Notas iniciais
Oi pessoas! Como estão? jalksjlka, fiquei feliz com os reviews de vcs viram? ♡ adoGo vcs ♡ aklsjlkajs, enfim, leiam o cap e deixem mais reviews okkk? slkajlksj, bjão e novamente ♡ R.E.V.I.E.W.S ♡

– Annabeth? — A voz acolhedora de minha mãe me chamou.

Eu abri os olhos. Eu estava apoiada na cama de meu irmão. Não sei como ainda não tinham me retirado do quarto, já que o horário de visitas é limitado.

Olhei para a janela. Já era de dia e dava para perceber, pelo sol que já era mais de dez horas. Então, me levantei e me direcionei para a minha mãe. Seus cachos pendiam sob o ombro, ela em um simples olhar mostrava sutileza e delicadeza, enquanto por trás deste olhar meigo ela era uma destemida.

– Sim? — Perguntei.

– Annabeth, minha filha, quem te deu autorização de sair de seu quarto? — Ela perguntou e andou levemente até mim.

– Mãe... Eu estava preocupada com o Ian, e...

Ela me olhou com... tristeza.

– Se estivesse mesmo preocupada não deixaria isso acontecer com ele. — Ela falou uma pouco alto até demais. Deveria estar desesperada devido situação do filho. — E... Annabeth, não me desminta. É claro que você sabia que seu irmão era alcoólatra! — ela começou a chorar.

Eu franzi a testa, em dúvida. Eu simplesmente não conseguia olhar meu irmão novamente. Ele parecia... Morto. Ai credo, palavras tem poder.

– Mãe, — eu cheguei pero dela e a abracei. — O Ian bebeu porque quis, ele tomou a maldita bebida por que quis, Ele fez tudo o que fez porque quis, e apesar de você não acreditar, eu não sou uma pessoa desvirtuada. Realmente não sei o que a Sage fala para você, mas por favor, pare de acreditar cegamente nela. Não vê que isso está nos afastando? Não chame meu irmão de alcoólatra.

– Ai, Annabeth. — ela suspirou e se afastou. — Filha, eu realmente não sei o que pensar. Apenas, fique quieta, por favor, vá para o seu quarto.

– Nós estamos em um hospital, caso você não saiba. — Eu a atualizei. — Eu não tenho um quarto, aqui.

– Perseu pagou um quarto, enquanto você esteve desidratada e precisava de medicamentos. — Ela suspirou tristemente. — Aliás, ele que pagou o voo do Alasca, até aqui, em Nova Iorque.

Eu arqueei uma sobrancelha.

– Por que ele fez isso? — Perguntei. — Por favor, não me diga que vocês pediram...

– Pelo contrário. — Ela disse gentilmente. Era incrível que quando a Sage não estava por perto nós conseguíamos ser como "melhores amigas". — Eu não achava que fosse necessário uma internação. Você estava desidratada, mas nada como um soro caseiro e algumas outras coisas e te curaria. Acredite, a Sage estava disposta a cuidar de você enquanto eu não estivesse. Mas o Perseu não gostou da ideia e fez questão de você ir para um hospital, ele achou que você não estava bem.

Eu sorri com a ideia.

– Sério? — Perguntei com um sorriso bobo na cara. — Que fofo.

– Não há nada de "fofo" nessa história, filha. Ele teve que discutir com a Sage, e comigo, o que não é de bom grado. — Ela disse.

Minha autoestima melhorou um pouco com a notícia, o que me impedia de estar em bom humor, devido ao meu irmão.

– E a Sage, em? — Perguntei com um sorriso perverso na cara. — Bem... Você a deixou de castigo, não é?

Ela riu. Sabia que eu não me dava bem com a Sage e acho que ela estava começando a perceber que a filhinha querida e protegida dela, não era tudo isso.

– Annabeth, de sua irmã, cuido eu. Agora volte para o seu quarto.

Ela me empurrou até que meu irmão sumisse de minha vista. Eu não podia questioná-la, afinal eu ainda não estava meio bem, e este hospital é um dos mais caros de Nova Iorque, e eu ainda não estava completamente saudável, mas até agora não sei como não sentiram minha ausência no meu quarto, incluindo as enfermeiras.

Quando cheguei lá, não havia ninguém no quarto. Minhas malas ainda estavam lá. E tinha uma pequena televisão lá. Tratei de me entreter, fui para a cama desconfortável e me deitei, enquanto assistia televisão. O canal porcaria só estava passando: Nada que seja legal.

Até que alguém bateu na porta. uma enfermeira, jovem, ruiva e de altura mediana entrou no quarto, trazendo a refeição.

– Eu não estou com fome. — Avisei.

Ele me olhou como se fosse superior e deu de ombros.

– Não estou perguntando... — Ela pegou a tabela dela e foi com o polegar até achar alguma coisa. -... Senhoria Chase. Mocinha, você deve ter alta à está tarde, então coma, a não ser se você quiser ficar mais um tempinho.

Eu revirei os olhos.

– Enfermeira, — falei — por acaso alguém chamado Perseu, veio me visitar, enquanto eu dormia nas outras noites? Além do Leo Valdez e a Clarisse?

Ela suspirou e pegou a tabela para novamente se informar.

– Aqui consta que: Percy Jackson, Clarisse La Rue, Leo Valdez, Silena Beauregard, Thalia Grace e... Jason Grace, vieram te visitar. Mais alguma coisa?

– Sim... Você pode nos deixar a sós? — Perguntou uma voz que definitivamente não era minha, mas sim de...

– Percy? — Perguntei.

A enfermeira saiu instantaneamente, e o garoto de cabelo desgrenhado negro, e olhos verdes como esmeraldas, surgiu mais sexy do que nunca. Estava usando uma calça jeans, e um moletom, não era sua roupa que lhe deixava sexy, mas sim a forma que agia.

Por fim ele deu um sorriso de lado, e eu senti cumplicidade e dor. Cumplicidade por ele ser meu amigo, e dor por ele ser só o meu amigo.

– Cabeça de Alga. — Falei. — Obrigada por tudo, mesmo.

– Eu sempre farei tudo por você, Annie.

O engraçado é que quando ele não está com Sage, ele esquece que tem ela, e assim ele é feliz.

(...)

Após ter feito uma série de exames, para ver se estava tudo bem, eu pude ser liberada. Para piorar a minha situação emocional, Percy me acompanhou desde a manhã, até acabar os exames.

Quando finalmente arrumei minhas coisas e tive que assinar um termo que eu não iria consumir nenhum tipo de bebida alcoólica, não sei por que, e fui embora. Minha mãe não estava lá para me buscar, deveria estar trabalhando. Meu pai também não, e deveria estar vendo o jogo na televisão. Minha irmã também não, e meu irmão... Bem... É claro que ele não podia fazer nada.

– Annabeth, quer que eu a leve para casa? – O garoto dos olhos verdes perguntou.

Eu mordi o lábio inferior. Já estávamos no estacionamento do hospital. Encarando o nada.

– Percy, o ultimo lugar que eu queria ir agora era para casa. – falei.

Ele riu pelo nariz e pegou minhas malas pesadas, nas quais eu já estava suportando há um bom tempo.

– Que tal eu te levar a um lugar? – Ele perguntou com uma cara brincalhona.

– Que lugar? – Perguntei.

– Pode ser surpresa? – Ele respondeu me perguntando.

– Você sabe que eu detesto surpresas. – Falei fazendo biquinho.

Ele revirou os olhos. Pelo que eu me lembro, ele adorava quando eu fazia biquinho.

FLASHBACK

– Annie? – Ele perguntou rindo.

– Cale a boca, Percy. – Eu falei concentrada no vídeo game.

Ele bufou e tirou o console de minha mão.

– Eu estava ganhando no Call of Duty! – Falei emburrada.

Ele se levantou com um sorriso, levantando o console. Eu, como sou baixinha, na minha tentativa inútil, mesmo ficando na ponta dos pés, para pegar o objeto de sua mão.

Percy então ficou concentrado em uma só coisa. E eu também. Ele me olhou apaixonadamente, abaixando o braço e jogando o console no chão. E então encarou minha boca.

Eu sorri maliciosamente e dei passos para trás, até encostar-me à parede, e ele me seguiu até lá. Foi então que me beijou.

Foi um beijo caloroso e bom. Apaixonado, eu diria.

Ele se afastou e colou sua testa a minha. Enquanto eu podia apreciar aquela maravilhosa visão, seus olhos verdes.

– Posso voltar a jogar? – Perguntei fazendo biquinho.

Ele deu um sorriso malicioso, e então tirou a blusa, eu simplesmente arregalei os olhos observando seus músculos e sorri.

– O que quer dizer... Isso? – Falei trilhando um caminho com o meu indicador, de seu pescoço a seu umbigo. – Super normal eu estar falando de um jogo e você tirar a camisa. Quem nunca?

– É o único jeito de você reparar em mim. – Ele respondeu maliciosamente.

Eu ri.

– Em parte. – Eu fiz biquinho de novo.

– Não faça isso. – Ele disse me puxando mais parte para o peitoral descoberto dele.

– Fazer o que?

– Essa boca sexy. – Ele falou vidrado em minha boca.

Eu fiz de novo. E não me arrependi. Já que em seu beijo foi feroz, e o fim... Pelo menos, eu já sei.

FIM DO FLASHBACK

– Mas então, — falei quebrando o clima tenso – o que Sage vai achar?

Ele olhou para o alto e deu uma risada.

– Porque ela tem que achar algo? – Ele perguntou.

– Talvez porque ela é a sua namorada? – Falei soltando uma risadinha.

– Ela é minha namorada, e não minha dona. – Falou.

Bufei, e me virei indo em direção.

– Percy, eu aceito o convite, mas queria que você falasse isso na frente da Sage, já que sempre quando você está com ela, você muda de opinião, rapidamente.

– Annie, eu briguei feio com a Sage para poder convencer sua mãe a te colocar um hospital descente, a Sage queria que você ficasse doente e desidratada na sua casa, por que, eu duvido muito que ela cuidaria de você.

– Ok, Percy, eu já não te disse obrigada um milhão de vezes? – Perguntei.

– Eu não quero um “obrigado”, Annabeth Chase. – Ele falou se aproximando de mim, e de minha boca.

– Então você quer o que? Quer, abusar do meu afeto por você depois voltar para a minha irmã como um cachorrinho?

Ele revirou os olhos.

– Annabeth, naquele dia você disse que não me queria. Falou isso na frente daquele filho da puta, do Drake. Você queria o que? Que quando eu te visse te enchesse de beijos? Queria que eu te levasse para o meu quarto e não te deixaria mais sair de lá até toda a população do Alasca ouvir você falando o meu nome? – Ele disse. – Essa era a minha vontade, Annie. Mas, eu havia acabado de me declarar para você! E o que você fez? E quando eu cheguei em minha casa, ali estava a Sage!

Eu devo ter ficado de boca aberta, ou algo parecido.

– Porque você não faz isso agora? – Perguntei com um olhar inocente.

– Não é assim tão fácil quanto você pensa, Annabeth. Sua irmã não é uma pessoa ruim.

– Não! Imagine! Só roubou o cara que eu amo de mim!

– Ela não me roubou. Eu não sou idiota para ser um objeto. E como você disse “Você nunca foi minha”, o que significa...?

– “Você nunca foi meu”. – Sussurrei.

– Quer saber? Eu posso te levar a algum lugar? – Ele perguntou, ainda com esperanças de me alegrar.

Eu assenti e entre no carro.

No fundo eu ainda esperava que ele estivesse me levando para um motel, ou até mesmo que parece na estrada e transasse comigo ali mesmo. Porém, não foi isso que aconteceu. Pode ter sido um pouco melhor do que isso.

Percy me levou para a casa dele. Eu já estava com a cara maliciosa, pensando que íamos ficar sozinhos, mas então um homem de cabelos negros e olhos verdes, que aparentava ter uns quarenta anos, se direcionou até mim.

– Annabeth! – Poseidon falou, parecia emocionado. – Há quanto tempo!

Ele me abraçou e eu correspondi, enquanto Percy ficava do meu lado nos observando.

Tal pai, tal filho, ambos com cheiro da maresia.

– Olá, Poseidon, bom te ver. – Eu disse sorrindo.

– Eu digo o mesmo. Finalmente vocês voltaram! Eu não estava suportando aquela menina, Percy! – Disse Poseidon – Fala sério, vocês combinam muito mais!

Eu ergui uma sobrancelha e me encarei Percy, que estava contendo uma risada.

– Está vendo, Percy? – Eu disse. – Combinamos muito mais.

Poseidon nos encarou confusamente.

– O que é?

– É que... Pai. – Começou Percy. – Annabeth e eu somos apenas amigos. Eu e Sagyn continuamos namorando. E Sage é irmã de Annabeth.

– Espera! Você está querendo dizer que essa tal de Sagyn-Não-Sei-Do-Que é a irmã da Annie? – Falou Poseidon inconformado. – Perseu Jackson, você trocou uma irmã pela outra?!

– Pai, que tal você nos deixar em paz?

Poseidon revirou os olhos.

– Vai se danar Perseu! Você trocou um caviar por um peixe morto. – Disse e saiu, deixando eu e Percy sozinhos no andar térreo da casa.

Bem... Até ai eu no mínimo estava tendo um ataque de risos?

Diferente de Percy é claro, ele ficou sério me fitando.

– O que foi? – Ele perguntou irritado.

– O que foi o que? – Falei, parando de rir.

– O que é que você está rindo?

– Talvez porque seu pai me prefere, ao invés de a minha irmã? — Falei.

– Você não tem o direito de achar nada da Sage. Ela sim é uma pessoa que não troca um caviar por um peixe morto.

– Você não sabe nada da Sage. E não sabe nada de mim! – Berrei.

– O que eu não sei da Sage? Que ela sonha comigo e essas coisas? Isso não é difícil de prever, para uma garota de dezesseis anos. – Ele disse completamente irritado. – E em quanto a você? Que não passa de uma manipuladora? Que desdenha o que tem e depois corre atrás?

– Cale a boca, Percy! – Eu disse já aos nervos.

Quando fui me virar, para ir embora, ou fizer algo do tipo, Percy me segurou pelo braço e me puxou rapidamente, o que nos deixou bem próximos.

– Quem é você para me mandar calar a boca? – Ele disse com seus lábios bem próximos aos meus, e ainda segurava o meu braço.

Meu braço estava doendo, e eu nem estava ligando, já que rapidamente ele envolveu sua outra mão em minha cintura e quando eu ia questioná-lo ele me calou com um beijo.

O beijo foi caloroso e apaixonado. Permitia lembrar-me as memórias mais prazerosas e românticas que já passara com ele.

Seus lábios foram descendo até meu pescoço e depois voltou a minha boca.

Fomos andando para trás aos poucos até encostarmos à parede, ou eu acho que aquilo era uma parede, mas pouco importa.

Depois de beijos eufóricos e rápidos nos separamos.

A única coisa que consegui observar em seus olhos verdes era a malícia.

– Quarto? – Ele perguntou.

– Quarto. – Concordei.

Notas finais
O que vai rolar no próximo capítulo? ♡ R.E.V.I.E.W.S ♡ P.L.E.A.S.E ♡