Simply Complicated
3 Bed of Roses
Notas iniciais
Mais tarde acordo, são lá pelas seis da noite, tenho sorte de meus pais não estarem aqui.
Vou ao meu banheiro, tomo um banho e em seguida vou ao meu armário escolher a roupa.
Visto um short de couro preto e uma blusa vermelha curta de tecido fino que vai até ao meio da barriga, depois coloco um Peep Toe inteiro preto.
Maquio-me com uma maquiagem preta não muito carregada. Perfumo-me e deixo meu longo e liso cabelo solto.
Saio de meu quarto e vou até ao quarto de Ian, só que agora bato na porta.
Ian abre a porta, novamente com a toalha na cintura e escovando os dentes.
– Entra. – Ele diz, ainda com a escova na boca.
Entro, e vou direto a sua cama, sento-me e vejo que Emily não está no quarto.
– Hmmm, e a Emily? – Pergunto.
Ele vai para o banheiro dele trocar de roupa e responde:
– É... Ela. Talvez ela vá hoje à festa da Clarisse.
– Quando você conheceu a Emily? – Perguntei.
– Não é da sua conta. – Responde no banheiro.
– Ela disse que foi ontem. Não pensa que ela possa ter algum perigo? – Pergunto. Preocupada, lógico.
Ele sai do banheiro com uma calça jeans.
– Você que me vem falar sobre perigo? – Diz surpreso.
– Por que eu? Eu não posso? – Pergunto.
– Annabeth, sério. Eu já sou crescidinho. E você é a minha irmã. Dá um tempo. Irmãos não tem esse tipo de conversa. – Fala, e coloca sua camiseta azul.
Eu me levanto e o abraço.
– Ian, eu te amo, eu me preocupo com você. – Falo.
Depois de me abraçar um pouco ele se afasta.
– Maninha aonde você vai com essa roupa? – Repreende-me.
– Na... Festa da Clarisse? – Respondo.
– Essa blusa não está muito legal... – Diz, e puxa minha blusa para cobrir meu sutiã preto que está à amostra.
Puxo de volta como estava.
– Não vem com essa, Ian. – Falo.
– Você quer ser a velha Annabeth?
Sim, é só o meu irmão que acredita que eu mudei.
–Se eu quiser. Tem problema? – Pergunto, fazendo birra novamente.
– Vá vestir uma roupa. – Ordena.
– Se manca Ian. – Falo.
Ele me puxa pelo braço. Ele me aperta e me olha fixamente.
– Está me machucando! – Berro, e começo a choramingar.
Não está doendo, mas gosto de fazer chantagem emocional com o meu irmão.
Ele revira os olhos e me aperta com força.
– Tá eu troco de roupa. — Falo desanimada.
Ele me solta. Aproveito esta chance e vou para cima dele, te batendo e lhe dando pequenos socos.
– Quem você pensa que eu sou, seu besta? Se eu quiser parecer do jeito que eu quiser, eu pareço! Se eu quiser... Eu faço! Masque coisa! Você não manda em mim seu ridículo! – Começo a gritar e bater forte em seu peitoral, e ele como sempre cai na gargalhada, até que ele cai e me puxa. Resultado: Eu caio de bunda no chão.
– Safada você em? – Diz.
Reviro os olhos, aborrecida, encosto-me ao lado dele na parede, e encosto minha cabeça no ombro dele.
– Você cresceu. – Falo.
– Nossa... Pelo o amor de Deus! Annie, você fala assim, mas você só é um ano, um ano! Mais velha que eu.
– “As meninas amadurecem mais rápido do que os meninos, baby”.
– Você que cresceu. Aos doze anos você começou a fazer amizades, começou a sair, e fazer essas coisas de garotas com doze anos. E eu, fiquei sobrando com a Sage. Eu gostava de brincar de pega-pega com você. E com a Sage era diferente. Ela era toda nojentinha...
– É eu sou foda. – Brinco e interrompo-o. Depois volto ao foco. – Ela continua nojentinha.
– Hã... É... Mas ela mudou. – Diz, com desdém.
– Para uma total vadia. – Falo.
Ficamos em silêncio até ouvir passos do corredor.
Era apenas Sage. Como de se esperar.
Ela entra no quarto de Ian, sentando-se na cama dele.
– Pelo visto vocês também vão á casa da Clarisse? – Pergunta.
Eu começo a rir.
– Espere aí... Como assim “Vocês”? Eu sou amiga da Clarisse, onde ela tá eu to. E o Ian está indo, pois ele é da nossa galera, agora você...
Ela ri. Levanta vai ao esconderijo secreto de chocolate e outras coisas de Ian que fica em sua cabeceira.
– Ei! Ei! – Grita ele. – Não meche ai não!
– Ah, cale a boca. – Ela responde, pega um chocolate, depois volta a sentar na cama de Ian.
Levanto-me, e tiro o chocolate de sua mão e o jogo no chão, pisando por cima, em seguida.
– Você é uma idiota. – Dirijo-me para Sage, que revira os olhos, depois me viro a Ian, com esperança que ele levante do chão. – Me dá uma carona?
Ele concorda com a cabeça, se levanta e vamos à festa de “Volta às aulas na casa da Clarisse”, e infelizmente Sage está vindo junto.
Chegamos à casa a casa da Clarisse, têm umas trinta pessoas lá e esta chegando muito mais.
Não sei onde caberão algumas pessoas, pois é um pequeno apartamento.
Clarisse mora com a mãe, chamada Jolene que tem 33 anos, e com a pequena irmã Lola de quatro anos. Jolene foi abandonada pelo pai de Clarisse, meu tio, logo após que engravidou na adolescência. O pai de Lola é outro e é divorciado de Jolene. Na verdade acho que nunca foram casados, mas paga pensão para a filha e exige que pelo menos três vezes por semana tenha contato com a filha.
O apartamento delas é muito pequeno, tem uma sala, uma cozinha, um espaço para a mesa de jantar e três quartos.
A mãe de Clarisse está viajando com a minha mãe e com o meu pai, e sua irmã enquanto isso está com o pai.
A maioria das pessoas que estão presentes, ou está se divertindo, ou seja, dançando e conversando.
A primeira pessoa que encontro é meu amigo Grover que está encostado na parede da sala, conversando com Leo Valdez, um cara do time do futebol americano da escola.
– Oi meus gatos. – Falo e dou um selinho nos dois. Meu comprimento para todos.
– E ai nega você está parecendo a minha velha Annie. – Leo diz e dá um sorriso malicioso.
Nem retribuo, pois sei que ele ainda acha que eu não mudei. Não quero ter a minha “velha” amizade colorida com Leo, não porque não o acho bonito, pois na verdade o acho muito bonito. Ele tem descendência com Latino, e é bem alto, tendo um porte atlético muito parecido com jogadores profissionais de futebol.
Me afasto dele, indo mais para o lado de Grover.
– E ai, como foi na detenção Chase? – Pergunta Grover, e me puxa mais ao lado dele, e envolve seus braços em minha cintura, e não me incomodo.
– Adivinha quem encontrei? – Digo e percebo que Leo está olhando fixamente.
– Jackson? – Pergunta Grover.
– É! Mas antes bati um papo com o Jason.
– O Grace? – Pergunta Leo, como sempre se intrometendo.
– É! – Falo, indignada. – Ele é uma graça mesmo!
– Oh?! – Diz Grover tentando imitar a minha voz de um jeito sarcástico.
Eu dou uma risadinha.
– Tá gata, mas qual é o problema? – Pergunta Grover.
– Jason falou que Percy me esqueceu. Dá para acreditar? – Pergunto indignada para os dois.
– Não. Eu ainda não te esqueci. – Diz Leo. Eu apenas reviro os olhos.
Leo você é um idiota, penso.
Distancio-me um pouco de Grover, e dou um beijo no rosto de Leo.
– Fala sério, uma pessoa como eu não dá para esquecer né? – Falo.
Leo me responde com um belo sorriso malicioso e me empurra para Grover, que me segura para não cair.
– Você é uma bobona. – Ele diz.
Essa é a palavra que eu mais andava ouvindo.
Observo a festa, está bem animada, para uma festa de apartamento. Vejo que Clarisse está vindo em minha direção.
Ela chega perto de mim e me dá um abraço e nem se incomoda com a presença de Leo e Grover.
– Eu como sou muito legal, chamei Percy e seus amiguinhos. – Ela diz após se separar de mim.
– Sério?! – Falo, animada.
Ela ergue a sobrancelha.
– É... Mas acho que não há muita esperança para você. – Ela diz.
– E por quê?
– Tão falando que ele te esqueceu.
– É o que todos dizem. – Há uma pausa – Mas eu sou inesquecível. – Falo, imitando uma voz metida. Que me lembra de a da Sage.
Ela da um sorriso e olha maliciosamente para Leo.
Bato no peitoral de Leo, após ele retribuir o sorriso, igual ao mesmo.
– Ei ele é meu marido! – Falo, só tirando sarro.
– Você já conhece a casa? – Pergunta Clarisse me ignorando.
Fico na frente de Leo impedindo a visão de Clarisse.
– Não e nem quer conhecer, – falo, quando ia complementar vejo quem esta chegando. Percy, Silena, Charles e Jason. “A turminha inseparável”. — Vão. É melhor vocês irem mesmo. Marido safado vai conhecer a casa com ela. – Digo sem animo observando cada passo de Percy, como um tigre examinando sua presa.
Clarisse puxa Leo e sai, enquanto vou ao lado de Grover.
Fico vidrada em Percy, meus olhos o seguem em cada passo que ele dá. O mesmo cumprimenta todo mundo, de bom-humor, inclusive minha irmã Sage, a verdadeira bobona, que está conversando com uma turminha que não costumo interagir.
Seus lindos e perfeitos olhos verdes se deparam com os meus, mesmo estando do outro lado da sala. Ele me olha dos pés a cabeça. Não sei se estou ficando maluca, mas sinto que esse olhar teve um pouco de admiração, e um pouco de dor. E desvia rapidamente e continua a conversar.
Puxo Grover pela sua blusa, deixando-o bem á minha frente.
Mesmo estando de salto alto, ele ainda é maior que eu.
– Me beija! – Ordeno. Falo isso por impulso, mas ainda estou olhando para Percy que por alguns segundos encontra meu olhar.
Grover me empurra suavemente para a parede e me dá um selinho.
– Eu quero um beijo! – Falo, depois puxo seu cabelo, trazendo-o para mais perto de mim e o beijo de verdade.
Em um momento que ainda estou beijando Grover. Abro meus olhos e vejo que Percy está nos olhando, sai do lugar onde estava e vai para outro, onde meu campo de visão não possa alcança-lo.
Desgrudo-me de Grover.
– Ele já foi. – Falo.
Ele me olha com dúvida.
– Percy. Parou de me encarar! – Esclareço.
– Ah. Foi por causa do Jackson? – Pergunta desanimado.
– E por qual outro motivo seria, de que eu ficasse em uma festa com você, Grover? – Falo, como se isso fosse óbvio. Acho até isso nojento, pois Grover é um grande amigo para mim.
– Sei lá. Achei que você estivesse afim de um cara mais sexy.
– Se eu estivesse afim de um cara mais sexy do que o meu Percy, eu iria atrás de o Leo. – Falo, sem graça.
– Eu sou sexy! – Afirma.
O olho de cima para baixo. Ele é bonitinho sim, não é esquelético, mas também não tem nenhuma barriga, mas não consigo me atrair por ele. Está bem que agora o beijei, mas era só para Percy de alguma maneira se incomodar. E Grover, eu não consigo vê-lo como sexy.
– E como Grover! Com certeza! – Falo com ironia. Ele percebe e me retribui com uma risada utilizando sarcasmo.
Ficamos em um minuto em pausa.
Saio do lado de Grover, e o deixo sozinho indo para a turma de Percy, que nem está lá.
A primeira a cumprimentar é Silena. E depois Jason.
Eles na verdade são muito legais, não acho que me excluíram por eu terminar com Percy. Tanto é que nem fica um clima chato.
– Vocês vão ao show na sexta? – Pergunta Silena.
–Sei lá. Quanto que custa mesmo os ingressos? – Pergunta Sage. Sim ela está nesse grupinho.
– Nem precisa levar dinheiro, eu pago para você. – Fala Charles.
Ela olha para ele e lhe dá um soco bem delicado em seu peito. Mania minha. Que coisa Sage! Quer me imitar em tudo!
– Ah, Querido! Que isso em Charles? Quem sabe disso é a minha irmã. Não é Annie? – Sage pergunta, dando uma “direta”.
– Não sei. Você que sempre foi boa em negociações. – Falo. Que merda, não tinha uma coisa melhor para responder?
– Sim, eu sempre fui a melhor de tudo. – Ela fala, dá um sorriso falso e eu reviro os olhos.
– Tá, enfim você vai ao show? – Persiste Silena á Sage.
– Que show? – Sussurro a Silena que está ao meu lado.
– Um Show que vai tocar covers de AC/DC e The Runaways. – Explicou-me Silena.
Eu, então, idiota como sempre comecei a rir. Todos que estavam conversando no “clubinho” pararam de conversar e me observaram inclusive a vaca da Sage.
– Hã... Desculpe-me Sage, mas desde quando você gosta de Rock? – Pergunto. E era a verdade. Sage nunca suportou Rock. Ela deveria ser tão burra que nem deveria saber o que era Guns n Roses.
– Eu sempre gostei de Rock. – Fala como se fosse obvio.
– Nunca gostou não, e...
– E ai pessoal, eu demorei, mas trouxe... – Percy chega e me vê, e fica impressionado. Olha-me dos pés a cabeça. Mas ele não tinha me visto antes? – Bebida.
Ele entrega uma bebida a Jason, uma a Sage, uma a Charles, uma a Silena e outra fica com ele.
– Não sabia que você estava aqui. – Ele diz amargosamente, depois envolve seu braço na cintura de Sage.
Ridículaaaaaaaaa! Imbecil, gorda, feia, pata, porca! Golpe baixo. Sage vmané. Percy olhos. É só que eu consigo pensar!
A única saída que eu vejo é Jason, que está do meu lado. Ele termina de beber um gole de sua bebida e puxo a garrafa de sua mão.
– Não precisa. – Falo e dou um gole na bebida. Estou furiosa. Não sei em quem bater primeiro.
– Não é educado puxar algo da mão dos outros sabia? – Pergunta Percy, tirando sarro.
– E não é educado dar em cima da irmã dos outros. – Retruco.
Agora sim o clima está tenso.
– Então pessoal, voltando ao show – Começa Silena -, Annabeth você vai ir ao show?
– Hã... – Volto a me concentrar desviando o meu olhar aos olhos magnéticos de Percy. Dou um sorriso de lado. – Talvez, que dia?
– Vai ser no meio desta semana. – Responde Jason.
– Se alguém conseguir me levar... Talvez eu vá. – Digo, e dou uma golada na bebida.
– Hã... Quer vir comigo? – Oferece Jason.
Eu o encaro. Agora estou começando a achar Jason bonitinho.
– Sim. Você me dá uma carona? – Pergunto. Dou um sorriso de lado.
– Dou sim, sua pentelha. – Diz Jason, como se fosse grandes amigos, ele coloca seu braço em cima do meu ombro, puxando-me para mais perto, e então rouba a bebida de minha mão.
– Não pode roubar de mim! – Falo brincando, meio angustiada.
– Ah! Você que pegou de mim! – Fala.
Eu bufo, e reviro os olhos.
– Então eu vou! – Afirmo. Então me dirijo a Sage. – Você vai desgraçada?
– Claro. – Responde, em um mesmo tom.
O clima está muito tenso aqui, então saio e vou em direção ao quarto de Clarisse. Quando chego eu bato na porta.
– Quem é? – Ela pergunta.
– A bonita. – Falo. Esse é um de nossos “auto-apelidos” se é que existe esta palavra.
Ela abre a porta, só um pouco para eu poder entrar e ninguém ver. E no caso ela está sozinha, ou seja: sem Leo.
Ela esta terminando de calçar a bota, e pendurando o seu colar no pescoço.
– Você quer eu feche-o? – Pergunto delicadamente.
Ela assente com a cabeça e vira de costas para mim, para claro, eu fechar.
Observo nas suas costas, na parte em que a blusa não cobre, a sua tatuagem, que também tenho igual. Está escrito em inglês “Somos gatas e insuperáveis", sei que meio imbecil isso, mas estávamos terminando o ensino fundamental, e fizemos nossa própria viagem de formatura, junto com a nossa galera, na época Silena, Charles, Grover, Percy, Eu, Clarisse, Leo e alguns outros que mudaram de escola ou cidade, enfim fomos todos para Las Vegas, e eu e Clarisse acabamos ficando empolgadas e fizemos essa tatuagem, mas não me arrependo de nada.
– Porque não dorme aqui em casa? – Pergunta.
– Porque eu sou uma chata, e quando meu “papai” e minha “mamãe” chegarem em casa eu preciso estar lá.
Ela me bate de leve no ombro.
– Sua vaca, falou que ia me ajudar a arrumar a casa quando a minha mãe chegasse. — Ela diz.
– Clarisse, minha Clarie, desculpa, eu estou muito mal, sério. – Falo, ela assente com a cabeça. – E, aliás, a sua festa está uma porcaria. Eu não fiquei com ninguém além do Grover! Imagine, eu com o Grover!
– Ui, certeza que é a festa que está uma porcaria, ou é você? – Pergunta em bom humor.
–Não sei. Só sei que de noite vou raspar a cabeça da Sage. – Falo em um tom normal de voz.
– Por quê? – Ela pergunta e ri, e eu retribuo igualmente.
– Porque o Percy flertou com ela. – Falo de mal-humor. – E o pior é que eu não me conformo!
Ela me olha dos pés a cabeça.
– Não acredito que você não ficou!
–Eu fiquei com duas pessoas.
– Leo e Grover? O Leo você só beijou um pouquinho e Grover... Sério?
– Tadinho. Grover é só um passatempo. Eu quero mesmo é o Percy. Mas antes disto. Vou mexer com certas pessoas...
– Como assim? – Pergunta
– Você vai ver. – Digo.
Abro um sorriso malicioso, e vou embora.
Até que a caminho de algum lugar, que eu pretendia ir, e nem sei qual, alguém esbarra em mim.
– Desculpe lindinha. – Diz um loiro. O observo direito, e vejo que ele também o faz. – Desculpe Annabeth.
– Shhhhh. – Digo, colocando o indicador em sua boca e mordo meu lábio inferior.
Acho que Jason se sente culpado de falar com a ex do melhor amigo dele.
– Era com você mesmo que eu queria falar. – Digo maliciosamente.
Perseu está jogando sujo com minha irmã? Era jogo sujo que ele iria ter.
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