Sintel

1 Capítulo 1 - Loftwing Aparece


Notas iniciais
Música - Neurose (Reação em Cadeia)

(Cena onde Arkhel está cantando um rock com sua amiga Guiuliana Esperra, no bar de Jazz Lácteo, onde apenas os jovens frequentam. Lá não se vende bebidas Alcoólicas, é mais um local para Reunir os amigos, conversarem e também unirem os grupos e laços sociais, em outras palavras o lugar perfeito para ter encontros)

(Arkhel Deity)
Talvez o silêncio
Nunca me perdoe
Por ter dito que te amo
Sou vítima de mim mesmo
De minhas próprias frases
Da minha própria consciência
Tenho procurado entender
A minha vida
Mas as conclusões a que cheguei
Não são nada conclusivas
Esperei o tempo necessário
Para compreender
Que na verdade
Eu não posso ter você



(Guiuliana Esperra)
A vida é assim
Eu tenho que me acostumar
Os dias irão surgir
O sol irá brilhar
Aqui
E hoje é o primeiro dia
Do resto dos nossos dias e
Eu ainda espero por você
Entre e feche a porta
Tente me entender
Acalme-se, pois você vai ver
Eu posso te olhar
Também posso te tocar
Mas não com o coração



(Dueto 2X)
A vida é assim
(Guiuliana: Uhuuuu... )
Eu tenho que me acostumar
(Guiuliana: Uhuuuu... )
Os dias irão surgir
(Guiuliana: Uhuuuu... )
O sol irá brilhar
(Guiuliana: Yeeeah.)
Aqui

(Dueto)
E hoje é o primeiro dia
Do resto de nossos dias e
Eu ainda espero por você
Entre e feche a porta
Tente me entender
Acalme-se pois você vai ver
Que estes são os meus problemas
Os problemas que não tenho
Que crio em minha mente por você
Por você...
Por você...
Por você...
Por você...
Por você...
Por você...
Por você...

(Enquanto a musica toca, o personagem se apresenta)

Arkhel: Meu nome é Arkhel Sinit, tenho 16 Anos... Sou um estudante do Colegial do Colégio Tensa em São Paulo. Eu sei que pode ser meio assustador para alguns, mas eu não sou como os outros, apesar de ser de carne e osso... Sou um Semi-albino e por isso não posso ficar muito tempo exposto ao sol.
Sou integrante da Banda Choice!, Junto com Guiuliana Esperra ou GUI, somos vocalistas, Tiago Atenaso Baterista e Rafa Souza Guitarrista. Tocamos todos os finais de semana no Bar Lácteo com musicas e estilos v ariados, mas gostamos do Rock Sinfônico e Jazz.
A maior parte do tempo, gosto de escrever Poemas num caderno porém não com uma caneta ou lápis... Mas sim tinta e uma Pena. Muitos riem de mim por utilizar esse instrumento em pleno século 21. Mas gosto de utilizar ela, pois futuramente alguém vai ler e esse caderno, e gostaria de quem lesse esses versos pudessem sentir a mesma leveza que sinto quando começo a escrever... A mesma leveza da pena.

Ao acabar a musica, o bar Lácteo já estava cheio, e muitos aplausos para a banda foram concedidas e ao final da noite cada um se dirigiu para casa... Os instrumentos ficaram lá aos cuidados de Telma, dona do Local para que na manhã seguinte eles pudessem pegar novamente, pois já era noite e era um tanto perigoso sair as 11:00 da madrugada com algo de valor.
Já deitado em sua cama Arkhel tem um sonho no tanto estranho...


(Sonho)
Ele estava a beira de um campo completamente congelado, ele sentia a brisa bater no rosto dele e ao mesmo tempo uma voz sussurrando ao seu ouvido.
Loftwing: Arkhel... Está na hora de acordar... Em breve algo brilhante no seu futuro irá encontra-lo.
Arkhel: Quem é você?
Loftwing: Em breve saberá
Arkhel: Desculpe, sou impaciente demais para esperar.
Loftwing: Hihihi relaxa, logo, logo eu apareço. (Rindo aos ares, apesar de não ter sua forma física)


(Fim do sonho)


Arkhel acorda um pouco assustado e olha em seu relógio em cima do criado mudo, ao lado de sua cama.
São 04h30min da manhã, e como de costume, Arkhel Sinit acorda, coçando ainda seus olhos para despertar e se despreguiçar. Ele se levanta e toma seu banho de 20 minutos, terminado de se secar, ele enrola a toalha em sua cintura e limpa o espelho do banheiro, revelando-lhe sua silhueta Semi-Albina, pois seu cabelo e suas sobrancelhas eram pretos como seus cabelos, seus olhos eram de cor purpuras. Após tomar seu banho ele começa a tomar seu café da manhã, sua irmã Juliana acorda:

Juliana: Bom dia Ark
Arkhel: Bom dia? Ainda nem amanheceu direito (ele olha em seu relógio que marca 05:10) o que faz acordada uma hora dessas?
Juliana: Nossa, é assim que fala com sua irmã, pensei em tomar café da manhã com você.
Arkhel: Tem razão, foi mal. O pai ainda está dormindo?
Juliana: Sabe como é nosso pai, trabalhando na clinica fazendo plantão na madrugada deve ser cansativo.
Arkhel: Pois é. Já volto (ele levanta-se da mesa e sai para buscar seu, sobretudo negro que sempre veste, por causa dos raios solares, antes de vestir ele deixa parte de seu abdome visível revelando algumas feridas no local e em seus braços, que estavam vermelhos, porém, Juliana ficou em silencio apenas sentindo tristeza por seu irmão ter esse problema genético, apesar de não ser 100% albino ela imagina essas feridas em seu corpo, e como haveriam de doer. Colocado seu sobretudo ele torna a se sentar na mesa terminando de tomar seu café da manhã.)


Eram umas 06h05min, ele sai de sua casa indo em direção a escola que fica a mais ou menos 20 minutos de caminhada de sua casa, mas ele havia de sair mais cedo pelo motivo de seu problema genético e também por outro assunto. Chegando a entrada da porta de sua escola, Guiuliana Esperra, sua amiga acena e dá suas saudações matinais ao Arkhel:

Guiuliana: Oi Arkhel. Bom dia...

Arkhel: Bom dia GUI... o show ontem foi demais não acha?

Guiuliana: Sim, o show que fizemos lá no Bar Lacteo foi demais, a casa tava cheia ontem.


Arkhel: É, pena que hoje é segunda, poderíamos fazer outro show.
Guiuliana: É, mas o Tiago e Rafa estão dando um jeito de conseguir mais uns shows para fazermos.


(Os dois começam a se dirigir a alguns bancos em torno da quadra que ficavam a alguns metros da entrada, Arkhel começa a sentir um ardor causado pelas feridas no braço e abdome)


Arkhel: Arrgh...
Guiuliana: O que foi?
Arkhel: (ele abre parte de seu, sobretudo e revela as feridas que não notara ao amanhecer).
Guiuliana: Ark, porque se esforçou no futebol ontem? Sabia que não podia jogar no sol sem proteger as partes do braço e pescoço, você tá maluco.
Arkhel: Tá bom desculpa...Auu...(reclamando das dores)
Guiuliana: Vem cá.

Pega arkhel pelo braço e leva para a sala de aula, lá ela começa a fazer alguns curativos que ela sempre traz para alguma “emergência”, ela começou a enrolar algumas bandagens no braço de arkhel.
Arkhel: Tem certeza que tudo isso é necessário (Já satisfeito com tantas bandagens em seu braço, que se sente uma múmia )

Guiuliana: Do que está reclamando, quem manda ficar no SOL mais de 45 minutos? Outra coisa... vai fazer educação física hoje?
Arkhel: Vou... Mas...
Guiuliana: ...Então não preciso dizer mais nada (dá um aperto final nas bandagens que faz Arkhel gritar de dor por excesso de força gerada por Guiuliana)
Arkhel: Auuu.... Sua mal... Esquece, Obrigado.
Guiuliana: De nada, aliás, não posso perder meu colega de vocal na banda tão cedo
Arkhel: Valeu...

Os dois ficaram sorrindo um para o outro, se fitando, no entanto entra na sala a pessoa que mais detesta Arkhel e vice versa, por conta da popularidade com as meninas da sala e também por fazer parte de Choice!.


John: Olha só: Bom dia BRANCA DE NEVE.
Arkhel: Tava bom enquanto durou.
Guiuliana: O que você quer agora seu mané?
John: Fico esperando essa direção tomar alguma atitude nessa escola.
Arkhel: Que atitude?
John: Você deve saber mais do que eu. A atitude de tirar você da escola, não podemos permitir que “alguém como você possa frequentar livremente as aulas, podendo nos passar sua doença..”.
Arkhel: Pera ae, do que você está falando, é por causa da minha pele? Você tem raiva de mim por causa desse problema que possuo?
Guiuliana: Arkhel calma...
Arkhel: Gui relaxa...
John: Agora doença tem outro nome... Problema... Não é caso da cor de sua pele, que alias não tem cor alguma, estou preocupado com a minha saúde e a de meus colegas aqui de pegar alguma doença como a lepra.
Guiuliana: (Não acreditando do que ouve da boca daquele garoto) Você é retardado? Você sabe qual o problema que Arkhel possui por acaso? Você tem idéia do que está fazendo é preconceito?

Todos na sala no momento começaram a prestar atenção na discussão que estava ocorrendo num ambiente de aprendizado que mais estava se parecendo no momento como um debate.
Arkhel: Cara... você é completamente ridículo, eu sou um Semi-Albino, e essa característica não é contagiosa... qualquer pessoa como eu não é contagiosa ou passaria doenças.
John: Aé e o que me diz dessas bandagens em seu braço? Não são feridas que você está escondendo ai? Isso quer dizer que qualquer um que ficar ao seu lado irá ter também essas feridas...
Guiuliana: Meu Deus, como você pode ser tão arrogante e prepotente a altura de realizar tais acusações John?... Você deveria ser processado, não sabe que isso é preconceito e poderia ser também Racismo? Como você pode ser tão sujo de insultar o Arkhel desse jeito...

Arkhel: Gui esquece, o jeito é sair daqui, como ele disse: “Se eu continuar aqui, alguém pode ser contagiado”

Arkhel Deity vestiu novamente seu sobretudo e toma sua mochila que havia deixado sobre a mesa e se dirige a saída, até que tromba com o professor de Física.
Prof.º Adalberto: Para aonde vai Arkhel Sinit?
Arkhel sai da sala sem mesmo dirigir alguma palavra com o professor que havia feito uma pergunta, enquanto ele saia Guiuliana chamava Arkhel para voltar, mas seus pedidos não foram bem sucedidos.

Arkhel Deity saia da escola. Ele começa a andar em direção ao Bar Lácteo, pensando o por que de que algumas pessoas tem essa mania de reparar e criticar o diferente, afinal ele era de carne e osso como qualquer pessoa, o porque que a maioria tem preconceito de cor, sendo negro, branco, moreno ou qualquer etnia, sempre ouve e há algum preconceito.

À duas quadras de seu destino, uma garota de boina azul passa ao seu lado e fala:

Laiza: Só porque você é albino não quer dizer que você seja inferior a eles
Arkhel fica espantado com aquela garota, afinal nunca tinha visto ela antes, ou tinha conversado e o mais surpreendente que ela saberia do acontecido. Os dois ficam lado a lado olhando em direções opostas

Arkhel: Quem é você?
Laiza: Você acha que só as pessoas tem preconceito com você? Já reparou que você também se põe abaixo dos pés dos outros só por causa de sua aparência pálida?
Arkhel: Perguntei, quem é você (Com um tom um pouco mais agressivo)?
Laiza: Meu nome é Laiza Tenon. Sou uma das sócias do Bar Lacteo.
Arkhel: Sócia? Ele torna a se virar para a moça – Me diga Laiza... O que quer comigo?
Laiza: Quero te ajudar, a descobrir o que você procura.
Arkhel: Por acaso você é médica?
Laiza: ... Arkhel Sinit, você quer entender seu problema e resolve-lo?
Arkhel: Não tenho problema algum, e vou indo tenho que fazer muita coisa hoje
Laiza: Bem se quiser me encontrar denovo, podemos conversar sobre algo de seu interesse estarei no bar lácteo às 2 , esse é meu cartão... (A garota lança o cartão na cabeça dele)
Arkhel: (Sentindo o impacto daquele cartão na sua cabeça ele se vira e vê que ela não está mais no local)Sua Va... Para onde ela foi?

Ele pega o cartão de fora arremessado em sua cabeça do chão e lê o que está escrito nele: Bar Lacteo, parecia um cartão de crédito comum, e também havia um numero de telefone escrito nele, havia escrito: Bem-vindo ao Sirens Realm
Arkhel: Reino de Sirens? É algum tipo de associação? (Pensou consigo mesmo).

Em casa, encontra sua irmã e seu pai tomando café da manhã, afinal das contas eram 10 da manhã e ambos ficaram surpresos ao verem Arkhel a esse horário em casa.
Juliana: Oi Ark, ué, teve aula vaga?
Arkhel: Tive sim (Escondendo o fato de ter saído da escola mais cedo por causa daquele incidente, em sua mente relembrando dos fatos.) A Professora de Quimica estava doente e i professor de inglês estava com a perna quebrada por conta de um acidente na escada.
Juliana: Nossa parece que é o seu dia de sorte (Juliana Sinit é boa em sarcasmo que até mesmo as pessoas entendem como se ela estivesse falando sério, o talento da garota de fazer essas “piadas” é incrivelmente assustador)
Arkhel: É não sabe o quanto...

Derrepente arkhel leva um chute nas costas dado por seu pai que estava entrando pela entrada da sala. O que faz ele cair no chão.


Lewis: Bom dia filho...
Arkhel: (Levanta-se e paga seu pai pela gola da camisa social aberta ) Tá ficando maluco seu louco da pedra, é assim que recebe seu filho depois de uma tarde tediosa de estudos
Lewis: (Berrando ao mesmo nível de seu filho) Se não tivesse baixado a guarda por conta de sua baixa estima você teria se esquivado facilmente, além do mais nem 11 horas é ainda.
Arkhel: Deixa de ser idiota, acha que eu vou me tornar um lutador ou algo do tipo? e pelo que eu saiba não existe lutadores que são médicos. E Dá licença (empurra seu pai para o lado e se dirige ao quarto)
Julia: Meus parabéns Lewis Deity, você é o único pai na face da terra que recebe um filho com um chute.
Lewis: Nyah, Relaxa julie (O rosto de sua filha se transforma totalmente em algo maligno, horripilante, na verdade ela odeia ser chamada de Julie)
Julia deu um chute na cara de seu pai, logo em seguinda, já dando algumas voltas no ar ela torna a dar um chute no estomago dele fazendo bater na mesa , logo em seguida a parede.
Já reclamando de algumas dores, sua visão fica muito embaçada e escuta passos de sua filha, agarrando pela gola dele
Julia: (Encarando rosto a rosto) Sabe que não gosto que me chamem deste modo, não é papaizinho.
Lewis: Filha...per..per
Julia: Esquece, (solta seu pao e volta ao normal) eu acho estranho geralmente o colégio não solta menores de 18 anos sem comunicar aos pais.
Lewis: Pode ser, mas ele deve ter seus motivos para ter saído de lá. Então deixa isso com ele mesmo entendido Julie... (Sua filha volta com seu olhar ao seu pai, desta vez disposta a “matar”).


Em seu Quarto

Arkhel resolve dormir um pouco para passar o tempo, alias tinha acordado um pouco sedo e estav0a bem cançado, então decidiu durmir daquele jeito mesmo, alias estava fazendo sol e estava com calor. Adormecido ele tem um estranho sonho:


Uma garota vestida de Azul com cabelos brancos com olhos azuis aparece na frente de Arkhel num campo congelado.


Loftwing: Arkhel, Arkhel... Pode me ouvir?
Arkhel: Posso mas quem é você? Eu te conheço?
Loftwing: Eu sou Loftwing, e você me conhece desde o momento em que você começou a escrever os poemas...
Arkhel: Eu te conheço... como?
Loftwing: Naquele momento eu estava lá com você, lembra? Você escrevendo comigo, podia sentir seus pensamentos, sua amizade, seu caráter, seu amor, seus medos, enfim. Tudo o que você escreveu eu estava lá naquele dia com seu caderno.
Arkhel: É impossível, lembraria de você com certeza.
Loftwing: Bobinho... (Ela sorri, e tira algo de sua cintura, em baixo de sua capa). Você é muito distraído... Conhece isso (ela retira de sua capa uma pena de duas cores, uma parte azul e outra verde, arkhel conhecia muito bem aquela pena, é com a qual ela escreve suas poesias no caderno.)
Arkhel: É a minha, pena, como conseguiu ela?
Loftwing: Eu sou ela ^^. Já te disse, meu nome é Loftwing, eu sou essa pena.
Arkhel: Só posso estar sonhando (ele se belisca e solta um grito... ele não estava literalmente sonhando)
Loftwing: Escute... Eu nasci com você, quando você sentia tristeza e fúria de ser diferente dos outros, quero dizer melhor que os outros.
Arkhel: Está falando de minha pele?
Loftwing: Em partes sim, porém você nasceu com algo a mais do que simplesmente sua pele albina. Digamos um poder que ninguém desse mundo teria, ele é sem igual.
Arkhel: Que tipo de poder é esse?
Loftwing: Não sei... mas quando você descobrir eu descobrirei também...
Arkhel: Como você sabe disso, ou melhor, porque você nunca apareceu pra mim antes?
Loftwing: Sua raiva, a indiferença que os outros faziam com você me acordou... Lembra, hoje de manhã no Lacteo?
Loftwing: O poema que você intitulou no seu caderno... A Pena do Preconceito, pode recita-la pra mim?
Arkhel: (Se surpreende com o que Loftwing pede, mas recita)

"Minha pele torna-se branda, minha respiração sufocante
A beira do fogo que tudo consome, a um fio disso, a alma branca que fácil se suja pela fumaça da rejeição, do desprezo e do ódio,
acorrentado pela boca vil que me insulta, quanto mais tempo fico a beira desse mar de fogo, mais desesperado fico
Gostaria de sentir novamente a brisa da amizade que levasse o despreso embora...
Que pudesse me levar em seus braços sutis como uma pena...
A alma da insanidade volta a me perturbar."


Arkhel percebe agora como aquela garota apareceu para você.

Loftwing: Todo seu sentimento de rejeição por parte “deles” se resumiu a esse poema. A alma daquele poema que senti naquele momento quando me passou e ao repassar para o papel foi chocante...
Arkhel: Parece que você me conhece melhor do que qualquer outra pessoa.
Loftwing: Sim (sorri novamente pra ele, até sentir uma brisa em seus cabelos) Bem... parece que nosso tempo aqui acabou... vamos nos encontrar mais vezes, caso você desejar. Beijos meu querido amigo
Arkhel: Ei espere (de repente vê um clarão a sua frente e no exato momento ele acorda) Essa garota... (Ao levar sua mão a cabeça ele vê que está segurando a pena com a qual escreve seus poemas.) Loftwing, então você realmente é parte de mim?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.