Simplesmente aconteceu...

49 Lua de Mel part II/ últimos momentos.


Notas iniciais
Annyonhaseyo! Hello pessoas! Apreciem mais um capítulo desta fic que já esta em seus tempos finais... Legenda: MOGO- Coma. Namsan Seoul tower- Uma torre turística de Seul. Tteokbokki- Bolinho feito de massa de arroz em forma cilindrica, muito apimentado. Naengmyeon- Espaguetti frio, acompanhado de sopa e gelo. Hashi- os palitinhos com os quais eles levam a comida ate a boca. Bingsu- sorvete de raspadinha de gelo e leite, é macio e leva outros ingredientes. Mashitta- Gostoso. Chohayo!- gostei ou gosto. Ramyeon- é basicamente o miojo kekeke! Essa é os nomes mencionados no cap, caso vcs precisem entender. Vms ler.

Alonso e Ivana sentiam-se realizados em Seul, pois fazia apenas alguns dias que estavam ali e era como se já houvessem se adaptado ao local. Embora o idioma coreano não fosse o forte de nenhum dos dois, aprenderam algumas palavras para que não desse muito vexame na ausência do guia, bem como dizer um Oi, ou mesmo agradecer a alguém, palavras essas fáceis de aprender.

Eles conheceram outros pontos turísticos além da Ilha Nami, e de tudo que visitavam registravam com fotos, para lembrarem dos momentos felizes que passaram ali. Visitaram lugares que realmente eram apaixonantes e que sempre que voltavam dos passeios lhes davam muita vontade de amar e o faziam sem pestanejar.

Como sendo o penúltimo dia de Lua de mel, ainda aproveitando a cada lugar com muita expectativa, visitaram a torre turística de vista linda, sendo um dos pontos mais alto da cidade, esta sendo Namsan Seoul tower. O guia Kim, lhes contou toda a historicidade daquela torre sendo ela aberta ao público por volta dos anos 80 e que desde então é um dos pontos mais populares em Seul assim ele lhes dizia.

— Vejam! — Kim lhes apontavam para uma parede coberta de cadeados personalizados. — Aquilo são cadeados, é uma das atrações aqui na torre, onde casais colocam mensagem amorosas no cadeado, selando o amor entre ambos. — Explica-lhes.

— Nossa, isso é interessante! — Diz Ivana encantada com a quantidade de cadeados. — Podemos fazer isso também?

— Claro, só um segundo.

Kim, lhes conseguiu uns cadeados e passou as coordenadas de como fariam, eles diziam em espanhol, enquanto Kim traduzia escrevendo em coreano.

— Agora nosso amor está lacrado e para sempre. — Alonso diz dando um beijo carinhoso em Ivana.

— Sim, ficou tão bonito, embora eu nao entenda o que esteja escrito agora, já que Kim escreveu em coreano. — Diz Ivana, arrancando risos dos homens ali presentes.

— Aí está exatamente o que me disseram, mas para que seja selado de vez o amor de vocês, tem que se jogar a chave para bem longe para que não sejam encontradas, dessa forma significa o amor eterno. — O guia lhes explica amigável.

— Uau! Faremos isso. — Diz Ivana, achando tudo aquilo interessante.

E assim o casal fizeram como havia dito Kim, jogando a chave o mais longe que puderam. Logo após, Alonso beija Ivana como se realmente tivesse cumprindo aquela tradição coreana.

Após terem explorado o máximo da Torre, o dia já se findava na enorme Seul, Kim pediu para que o casal se posicionasse nos entornos da torre para observarem o pôr-do-sol. Era algo realmente lindo e Ivana e Alonso puderam constatar tal fato vendo o sol sumir nas montanhas. Depois de presenciarem essa cena na torre, Ivana sentiu que precisava alimentar-se, pois já se passava algumas horas desde que havia comido algo. Kim lhes dissera que na própria torre havia alguns restaurantes, mas que lhes aconselhavam a comer em um dos restaurantes de Insadong, o bairro o qual estava localizado o hotel que o casal estava, eles aceitaram.

Ivana queria comer algo diferente a qual ainda não havia experimentado, embora quase tudo na Coréia fosse diferente ela queria algo realmente diferente, Alonso pensou ser desejos estranhos de mulheres grávidas. Alonso sugeriu Tteokbokki, que era o mesmo que ele havia comido no almoço, Ivana reprovou porque era muito apimentado, Kim então sugeriu que experimentassem Naengmyeon, uma espécie de espaguete frio, mas que era bastante delicioso segundo ele, e dessa maneira Ivana concordou, em seguida Kim fez os pedidos.

— É... é estranho. — Disse Ivana torcendo o nariz ao ver o prato à sua frente.

— Parece estranho, mas o gosto é muito bom. — Kim disse ao ver a cara que Ivana fazia.

— Vamos experimentar então! — Alonso falou já dando a primeira degustação no alimento.

— E então? — O guia o pergunta, esperançoso.

— Hum... Isso é bom! Amor, experimenta. — Disse Alonso, colocando o hashi, a qual o casal aprendeu muito bem a manusear pois já comiam comida japonesa no México, com um pouco de Naengmyeon na frente de Ivana.

— É que....

— Você julga por ter gelo e pela aparência da massa, mas ela tem essa cor por ser feito de batata e farinha de trigo, no começo você demora a se acostumar com o gosto, mas, logo verá que é muito bom. — Explica Kim, vendo Ivana fazer caras e bocas.

— É Ivana, isso é bom, hum? — Alonso continua a oferecendo com o hashi parado próximo a boca dela.

Logo Ivana ouvindo eles elogiarem a comida, resolveu dar um a chance aceitando o que Alonso oferecia, e assim como Kim havia dito o gosto tinha uma textura estranha, mas mesmo relutante ela continuou mastigando até realmente ter se acostumado logo percebendo o sabor que parecia está muito bom. Os três comeram todo o Naengmyeon, realmente aprovando-o mesmo com Ivana ter demorado mais tempo para se agradar do prato. Logo pediram uma sobremesa que confiando no guia pediram Bingsu, um sorvete bastante popular após os jantares coreanos.

— Hum, é bom! — Ivana diz após degustar do sorvete.

Mashitta? — Kim indaga usando sua língua natal. O casal se vê perdido.

— Quê? — Perguntou Ivana ainda saboreando o sorvete.

— Ah, pensei que estivessem treinando as palavras que eu passei para vocês. — O guia disse esboçando um leve sorriso.

— Ah, isso é... bem, não lembro. — Disse Ivana tímida.

— Nossa, eu também não. — Concorda Alonso.

— Eu perguntei se estava gostoso o sorvete, Mashitta, quer dizer gostoso, delicioso. — Ele explicou calmamente, o casal fez um " aaah", como se tivessem lembrado.

Cho...Chohayo! — Disse Ivana com dificuldade em coreano a palavra que havia aprendido, se referindo de que havia gostado do sorvete, Kim acena positivo...

....

Mais tarde o casal se despediu do guia, voltando para o hotel onde estavam hospedados. Eles estavam cansados porque as visitas em Seul realmente gastam energias, eram muitas maravilhas para serem exploradas, embora não terem visitado o bastante da córeia, eles estavam satisfeitos por terem feito estadia e terem conhecido um pouco sobre a cultura de um país totalmente diferente do deles.

Ambos estavam deitados assistindo a um programa de Tv onde estava passando grupos femininos e masculinos, se apresentando.

— O ritmo é legal, mas não estou entendendo nada. — Disse Ivana deitada ao lado do amado.

— Também não. — Ele disse sorrindo. — Eles dançam bem. — Observa Alonso ao ver um grupo feminino performarem.

— Sim, parece que treinaram bastante para fazerem isso. — Concorda Ivana. — Elas são bonitas!

— É verdade, mas são muito magras. — Rebate Alonso.

— Ouvi Kim dizer que é um padrão na coréia elas serem assim, aliás não só elas, mas também os meninos, principalmente esses que são.... são... como é o nome que ele deu para esses coreanos famosos? — Indaga para si mesma, tentando lembrar o que o guia havia dito.

— Estrela? — Chuta Alonso.

— Não...Ah, é Idols! — Ela disse como se houvesse dado um insight.

— Ah.

— É assim que são chamados os ídolos do estilo musical deles aqui. — Ela disse alegre por lembrar. — Nossa estou com fome. — Reclama ela, ao ouvir seu estômago clamar por comida.

— Sério? — Pergunta Alonso surpreso por ela ainda está com fome.

— Sim.

— Então irei pedir serviço de quarto, espera um pouco. — Diz Alonso se dirigindo para o telefone.

— Como você vai pedir? — Ivana pergunta, lembrando que nenhum dos dois sabem falar em coreano.

— Eles traduzem lá o que a gente pede, bem prático. — Respondeu, em seguida fazendo o pedido.

Em poucos minutos o pedido de Alonso havia chegado. Ele organizou o alimento e chamou Ivana que mexia em seu celular.

— Macarrão? — Pergunta ela um pouco decepcionada.

— Ramyeon! — Corrige Alonso enquanto preparava em um mini fogão elétrico que havia nos quartos de hotel.

— Qual a diferença? — Ela pergunta, sentando- se no chão, onde Alonso preparava o ramyeon.

— Bem, não deixa de ser macarrão instântaneo, mas esses são bastante apimentados. — Explica Alonso.

— Ah, mas para mim não seria bom o apimentado. — Pontua Ivana.

— Sei disso, por isso escolhi esses que não é muito apimentado. — Ele diz, colocando um pouco do ramyeon pronto em uma vasilha para ele e outra para Ivana. — Mogo!

— O quê? — Ivana pergunta confusa. Alonso rir.

— Coma! — Ele explica apertando carinhosamente as bochechas dela.

— Ah, essa eu não aprendi. — Ela disse divertida, manuseando o hashi.

— Mashitta? — Pergunta Alonso.

— Mashitta! — Confirma Ivana. Ambos riram por terem certeza do que estavam falando.

Depois de haverem se alimentado outra vez, o casal finalmente se preparou para dormir, pois no dia seguinte voltariam a sua terra natal, dando fim a Lua de Mel nas terras coreana.

— Amanhã voltaremos para o México. — Lembra Alonso trazendo sua amada de encontro ao seu peito, acariciando a cabeça da mesma.

— É verdade, já estou com saudades daqui, espero voltar com o nosso filho em uma próxima vez. — Diz Ivana acariciando a própria barriga.

— Voltaremos. — Confirma Alonso. — Estou curioso quanto ao sexo do bebê!

— Eu também, embora o que Deus mandar, amarei do mesmo jeito, mas não deixo de estar curiosa. — Ivana diz abraçando seu amado.

— Assim que chegarmos já poderemos saber.

— Sim, a obstetra diz que já tem como saber, então quando chegarmos marcaremos a ultrassom. — Ela diz fechando os olhos.

— Sim, tentarei não me emocionar. — Alonso falou suspirando, em seguida fechando os olhos.

— Acho que seremos dois chorões. — Ivana diz esboçando um fraco sorriso.

— É, acho que sim. — Concorda ele.

Eles estavam ansiosos para saber o sexo de seu primeiro bebê, bem com também a chegada do mesmo ,era a partir de agora uma contagem para o melhor dia de suas vidas.

Os dias na Coréia do Sul haviam chegado ao fim, o casal estava bastante realizados quanto a Lua de Mel, nada fora decepcionante, mas sim, cada momento emocionante e eternizante, pois estavam deixando para trás um país elegante e de vasta paisagens, de cultura totalmente diferente mas sendo aconchegantes tanto como eram no México, eles planejaram voltar uma segunda vez, mas desta vez com o símbolo do amor entre ambos, o filho que não faria outra coisa a não ser uni-los ainda mais.

Ivana e Alonso já dormiam tranquilamente, aproveitando a última noite de sono naquele país encantador....

Notas finais
AAAH, fim de lua de mel, foi curtinha né? Mas espero que tenha o sido o suficiente para vcs imaginerem heehe.. Aguardem os ultomos cap, tentarei postar logo. bye!