Notas iniciais
Muito obrigada pelos comentários fofos e cheios de qualidade do capítulo anterior,eu não se o que faria sem vocês minhas fofas.

Angela já tinha saído do hospital.

Até mesmo as cicatrizes que tinha das mordidas e da estacada que levou tinha sumido,os nódulos do seu braço por causa das injeções de insulina nem deram sinal de existir algum dia.

A situação estava crítica,todos estavam reunidos na casa dos Gilberts.

–O que você quer falar,Angela?-perguntou Damon.

A preocupação era a marca constante,até Katherine estava ali e sua expressão era a mesma dos demais.

–A Gisela deixou algumas informações em minha cabeça antes de ir embora definitivamente.E algumas me preocupam.

–E por que não começa?

Gisela explicou toda a história do surgimento do sobrenatural no mundo e como a família Petrova tinha participação nisso.

–Mas por que ela soltou a todos os Originais?Gisela ficou louca?

–Ela acreditou que os Mikaelsons já deviam se encarar.Está na hora dos criadores da raça dos vampiros se encararem de frente.

–Mas depois do que você me contou,os tais devem estar putos da vida com o Klaus.

–E estão.Se Stefan te enfiasse uma estaca no coração e deixasse em um caixão imundo o que faria se saísse,Damon?

–Iria atrás dele com muita raiva e mataria tudo e todos pelo caminho.

–Em outras palavras,Klaus está ferrado e todos aqui entraram na reta dos vampiros mais perigosos do planeta.-disse Stefan

Angela concordou.

–E Elena...Nós estamos amaldiçoadas.

–Quê?-disseram todos.

–Quando Gisela e Charlotte morreram,houve um efeito aleatório ao feitiço que criou os vampiros.Elas foram sacrificadas,e isso afetou o destino de suas doppelgängers.Nenhuma chegou aos 18 anos.

Jane arregalou os olhos,olhando fixamente para o cordão no pescoço de Angela.

–Sim Jane,o cordão teria protegido você se é isso o que está pensando.

–Mas eu o pus no meu filho quando saí de casa com o meu marido.

–Esse pensamento não surgiu a toa.Você morreu nessa noite,mas virou vampira.

–Eu mordi meus criadores tentando me defender e engoli sangue sem querer.

–Eu me enforquei.-disse Katherine,entendendo.

–Elena,o acidente na ponte Wickery foi pouco depois dos seus 17 anos não foi?

–Foi.

–Mas Stefan te salvou e você quase morreu várias vezes.Eu fiquei com um tumor cerebral e quase morri várias vezes também.

–Ou seja,quanto mais os nossos 18 anos se aproximam mais atentados vamos sofrer.

–Só que dessa vez temos vantagens.A maldição acaba de qualquer maneira.Não tivemos filhos como Gisela e Charlotte ou Jane e Katherine. E nós temos agora o que elas não tinham antes:proteção.Temos do nosso lado vários vampiros,um recém-híbrido e uma bruxa,sem falar que nós da parte humana da história não somos exatamente as donzelas indefesas.

–Com certeza não.-disse Matt,franzindo o nariz.

–Calma,só estou falando que agora podemos revidar um ataque.E agora vou ter que perguntar para todos.Estão dispostos a deixar as brigas e provocações de lado e trabalhar em equipe gostando ou não?-ela olhou de esguelha para Katherine-Isso é,se quiserem o pescoço acima da cabeça ou o coração dentro do peito.

–Tudo bem,tudo bem.-disse Katherine,erguendo as mãos em sinal de rendição-Vou me aposentar da diversão por enquanto.

–Todos de acordo?É muito importante.Sei que ela é uma vaca mas ou estamos todos juntos ou estamos todos mortos.

Mesmo a contragosto,tiveram que concordar.Ninguém queria morrer ali.

***

Finn estava em um bar,sentado ao lado da janela.

As portas do lugar estavam trancadas mas ninguém percebeu.

Melhor assim.Sua diversão estava garantida.

Uma bela garçonete se aproximou.

–Vai querer alguma coisa,senhor?

–Aí depende.

Ela não entendeu.

–Eu tenho muito o que beber.

Ele sorriu e seus olhos ficaram vermelhos.

***

Kol estava sentado no banco da praça,com uma garota sentada em seu colo enquanto outra jazia no chão,com o pescoço dilacerado e já com poucas gotas de sangue no corpo.

Assim que terminou,a deixou cair pesadamente,com um baque surdo.

–Até que você resistiu mais tempo que sua irmã mais nova.Se bem que foi a mais chata,implorar pela vida daquele jeito me irrita.

Ele riu de si mesmo.

–E eu falando com um cadáver!Aliás ,por que lhufas estou falando sozinho?Aqueles ciquenta anos com o Klaus me fizeram mal.

Se levantou e limpou o sangue da boca.

–Bem,agora é procurar um lugar cheio de adolescentes.Talvez eu ache alguma garota que valha a pena matar.

***

O híbrido arfava.

Mikael já tinha arrancado duas pernas e um braço dele.

–Fale logo!Onde está o Niklaus?Aproveite,hoje o meu humor está excepcionalmente bom.

Notas finais
Gente,tem vezes que a fanfic fica um pouco mais lenta,mas não se preocupem,eu adoro pôr ação e movimentação.Mas se não tiver uns momentos calmos e relaxantes,só pancada atrás de pancada a ação perde a graça,não concordam?
Se bem que para escrever ação sou uma merda,já vi que o meu forte é escrever drama e alguns momentos de comédia.
Ou eu acho que é meu forte,não sei a opinião de vocês.
Já estou pensando em algumas músicas para embalar os momentos de ação,tipo carry on my wayward son do Kansas,it's my life do Bon Jovi ou Hero do Skillet.
E sim,sou rock metaleira,fiquei assim por causa do Dean Winchester,ele me viciou em Metallica.
Quem leu Dark Shadows of Love-Blood Kisses e A Terceira Face já reparou que eu sempre faço a protagonista sofrer bastante,mas eu tenho uma explicação:a vida não é um mar de rosas,existem pessoas que fazem o mal,se você está no lugar errado e na hora errada não espere ajuda divina.Não adianta fingir que o mal não existe,se estamos aqui fatalmente alguma hora a dor nos alcança,mas não devemos perder a esperança,ao mesmo tempo que não devemos ser ingênuos,a felicidade e a tristeza vão e voltam,vamos chorar e vamos sorrir vez ou outra,o que nunca podemos perder é a fé,é ela que nos segura e é com ela com somos humanos.