Notas iniciais
O FIM! O FIM! O FIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM! @_______________________________________________________________________@ NAAAAAAAAAAAO! O FIM /O/

[b] Capítulo 10[/b]

[u]- Sebastien, segure David – Seb foi até ele, prendendo-o com os braços e

encochando-o sem querer.

- OPA, ESSE É MEU, MALUCO! – berrou Pierre, sendo arrastado por Taylor –

DAVID, EU VOLTO PRA TE BUSCAR! EU TE AMO!

- Piee...EU TAMBÉM! – caiu no chão, chorando ao lado de Seb, enquanto Pierre

era arrastado para sabe-se lá onde. [/u]

[i]Pierre’s POV[/i]

[u]- Piee...EU TAMBÉM! [/u]

REALMENTE sentia que essas seriam as ultimas palavras que eu escutaria de

meu recém-descoberto eterno amor. Algo, lá no fundo, me dizia que eu não

voltaria a ver seu lindo rosto. Não agora, não diretamente.

- Pra onde vosmece está me levando? – Perguntei ao Pai do David, enquanto a

imagem frágil de meu patrão em poucos trajes me passava pela cabeça,

tentando me lembrar de cada pedaço de ser rosto e corpo. Sentia poucas e

sinceras lágrimas invadir meus olhos.

- Pro tronco – um sorriso maléfico se formou em seus lábios – Isso é pra

vosmece aprender a NUNCA MAIS tocar em meu filho.

Dor. A única coisa que senti foi dor. Dor física, pelo instrumento de

tortura feito de couro entrando em contato com minha pele e dilacerando minha carne. Poderiam enfiar mil facas em meu estomago, me jogar de um precipício, mas a dor não seria maior do que a sensação de vazio que eu sinto dentro de mim. Eu posso tê-lo conhecido há pouco tempo, mas sinto que David é o amor de minha vida, para [b] toda a vida [/b]. pouco a pouco Taylor cansou de marcar minhas costas, e para de me chicotear. Mas NADA, nem chicotes, nem tiros, [u] nada [/u] poderia ser pior e ter me machucado mais do que a noticia que vim a receber.

- Pierre... – Taylor me olhava com desprezo e, eu poderia dizer... Pena? –

Eu sei que você sente um carinho enorme pelo meu filho, mas, infelizmente,

isso não poderia ser chamado de amor.

Ele teve a atitude mais humana que eu já vi em toda a minha vida. Sentou ao

meu lado e pôs-se a limpar minhas lágrimas. Ele estava me... Consolando?

- Desculpe-me Taylor – Tirei seus grossos dedos de perto de meu rosto – Eu

sei que o conheço a pouco, mas eu tenho certeza de que é amor. Eu posso não

saber nada sobre a vida, sobre o universo, eu posso não saber porque o céu é

azul, porque a terra não é quadrada, eu posso não saber quem nasceu

primeiro, se foi o ovo ou a galinha, mas eu tenho certeza, ABSOLUTA, de que eu amo seu filho.

- Ok... Você pode ama-lo. Mas, infelizmente, você não poderá ficar com ele,

não nessa vida. Como a princesa Isabel assinou a lei áurea, você agora é um

escravo livre, não precisa mais trabalhar aqui.

- Mas... Eu quero trabalhar aqui e...

- Pierre...

- E eu não quero me separar do meu amor e...

- Pierre...

- E sem ele eu não vivo e...

- PIERRE!

Eu parei com meu monólogo e olhei para a face do pai do meu amado. Estava

vermelha.

- Não é caso de você querer. Isso é uma ordem! Saia daqui Pierre, e NUNCA

mais volte.

- Não Taylor – Lágrimas, muitas lágrimas – Por favor, deixe-me ficar! Eu

trabalho de graça, mas, por favor, DEIXE-ME FICAR! – Eu falava com o maior

desespero possível. Era como uma premonição, um deja-vú de uma cena que

ainda não tinha acontecido. Se eu saísse por aquele portão, muitas vidas iam

ser desperdiçadas. E eu nunca mais o veria.

Taylor levantou e me puxou para cima, deixando-me de pé.

- Não. E agora suma daqui.

Eu tentei, eu tentei dizer tudo o que David significava para mim. Mas para Taylor,

aquilo não passara de meras palavras, palavras jogadas ao léu.

- Tudo bem, eu vou... – Falei, derrotado, suspirando – Mas, como um ultimo

pedido, diga ao David que eu o amo, certo? E que um dia, não importa quando,

eu voltarei para busca-lo.

Entrei na casa, peguei minha trouxa, saí da fazenda, sem ao menos ver o

David. Ia a direção ao horizonte, a tão antiga e sonhada liberdade. Mas meu

coração e minha alma ficaram presos, acorrentados, escravizados ao seu amor.

Olhei para o lindo por do sol, lembrando [b]dele[/b]. Caminhando em direção

ao crepúsculo, olhei pra trás. Peguei um pouco de terra, e entregando ao

deus do vento jurei. Uma promessa que se eu não cumprisse, gerações futuras

minhas iriam cumprir.

- David. Eu juro pra você que um dia eu voltarei. E um dia nós iremos ficar

juntos.

Notas finais
ZÉNTIIIX!VAI TER 2ª TEMPORADA, ESPEREM! *___________________________*