Sindrome do Papel em Branco
2 Capítulo 2
Não surge de forma alguma
Vivalma que descubra
Quão sofrivel pode ser
Quão trinte se torna a realidade
Niveo permanece
Nada dispontando, nem uma singela ferida
que, enegrecida e necrosada
É encontrada
Quão triste pode ser o perfeito
Sem falhas para contar uma história
Sua história
Corpo imaculado
Permanecendo intocado
Na loucura de uma febre, de um devaneio
Inebriante e sem receios
Mas preso dentre grades de esmalte
Sem ser pronunciado
Semblante inalterado
Transgredido pela perfeição
Que, inevitavelmente, perdeu sua função
Seu nome é crise
Pois é isto que é, maldito
A crise daqueles que criam
Das mentes desesperadas iniciante
Ou das cançadas veteranas
Que esgotadas, porém ao mesmo tempo lotadas
Das mais variadas fantasias
Se rendem ao desespero,
Pois que fique
Tarda o dia para deixar de ser o que estas a ser, crise
Fique
Permaneça
A calmaria continua
Deixe que os que sofrem
acabem de penar
Pois seus dias estão contados
A mortalha que te protege
As teias que surgem
O tempo que passa
É só uma questão de momentum
não tarda, despresivel
Odiado pelos criadores
Acabou, pois, antes da calmaria, vem a tempestade,
Agora morra
Desapareça, inadvertido
Suma
E, finalmente, deixe dispontar
abandone o alvo e se torne marcado
se torne o que foi feito para ser
Um contador, um trovador
Mensageiro da alegria de muitos
Imortal
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