Skinny Love
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Pra quem ainda não leu, essa é minha one-shot do Dimitri descobrindo que foi a Rose que tirou o Victor da prisão https://fanfiction.com.br/historia/249807/One_Shot-_Por_Voce_Eu_Faria_Mil_Vezes./ Leiam o/
Obrigada por todos os comentários e vamos ao cap, que está hooooooot, espero que gostem!
O céu estava começando a ficar cada vez mais negro, avisando que uma grande tempestade viria, então resolvemos voltar para casa. Só então percebemos o quão longe estávamos. Já estávamos andando há 20 minutos quando a chuva começou e não conseguíamos se quer ver a casa ao longe. Começamos a correr, Dimitri levava a prancha e continuava rápido, eu o acompanhava com facilidade, até que começou a relampejar. Podem falar o que quiser, mas duvido que alguém fique tranquilo estando na praia no meio de uma tempestade com raios podendo cair a qualquer momento em cima de você.
Dimitri passou seu braço ao redor da minha cintura quando viu pânico dominar minhas feições, ele deu risada e continuou correndo, alguns minutos depois vimos um chalé um pouco escondido no pequeno bosque. Corremos até lá e entramos, era pequeno, todo feito de madeira, mas estava bem conversado, não tinha camadas de pó em cima dos poucos móveis, o que dizia que alguém tinha estado ali recentemente. Tinha uma cama de casal encostada na parede ao lado direito, um sofá de dois lugares na parede do lado esquerdo com uma pequena TV em cima de um móvel em frente. Ao lado tinha uma pequena cozinha, com fogão, geladeira e alguns armários, e um banheiro no final do corredor.
Dimitri foi ao banheiro e voltou com duas toalhas, entregou uma para mim e começou a se secar. Em cima da cama tinha algumas cobertas, ele pegou e colocou uma em volta do meu ombro.
- Seu biquíni está molhando e o vento está muito frio, você pode pegar um resfriado. – Ele disse.
- Como se eu fosse uma humana com facilidade para adoecer. – Respondi virando os olhos.
- Me deixei cuidar de você Roza. – Dimitri disse divertido. Me aproximei dele, passando a coberto em volta de nós dois, fazendo nossos corpos ficarem colados um no outro.
- Assim você também não fica resfriado. – Disse dando meu sorriso comedor de homens.
Ele riu, e começou a secar meu cabelo com a sua toalha. O cheiro do seu pós-barba já dominava todo o chalé e deitei minha cabeça em seu peito nu para poder senti-lo ainda mais perto. Dimitri jogou a toalha em um canto e abraçou minha cintura, me puxando para o sofá.
Estávamos tão colados que tropecei em seu pé, fazendo com que caíssemos na cama antes de conseguirmos ir adiante. Ele estava em cima de mim, seu corpo quente se espalhava por todo o meu, nossos rostos estavam a um vento de distancia.
- Aqui está a sua chance. – Minha voz não passou de um sussurro.
Então me inclinei e lhe dei um beijo. Era apenas um selinho, mas foi o suficiente, a faísca para acender o fogo. Suas mãos que ainda estavam na minha cintura a seguraram com força, me levantando para deitar mais ao centro da cama. Ele continuava em cima de mim e me beijava com fome, soltei o cobertor e segurei seu cabelo, tirando o elástico para que ficassem soltos do jeito que eu amava. Passei minha outra mão em seu peito, descendo para sua barriga e parando na banha do short, Dimitri deu um leve gemido em minha boca, e me senti arrepiar.
- Sem pressa Roza. – Ele sussurrou se afastando apenas para que nossas testas ficassem coladas. Continuei de olhos fechados, absorvendo o momento.
Ele começou beijar meu pescoço enquanto desamarrava a parte de cima do meu biquíni, suas mãos iam da minha coxa a minha cintura, dando apertos lá e cá. Quando conseguiu tirar meu biquíni ele ficou observando meus seios, seus olhos brilhavam de desejo. Eu já não aguentava mais, me inclinei para que ele chegasse mais perto, sua boca foi de encontro ao meu mamilo direito enquanto sua mão massageava o esquerdo. Seus lábios eram suaves na pele sensível do meu seio, ele mordiscava e dava leves chupões e ia alternando os seios. Eu gemia e sussurrava seu nome, louca por mais contato, eu precisava daquele homem mais do que de ar para respirar. Sempre que possível ele parava para meu olhar, seus olhos um mar negro de infinito desejo, me deixando ainda mais entregue.
Nos virei para ficar em cima dele, o beijava com todo o desejo que sentia enquanto unhava suas costas. Mordi o nódulo da sua orelha e lhe dei um chupão no pescoço, ele gemeu meu nome, me deixando ainda mais excitada. Mesmo não sabendo ao certo o que fazer deixei o prazer me guiar e fui descendo devagar os beijos para o seu peito e barriga, sempre parando para olhar para ele.
Cheguei ao seu short e abri, revelando seu enorme membro duro por mim escondido em uma box preta. Tirei o short e puxei seu membro para fora, ele pulsava em minha mão enquanto eu o masturbava. Dimitri gemeu e se sentou na cama, me puxando para um beijo ainda mais quente, mais esfomeado, ele mordia meu lábio inferior e suas mãos massageavam meus seios rígidos de tesão. Sua boca ia da minha para o meu seio dando mamadas rápidas e voltava para meus lábios.
Dimitri me puxou para mais perto e me deitou na cama novamente, ele beijava meu corpo inteiro, começando no pescoço e parando só para tirar meu short e a parte de baixo do meu biquíni. Seus lábios voltaram para os meus, e fizeram o mesmo caminho, quando chegou na minha intimidade deu uma chupada que me deixou de pernas bambas. Ele chupava e lambia toda a extremidade, enfiava sua língua me deixando cada vez mais e mais excitada. Eu gemia loucamente e segurava seu cabelo com toda a minha força. Ele enfiou um dedo e depois outro em movimento de vai e vem, nunca parando de me chupar. Já estava quase em êxtase quando ele parou e deitou em cima de mim.
- Você está pronta? – Sua voz estava rouca de puro prazer e sua respiração estava ofegante.
- Para você, sempre. – Respondi sussurrando em seu ouvido.
Então ele me penetrou, seu membro pulsava dentro de mim com delicadeza, Dimitri tomava todo o cuidado para não me machucar, seus olhos nunca perderam o contato com os meus e ele gemia meu nome e eu gemia o dele enquanto nos beijavamos. Sempre me senti envergonhada por ter quase 20 anos e ser virgem, mas valeu a pena esperar, e se fosse necessário, eu esperaria uma vida inteira por ele.
Ele intercalava a velocidade, me fazendo gemer cada vez mais. Eu unhava suas costas e mordia seu ombro tentando libertar todo aquele prazer que eu sentia. Seu corpo suado se movendo dentro do meu era a cena mais linda que eu havia visto e queria que aquilo durasse para sempre.
- Eu te amo. – Ele disse com uma intensidade que me fez tremer.
O prazer dominou meu corpo, me fazendo tremer, minha mão agarrou seu cabelo e a outra o lençol. O sorriso dele iluminava o quarto e eu soube que o mesmo havia acontecido com ele.
Dimitri deitou em meu peito, nossas respirações ofegantes e pesadas. Ele acariciava a lateral do meu seio enquanto eu passava a mão em seus cabelos molhados.
- Nem em meu melhor sonho tinha sido tão bom assim. – Ele falou dando uma gargalhada gostosa, seu peito vibrava na minha barriga, levando embora minha insegurança de não ser boa o suficiente para ele.
- E você sonhou muito com isso? – Perguntei. Eu tinha sonhado tantas noites que já tinha perdido a conta, e como ele mesmo disse em nenhum sonho tinha sido tão bom.
- Você nem faz ideia minha Roza. – Ele levantou para me olhar e se virou na cama, me levando junto para deitar em seu peito. Agora eu ia passando minhas unhas levemente em seu peito enquanto ele fazia carinho em meu cabelo.
-Sua? – Perguntei provocativamente. Levantei a cabeça para olha-lo e seu sorriso estava tão malicioso quanto o meu.
- Sim, e só minha.
- Eu te amo Dimitri.
- Eu te amo muito mais Roza.
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