Notas iniciais
Boa Leituraa!

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Cap. 7 — Feliz ao seu lado

*Alis

(Dias depois)

Entrei em casa com Carol. A mesma estava um pouco desanimada. Ela foi logo sentando-se no sofá e deitando-se. Para ela chegar sem ligar a tv... Algo fora de normal aconteceu está acontecendo...

- Carol, princesa, você está bem? — perguntei sentando-me ao lado dela.

- Eu to só cansada, mamãe. — sussurrou com a voz cansada e segurei seu rosto. Assustei-me e coloquei a mão em sua testa.

- Ah, Carol, você está febril! — alertei-me — Está sentindo alguma coisa, bebê?

- Cansada... — murmurou sonolenta.

- Vamos subir. Vou te dar um banho morno.

Peguei-a no colo e subi para seu quarto.

(...)

Carol ainda estava da mesma forma. Eu já queria levá-la ao médico.

- É melhor te levar ao médico. — falei tirando o termometro de seu braço... 36,5°C...

- Liga para o papai. — pediu-me sonolenta.

- Ele está trabalhando, filha. — neguei já pegando minha bolsa e os documeentos dela.

- Mas ele sempre diz que sou em primeiro lugar na vida dele. — olhou-me esperançosa e fiquei sem saber responder.

- Depois ligamos para ele. — peguei-a no colo e desci para sala.

(...)

Dean entrou todo nervoso na sala. Levantei-me da cadeira e fui emdireção a ele.

- Onde ela está? — perguntou-me nervoso.

- Ela está sendo atendida... — falei tremula e ele respirou fundo agoniado — Os médicos disseram-me que é apenas uma infecção nas glândulas. — comecei a explicar e ele pareceu nem prestar atenção — Dean, está prestando atenção?

- Sim, Alisson, estou. — respondeu impaciente e assustei-me.

- Os responsáveis por Caroline Vitória BranDgey. — uma mulher loira chamou.

- Aqui. — Dean e eu falamos e ela veio até nós.

- Caroline passará por uma pequena cirurgia nas glandulas. — informou-nos e senti uma dor enorme — Mas nada complicado. Já que detectamos isso cedo, não haverá precisão de retirar as amídalas.

- Mas ela está bem, sim? — Dean perguntou agoniado.

- Sim, é claro. Dentro de duas horas ela já estará no quarto. Antes, gostariam de falar com ela?

- Claro. — respondi.

(...)

- Papai, to com medo. — Carol murmurou quase chorando.

- Amor, dará tudo certo! — ele falou beijando a testa dela — Você só vai retirar esse machucado na garganta. — sorriu e concordei.

- E depois iremos para casa. — falei sorrindo.

- Prometem? — fez um bico enorme e Dean assentiu.

- Prometemos. — falei e ela tentou sorrir.

Os médicos chegaram para levá-la para a sala de cirurgia.

- Te amo, princesa. — sussurrei e ela assentiu.

Eles a levaram e senti uma dor em meu coração. Sentei-me no sofá colocando a mão no rosto. Que não aconteça nada com minha filha. Por favor, Deus!

Olhei para Dean, o mesmo olhava agoniado para a janela. Ele fechou os olhos e respirou fundo.

- Dean, o que está havendo? — murmurei confusa. Ele ficou calado e abriu os olhos, voltando a olhar para fora — Sei que está nervoso, eu também, mas não desconte em mim.

- Não estou descontando nada em você. — falou friamente.

- Então por que está me tratando assim? — levantei-me ficando nervosa.

- Alisson, agora não é hora.

- Alisson. Você nunca me chama de Alisson! O que fiz, Dean? — aproximei-me dele implorando por respostas.

- O que você não fez. — enfim olhou-me — Sabe, eu deveria ter sido o primeiro a saber que Carol estava passando mal. — ficou ofendido e não entendi — Eu não me senti como se fosse o pai dela...

- Dean você é o pai dela! — falei indignada e ele respirou fundo.

- Eu queria muito ser. Mas já me considero, é o que importa. Só que você, hoje pareceu que não considera isso.

- Dean, só não te chamei antes porque sabia que estaria trabalhando.

- Você sabe muito bem que Carol e você vem sempre em primeiro lugar!

- Desculpa, Dean. — implorei aproximando-me dele — Pensei antes nela e depois imaginei que só fosse besteira...! Sei que deveria ter te avisado antes... Desculpe-me mesmo! — ele olhou-me e respirou fundo — Você é o pai dela, amor. — segurei seu rosto e fechei meus olhos — E nem sei o que seria de nós sem você.

- Eu que não sei o que seria sem vocês... — murmurou pondo a mãos em minha cintura.

- Me perdoa? — abri os olhos.

- Vocês são tudo para mim. — puxou-me para mais perto dele e beijou-me.

O beijo foi lento e apaixonante. Dean soltou-me e senti uma lágrima escorrer. Ele a limpou e olhou-me confuso.

- Odeio brigar com você, Dean... — choraminguei e ele deu-me um selinho rápido — Desculpa, prometo sempre te chamar para qualquer coisa... — ele sorriu de lado — Eu te amo.

- Eu te amo. — sorriu — Não se preocupe, ela ficará bem. — assenti e abracei-o forte. ELe fez-me o mesmo e acariciou meus cabelos.

(...)

Os médicos tinham acabado de nos informar que Carol já estava bem e que amanhã mesmo ela já poderia voltar. Dean e eu passaremos a noite aqui com ela.

- Mamãe, por que minha voz tá assim? — Carol perguntou com a voz rouca.

- Porque mecheram aí na sua garganta e agora ficará rouca por uns dias. — respondi dando de ombros e sentei-me ao lado dela na cama. Ela sorriu e ri.

- Legal. — falou rindo.

- O papai já está vindo, amor. — avisei — Ele foi buscar peças de roupas para você.

- Amanhã poderemos ir no shopping?

- Claro! — animei-me — Compraremos muitas coisas! — ela riu e beijei seu rosto.

Dean entrou no quarto sorrindo.

- Papai, escute: minha voz! — ela falou rindo e ele sentou-se ao seu lado.

- Nossa. — sorriu e beijou o rosto dela — Mas você está bem, princesa? — olhou-a preocupado e ela afirmou sorrindo.

- Sim, papai.