Simply Complicated

38 Bitter Sweet Symphony.


Notas iniciais
AEEEEEEEE, genteeeeeee
Sério quem começou esse capítulo foi a TeamPotatoChips, e eu terminei.
AWN, AMO VOCÊXXX, mas a fic tá acabando. Só mais dois capitulos e acaba. :/
Well, desculpem a demora, mas a culpa é toda minha e não das estrelas. uahsuahs, entenderam? Blé, como eu estou idiota hoje.
JuuuhFJackson, sweet, esse cap é inteiramente dedicado a vc, pela sua recomendação gatésima. ♥
Beijos a todos, risos, deixem review. Ok? Deu trabalho fazer o cap com muita dedicação a todooooooooooooooooos os leitores e a JuuuhFJackson.

Eu estava pasma. O local estava simplesmente incrível, Poseidon e Sally ficaram na entrada recebendo os convidados. Eles estavam simplesmente... Uau! Sally usava um vestido branco com detalhes prateados, seus cabelos longos estavam trançados de lado e sua maquiagem era básica, Poseidon a olhava encantado enquanto ela sorria e cumprimentava os convidados.

Os dois pareciam totalmente plenos e felizes. Sorri com esse pensamento. Percy estava sorrindo também, ele me olhou e me beijou ainda com um sorriso no rosto.

Fomos na direção do casal.

– Ah, querido, você conseguiu não se atrasar tanto, estou orgulhosa.- Sally falou sorrindo um pouco.

Percy riu baixinho. Poseidon ainda estava vidrado em Sally, e tinha razão, ela estava absolutamente fantástica e parecia feliz.

– Vou levar isso como um elogio, mãe.

– Leve sim, querido. Annabeth, que bom que veio.

Ela abriu os braços e eu a abracei. Ela tinha cheiro de perfume doce enjoativo, não era o que eu mais gostava, já que ela era a aniversariante e estava abraçando um monte de gente, provavelmente era o perfume dela misturado com os de outras pessoas.

Depois disso, nós entramos, juntos.

Cara, eu nunca vou conseguir palavras para descrever aquela festa. Jogos de luzes verdes, vermelhos e prateados dançavam pelo salão, contorcionistas se movimentavam em tecidos pendurados no teto, garçons enchiam o lugar carregando taças de champanhe. Peguei uma e virei de primeira.

– Wow, wow, wow, pega leve, você está proibida de ficar bêbada hoje. Pelo menos por enquanto ok? – Ele se aproximou do meu ouvido. – Tenho plano para hoje à noite e tenho quase certeza de que você vai gostar.

Uma garçonete vinha passando com taças com refrigerante e Percy pegou duas. Fiz biquinho, ele balançou a cabeça e me beijou, ele pediu passagem com a língua e eu concedi.

Entretanto, por sorte alguém segurou os refrigerantes, para Percy poder segurar minha cintura, eu enrolei as mãos em seu pescoço e brinquei com o seu cabelo, que por sinal hoje estava macio. Meu corpo estava um pouco curvado para baixo e essa foi à deixa para um beijo digno de filmes.

Mas os nossos pulmões clamaram por ar e tivemos que concede-lo. Nos separamos com um selinho e nos viramos para a pessoa que gentilmente segurou as taças, até claro nós vermos que era.

Drew, a garota mais chata e entojada que eu conhecia, depois é claro de Sage.

– Você viu seu irmão por aí, Annabeth? — Ele enrolava o cabelo enquanto falava, o que deixava a sua voz ainda mais enjoada, se é que isso era possível.

– Não com você pelo visto. – Falei com a tentativa de irritá-la.

Percy riu baixinho ao meu lado.

– Aiin, que menina chata, você pode me fazer o favor de conseguir me responder direito?

Peguei os dois copos e virei um de cada vez. Os entregando vazios a uma Drew indignada. A ignorei e continuei a beijar cinematicamente meu namorado gostoso.

P.O.V. Ian

Eu tinha chegado na festa fazia algum tempo, tinha tomado três copos de champanhe e ainda estava na minha plena consciência e era assim que eu pretendia continuar até o final da noite. Sally e Poseidon eram legais de mais para merecerem ter um Ian bêbado na festa deles, na verdade ninguém merecia isso, mas foda-se, eles eram especiais.

– Ian?

Me virei e me deparei com uma menina bonita, de cabelos negros e compridos, corpo esguio e vestido sexy. Eu tinha a impressão de já te-la visto em algum lugar.

– Hey.

Ah, qual é? A menina era uma gata.

– Você não se lembra de mim? Emily. Primeiro dia de aula... Fora do século...

– Ah claro, Emily! O que você faz aqui?

Ok, eu realmente não me lembrava dela, na verdade, não fazia ideia de quem era aquele ser, mas eu já tivera experiências ruins o suficiente com mulheres abandonadas, indignadas e esquecidas para saber que elas não são legais. Nada legais.

– Eu sou melhor amiga do filho da prima de segundo grau da Sally. Ele é um cara legal, algum dia eu te apresento.

O sorriso dela quase me cegou.

– Claro, eu iria adorar conhece-lo, mas não antes de lhe conhecer, é claro.

Aquela foi a pior cantada da história.

– Então ainda bem que você supostamente se lembra de me conhecer.

E foi aí que eu me lembrei. Começo do ano. Eu era um safado no começo do ano, não que eu tivesse deixado de ser safado com o passar do tempo, ok, eu era mais safado ainda no começo do ano.

– Admita, Ian.

– Nunca.- Sorri torto.

– Vamos lá, eu não sou nenhum monstro de sete cabeças.

Não, ela era pior, era uma mulher esquecida. Mas é claro que eu não ia dizer isso.

– Não, você é mais bonita.

Ela sorriu torto e nessa hora Drew chegou.

– Ian?

- Oi, Drew. — Eu disse olhando-a. Ela estava bonita, quer dizer, seu vestido amarelo justo, não era um dos melhores que eu já tinha visto nela.

– Desculpe, eu acho que meu celular quebrou, não recebi mensagem sua, me convidando.

– É claro que não recebeu, já que eu não mandei.

Emily abriu a boca em formato de "o", e em seguida deu um sorriso doce.

– Eu acho melhor eu sair daqui Ian. — Disse ela.

- Não, Emily, espere um pouco. — Falei olhando para ela. Me respondeu franzindo a sobrancelha. Olhei para Drew, que estiva com cara de quem tinha sido magoada.- Drew, nós não estamossérios.

Ela bufou.

– Quem foi que botou isto na sua cabeça? Sua mãe? Sua irmã? Aposto que foi a Annabeth.

– Sim, foi a Annabeth...

– Ah, ela está aqui? — PerguntouEmily, agora participando da conversa.

– Sim, mas ela não vai com a cara de nenhuma das namoradas do Ian. — Respondeu Drew.

– Até porque você não é a namorada dele. — Falou Emily, acidamente. — Eu vou procurá-la, e a propósito Drew. A Annabeth me adora, ou seja ela vai com a minha cara.

Drew revirou os olhos.

– Eu sei o que quer dizer "me adora".

– Fiquei em dúvida, já que você por ser filha de sua mãe. — Disse Emily e saiu do alcance da minha vista.

– O que ela tem contra minha mãe? — Perguntou Drew.

– Sem ofensas, mas sua mãe já se envolveu com mais da metade comos caras de Nova Iorque. Muitos são casados, e vai ver que sua mãe atrapalhou um pouco da vida de Emily.

– Ah, coitada. Realmente, namoro é namoro, e família é a parte. — Ela cruzou os braços. — Mas e você?Que história é esta de "não temos nada 'sério'"?

– Namoramos um pouco, mas nos separamos, e você concordou de só nos encontrarmos as vezes.

– Você disse que me amava.

– Eu te amo. — Eu disse e fiz uma careta com a coisa que acabara de falar. — Mas, e você? Também me ama?

– É claro que eu te amo. — falou choramingona.

– É mesmo? Saiba que eu fui parar no hospital por sua causa. Isso é amor, Drew?

- Não é culpa minha isso ter acontecido, você é apenas um pirralho...

Eu ri, mas no fim a abracei.

– Como você mesma disse: "Amor é um cristal, é só quebrá-lo que você não terá mais nada. É o preço que se paga." — Sussurrei em seu ouvido e me separei. — Vá se tratar, Drew.

E a soltei, por fim fiquei dando voltas e voltas na festa, até achar a Annabeth, ou mesmo Percy, eles deveriam saber onde estava Emily. Achei Annabeth segurando uma garrafa devodca pura e um copo, conversando com Jason.

– ... não é sério o lance entre vocês? — Ela falava.

Eu me intrometi, pedindo desculpas para Jason e arrastando minha irmã para o outro lugar do cômodo.

– Já bebendo?

Ela riu.

– Não, por enquanto não. Vou ficar sóbria na festa da mãe do meu namorado.

Franzi a testa.

– Para que então essa vodca? Isso é bebida forte.

– Sério? — Falou com ironia. Hoje minha irmã estava realmente linda, seus olhos cinzas se ressaltavam mais ainda. — É que quando a festa acabar, eu e Percy vamos até a praia, emMontauk, assistir o sol nascer. E eu estou indo guardar essa vodca no carro dele, você sabe como ele é lerdo, já estou adiantando.

– Quer dizer que você não vai dormir em casa?

– Sim, e se quiser levar alguma garota para casa, fiquei tranquilo, eu só vou voltar amanhã à tarde para visitar a Sagyn.

– Hm. Você viu a Emily? — Perguntei.

– Emily? A garota do começo do ano que quase me deixou traumatizada?

Eu ri, sem graça.

– A própria.

– Ela estava conversando com o Percy, com o Grover e com o Luke.

– Só com os caras?

Ela gargalhou alto que uma mulher de meia idade que estava passando por pertoolhou para minha irmã com espanto.

– Qual é, não é como se eles fossem estuprá-la. E outra... A Drew estava te procurando. — Ela fez uma cara feia. — Ian, você sabe que eu não te quero com ela.

– E desde quando você tem que querer alguma coisa? Annabeth, eu já conversei com a Drew, disse que era culpa dela...

– O que não, é, já que você é o próprio babaca da história.

– Sua hipócrita, deixe-me falar. Eu terminei com a Drew.

– Mas você a amava.

– Eu amo cerveja, mas não posso tê-la por causa do meu fígado. Eu amo a Drew, mas não posso tê-lapor causa do resto do meu corpo.

– É uma boa frase. Por acaso você vai fazer filosofia na faculdade, Ian? — ela debochou.

Eu suspirei. Annabeth podia ser meio irritante as vezes com as suas brincadeirinhas bestas.

– Cale a boca, Annabeth. — Eu disse e fui a procura de Emily.

Se Drew era o meu veneno, a Emily seria o meu antídoto.

P.O.V. Annabeth.

Meu irmão sempre foi o cara mais gato pra mim. Eu pensava que ele tinha que arrumar alguém que ele merecesse.

Drew era apenas uma piriguete. Tudo bem, quem sou eu para falar dela, mas havia algo nela que eu nunca fui e nunca serei. Por isso achei que Ian devesse se afastar dela.

Além de contar o fato de ela ser uma das amigas de Sage, e isso era óbvio que era um dos fatores de eu não suportá-la,

Após a minha breve viagem ao meu subconsciente, voltei a focar a caminho do carro de Percy. Atrás do carro do meu namorado, havia uma Ferrari preta, e se observando melhor, dava para perceber que quem estava lá chorando ao lado do carro, era justamente a Drew.

– Você vai ter vida longa. – Eu disse.

Ela tirou as mãos do rosto, onde tampava o seu choro. Em seguida olhou para a bebida que estava em minha mão.

– Er... Por quê?

– Eu estava pensando em você e no Ian, agora mesmo. – Falei. Estiquei-me, abri a porta do carro de Percy e coloquei a garrafa atrás do banco de motorista. – Sinto muito.

Fiz uma careta. Será que era isso mesmo que eu acabara de dizer?

– Sente?

– Na verdade não, Drew. Eu não gosto de você. Não quero meu irmão com você.

– Acontece, Annabeth, que tudo que você exige de seu irmão, ele acaba fazendo de uma maneira ou de outra. Ele te ama, e você é a garotinha-irmãzinha dos olhos dele. Ele vai fazer todas as suas vontades...

– Não é assim...

– Não é assim? – Ela se exaltou. – Eu até entendo o porquê que você não gosta de mim, tudo bem, mas pare de controlar o seu irmão! Você...

– Drew, eu não controlo o meu irmão. Se ele te largou foi porque ele viu quem era você.

Ela bufou. Pelo menos já tinha se secado da bebida que eu havia jogado nela.

– Hoje eu fui visitar a Sage. – Ela disse e sorriu com o que estava pensando.

Eu não sabia o que falar.

– Você sabe, ela é uma das minhas melhores amigas. – Ela disse. – Ela afirma que está esperando gêmeos.

– Humpf, coitada. – Resmunguei. Sage estava muito caduca.

– E disse que está super feliz de você estar saindo da cidade logo, logo, para ir para a faculdade. Sage falou: “Minha irmã finalmente conseguiu”.

– Amanhã eu vou visitá-la. – Falei.

– Você vai tomar um susto quando vê-la.

– Por quê?

– Esquece, pois você vera com os seus próprios olhos.

Depois disso, não troquei muitas palavras com ela, apenas me despedi e voltei para a festa. Realmente eu estava com dó dela, mas sabia que era coisa passageira.

– Ah, ai está você. – Disse Percy e antes de eu responder ele me beijou. – Fiquei te procurando por bastante tempo. Onde você estava? Com quem?

– Eu estava com o Jason fazendo um sexo básico. – Zombei. Ele arregalou os olhos. – Mentira né, seu idiota.

– Nem brinque com isso.

– Fique tranquilo, a festa já está acabando?

Ele sorriu maliciosamente.

– Para nós, já.

– Mas a Sally não vai ficar chateada? – Perguntei.

Ele riu e apontou para mãe que estava do outro lado da sala, dançando umas músicas dos anos 70, ela estava bêbada.

– Hã...

– Shhh. – Disse Percy. – Apenas vamos.

Eu obedeci. O que geralmente não era muito do meu feitio. Fomos até o seu carro, já sente toda espalhafatosa, e liguei o rádio enquanto procurava algum CD que prestasse no porta-luvas do carro, enquanto Percy saia sorrateiramente com o carro, e falava, acho eu, que com o Jason no telefone.

– ... entendeu? Quero que você invente uma desculpa boa para minha mãe, caso ela pergunte. — ouve uma pausa. — Ah, que pergunta idiota Jason, é claro que eu estou indo com a Annabeth. — outra pausa. — vai se danar, não quero nada desarrumado quando eu voltar. — ele desligou o celular, olhou para mim e sorriu. — O Jason é um idiota.

– Concordo. Mas acho que você também é um. Mas eu ainda te amo.- Eu falei e dei um sorriso meigo, depoisvoltando minha atenção totalmente ao porta luvas. — Sério, nunca reparei, mas você tem um C.D. do R.E.M.

– Sim, eu tenho meus gostos estranhos.

– Sério? — eu disse sarcasticamente. — A única música que eu acho que conheço é Losing My Religion, que eu amo barra sou.

Ele riu pelo nariz, e eu coloquei o CD. Começou a tocar Everybody Hurts.

– Espere, eu conheço essa música. — eu disse.

– Foi a música do baile dos anos 80. Se não me engano foi a primeira vez que eu fiquei com você.

Sorri de lado. Como ele poderia lembrar uma coisa dessas? Com certeza ele era o melhor namorado do mundo.

Eu fechei meus olhos e apoiei minha cabeça na janela, enquanto a música tocava, eu via as luzes da cidade ficando cada vez mais longe, até que então não se via praticamente nada.

– Percy? — Perguntei.

– Hm?

– Posso fazer uma pergunta?

– Hã... Sim.

– O que vai ser de nós, quando formos para a faculdade?

– Nós vamos para faculdades próximas, não vamos? Quer dizer... Você vai para a Lesley University, em Cambridge, e eu vou para à Mount Ida College, em Newton.

– Percy, isso é tudo em Boston, não precisa especificar os condados.

– São condados, não é precisamente Boston. — Ele quis me corrigir.

–Darling, esses condados ficam a onde?

– Boston, Massachusetts. — Respondeu emburrado.

Ele fez uma cara feia ao perceber que eu estava certa,e eu ri.Ficamos, desta vez quietos até o caminho deMontauk. Uma cidade pequena era uma coisa as vezes não tão boa. Você chegar em um carro muito caro, ao lado de um garoto, ainda mais de madrugada, as pessoas não gostam muito. Não sei por que.

Percy estacionou perto de sua casa em frente à praia. Descemos, olhei em meu celular, ainda era cinco horas da manhã.

Sentamos na areia, e eu deitei no colo de Percy, enquanto ele tirava a camiseta.

– Obrigada. — Respondi.

Ele me encarou confuso.

– Pelo que?

– Por estar comigo.

– Você sabe que eu te amo, sua gor... — Eu levantei a sobrancelha antes dele terminar de falar. — Magricela, anoréxica...

– Eu já entendi. — eu ri.

Ficamos conversando por coisas bobas por bastante tempo, até que decidiu abrir a vodca. Eu comecei a ficar "alterada"mais rapidamente.

– Você sabe que é proibido dois adolescentes beberem na praia.

– Eu sou maior, sua retardada.

– Maior só se for na bunda, por que de idade mental, está difícil. — Respondi e mostrei a língua.

Então, do nada ele me empurrou com tudo na areia. Fiquei até um pouco zonza. Será que Percy tinha ficado magoado com o que eu disse?

– Está na hora! — Ele gritou, me ajudando a me levantar.

Franzi a testa. Não estava entendendo o que ele estava dizendo. Até então perceber que o sol estava nascendo.

Pisquei um pouco para conseguir ver melhor, já que a claridade parecia estar me cegando, e quando eu menos esperava, Percy me pegou no colo e foi correndo comigo até o mar.

O filho da puta, desculpe Sally, adorava água, mas essa neura dele tinha que passar, deveriam ser quase seis horas e ele queria ir para o mar, isso era claro que era coisa de doente.

– Percy! — Berrei ao entrar em contato com a água. — Vamos, já vimos o sol nascer.

Ele jogou mais água em mim, e depois correu — na água mesmo — e me deu um beijo, me derrubando para o mar.

– Você é doente. — Resmunguei quando voltamos a superfície.

– Sou doente o bastante para casar com você?

Notas finais
Ele é doente, gente?