Skyfallen
2 #1 ~ Dunas.
Notas iniciais
Boa leitura ~
O rádio chiou.
— Aka. Midori. Vamos cruzar a fronteira do oriente médio nesse instante. — Haviam três jatos no céu, todos eles eram negros, porém, um tinha detalhes vermelhos, o outro, azuis, e o último tenha detalhes verdes.
As três aeronaves voavam sobre um deserto, era dia e o céu estranhamente estava pintado de ver.
— Ao, você disse que equipamentos eletrônicos pifam quando chegam perto dessa energia, né? — A pessoa dentro do avião com detalhes vermelhos perguntou.
— Exatamente, mas não se preocupe, esses Heavy Jets foram construídos justamente para não pifar perante essa energia. — O homem dentro da nave azul respondeu.
— ÊÊÊÊ, lê lê lê, senhores, hehe, olhem para os seus radares agora. — O piloto da nave verde anunciou, o radar estava com séria interferência, e estava prestes a pifar. — Parece que essas naves vão pifar daqui a pouco, não dê mais informações, erradas, Ao.
— Não é informação errada...
— Sei.
— Calem-se vocês dois. — O piloto da nave vermelha censurou os outros dois.
Do lado de fora, pode-se ouvir um rugido bastante alto. Mas como? Não havia nada lá além de areia...
Então um estrondo quebrou o chão, a areia se levantou. Um grande pilar de areia se ergueu em frente dos três jatos, Ao e Midori conseguiram se esquivar. Aka não teve a mesma sorte, estava ocupado tentando concertar o radar que quando ouviu o estrondo, só deu tempo de olhar para frente e se chocar contra o pilar. Uma explosão pintou o céu verde de laranja, mas ele logo voltou a sua cor de “antes”.
— DROGA! O QUE ESSE IDIOTA PENSA QUE ESTAVA FAZENDO? — Midori deu a volta no pilar e tentou examiná-lo melhor.
A areia começou a cair. O que era aquilo? Um lagarto gigante? É era um lagarto gigante, ele se contorceu e rugiu para as duas aeronavez.
— Cara.
— O quê?
— Que bosta é essa?
— Um lagarto gigante...
— Disso eu sei.
— Então por quê pergun- CUIDADO!
O lagarto investiu contra as aeronaves, fazendo um arco em direção a eles, terminando no impacto dele com o chão, fazendo uma grande onda de areia.
Midori se esquivou, aumentando a velocidade do veículo. Ao fez um loop e deu a volta.
— Câmbio, aqui é Ao para a central de comando de Skyfallen, tem alguém aí? — O piloto repetiu essa frase inúmeras vezes até a voz de um menino que aparentava 16 anos ser ouvida dentro das cabines de ambas as naves.
— Azul, o que foi? — O garoto disse.
— Shiro, Shiro! Surgiu um monstro aqui, do nada, Aka não conseguiu desviar e... Droga! — Sua voz saia pesada.
— Tá... Ele morreu não foi? Vamos fazer um funeral para ele quando voltarmos, agora, se concentre. Me dê a descrição dessa criatura.
Ao observou bem a criatura antes de falar, aos gaguejos, a descrição dela:
— Ah... Ah... Tá. Ela é marrom e gigante, tem vários olhos vermelhos e uma boca circular, onde tem vários dentes girando, parece até uma trituradora...
— Hmm... Realmente não foram só os humanos que sofreram mutações com a energia da Matriz... Muito bem, não podemos fazer nada agora, saia daí. Rápido! — Shiro gritou.
Infelizmente, os autofalantes da nave captaram o grito de Shiro, as ondas transmitidas para fora da nave, agitaram o lagarto em direção a nave azul. Investiu, um bote mortal que pegou o rabo da aeronave.
— SHIRO! — Ao gritou, antes de seu rápido começar a chiar.
O garoto na central de Skyfallen tentou contatar Midori. O rádio dele também chiava.
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