Notas iniciais
--Por Yuru Lazuri--

O tempo é cruel. Uma hora se passou desde que os seis que escolheram ir até o Necro World deixaram o colégio. Por isso, há poucos instantes, eu fui envolto por uma forte luz e transportado da minha casa ao lugar em que agora estou. Próximos de mim, os outros: Thoma, Lucky, Raviel, Luna e Sakura.

– Que lugar é esse? – me pergunto, tentando reconhecer a área, com minha visão um pouco ofuscada, ainda.

– Ainda não se deu conta? – Lucky se manifesta. – Estamos diante do lago Tsukuyomi.

Ela está certa. Pois, ao ouvir isso, me dou conta de tal verdade. O grande lago está bem diante de nós seis.

– O tempo se encerrou. – declara Beth, atrás de nós, chamando a nossa atenção. – É hora de irmos. Contudo, antes, devo inseri-los na realidade que nos espera.

– Como assim? – pergunto. – Está querendo dizer que vai nos dar uma espécie de introdução?

– Isso mesmo. – garante a coelha esquisita. – Primeiramente, vocês precisam saber que tudo e todos lá possuem controle sobre seus espíritos. Em outras palavras, os habitantes do Necro World, diferentemente da massiva maioria dos deste mundo, possuem e dominam habilidades especiais. O que quer dizer que, na atual condição em que cada um de vocês se encontra, é impossível que tenham êxito em qualquer espécie de confronto.

– Você está equivocada, Beth. – determina Sakura, com um ar de total discórdia às palavras da coelha.

Desde que Sakura decidiu vir conosco, eu fiquei pensando e tentando achar uma razão coerente para que ela esteja indo por vontade própria atrás da Tsuky. Eu e Thoma somos amigos de infância dela, Lucky é a irmã e Luna e Raviel estavam presentes quando tudo ocorreu. Porém, Sakura não tem nenhum motivo para se arriscar por ela. Ao menos, não que eu saiba.

– Nós não estamos indo lá para enfrentar os Mascarados, os únicos que realmente eliminariam qualquer chance da nossa parte. – argumenta Sakura. – A segunda espada, a Olympus, já despertou e não sabemos se há outras com os Mascarados além daquele que levou Tsuky.

– Como sabe que ela despertou? – indaga Beth.

Com destreza, usando apenas uma mão, a nossa colega de classe retira das suas costas uma espada que estava embainhada e que só notei agora. Uma espada notavelmente longa e com uma lâmina fina e precisa.

– Kusanagi, a terceira, está aqui, completamente desperta. – determina ela, surpreendendo a todos nós.

– Então era como eu realmente esperava. – diz Beth. – Você é escolhida de uma das Espadas Lendárias. Ou sendo mais específica, da espada número três, Kusanagi.

– Exato. – diz ela, voltando seu olhar para Tohma. – Apesar de nunca ter pego numa espada, Tohma Dales está com Excalibur, que foi reconhecida como a mais poderosa das sete. Mesmo com alguém inexperiente, ela ainda é uma ameaça aos nossos inimigos. E não podemos esquecer também de Lucky Scarlet.

Todos nós, inclusive Beth, olhamos para Lucky. Somente agora, também, identifico uma espada embainhada na cintura dela. Porém, da existência de tal arma eu já sabia. Foi uma espada que ela ganhou do seu pai pouco antes do desaparecimento dele. Então, considerando tal fato com tudo o que já sabemos, faço os devidos cálculos para chegar ao resultado que, agora, Sakura declara:

– Lucky possui uma das sete Espadas Lendárias também. E como isso não é recente, ela já está devidamente treinada com a mesma. – e sorri de leve, trocando olhares com a irmã de Tsuky. – É a quinta espada, Kamaitachi.

– Você já sabia que a sua espada era uma das sete, Lucky? – indago. Apesar de ter quase absoluta certeza da resposta, não consigo me segurar pela sede da clara informação.

– Não. – nega, o que eu já esperava. – Mas eu deduzi isso depois do que aconteceu. – completa, referindo-se ao fato de Tsuky ter sido buscada por um possível aliado do pai das duas. – Ainda não sei por qual motivo meu pai deixou isto comigo, mas tal coisa é apenas mais uma razão para eu ir até ele.

– Está vendo, Beth? – Sakura, por sua vez, chamando de novo a atenção de todos nós. – O nosso grupo não é tão inútil quanto parece. Garanto, inclusive, que sou uma guerreira capaz que não vai decepcioná-la.

– Sakura, ainda assim, não é nada inteligente nos metermos de modo impensado no Necro World. Não podemos chamar atenção desnecessária. – afirma a coelha, parecendo saber do que está falando.

É quando a escolhida pela terceira espada se volta para mim e os seus demais colegas de classe aqui presentes. Observo a face dela e confirmo uma das intrigas que estavam em minha mente: a forma de ser de Sakura contraria por completo a forma como está se portando agora. Ou então, a personalidade inocente e gentil que nos apresentou durante tanto tempo naquela escola nunca passou de uma farsa. Afinal de contas, neste momento, a Inoue demonstra uma postura forte como a que Lucky sempre apresentou ter. E ainda sempre escondeu o fato de que sabia de tudo o que Beth nos contou.

– Afinal de contas, quem você é? – pergunto, chamando para mim a atenção total de Sakura.

Dissimulada, ela retoma aquele sorriso doce que nós conhecíamos. E garante:

– Ora, sou apenas uma colega de classe bem infomada, Yuru. – e fecha seus olhos por alguns segundos, completando sua feição falsamente inocente. – Nada mais do que isso.

Repentinamente, ela embainha sua espada de novo. Com movimentos ágeis, atira algo em mim e nos outros quatro.

– Sakura! – exclama Beth, aparentemente perplexa. – Essas coisas são o que eu estou pensando!?

– Sim. – garante a Inoue, retomando sua postura séria e firme. – São Cristais de Alma.

Uma espécie de joia se fixou em meu pescoço, o que Sakura atirou em mim. O mesmo aconteceu com os demais. Desse modo, Sakura prossegue:

– Existem quatro estilos básicos de combate: estilo armado, estilo desarmado, estilo mental e estilo espiritual. Estilo armado, o mais comum, é envolvendo qualquer tipo de arma. Estilo desarmado é o combate limpo, corpo-a-corpo. Estilo mental engloba tudo o que é produzido diretamente pela mente do envolvido. E por último, o espiritual, o mais vasto e mais raro, integrando tudo que é puramente enérgico, como magia, feitiçaria ou dons elementares.

Quando ela termina de falar, sinto o cristal em mim reagindo a algo. Ele começa a liberar uma espécie de calor no meu pescoço.

– Cristais de Alma são objetos que foram criados para identificar o estilo natural de cada indivíduo para, então, dar rumo ao crescimento de quem é analisado. – ela explica. – O cristal é transparente e assume uma coloração diferente para cada um dos quatro possíveis resultados.

Em mim, em Thoma e em Lucky, os cristais adquirem uma coloração vermelha. Em Luna e em Raviel, adquirem uma coloração branca.

– Segundo os resultados, Thoma, Lucky e Yuru, assim como eu, são mais aptos para o estilo armado. Raviel e Luna, para o estilo espiritual. – conclui Sakura, fitando a coelha que está conosco.

– Estilo armado, eu? – indago, surpreso. – Isso quer dizer que terei uma Espada Lendária?

– Não necessariamente. – Beth intervém. – Como Sakura mesmo disse, estilo armado é o mais comum, pois desde os primórdios, os seres humanos e as criaturas próximas deles foram tentando desenvolver armas para sobrepujarem os outros ao seu redor. Pense na realidade: existem sete Espadas Lendárias, sendo que quatro já possuem donos confirmados. Dentre as três, quais as chances de você, entre tantos outros com a natureza voltada para o estilo armado, ser um escolhido?

– De fato. – digo, um tanto quanto desanimado, confesso. – Nem preciso fazer os meus cálculos para saber que as chances são pequenas. Mesmo assim, elas existem, certo?

– Claro. – garante Sakura. – Mas mesmo que você não encontre uma arma, não vamos partir sem que você leve alguma coisa.

Com isso, a Inoue retira uma pequena maleta que está ao lado da sua bainha nas costas. De dentro da maleta, lança para mim um arco e uma espécie de bolsa.

– Aí dentro se encontra um total de 15 flechas feitas com o meu poder espiritual. – garante Inoue. – É um arco que eu mesma criei e dá ao seu usuário a capacidade de forjar flechas apenas com o pensamento.

Escuto tudo isso impressionado. Um arco com flechas espirituais parece ser algo realmente fantástico.

– Enquanto você não encontra a sua arma, pode ficar com isso emprestado. – diz Sakura, sorrindo de leve.

– O-obrigado. – agradeço, meio sem jeito.

– Como ainda vai levar certo tempo para você começar a ter controle sobre sua energia espiritual, não gaste as flechas por qualquer coisa, já que no nível em que está, não conseguirá fazer outras. – afirma ela. – E eu não vou gastar a minha energia para fazer nenhuma, pois cada um de nós terá de cuidar do próprio umbigo no Necro World.

– C-certo! – exclamo, abrindo a bolsa e observando as flechas prateadas, como o arco.

Agora me sinto mais seguro de mim mesmo. Talvez eu seja escolhido por uma Espada Lendária, mas talvez não. Enquanto eu não tenho uma arma minha, posso usar algo emprestado. Que mal tem? Ruim seria se eu fosse para um lugar perigoso sem ter como me defender.

– Raviel, Luna... – falo em baixo tom, voltando meu olhar para os dois.

Sim, eles irão indefesos para lá. A não ser se Sakura fizer algo por eles como acabou de fazer por mim. No fundo, espero que faça mesmo. Considero os dois como amigos e não gostaria que se corressem perigos desnecessários.

– Quanto aos dois, Luna, Raviel... – Sakura, mais uma vez. – Para que possam treinar algo, é preciso que pensem em que tipo de habilidade espiritual desejam ter. Mesmo sendo um estilo raro, é muito vasto. E pode ser desenvolvido com base em estudos profundos. Pensem enquanto vamos indo para o Necro World e decidam para que, chegando lá, vocês possam estudar um pouco.

– Sim. – concorda Beth. – Nós não vamos diretamente à sede dos Mascarados, pois há uma barreira ao redor daquela área que só permite a entrada e locomoção de maneira convencional, sem utilizar habilidades especiais como teletransporte. Por isso, antes de irmos até Tsuky, vamos na casa de uns bons amigos meus.

– Bons amigos seus? – pergunto, curioso. – Que amigos seriam esses?

– Quando chegarmos lá, vocês vão descobrir. – articula Beth, dando meia volta. – Agora vamos indo. Chega de conversa. – a coelha suspira levemente, nos dando as costas, declamando logo depois: – Linhagem Usagi! Técnica Secreta da Viagem Luminosa!

Com isso, ela cria um portal parecido com o que fez na escola. Contudo, o de agora é bem maior e mais amplo, com cerca de dez metros de altura e oito de largura, se meus cálculos estiverem precisos.

– Aquele portal que eu havia criado serve apenas para locomoção em uma única dimensão. Este, por outro lado, permite que até seis pessoas viajem para qualquer outro mundo. – explica, voltando-se para nós. – Consome uma considerável quantidade de energia, mas é o que tenho que fazer.

– Por que existe esse limite de seis pessoas? – pergunto.

– É uma técnica produzida com seis focos diferentes da energia do usuário, no caso, eu. – Beth revela. – São focos invisíveis a olho nu, mas que estão distribuídos pelo portal. Assim que seis pessoas entram, o limite do portal é atingido, desaparecendo automaticamente. Com isso, mesmo que aquele que criou o portal esteja em outra dimensão, ele é transportado para o mesmo local de destino dessas seis pessoas.

– Interessante. – comentamos, juntos, eu e Raviel.

– Antes de irmos, preciso falar com você, Yuru. – garante Tohma, voltando-se para mim.

Estou surpreso. O que Tohma teria de tão importante para falar comigo agora, “deixando de lado” a viagem em busca de Tsuky?

– Vai consumir muito tempo, garoto? – Beth tenta saber.

– Não. Será breve. – garante Tohma.

A coelha suspira, demonstrando que gostaria de partir o mais breve possível. Mesmo assim, fala:

– Que assim seja. Conversem logo e vamos embora.

Dessa forma, Lucky, Sakura, Raviel, Luna e Beth se afastam de nós dois. Enquanto isso, Thoma me observa seriamente, bem diante de mim. Parece que faz anos que não ficamos assim, um perante o outro. Na verdade, não parece, e sim faz anos que algo do tipo não acontece.

– Você tem saudades? – questiona, suavizando sua feição: antes séria, agora, um tanto quanto triste.

– Saudades do que? – eu, ainda sem entender.

– Daquela época feliz em que eu, você, Lucky e Tsuky estávamos juntos. Como inseparáveis amigos. – determina, me deixando um tanto quanto abalado. Afinal, foram sim bons tempos. – Você tem saudades?

Não consigo responder. Afinal, nem mesmo sei por qual motivo nos afastamos. É cruel sim, mas o tempo muda as coisas, as transforma ou as extingue. Gostaria é de saber o que exatamente aconteceu com aquela nossa amizade.

– Se você não sabe, eu sei. – afirma Thoma. – Sempre sofri com o nosso afastamento. Porém, conforme íamos interagindo com os outros do primeiro ano, fomos descobrindo outras pessoas mais parecidas com cada um de nós. Eu, no entanto, fui me afastando cada vez mais de todas as pessoas. Estava começando a achar que ter confiado em vocês três tinha sido um erro...

Thoma sempre foi o mais emotivo de nós quatro, mas ao mesmo tempo, o mais forte. Eram os sentimentos dele que lhe dava forças, mas também o que lhe enfraquecia. Sempre foi alguém que fugia dos meus cálculos, alguém que eu julgava imprevisível. Coisas que ele tinha medo de realizar ou enfrentar, por nós, ele ultrapassava. Regras não vão de acordo à sua existência.

– Você sempre foi esquisito. – afirmo, surpreendendo-o pelo meu comentário. – Nunca consegui te entender, por mais amigos que fossemos. Mais do que isso, nunca consegui entender a amizade que desenvolvi com você.

Thoma ri. Olhando diretamente para os meus olhos, fala:

– Eu sempre me achei diferente das outras pessoas. Eu nunca soube o que eu realmente queria para mim, nem pelo que lutar. Meus pais sempre estiveram distantes e nunca me deram chance de me encontrar, apenas me pressionavam. – vai contando. – Agora é diferente. Há um futuro avassalador me esperando. E não estou sozinho, como pensei que estaria. Vocês estão aqui de novo comigo. E, mesmo que em outro mundo, Tsuky também está, e ansiando pelo nosso reencontro. Posso sentir isso...

– Aonde quer chegar? – procuro entender. – Está tentando, como eu, entender o que houve conosco?

– Nem eu sei... – admite, entre leves risos. – Mas senti a necessidade de ser sincero com você. Olhando para o passado, eu sinto uma dor terrível e inexplicável. Eu sinto como se quisesse, de toda forma, reviver aqueles momentos em que vivemos juntos e não deixar escapar nada.

É natural que amizades acabem. Nem tudo o que promete ser eterno realmente é para todo o sempre. Não canso de repetir para mim mesmo: o tempo é cruel. Porém, acredito que não foi somente tal crueldade que minou o laço entre nós quatro. Nós mesmos permitimos isso. Tsuky, por querer sempre sofrer sozinha com medo de incomodar, deixou de confiar e acreditar em nós, até mesmo em sua irmã. Lucky, por sua teimosia e orgulho, não quis demonstrar o quanto éramos importantes e aceitou tudo passar. Thoma, por se julgar inferior e desmerecedor daquele laço. E eu, eu... Pela minha estupidez de não conseguir entender que tudo não se resume em cálculos, em fatos. Amor, amizade, esperança... não são coisas que podemos medir. São coisas que podemos apenas sentir. E viver!

– Será que voltaremos a ser velhos amigos? – pergunta Thoma. – Será que estamos juntos de novo e que será tudo como era antes?

Sim, eu também tenho a minha parcela de culpa. Uma dia disse para mim mesmo que nunca deixaria de lutar pelas pessoas que me eram importantes, mas eu me esqueci de um simples fato: muitas vezes, os inimigos somos nós mesmos. Nossas próprias fraquezas e peculiaridades. Contra isso, eu nunca lutei.

– Lucky!! – exclamo, dando meia volta, olhando para o local onde estão os demais.

Com isso, surpresa, ela se volta para mim.

– Que foi, garoto!? – reage. – Perdeu a sanidade para ficar gritando assim?

Sinto a necessidade de correr em direção a ela. Sem entender, Thoma apenas me segue, preocupado.

– O que você está fazendo, Yuru? – indaga ele, confuso.

Não vou responder. Apenas vou fazer. E quando me coloco bem diante de Lucky, eu declaro:

– Você é burra.

– Como é que é!? – se revolta. – Você não tem o direito de...

– Cala a boca! – grito.

Eu vou me redimir. Pois, de agora em diante, NUNCA MAIS deixarei que meus amigos se firam sozinhos. Mesmo que os inimigos sejam eles mesmos, eu vou lutar.

– Você é burra! Todos nós somos! Do contrário, Tsuky ainda estaria aqui.

Os olhos de Lucky se arregalam. Ainda assim, com a voz levantada, abre a boca:

– Burro é só você, Yu...

– Você não disse que protegeria a Tsuky? Mas quando foi que perguntou a ela se queria ser protegida?

Ela se cala, ainda mais surpresa. Porém, eu continuo:

– Você é explosiva, ignorante, orgulhosa e metida à forte. Mas na verdade, Tsuky é infinitamente mais forte do que você. Afinal de contas, ela aceita o que sente e não simplesmente tenta matar o que está no seu próprio coração. Mesmo assim, você continua sendo, para mim... – breco minhas próprias palavras.

– Yuru... – fala, mais suavemente. – Você...

– Duas irmãs apaixonadas por um amigo que se privava demais e outro que o invejava por vê-lo como o centro das atenções. – defino, interrompendo-a. – Essa é a nossa descrição.

Todos, exceto Beth e Sakura, ficam surpresos. Acredito que não eram muitas as pessoas que sabiam que Lucky é apaixonada por Thoma e que eu sou apaixonado por ela.

– Nós somos os culpados da morte da nossa amizade! – exclamo. – Mas agora, não há mais espaço para fraquezas! Precisamos superá-las e aceitarmos as verdades! O peso dos nossos erros decaiu todo sobre Tsuky, mas não podemos permitir isso, porque também temos nossas parcelas de culpa. Devemos lutar... – altero meu olhar entre ela e Thoma. – Juntos!!

Notas finais
Quiz do capítulo: que tipo de habilidade gostaria que seu personagem tivesse? A)Estilo armado B)Estilo desarmado C)Estilo mental D)Estilo espiritual Somente escolha uma opção. Lembrando que os seis personagens do cap de hoje já estão definidos, mas os demais não (Luna e Raviel, para esses dois, as opções já estão dentro da alternativa D, agora é só entrar em contato comigo caso queira escolher, pq eu já escolhi u.u). Obviamente, aquele que não comentar terá seu personagem menos explorado, já que o mesmo não apresentará nenhuma habilidade :P. Enfim... É isso! Ate mais!