fria foi escutada pelo ambiente.

A pessoa aproximou-se, até que sua sombra pudesse ser vista, mas nada mais de si. Seu rosto continuava no anonimato.

– Por que você está fazendo isso comigo? — a voz de Lily estava fraca devido as poções que a outra havia lhe dado.

– Isso não importa agora, você vai descobrir no momento certo. — a voz fina e baixa da mulher parecia mortal após ouvir a ruiva falar.

– E quando será o momento certo? — a voz da monitora da Grifinória estava irritada agora.

– Pare de fazer perguntas tolas — grunhiu a desconhecida, sua sombra sumindo em meio a escuridão do lugar. — Cuide para que ela volte a dormir. — a ordem era direta, curta e grossa.

Ao que tudo indicava o comparsa da mulher estava ali e faria o trabalho pesado. O rapaz se aproximou, temeroso. Seu rosto estava tapado por uma mascara branca e ele estava coberto pela capa de comensal da morte. Ou o casal maligno eram comensais, ou estavam tentando assustar a pequena garota.

– Você cresceu. — guinchou ao aproximar-se. A surpresa estava evidente na voz esganiçada e fina do menino. Aquele timbre era irritante para qualquer um.

– Peter? — Lily questionou horrorizada ao reconhecer a voz.

– Como você...

– Pare de falar com ela! Ou quer ficar de oferenda também? — gritou a voz feminina, mais irritada do que nunca.

O menino guinchou algo incoerente e apressou-se para fazer a ruiva de olhos esverdeados, agora com sete anos de idade, não mais cinco, beber a poção.

– Como pode fazer isso com eles? Como pode fazer isso comi... -mas Lily não conseguiu completar sua frase.

A poção fez seu efeito e logo a ruivinha estava novamente em um sono pesado e sem sonhos. As preocupações de antes já esquecidas.

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– O que aconteceu com a minha ruiva, professor? — James perguntou desesperado invadindo o escritório de Dumbledore, sendo seguido de perto pelos amigos.

– É sobre isso que iremos discutir. — o diretor estava calmo, mas seus olhos brilhavam com preocupação.

Para aqueles que nada estão estendendo, vamos voltar a um resumo dos acontecimento recentes: Após o jantar, aquele que Lily não quis comparecer devido ao seu sono, todos voltaram para seus salões comunais. James e Sirius trataram de ir ver como Remus estava, pois a lua cheia seria no dia seguinte e o amigo parecia pior que nunca.

As meninas, enquanto isso, subiram para o dormitório, prontas para descobrirem o que tinha acontecido com a pequena ruiva. Entretanto, depararam-se com um quarto vazio. A porta estava aberta, quando chegaram, a cama bagunçada com um vidro aberto na mesinha ao lado da cama.

– Mas o que...? — Marlene começou a perguntar, mas foi parada pelo grito de Dorcas, que atraiu a atenção de várias outras garotas, que andavam pelo corredor.

– Cade a Lily? — a loira parecia desesperada, mas quem não estaria assim nesta situação?

– Lene? Dorcas? — Sirius gritou da escada, já que não podia subir.

– Lily desapareceu. — ambas as meninas falaram na lata, após correrem até onde James e Sirius estavam. Remus estava desmaiado e sono em seu quarto, teria uma noite de cão, ou seria lobo?

As quatro amigos correram, os garotos procuraram em todo o dormitório masculino, enquanto as meninas faziam o mesmo no feminino. Partiram para o salão comunal e as salas que normalmente a ruiva se escondia. A situação estava estranha e foi nesse momento que James lembrou-se do bilhete.

O maroto correu para o dormitório, pegou a carta e seguiu de volta para onde seus amigos estavam e foi nesse momento que um patrono, o patrono de Dumbledore, uma fênix, apareceu.

"Tenho notícias da Srta. Evans, venham ao meu escritório"

Era uma mensagem rápida e clara. Os amigos correram para o escritório do diretor, onde James já tinha esquecido da carta em suas mãos. Pontas invadiu o escritório, já perguntando pela ruiva.

– Discutir? Não temos nada para discutir! Temos que encontrar a Lily! — Potter estava completamente desesperado. Sua ruiva estava sumida e não encontrava nenhum sinal dela.

– Senhor Potter! Quer ficar de detenção? Olhe os modos. — Minerva McGonagall brigou com o rapaz ao entrar na sala. — Diretor, os centauros estão de olho na floresta.

– Centauros? — Sirius questionou confuso.

– Como disse, precisamos discutir sobre o caso da Srta. Evans. — Dumbledore passou os olhos sobre todos ali.

A professora de transfiguração parecia nervosa. Marlene estava com uma expressão de medo e Dorcas parecia que iria desmaiar a qualquer momento. Sirius tentava ser forte, mas a preocupação para com sua pimentinha estava dominando-lhe. Alvo suspirou e encolheu os ombros, fechou os olhos e organizou os pensamentos.

O silêncio estava presente, quase palpável até que James o cortou.

– Eu... Eu lembrei da carta. — sussurrou apertando o papel em sua mão.

– Carta? Que carta? — Dorcas perguntou com a voz esganiçada.

– Aquela carta, Pontas? — Sirius questionou segurando o braço da cadeira que estava a sua frente com força.

– Sim Almofadinhas, aquela carta.

– Mas que droga! Que maldita carta é essa? — irritou-se Marlene.

– Essa carta. — James falou passando-a para Marlene.

– "Um leão luta por território, sempre sorrateiro. O ataque é lento, calmo e silencioso. A presa é o deslocado no mundo da realeza. Ruivas, não são bem vindas." Mas que po... droga é essa? — Marlene gritou ao terminar de ler a carta. A garota preferiu mudar o xingamento de última hora por causa do olhar de McGonagall.

– Interessante... — Alvo comentou levantando-se de sua cadeira e caminhando pela sala com as mãos nas costas. — Acredito que a mesma pessoa que mandou a carta pode ser responsável pelo sumiço de Lilian Evans. Um dos centauros afirmou ver um provável aluno carregando uma criança em torno de cinco anos.

– Lily! — James gritou o interrompendo.

– Sim, senhor Potter. Lilian Evans. As características batem corretamente. A aluna saiu por uma das passagens secretas, mais precisamente em uma dos muros do colégio. — o diretor suspirou arrumando seu óculos antes de voltar a sentar-se. — Agora eu pergunto: Senhorita Evans tinha alguma inimiga?

– Sonserinos contam? — Dorcas perguntou aproximando-se.

Dumbledore abriu um sorriso divertido para os alunos, enquanto McGonagall deixava sua boca em uma linha reta e os olhos estreitos.

– Pode ter algumas meninas, por causa de James. — Marlene comentou pensativa.

– Inimigas por causa de mim? — Potter questionou confuso.

– Pontas, só um veado para não reconhecer seu estado entre as meninas. — riu debochadamente Black, jogando-se em uma das cadeiras da sala.

– É cervo. — resmungo o menino dando-lhe um soco no braço, de brincadeira.

– Lene, você está lembrada do ataque de ciúmes da Lily? — Dorcas perguntou do nada.

– Será que...? — as meninas arregalaram os olhos chegando a mesma resposta.

Notas finais
Oi de novo! Então, lembram-se que eu disse que estamos em retas finais da fic? Faltam poucos capítulos e eu espero realmente muitos comentários e recomendações, se possível. Quem será a garota da capa, hein? Quem adivinhar ganha um premio (um sapo de chocolate com a figurinha do Dumbledore!!!) Bem, vejo vocês no próximo capítulo, ou nos comentários para os lindos que comentam, ou nas recomendações para os leitores e leitoras MARAVILHOSOS que fizerem isso. Beijinhos açucarados, Dani ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.