Skinny Love
41 Capítulo 41
Notas iniciais
Corações Romitris irão a loucura com esse cap :x
Ana ajudou Scott a ir até seu dormitório e Dimitri e eu os acompanhamos, caso Ana não desse conta e também porque era no nosso prédio. Scott ficaria no mesmo andar que eu, mas do outro lado do corredor. Assim que entramos, Dimitri colocou as malas em um canto e observou Scott e Ana se sentarem na cama sem nunca se desgrudarem.
- Vocês podem me dizer quando isso começou? – Ele perguntou.
- Há dois anos. – Ana respondeu corando.
- Mas você era uma criança. – Dimitri estava fazendo o papel de irmão mais velho e estava lindo nisso. Eu fiquei quieta apenas observando, mas decidi ficar para o caso de ter que intervir.
- E eu tinha só dezoito. – Scott deu de ombros.
- Vocês eram duas crianças. – Corrigiu Dimitri. – Seus pais sabiam?
- Minha mãe. Mas dizia que era só uma paixão de adolescente e logo iria passar, então nunca deu muita importância.
- E não é?
- Não. Nós já estamos juntos há dois anos, não vejo como possa ser. – Ana se defendeu com um bom argumento.
- Eu a amo Dimitri. – Scott disse passando os dedos levemente pelo rosto de Ana.
- Ivan enlouqueceria se soubesse. – Dimitri sorriu travesso. – E na ausência dele, ficarei de olho em vocês. Ela ainda é mais nova do que você e menor de idade. – Disse alertando.
- Olha quem fala. – Soltei sem querer e todos se viraram para mim.
- Por quê? – Perguntou Ana bastante interessada.
- Nós nos conhecemos quando eu tinha sua idade, e ele é sete anos mais velho. Então não deixe ele te intimidar. – Pisquei para ela que deu uma risada seguida por Scott.
- Eu nunca imaginaria isso de você Belikov. – Scott disse fingindo indignação.
- Eu também a amo Hale, então fique quieto. – Dimitri ameaçou fazendo Ana soltar um sonoro ‘own’.
- Isso sim eu nunca imaginaria. Você está de parabéns Rose, domar esse guardião não é matéria fácil.
- Ahh, disso eu sei. – Disse amargamente recebendo um olhar de Dimitri que dizia que eu estava sendo absurda.
- Melhor nós irmos, e vocês dois juízo. – Dimitri disse e saiu do quarto.
- Usem camisinha. – Disse brincando antes de segui-lo fazendo os dois corarem.
- O quê? – Perguntei para Dimitri que estava parado no meio do corredor com um olhar ameaçador.
- Não dê ideias.
- Como se precisassem. – Dei risada e ele balançou a cabeça em rendição. – Sorte das suas irmãs você não crescer com elas, se não ficariam solteiras eternamente.
- Iriam mesmo. – Dimitri disse dando uma risada leve. Era incrível como ele ficava ainda mais lindo quando estava descontraído daquele jeito.
Ele deu um passo a frente, ficando próximo demais, eu tentei ir para trás, mas fiquei presa entre a parede e ele.
- Dimitri, não. – Pedi, ou melhor, implorei.
- Você ainda me ama? – Ele perguntou gentilmente, mas seus olhos estavam tão tristes e desesperados.
- Não importa. – Tentei me afastar indo para o lado, e abri a porta do meu quarto. Ele segurou a porta para que eu não fechasse em sua cara.
- Por favor, Roza. Eu preciso saber.
- Eu amo Dimitri, eu amo com todo o meu ser e isso é uma merda. – Disse desesperada, parei de tentar fechar a porta, entrei no quarto e ouvi a porta sendo fechada atrás de mim.
Assim que me virei Dimitri estava a centímetros do meu corpo, seus olhos intensos nos meus. Empurrei seu peito, para que ele ficasse longe, mas Dimitri era mais forte e nem se quer se mexeu, então lhe dei um soco, fazendo com que ele desse um passo para trás, dei mais um soco e fui em direção ao banheiro, mas antes que eu chegasse ele agarrou meu braço e me puxou contra seu peito. Levou sua mão ao meu rosto, segurando gentilmente para que eu olhasse para ele, então se inclinou e colou nossos lábios.
Naquele momento toda a gentileza e cuidado foi embora, uma necessidade me invadiu e eu não tentei lutar, apenas me entreguei ao desejo intenso que dominava cada pedaço de mim quando ele me jogou contra a porta do banheiro me prensando com seu corpo. Seus lábios eram famintos contra os meus, suas mãos desciam pela lateral do meu corpo até que chegaram aos meus joelhos e os puxou para cima, me pegando no colo. Enlacei minhas pernas em volta de sua cintura, sentindo seu membro excitado dentro da calça.
Soltei um gemido involuntário e tentei empurra-lo com o último fio de razão que ainda tinha, ele parou de me beijar, mas só para descer os lábios ao meu pescoço, dando leves mordidas e subiu para minha orelha dando um suspiro de prazer que me arrepiou inteira.
Eu passei minhas mãos pelo seu pescoço e agarrei seu cabelo, soltando-o e puxando para mais perto. Ele voltou a me beijar, agora com mais força, mordi seu lábio inferior e ele me empurrou ainda mais contra a porta. A única coisa que separava nossos corpos eram nossas roupas e quando me dei conta disso, comecei a desabotoar sua camisa rapidamente.
Dimitri nos virou e me deitou na cama, se livrou da camisa e deitou em cima de mim. Ele ia desabotoando minha camisa com pressa, dando beijos onde minha pele ficava exposta, quando terminou, abriu minha calça e a tirou também, tirando a sua logo em seguida. Dimitri estava só de boxe branca, e meu Deus, estava mais gostoso que nunca. Ele se deitou novamente em cima de mim, beijando cada pedaço do meu corpo, puxou meu seio para fora do sutiã e começou a chupa-lo, então tirou o outro e apertava com força suficiente para me deixar louca, eu já não aguentava mais.
- Dimitri. – Eu implorei.
- O que você quer Roza? – Ele provocou mordendo meu seio e olhando em meus olhos.
- Você. Agora.
Ele me levantou, abriu meu sutiã e o jogou em um canto do quarto, massageava meus seios com uma mão, enquanto a outra segurava meu cabelo com força puxando minha cabeça para trás, deixando meu pescoço livre para ele beija-lo. Me deitou novamente e foi descendo os beijos, até chegar a barra da minha calcinha preta, deu uma leve mordida por cima dela me fazendo gemer, e a tirou lentamente, só para me enlouquecer.
- Por favor, Dimitri. – Implorei novamente. – Eu quero você.
- Você me ama? – Ele perguntou deitando em cima de mim e olhando no fundo dos meus olhos.
- Amo. Sempre amei e sempre vou amar.
Então vi sua boxe caindo no chão e o senti me penetrar, ele começou lentamente, sem tirar os olhos dos meus, gemi frustrada, eu queria mais. Eu queria ele inteiro e só para mim. Dimitri percebeu minha necessidade e então o ritmo aumentou, ele estocava rapidamente dentro de mim, uma mão segurando as minhas em cima da minha cabeça e a outra acariciando meu seio, ele me beijava, e ia dando leve mordidas entre meu pescoço e seios, eu já estava quase em êxtase quando ele nos virou.
Eu fiquei sentada em cima dele, ele agarrava firmemente minha cintura me ajudando a manter o ritmo, eu rebolava em cima do meu membro rígido e Dimitri gemia constantemente. Ele se sentou, colando seu peito no meu e eu o senti ainda mais fundo em mim, agora estava mais devagar, mas ainda assim prazeroso.
Nossos corpos suados colados um no outro em uma sincronia perfeita. Dimitri segurava meu cabelo e beijava meu pescoço, ele gemia contra minha boca e chegamos ao ápice juntos. Me senti desmanchar em seus braços e ele me apertou conta seu peito, beijando o topo da minha cabeça.
Ficamos na mesma posição por um momento, Dimitri passava a mão pelo meu cabelo e eu sentia minha respiração se estabilizar, o coração dele ainda batia rápido contra meu rosto e ele ainda permanecia dentro de mim. Depois de um tempo nos deitamos, ele me manteve em seus braços e eu me deixei levar pelo cansaço, dormindo calmamente enquanto ouvia sua respiração e sua mão deslizava sobre minhas costas.
Acordei e olhei ao redor, vi meu rádio relógio em cima da escrivaninha mostrando que era quase hora do jantar. Sentei na cama, Dimitri dormia calmamente com uma expressão serena, de pura felicidade, fiquei ali observando por um momento, então me levantei e fui tomar banho.
Assim que sai do banho, peguei uma calça jeans e a blusa que Christian tinha me dado e vesti, quando estava colocando o tênis escuto Dimitri se levantando.
- Porque não me acordou? – Ele perguntou com um sorriso preguiçoso e o cabelo um pouco bagunçado. Porque ele tinha que ser tão lindo?
- Você estava dormindo tão profundamente. – Dei de ombros e me levantei para prender o cabelo.
- Fica mais um pouquinho aqui. – Dimitri pediu batendo na cama. Respirei fundo e juntei todo meu autocontrole para não voltar lá, ele ainda estava pelado, apenas com o lençol cobrindo suas partes íntimas e era um pecado negar aquele pedido, mas eu deveria.
- Eu vou ir comer. – Disse tentando ser o mais natural possível.
- O que aconteceu Roza? Estávamos tão bem. – Ele deu um sorriso malicioso me lembrando do sexo incrível que tínhamos feito.
- Isso não muda nada Dimitri.
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