Silver Crow
1 Capítulo 1 - Prólogo
Nosso mundo? Isso não exise mais... Esse mundo já não é mas dos humanos à bastante tempo, após o fim do petroléo, se cravou uma guerra na histora humana que todos previam, mas poucos agiam. Durante esta guerra as principais armas as quais foram usadas, não foram as de fogo, e sim, as bíologicas. A maioria delas atingiu uma parte da populção, mas nem todas foram fatais. Aquela que mais se destacou é aquela que se vê casos até hoje, mesmo 18 anos após seu primeiro caso registrado, aquela que devastou 75% da população mundial, sim, um vírus que atinge o sistema imunologico, ele invade o sistema imunologico atrávez de ferdias, ele manda informações para o sistema imunologico de que a infecção está se ploriferando, e o sistema imunologico manda sinais para a criação de secreção para expulsar o agente infeccioso, ou seja, o corpo se auto-destroi. Essa doença ficou conhecida por Peste Branca graças as bolhas de pus que ela trás a pele, normalmente ela faz com que os tecidos de pele se apodreçam pouco a pouco ao redor da ferida até se espalhar por todo o corpo e orgãos, fazendo com que a pessoa morra em menos de 72 horas de sofrimento.
Após o fim da guerra à por volta de 10 anos atrás, verificou-se que a população restante era apenas 15% da população mundial inicial. E desses 15%, 13% viviam no subsolo em "colmeias", que eram abrigos contra as doenças e insetos que poderiam transmitir as mesmas. Nós estamos em “paz” há 7 anos.
Eu sou Rantsu (19), uma cientista prodigio que lidera a pesquisa em minha colmeia quanto a “Peste Branca” que se prolifera nos humanos até hoje. Quando nós estavamos proximo a descobrir o que realmente acontecia para que a doença não se proliferasse mais, foi quando tudo aconteceu.
“Humpf... Humpf!” –Estava ofegante após ter cavado aquilo tudo com minhas proprias mãos, foi quando percebi o que havia acontecido, tudo estava destruido, aquilo não parecia nem um pouco com um desastre natural, a colmeia estava completamente destruida. Aquele também foi o momento em que eu me lembrei que o mundo exterior era tão lindo e colorido. E mesmo assim, eu me lamentava pelas vidas que eu, uma das principais comandantes da Colmeia deixa perecer na minha frente.
“Até quando ficara se martilizando por tudo isso?” –Foi o que disse uma voz a pimeiro momento irreconhecivel.
“Você não teve culpa afinal de contas, foi tudo graças a ‘ele’.” –No momento em que a voz me disse isso, a reconheci como sendo a de Kasuta, outro figurão da colmeia assim como eu.
“’Ele’, você diz... Mas mesmo assim não sei de quem você fala” –Disse isso mesmo já tendo entendido toda a situação a qual Kasuta se referia.
“Não se faça de boba me refiro ao seu irmão” –Kasuta disse em um som autoritario–“Vamos formar um grupo e partir em busca da resolução de toda essa merda que ele fez?”
“Quer dizer um plano suicida? E o que eu ganharia com isso?”
“Você poderia pesquisar sobre aquilo que tanto quer, a cura, tendo também a minha proteção”
“Estou dentro!” –Mesmo ele sendo meu irmão, Heitsu não merece piedade por tudo isso
“Ei, ei, ei se acalmem...” –Escutamos uma voz com tons ironicos–“Eu não tenho nada a ver com isso...”
“-1!” –Foi o que Kasuta gritou. ‘-1’ sendo um nome ao qual meu irmão Heitsu, era chamado–“Isso tudo foi obra sua não é mesmo?!”
“Calma, calma também é bom rever vocês, mesmo eu pensando que a inutil da Rantsu já haveria morrido kekekeke...”
Ele realmente disse essas palavras... Automaticamente levantei o dedo do meio pra ele... Aquele desgraçado, mesmo que nós fossemos familia ele não tinha o minimo de perdão quanto a mim.
“Tudo o que eu digo a vocês é que eu não tenho culpa em nada disso, tudo o que eu fui foi um espectador e nada mais, lhes desejo boa sorte em vossa aventura, e que temam tudo aquilo que vocês se depararem. Até Mais...” –E desapareceu, mesmo que ele tenha dito aquelas palavras não chego a acreditar que ele não tenha ao menos um dedo nisso, mesmo que meu irmão não costume mentir.
Kasuta e eu ficamos parados sem poder ou ter vontade de fazer alguma coisa, mesmo que ele estivesse em nossa frente.
Enquanto isso...
“Já esta chegando a nossa hora de entrar em ação.” –Foi o que disse uma voz de uma garota
“Tem razão, não há mais motivos para nós nos escondermos” –Um rapaz de cabelo espetado argumentou com um sorriso em seu rosto
“Então isso quer dizer que nós 6 finalmente teremos o que fazer?” –um homem falou em alto e bom som.
“Então eu começo pelo sul.” Completou o rapaz de cabelo espetado
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