Simplesmente Complicado

23 "Até que o azar os separe"


Notas iniciais
HELLO♥ bem, pra este capitulo sair foi uma serie de ladainhas minhas e da Bob "- Cadê o capitulo?" "- Escreveu?" "- MERICCUP???" Então, aqui esta. E porque eu postei? faltou luz... e voltou ALELUIA. Enfim, boa leitura. X3 OBS- Fiz varias referências.

Pov Merida -

— Último, ótimo – coloquei a ultima remessa de cenouras na mesa. Eu sempre tenho que ficar com o mais difícil. —Até porque colher cenouras é muito difícil, sabe? Deu pra sentir o sarcasmo a milhares de quilômetros.

Passo a mão pelo meu rosto e em seguida colocando as mãos na mesa para me apoiar, —Eu estava horrível, minhas costas estão doendo, mal consegui dormi porque o senhor Haddock não conseguiu manter as pernas quietas.

— Seu idiota!... – ouvi alguém gritar, olhei para frente e lá estava mais uma vez Rapunzel discutido outra vez com o Albino.

Aquilo era pateticamente engraçado, eu não sei porque ainda me faziam rir. Tenho duas explicações bem lógicas, ou eu sou lerda. Ou eu estou morrendo de sono.

— Eu voto na segunda – falo pra mim mesma, escuto passos e me viro. E lá estava o casal Wander junto com Soluço.

—Segunda? – Perguntaram.

— Coisa da minha cabeça – Fala logo que estava morrendo de sono, custava isso Dunbroch? Eles sorriram e Lílian se aproximou para abraçar. Retribui o abraço sorrindo.

— Vocês foram muito bem vindo aqui, e agora estão indo embora – Ela tirou um lenço do bolso e enxugou os olhos, —Que isso gente, nem passamos 24h plantados aqui... Só isso.

— Er... Oh que isso, não chore – falo. Ela apenas sorri e foi para perto do marido.

— Vocês nós lembram tanto nossa família, nossos filhos – falou Oaken, sorri para ele forçadamente. Agora pensando bem, eu quero mesmo sair daqui. —Mesmo se esses loucos lembram muito minha familia, mas, nada melhor que a casa da gente.

— Não tem problema, vocês foram bem gentis ao nos deixa dormi aqui – Falei, Mas no que eu estou pensando. — eles foram super legais, eu que estou morrendo de sono e não quero ou simplesmente não consigo pensar direito.

— Vocês foram acolhedores sem duvidas alguma, e ficamos gratos por isso – falou Punzei, tenho que descobrir como ela brota nos lugares.

—Mas, temos que ir. Minha família deve ta preocupada – sorri. Depois de muito faladeira do casal, eles finalmente nos deixaram ir. Pela suas cara eles não estavam felizes, mas depois que receberam um telefone nos mandaram embora imediatamente. Tenho que falar, bem estranho não?

Claro, com uma cesta de legumes e verduras, e uma galinha. A única coisa que estava difícil ate agora era manter a galinha viva, isso mesmo, VIVA, dentro da maldita cesta. E manter minhas pálpebras abertas.

— Porque eu tenho que levar essa galinha? – reclamou Jack, eu suspiro e continuo a andar pelo longo caminho de areia. Pra falar a verdade eu não tinha ideia de onde estávamos, a velhinha meio suspeita no entanto fofinha nos falou para continuamos seguindo o caminho de terra até encontramos uma igreja. E finalmente perguntamos a nossa localização à alguém dela. A única referência que tínhamos para saber se o caminho é certo, era o velho castelo de pedra, disse a velha.

—Oras, você é a pessoa certa para isso – disse Hiccup num tom de deboche, pela primeira vez achei graça no que ele estava falando. –Foi bem pouca graça mesmo. Ele poderia simplesmente falar "Você é o pegador de galinhas", mas esse trocadilho me fez pensar nisso. Da para melhorar meu humor. —Até porque a frase teria duplo sentido. Estava tudo "perfeito" e se você pergunta se tinha como piorar? Claro que tinha não é mesmo vida? É nessas horas que vocês param pra pensar porque nasceram nesse fim de mundo ou simplesmente esqueceram de trazer o celular. Minha vida é uma merda.

—Seria justo algum de vocês carregar também – Continou ele, ouvi a Punz bufar.

—Faça o favor de soltar essa cesta e deixar a galinha ir.

— Não podemos fazer isso, é um presente. – ele abraçou a cesta. Pela cara dela, ela queria jogar algo na cara dele. Em específico uma panela.

— Solte-a agora – a voz dela saiu baixo, como um sussurro. Uma voz fininha estava na minha cabeça martelando "Atenção" em seguida "Perigo" e por ultimo "Sai debaixo".

— Frost, Larga a galinha. Eu pensei que você fosse mais maduro que isso – falou, ele levantou uma sobrancelha pra mim e sorriu maliciosamente.

— Só sou em trabalho, eu tenho muito hobbies. E gosto de me divertir – ele deu de ombros sorrindo. Num movimento rápido a loira arrancou a cesta da mão dele e começou a correr. Eu posso falar uma coisa – Ela é uma ótima corredora, parecia que tinha ganhado uma medalha de ouro em corridas.

— Mas o que... – depois de meio milênio o albino percebeu o que tinha acontecido, em seguida iniciou uma corrida atrás dela. A cena era divertida, divertida até o ponto de eu cair dura no chão.

— Vamos segui-los? – Hiccup perguntou, eu olhei para a cara dele com "Por favor, me leva. To com sono" Digo, "Você acha que eu vou correr?"

—Provavelmente – Respondo cansada. Ele sorri.

—Você não dormiu? – Ele está pedindo para apanhar. Dessa vez eu fiz a cara de "VOCÊ ACHA QUE EU DORMI?"

— Ainda pergunta? Agora eu vou achar a minha amiga – Coloquei a mão no macacão que o casal Wander tinha me emprestado/dado e andei mais rapidamente para alcançar o outra casal.

— Solta a cesta! – Ouvi a voz da Punz vindo depois do próximo morro. Caramba, custava correr devagar?. Assim que eu e o infeliz do Hiccup achamos o casal nos deparamos com o velho castelo de pedras.

— Wow – ouvi Hiccup sussurrar, Eu não tinha o que dizer, ele era magnífico e estranhamente familiar.

Eu separei a Punz do Frost, no começo ela começou a se debater.

— Me Solte! – Gritou, ela fiz ela olhar pra mim.

— Punz, amiga, tudo bem. Sou eu – Ela suspirou.

— Me desculpe, eu não tive a intenção.

— Não se preocupe, olhe – Fiz ela olhar pro castelo, ela estava tão ocupada querendo soltar a pobre galinha, No momento que ela olhou para ele, ela sorriu de orelha a orelha. Parece que tinha encontrado o lugar perfeito.

— Eu sabia que conhecia esse castelo, o Castelo da Familia Urso. Mais conhecido como o velho castelo de pedra – ela praticamente pulou de um lugar para o outro simbolicamente eufórica.

— Familia Urso? – faço uma careta.

— Sim! você não se lembra? Tia Elinor nós trazia aqui para fazermos piqueniques. – Sorriu ela, em seguida me puxou para cima do morro onde o castelo estava.

Piqueniques? A minha mãe? Eu não me lembro disso, ou eu esquece de vez. Era este o motivo para ele ser estranhamente familiar? Ela me arrastou para dentro seguido dos garotos, Jack no meio do caminho tinha deixado o cesto cair e esqueceu.

— Eu adoro este castelo, principalmente da sua historia – Gritou ela, o castelo estava em ruínas, dava para ver o céu.

— Historia? – perguntou Jack. Pela primeira vez ela se virou rindo em direção a ele. Pela cara do albino, ele parecia espantado.

— Não é bem uma história, é uma lenda. – Falou ela, a Punz costuma ser muito inocente em todos os aspectos. Diria que muito otimista.

— Eu acredito em lendas – falou Hiccup, então não era só a Punz que era doida. E sim todos.

— Bem, a Lenda fala que neste antigo castelo viviam uma familia, o rei era destemido, Ele se chamava Rei Urso por matar todos os ursos e proteger a vila. O rei e a rainha urso tiveram uma filha, uma filha rebelde e seus três irmãos Diabinhos. Falavam que o cabelo dela chegava a pegava fogo quando ficavam com raiva. A familia era muito feliz – falou, Hiccup e Jack estavam vidrados nela para saber a história, e parecia muito interessante.

— Um dia a Rainha prometeu a primogênita em casamento, com os quatros reinos vizinhos, a princesa não queria se casar. Mas um pretendente conseguiu roubar o coração da princesa. Ele era do reino Dragon, mais conhecido por treinar dragões. Mas um incidente aconteceu...– ela parou de falar. Essa historia... Eu sinto que conheço e ao mesmo tempo não. Eu olhei para Hiccup, ele parecia intrigado.

— O que aconteceu!? – Falaram os dois ao mesmo tempo parecendo crianças.

— Outro venceu a competição e a princesa foi forçada a casar com o vencendo. Naquela época isso significavam que os dois reinos iriam prosperará por anos. No dia do casamento a princesa fui com o dono do seu coração. – Ela parou mais uma vez – Boatos falam que eles se juntaram a Flor perdida e um Espírito. E outros que eles morreram parar ficar juntam para sempre.

— Flor e um Espírito? – Perguntou Jack.

— A Flor perdida, falam que o Sol chorou pela Lua, uma de suas lagrimas chegaram aqui na terra. E formou uma flor. A Lua mandou seu espírito para pega-la. A lenda fala que quem os encontra-se, eles poderiam realizar um desejo. E tem outra historia envolvida. – sorriu ela, Jack começou a bater palmas como se aquilo fosse uma palestra.

— Incrível – Falou Hiccup, ele olhou para mim sorrindo. Algo errado não está certo.

— Que estranho... – murmuro, eu olho em volta. Era como se eu pudesse ver castelo como ele era antes. Só que tudo o que é bom dira pouco, pra mim muito pouco. Começou a chover.

— Fantástico, O momento tava tão perfeito para continuar bom...

(...)

— Está vendo alguma coisa? – grito, pela sétima vez.

— Acho que sim! – Gritou Jack, estávamos mais uma vez atolados na lama, chovendo, com fome, com frio e com sono!? Claro.

— É a igreja! – Gritou Rapunzel e correu em direção a ela. Jack foi o próximo. Eu olhei para Hiccup que soltou uma gargalhada.

— Agora quem é o mais rápido.– Se gabou.

— Seu idiota,– bufo, ele rir.

— Vamos, é só lama – Ele jogou água pra cima de mim, não sei porque mais me deu vontade de rir e correr ate ele atolando a cara dele na lama. ""Que amor"" não?

— Você vai ver – Comecei a correr em direção a ele, e ele em direção a igreja. Entramos rindo parecendo duas crianças que acabaram de brincar, olhamos em volta. Além de Rapunzel e Jack vidrados para frente eu finalmente percebe o porque.

Estavam em uma igreja em um casamento.

Notas finais
Então? demorou viu, até porque eu tinha escrito, ai o Nyah deu bug e la se foi o capitulo... Mas aqui esta... e a dois meses a ILME fez niver de um ano. *cof,cof* PARABENS PRA MINHA FANFIC NESSA NÃO DATA QUERIDA, MUITAS FELICIDADES DESSE ANO NÃO PASSA. cadê as referências??? ~Mally.