Não surge de forma alguma

Vivalma que descubra

Quão sofrivel pode ser

Quão trinte se torna a realidade

Niveo permanece

Nada dispontando, nem uma singela ferida

que, enegrecida e necrosada

É encontrada

Quão triste pode ser o perfeito

Sem falhas para contar uma história

Sua história

Corpo imaculado

Permanecendo intocado

Na loucura de uma febre, de um devaneio

Inebriante e sem receios

Mas preso dentre grades de esmalte

Sem ser pronunciado

Semblante inalterado

Transgredido pela perfeição

Que, inevitavelmente, perdeu sua função

Seu nome é crise

Pois é isto que é, maldito

A crise daqueles que criam

Das mentes desesperadas iniciante

Ou das cançadas veteranas

Que esgotadas, porém ao mesmo tempo lotadas

Das mais variadas fantasias

Se rendem ao desespero,

Pois que fique

Tarda o dia para deixar de ser o que estas a ser, crise

Fique

Permaneça

A calmaria continua

Deixe que os que sofrem

acabem de penar

Pois seus dias estão contados

A mortalha que te protege

As teias que surgem

O tempo que passa

É só uma questão de momentum

não tarda, despresivel

Odiado pelos criadores

Acabou, pois, antes da calmaria, vem a tempestade,

Agora morra

Desapareça, inadvertido

Suma

E, finalmente, deixe dispontar

abandone o alvo e se torne marcado

se torne o que foi feito para ser

Um contador, um trovador

Mensageiro da alegria de muitos

Imortal

Notas finais
Este é o primeiro trexo que escrevo depois de um tempo consideravel ausente. Se ainda tem alguem que acompanhe, ou que já tenha acompanhado o que escrevo, expero que critiquem, pois nada melhor para um amador como eu, que uma opinião ferrenha que me faça evoluir no mundo dos escritores.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.