Notas iniciais
Oie pessoinhas lindas! Não me matem, ou não existirá mais história O.O Hades não gosta de mim, então eu seria uma alma solitária vagando pelo mundo... Então, parando as divagações... To feliz *---* Dois livros que eu comprei chegaram hoje e estou tentando não cair na tentação de lê-los antes de terminar outros dois =O Bem, este capitulo estava perdido no meu computador e eu quando eu fui escrever o capitulo, achei este perdido =D Espero que gostem, bjs.

Lily despertou feliz após sonhar que era uma princesa e brincava junto das outras tantas realezas conhecidas das histórias infantis. Ainda era muito cedo, já que o amanhecer acontecera há pouco, mas isso não impedia nossa pequena monitora de já estar acordada e agitada.

Correu para o banheiro e se trocou, colocando um vestido de princesa, próprio para o frio, e sapatilhas com laçinhos. Penteou o cabelo e colocou uma coroa com pedrinhas rosadas. Olhou-se no espelho e bateu palminhas, parecia realmente uma princesinha. Sim, nossa ruivinha já sabia arrumar-se, não se arrumava sozinha quando tinha outras pessoas para lhe ajudar por manha.

Saiu silenciosamente da torre da Grifinória, dando risinhos sapecas pela arte. Escondia-se atrás de algo, toda vez que escutava ruídos ou passos. Nem os quadros percebiam sua presença.

Alguns minutos depois, entrou em uma sala de porta branca com borboletas coloridas. A pequena estava encantada com o local. O salão era enorme, cheio de fru-frus rosa e lilás por todos os lados. Correu e jogou-se sobre um dos grandes pufes peludos e riu-se com a maciez.

– Puque ninguém me mostlo esse luga antes? — resmungou maravilhada. — Se tivesse blinquedos e alguém pla blinca selia ainda melho. — pensou em voz alta.

O motivo para ninguém nunca ter usado a sala ou levado-a lá é algo esperado pra um castelo como Hogwarts. Uma sala mágica que só aparece para almas infantis e puras. Fora criado pelos fundadores, na época em que a sobrinha de Gryffindor viera passar uma temporada na escola, mas a sala acabou por ser trancada por magia para que somente crianças ou pessoas de coração e alma pura pudesse entrar, somente pelo fato de a sobrinha do fundador ter sido morta por um aluno da Sonserina na época. Dizem que o fantasma da garotinha ainda ronda a sala, a procura de amigos para divertir-se, sem nunca os ter.

– Oh! Santo tio! — foi possível escutar-se uma voz melodiosa dizer ao longe.

– Quem está ai? — Lily questionou medrosa.

– Desculpe-me pela indelicadeza, sou Loly. — a fantasminha falou, aparecendo na frente da grifinória.

– Voxê é um fantasma? — os olhinhos da menina brilhavam maravilhados.

– Sou sim! Não sei como virei, lembro-me de estar brincando aqui antes de sentir uma dor e depois liberdade. — riu rodopiando no ar.

– Nossa... — a mini-monitora comentou perdida em pensamentos.

– Qual seu nome? — a fantasminha questiona sentando-se ao lado da ruivinha.

– Lily. — o sorriso, infantilmente feliz, logo fora correspondido.

Passaram boa parte da manhã brincando e conhecendo-se melhor. O incrível da sala, que divertia ambas, era o fato de que o brinquedo que desejassem aparecia. Pula-pula, escorregador, carrossel, bichinhos de pelúcia, piscina de bolinhas... Enjoavam-se tão rapidamente dos brinquedos querendo sempre algo novo, que perderam a conta de quantos brinquedos divertiram-nas no mesmo dia.

Pararam somente quando Evans começou a ficar com fome. Jogaram-se nos pufes, dominadas pelo cansaço. Loly era uma fantasminha diferente, podendo tocar em objetos materiais ou até em pessoas. O único problema era que nunca realmente ficava cansada, parava um pouco para respirar, mas logo a vontade de brincar voltava. Fome não sentia, assim como os fantasmas normais e sua magia era rodeada em base da sala. Não podia sair do local, era sua prisão. Tudo o que desejava aparecia, tudo que fosse material. Seu único desejo era ter com quem brincar, mas não podia fazer pessoas aparecerem ali.

– Lily! Cadê você? — despertaram-se dos pensamentos ao escutarem os gritos de procura, desesperados e preocupados.

– Você já tem que ir, não? — Loly questionou triste.

– Infelizmente, sim. Prometo voltar aqui amanhã. — sorriu e estendeu o dedo mindinho.

– Ok! Não vale voltar para trás! Promessa de mindinho é duradoura. — afirmou a fantasminha selando a promessa.

– Xau. — despediu-se acenando e saiu da sala. — Jay! Jay! — gritou correndo até o moreno e grudando em sua perna.

– Lily! Oh, Merlin! É você mesmo pequena. — suspirou aliviado pegando-a no colo. — Onde você estava? — franziu as sobrancelhas, curioso.

– Numa sala. Aquela ali olha. — apontou pra onde outra hora havia a porta. — Oche pla onde foi a porta? — fez uma careta confusa.

– Você descobriu uma nova sala. Uma Princesa Marota, olhe só. — riu jogando-a para o alto e pegando-a logo em seguida.

– Pala Jay. — falou corada.

– Vamos princesinha, mas antes... Expectro Patronum. – realizou o feitiço e mandou o cervo avisar a todos que a menina tinha sido achada.

– Que lindooo! Eu quelo um também! – exclamou batendo palminhas.

– Você poderá fazer um quando mais velha. — disse ando um sorriso doce pra menina.

– Eba! — gritou rindo.

O maroto sorriu e colocou-a no chão. Logo a menina saiu em disparada, com o moreno atrás da mesma. Chegaram ao salão rindo, o que atraiu a atenção de todos presentes.

"Ai, que fofos! Ela fica linda de princesinha." Pensaram as meninas do grupo de amigos dos mesmos.

– To motinha de fome! — a mini ruivinha informou a sentar-se na mesa da grifinória, junto de James.

– Fala como se não tivesse tomado café da manhã. — comentou Alice.

– Mas eu num tomei tia. — sorriu fofa, a menina.

– Como é que é mocinha? — Remus perguntou levantando uma sobrancelha.

– É que eu acodei, me alumei e fui blinca. Achei uma sala secleta e fiz uma amiga fantasma. Ela se chama Loly e ela soblinha do fundador da Glifinólia. – respondeu a ruivinha antes de morder sua carne.

– Você conheceu a sobrinha dele? Mas como...? Lily disse que poucos sabiam da existência dela e que fora feita uma sala pra que a garota brincasse, mas fora morta por um sonserino e que, depois disso, a sala fora lacrada magicamente. — Dorcas falou chocada.

– Que outla Lily é essa? E poque ela robou meu nome? — grunhiu enciumada.

– Ninguém, minha princesinha. — Pontas informou lhe dando um beijo na bochecha. — Agora que tal você comer tudinho pra poder ganhar sobremesa? — falou dando um sorrisinho charmoso.

– Sobremesa! — bateu palminhas rindo animada, depois atacou a comida que estava em seu prato.

Enquanto a menina comia, entretida em seus próprios pensamentos, os adolescentes conversavam aos sussurros curiosos, procurando saber mais alguma informação do assunto. Fora decidido então, que quando a monitora volta-se lá no dia seguinte, alguém iria com ela e que, após o almoço todos seguiriam para a biblioteca em busca de mais informações, nos seus horários vagos. Durante a manhã, somente James havia sido liberado das aulas pra procurar a garotinha. Mas quando deu o horário do almoço, todos os seus amigos vieram lhe ajudar também. As preocupações da manhã haviam feito com que nenhum deles conseguisse prestar atenção nas aulas.

A tarde passou-se tranquila, Lily acompanhou Pontas em todas as aulas do maroto, voltando a fazer suas anotações em meio a desenhos simbólicos. No final do dia teria treino de Quadribol e a menina brigou para poder ir. Ficou assustada durante todo o treino, como medo de que alguém caísse e se machucasse. Quando seu maroto desceu do ar, grudou no mesmo e não o soltou mais. Ouve alguns risinhos com esta atitude da menina, mas a pequena não ligou, seus medos eram maiores que qualquer outro pensamento.

Notas finais
Quem gosto manda comentário! Quem amou manda recomendação! Quem odiou cometa mesmo assim! Amo opiniões =D