Simplesmente Complicado
12 Conhecendo a família Dunbroch
Notas iniciais
Pov Merida -
— Vamos lá Soluço — exclamei com uma cara de cão sem lar, já havia se passado meia hora desde que descemos do avião e estávamos esperando meus pais, mais um ano e eles havia se atrasado outra vez, típico, Pascal estava no meu braço, não parava de se remexer.
— Merida, eu não sei, eu tenho uma namorada e nos já ficamos acho que não sairá certo — disse, Banguela havia visto a conversa toda e esta só a nos observa nos perto dos pés do dono.
— Não estou falando de namorar – Bufo revirando os olhos — é só agir como um, até o dia da reunião de família um dia depois vamos embora – eu disse, ele fez uma careta e olho para mim de volta.
— Reunião de família? – ele quase gritou – Você não me disse isso? Sua família realmente vai me aceitar? – pergunta.
— Primeiro: Sim é uma reunião de família ou seja meu primos, pais, primos da Punz, pais da Punz, Segundo: É, eu não disse isso, Terceiro: Bom, não sei como minha família vai te aceitar – digo, mais parei por ter ouvido meu nome.
— Merida – Grita uma voz, ou seja, minha mãe, me viro e vejo cinco pessoas, Um homem alto, quer dizer um homem enorme usando uma saia xadrez, uma mulher com longos cabelos castanhos e uma mecha branca, e três crianças gêmeas, ou seja, minha família.
— Merida – diz minha mãe correndo para me abraçar, um abraço de urso ,esmagando eu e Pascal, depois dos meus irmãos e o ultimo do meu pai.
— Como foi a viagem – diz minha mãe me limpado sujeira invisível de mim.
— Oi? — diz Soluço, bruscamente os meu familia se viram para ver ele.
— Então ele é o seu marido? – diz minha mãe, olho para Soluço que sorri forçado para mim, com uma cara de "você não me disse isso!".
— Não mãe, ele é meu namorado – eu digo entregando Pascal as meus irmãos.
— Ele é perfeito minha filha, ate que não é magro, e feio – diz ela, arregalo os olhos, e tou um tapa na minha testa com sua insinuação.
— Bem, nós estamos quase no casamento não é querida? — diz Soluço colocando um braço em volta do meu pescoço, vejo que Banguela não esta mais com ele, sim junto dos meninos e Pascal.
— É — diz com sorriso forçado – Nem eu sabia disso — diz rosnando para ele, ele da de ombro.
Bufo.
— Sou Elinor Dunbroch, e esse aqui é o Fergus – diz mamãe, se apresentando – e aqueles são os gêmeo, não vou lhe apresentar poia acho que ficaram meio confuso – Diz ela.
— Vamos andando, a Maudie já preparou o nosso jantar – Alem de meus pais terem demorado, já eram oitos horas.
— Maudie? – pergunta Soluço.
— Nossa cozinheira, ela é de confiança sabe — digo, começamos a caminhar ate o carro.
Pov Soluço -
Chegamos há casa Dunbroch, quem eu quero enganar, isso é uma mansão, muito linda, não sei se o plano de Merida ira da certo ou o que eles vão fazer se descobri.
Meia hora depois de guardamos as malas fomos para a mesa de jantar onde nos aguardava um banquete, começamos a comer, ate que por Odin o pai de Merida Fergus começou a fazer perguntas.
— Então, Hiccup? – perguntou-me.
— senhor, me chame de Soluço — digo.
— Me chame de Fergus, Soluço – diz ele.
— onde você trabalhar? — pergunta.
— Sou sua rival – no momento que eu disse, vi ele jogar uma faca para mim, Adeus mundo.
— Soluço? Soluço? – É você Odin?
— Soluço, Você esta bem? — olhei para o outro lado da mesa, todos da mesa olhavam para mim confusos, principalmente Merida.
— S-se eu estou bem? Sim, sim eu estou, onde estávamos?- pergunto pegando um copo de vinho.
— Sim, o que você trabalha — na mesma hora me engasgo, Tossi ante que respire fundo e disse.
— Sou das empresas Haddock – digo, ele levanta uma sobrancelha.
— Nossa rival? Então quando você casarem, nossas empresas seriam uma só, isso não é ótimo querida? — diz Fergus para a Esposa.
— Que bom, Como se conhecerão? — pergunta sua mãe, o que digo?
— Numa reunião — diz Merida.
— Serio? Isso quase chegar a ser de filme, qual é a palavra mesmo? — pergunta Ela.
— Clichê? — pergunta Merida entediada.
— Não, Romântico! – Exclama — Você dois se conhecendo de empresas rivais, chega a ser um tipo de amor proibido – diz ela apontado com o garfo, levanto uma sobrancelha, e Merida bufa, acho fofo do jeito que ela faz isso, mais o que?
— Merida tava me contado como você consegui o seu cão, isso é verdade? Você quase perdeu a perna? – pergunta Elinor.
— Sim, eu tinha saido da casa dos meus pais para ir de volta a NYC, na estrada vê um filhote, e não seria capaz de mata-lo, então o carro acabou capotado, e minha perna ficou presa e acabei desmaiando, quanto acordei estava no hospital com esse filhote, disseram que ele não quis deixar me lavarem a menos que ele fosse junto, então ate hoje tenho ele – explico.
— Ainda tenho as cicatrizes do ferro que se prendeu – digo, todos ficam de boca aberta, o que eu disse?
— Tenho uma história parecida, eu perdi minha perna para um grande tubarão branco – disse.
— A sua é mais legal que a minha — digo, ele olha para mim um pouco besta.
— Oque? – pergunta – Garoto, o que faz de uma história, são as pequenas coisas, você quer comparar salvar a vida de um filhote a um Tubarão? – disse.
— Não importa o que os outros enfrentam pela coisa mais cara e glamourosa, se você fez um filhote sem lar feliz, então você é um herói – diz, sorri, olho para Merida que sorri para mim timidamente, esse sorriso.
Depois do jantar, e os jogos de mesa da sala dos jogos, Elinor nós levou para ver os quartos, ou "nosso quarto".
— Aqui esta o seu quarto – diz ela apontando para a porta.
— Mãe? Não posso dormi no meu antigo? – pergunta Merida.
— Você não dormem juntos? – pergunta ela.
— Sim dormimos, tenha uma boa noite – digo empurrando Merida para o quarto e fechando a porta.
— Não acredito que vou dormi no quarto com você – diz ela.
— Você quis dizer cama, não? — pergunto.
— Não, você vai dormi no sofá – diz ela se sentando na cama, olhei para o sofá, o quarto poderia ser enorme mais o sofá não era.
— Mais é pequeno — digo, ela faz uma careta, e depois suspira.
— Okay, na cama, mais se tentar alguma gracinha seu amiguinho vai pular fora – diz ela se referindo a minha partes baixas.
— Nossa, Okay...
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