Silver Bell
3 Capítulo Um - Um bom dia, talvez
Notas iniciais
Finalmente terminei de corrigir boa parte dos erros, ufa. E a formatação deve estar meio ew, mas depois ajeito. Juro.
Boa leitura!~
Era um bom dia. Não estava fazendo calor ou frio excessivos, e o céu estava límpido de nuvens, criando um clima perfeito para se desfrutar ao lado de fora. E era isso que Josh planejava fazer. Hoje, uma de suas amigas mais próximas, Lia, havia faltado, então ele estava bastante entediado, contando os minutos para o intervalo. Não que ele não pudesse conversar com outras pessoas ou estudar para matar o tempo, mas a maioria da classe estava estudando para um teste que ele já sabia de cor e salteado; então ele preferiu se reservar a jogar algo em seu notebook enquanto esperava o tempo passar.
O ano letivo havia começado a menos de dois meses, e vários alunos já estavam encontrando certa dificuldade em algumas das matérias. Felizmente, Josh não é um desses alunos; ele sempre aproveita as férias para revisar o conteúdo do próximo ano, então ele nunca é pego de surpresa. Alguns alunos de vez em quando até pedem ajuda a ele, apesar de ele não se considerar um “nerd” – ele é somente alguém precavido. Assim que o sinal tocou, ele se levantou de seu lugar na mesa central e se dirigiu em direção da Cafeteria, se despedindo de alguns alunos que haviam se oferecido para dividir seus lanches com ele. Ele normalmente compra seus lanches fora, ou, ás vezes pede a cozinha emprestada para fazer algo, já que ele não gosta muito de esperar em filas. Porem, hoje ele estava com um bom pressentimento, então apressou seus passos. Se chegar tarde demais, terá que enfrentar filas de estudantes mortos de fome; se não fosse pelos inspetores, a Cafeteria provavelmente viraria um caos. Estudantes com fome são assustadores, não importa se são estudantes de algum curso técnico simples ou alunos de elite de uma universidade semi-militar. Chegando lá, Josh deu um suspiro de alívio; ainda não havia muita gente. A Cafeteria é um lugar amplo, com grandes janelas ocupando boa parte das paredes, o que cria um visual agradável em conjunto com o chão de cerâmica. Ele então alegremente correu os olhos pelo cardápio exibido nas enormes telas de LED, e abriu um sorriso quando viu que uma de suas sobremesas preferidas, torta de pêssego, estava disponível hoje. Se não fosse pelo comportamento persistente de seu primo com relação a seus hábitos alimentares, ele provavelmente a comeria sempre que possível. Ele então começou a caminhar na direção de uma das senhoras que anotam os pedidos; com um pouco de charme, elas sempre colocam uma porção mais generosa para ele. Porem, pouco antes de chegar a seu destino, um jovem alto, com cabelos caramelo e olhos acinzentados, porem gentis, repentinamente bloqueou seu caminho. Ele conhecia esse cara. E conhecia até bem demais, já que só um olhar em direção ao seu sorriso desconcertado bastou para Josh entender a situação. Ele provavelmente não vai ter sua torta de pêssego hoje. Ou, para ser mais preciso, nenhum lanche em especial. “Jun...” Josh murmurou, forçando um sorriso. Normalmente, ele ficaria feliz de vê-lo, mas... “Josh, sabia que iria encontrar você aqui. Tem um minuto?” Jun diz calmamente, sinalizando para um dos bancos por perto. Mais dois outros estudantes o estavam acompanhado, porem permaneceram no mesmo local depois de entenderem o sinal. Outras pessoas que passavam imediatamente notavam o uniforme de coloração diferente dos demais que o rapaz possuía, e logo cochichos começaram a se espalhar entre os poucos alunos presentes na Cafeteria. O rapaz em questão, June; ou, como Josh prefere chamá-lo, Jun, é o presidente do grêmio estudantil, e também um de seus amigos de infância. Apesar de sua posição de destaque, Jun é bastante nobre; é o tipo de pessoa com quem você pode contar, não importa o tipo de problema. Mas, ele também pode ter bastante pulso firme quando se trata de assuntos relacionados ao grêmio; além da diretoria e da secretaria, é o conselho quem possui maior autoridade na escola, acima até dos professores, estudantes, e outros terceiros. É assim que funciona a cadeia de poder de Óros. Isso porém também toma boa parte de seu tempo, então é algo relativamente raro observar June fora da sala do grêmio em dias de semana como este; exceto quando ele tem algo a pedir a Josh, como nesse exato momento. “... Minha torta...” Josh choraminga, já desistindo de seus planos de saborear uma de suas comidas favoritas depois de tanto tempo sem ela aparecer no cardápio. Ele olha para Jun com olhos lacrimejantes, na esperança de ele ter alguma piedade e deixar ele e sua torta em paz. Sem sucesso. Josh suspira e se senta do lado de Jun. “Desculpa, Josh, eu sei o quanto você gosta de torta de pêssego...” Jun coça o queixo, envergonhado. “Ainda bem que você sabe.” Murmura Josh, cruzando os braços. Jun coça seu queixo novamente. Ele sempre faz isso quando está envergonhado. “Sim...Mas o que tenho a pedir é algo importante. É sobre o Ell...” ele suspira e franze o cenho, passando a mão pelos fios bronze. “Temos uma reunião de planejamento em cerca de duas horas, e eu não consigo contatá-lo de jeito nenhum. E ele também não está no campus, os meus homens já verificaram. Então...” Ele ofereceu a Josh um olhar de desculpas. “... Então você quer que eu vá e o traga de volta, certo?” Isto já era quase uma rotina para ele nos últimos anos, então não era nenhuma surpresa. Ell, o vice-presidente do grêmio, era também outro de seus amigos de infância. E ao contrário de Jun, ele nunca leva seu trabalho realmente a sério, sempre tentando escapar de reuniões e afins. E, como o amigo atencioso que Josh é, ele sempre vai atrás para trazê-lo de volta de alguma Play House. Para falar a verdade, ele não realmente precisa fazer isso, já que o que Ell faz ou deixa de fazer não é exatamente de sua conta; porém ele se sentiria mal em dizer não à Jun, e terminar causando problemas. Os outros membros do grêmio não possuem coragem suficiente para ir buscá-lo, e Ell nunca dá ouvidos a Jun, então Josh nunca teve muita escolha. Ele suspira e se levanta do banco. “...Você vai ter que me comprar algo depois.”
“Obviamente.” Jun diz, sorrindo gentilmente. “Obrigado, Josh.” “Ok, ok.” Ele nunca realmente soube como responder á agradecimentos, então Josh só abana a mão e muda de assunto. “Á propósito, Jun, você viu a Annie por aí?” “Annie? Hmmn,” Jun coloca a mão no queixo, pensativo. “Ah, acho que eu a vi no pátio externo central. Ela não parecia estar muito feliz, aliás.” “Imagino o motivo...” Josh suspira e dá um sorriso. “Ok, então acho que vou indo. Qualquer coisa eu te ligo.” Ele acena e se dirige ao pátio central, ainda um pouco triste por perder a chance de comer sua torta. Chegando no pátio, ele apara o sol repentino com uma mão encima dos olhos. Como era de se esperar, vários estudantes estão aproveitando o clima, comendo e conversando em grupos espalhados pela grama e bancos. O pátio central é o maior de todos, então, mesmo apesar do grande número de pessoas, ele não parece nem um pouco lotado. Josh respira o ar fresco. Ele gosta de ficar ao ar livre. Não embaixo das luzes de neon da cidade; ele prefere a tranqüilidade de um jardim ou até mesmo de seu quarto. Tudo na cidade parece acontecer rápido demais; era como se ele estivesse funcionando a uma velocidade diferente da do resto das pessoas. De acordo com o seu tio, é porque ele não sai o suficiente. Ele sempre diz que Josh deve sair e encontrar ''pessoas novas''. Mas, não é como se ele fosse alguém introvertido, longe disso; ele já conhece bastante gente, e de vez em quando até vai para algumas festas em que ele é convidado – algo que acontece com mais freqüência do que ele gostaria, aliás. Suspirando novamente, Josh procura por Annie em meio à mistura de uniformes brancos e azuis. Não demora muito até ele encontrar os familiares e distintos laços vermelhos prendendo longas melenas douradas em uma espécie de maria-chiquinhas. Annie é uma estudante do terceiro ano de medicina; um ano a menos que Joshua, que está fazendo seu quarto ano em botânica. Apesar disso, ela ironicamente continua com quase a mesma aparência de quando entrou em Óros: uma pré-adolescente com menos de 1,50cm de altura. E, obviamente, ela odeia quando fazem piadas sobre isso. Porem, mesmo assim Josh não pode deixar de provocá-la de tempos em tempos exatamente com esse fim; ele não tem nada contra ela, e eles até se dão bem, mas ele acha divertido ver a sua reação, apesar de saber que é algo bastante infantil por parte dele. Josh se aproxima de onde ela está sentada embaixo de uma árvore, e percebe ambos o olhar distante dela e as duas marmitas de lanche intocadas ao seu lado. Sim, ele com certeza sabe o motivo de sua aparente tristeza. “Ei, Annie,” ele tenta chamá-la pelo nome, mas ela continua olhando para um ponto vazio no espaço. Ele suspira e se senta na frente dela, passando a mão na frente de seus olhos em busca de algum sinal de vida. “Eeeei, alguém em casa?” ele tenta falar mais alto. Nada. Ele então levanta a mão em direção de um dos laços de suas marias-chiquinhas. Como se guiada por puro instinto, ela agarra o braço de Josh poucos centímetros antes de ele tocar no laço em questão. Ela realmente não gosta quando fazem isso, Josh pensa, sorrindo nervosamente. “Ooh, é bom saber que ainda está entre nós.” Ela franze o cenho e solta o braço de Josh. “... O que você quer? Eu não estou para suas brincadeiras hoje, Joshua.” Ela avisa bruscamente. “Não precisa ficar brava, senhorita.” Josh levanta as mãos, fingindo inocência. “Eu só estava me perguntando o porquê do olhar tão distante. E como o bom amigo que sou-“ “Josh. Não.” Ela interrompe, voltando os olhos turquesa para o mesmo espaço vazio de antes. “Alias, onde está aquela sua amiga? Bem que eu notei que as coisas estavam mais calmas.” Ela indaga em um tom venenoso. “Ah, ela tinha algumas coisas para resolver em Netuno hoje. Mas pode deixar que depois falo para ela que você sentiu saudades.” Josh ignora a provocação e responde em um tom alegre. Ele observa, se divertindo, o pânico preencher os olhos de Annie, enquanto ela imediatamente se vira para encará-lo de frente. “Não se atreva a dizer isso!” Ela diz desesperadamente enquanto agarra o braço de Josh novamente. Annie e Lia nunca se deram muito bem. Ou, para ser mais preciso, Annie é quem sempre mostrou certa aversão a outra garota. Lia, por outro lado, sempre demonstrou bastante interesse em fazer amizade... Ou algo parecido. Algo que nunca deu muito certo, Josh pensa com um suspiro. “Ok, ok,” Josh diz enquanto tenta se soltar do aperto de aço da garota mais jovem. “Mas, você vai precisar me dar uma ajudinha...” percebendo o olhar perigoso de Annie, ele rapidamente acrescenta, “É-É algo beneficial para nós dois! Eu juro!” “’Beneficial’?” ela indaga, percebendo que estava fazendo muita força e soltando o braço de Josh. “No quê, exatamente?” “Bem...” Josh começa, um pouco hesitante. “Eu meio que preciso falar com o Ell-” “Ah, nem vem,” Ela interrompe, cruzando os braços, “Da última vez que você me pediu ajuda porque ''precisava falar'' com ele, Ell ficou estressado por um bom tempo. E isso faz mal a saúde, sabia?” “Sim, mas dessa vez é algo...diferente.” Na verdade não, mas ele continua mesmo assim. “Sabe aquele FPS novo feito pela Uivo? Hoje é o lançamento, e a pouco foi anunciado que os primeiros que o comprarem no evento, vão receber alguns brindes especiais.” “...E o que o Ell tem a ver com isso?” “Bom, o Ell gosta de jogos de tiro, não? E eu acho que ele falou algo relacionado a esse FPS com você, já que são tão próximos...” “O-obviamente que ele me falou! Ele sempre confia em mim para falar sobre tudo!” Ela mente, tentando parecer que já sabia de algo que Ell provavelmente nem pensou em falar para ela; ou sobre qualquer outra coisa, no geral. “Então, só tem um problema. Esse evento precisa de um ingresso especial para entrar: um que só foi distribuído para os assinantes da revista g-world. E, Ell obviamente não é assinante de alguma revista de games aleatória.” ''Ele é orgulhoso de mais para algo do tipo'', foi o que Josh pensou em acrescentar no final, mas optou por não o fazer. “Maaas,” Ele tira um cartão prateado do bolso, “Coincidência ou não, eu sou um assinante,” ele afirma enquanto balança o cartão. “E me enviaram esse ingresso hoje de manhã”. Ele sorri orgulhoso; pela expressão de Annie, ela está mordendo a isca. Ele então continua, colocando o cartão de volta no bolso. “Mas eu não consigo encontrar o Ell em lugar algum, e seria uma pena se ele deixasse uma oportunidade dessas passar...” “...Muito bondoso você, hein.” Ela diz enquanto descruza os braços e pega o celular. “Mas eu também acho que o Ell não ficaria muito contente de deixar algo assim passar...” Annie suspira. “Ok, eu vou te falar onde ele está. Ative o seu GPS antes que eu mude de ideia.” Comemorando internamente, Josh tira o celular do bolso e ativa o GPS. Annie transfere os dados, e é como ele imaginava: Ell está em Saturno. “Ele é realmente previsível, não?” ele murmura sem querer, mas não alto o suficiente para Annie ouvir. “Disse algo?” “Ah, eu disse muito obrigado!” “Hunf. Isso para mim não é nada. Mas nem pense em dizer para o Ell que fui eu que lhe passei essa informação, entendido?” “Sim, sim,” Ele diz enquanto põe o celular de volta no bolso. “Ah, e Annie?” “O que foi agora?” “Porque você tem duas marmitas?” Obviamente ele sabe a resposta, mas não pode deixar de perguntar. “A-ah, e-eu...eu fiz duas sem querer! Que desperdício, né...” Annie olha com amargura para o par de marmitas do seu lado. Nunca foi segredo para ninguém que ela ‘secretamente’ nutre uma paixão por Ell desde que ela pôs os olhos nele; porém, Josh acha impressionante – e, de certa forma, admirável – a persistência dela. Se ele estivesse em seu lugar, com certeza já teria desistido. Não é pra qualquer um ser ignorado por alguém que gosta tantas vezes e não desistir de ter os sentimentos retornados. Ele até sente um pouco de pena dela; Annie não é uma má pessoa em si. Quando não está tentando parecer mais velha do que aparenta, ela é alguém bastante gentil; ela até já ajudou Josh algumas vezes com alguns trabalhos relacionados a medicina. O seu único ponto realmente negativo é a habilidade excepcional de perseguição que ela possui; e ele prefere não perguntar como que ela sempre sabe a localização de Ell. “Ah, é realmente uma pena... E eu ainda nem comi nada hoje...” “Mas hoje não tem torta de-“ “Prefiro não falar sobre.” Josh a interrompe, ainda chateado por estar de barriga vazia; é bom que Jun o dê uma ótima recompensa mesmo. “Bem, até depois então.” Ele se despede, se levantando e acenando.
“E-espere!” Annie o chama, também se levantando. “...Não é como se eu fosse comer as duas marmitas, então... Toma.” Ela entrega a Josh uma das duas marmitas que ela havia preparado com tanto cuidado. “Ficar sem lanchar faz mal a saúde.” Ela tenta dar um sermão, mas o tom de sua voz é calmo, e ela sorri. “Tomara que Ell fique feliz com o ingresso.” “Pode ter certeza que ele vai.” Ele se sente um pouco culpado por mentir, mas não é como se fosse tudo mentira; ele só duvida se Ell vai ter tempo de ir ao evento, com a reunião e tudo mais. Ele suspira e abre a marmita, e é surpreendido por um aroma positivamente bom: um sanduíche com uma aparência igualmente ótima repousa no recipiente de plástico. Joshua nunca comeu algo feito por ela antes, mas, vez ou outra ele já viu Ell comer sem problemas de sua comida, então deve ser tão bom quanto aparenta. “Ah...Obrigado, Annie!” “Hmn. Enfim, coma-o logo ou me entregue a marmita.” “Bem, eu estou com um pouco de pressa, então, aqui.” Ele entrega a marmita a Annie, e finalmente dá uma mordida no sanduíche. Sim, definitivamente seu sabor faz jus ao seu aroma e aparência. Ele suspira de alivio; por algum motivo, ele podia jurar que teria um gosto não tão bom. Novamente se sentindo um pouco culpado por esse pensamento, ele faz uma anotação mental; depois ele também deveria cozinhar algo para ela, mesmo que ela provavelmente não vá aceitar. “Está ótimo, Annie! Agora entendo porque Ell come da sua comida.” “A-ah...” Ela cora, e ele se pergunta qual a parte do elogio que a fez ficar envergonhada. Ele sorri e decide não pensar sobre isso. “...Enfim, agora sim vou indo. Você também deveria começar a comer, antes que esfrie.” Ele diz enquanto acena, virando-se e entrando em um dos corredores. Fazendo caminho até a entrada principal do campus, Josh nota a presença de alguns homens de terno e óculos escuros nos corredores: seguranças. Sem sombra de dúvidas, a presença deles deve estar relacionada com a reunião que Jun citou. “Então é algo realmente importante, hein. Imagino se alguém importante virá...” Josh pensa em voz alta, mordendo seu lanche sem nenhuma pressa. Contratar seguranças hoje em dia não é algo muito comum, já que existem cBots capazes de fazer o mesmo trabalho com mais eficiência. Porém, cBots provavelmente chamariam atenção desnecessária por aparecerem sem nenhum aviso prévio, principalmente por ainda ser horário de aula; nesse caso, a contratação de seguranças humanos é realmente uma decisão mais inteligente. “Como esperado de Jun.” Josh sorri pra si mesmo e continua andando em direção da entrada frontal. Finalmente chegando às roletas, ele pressiona seu cartão de estudante contra o leitor digital, permitindo-o que passasse sem problemas. Essas roletas enviam informações para o banco de dados da sala de segurança, informando-os sobre os horários em que o estudante as atravessou. É algo bastante útil caso alguém termine desaparecendo do lado de fora do campus. Não que isso aconteça com freqüência, claro. “Deixa eu ver...” abrindo o celular novamente, Josh abre o GPS e pesquisa uma rota curta para a Play House onde Ell está. O distrito de Saturno é localizado no centro da ilha, sendo um dos principais atrativos de Agion; em Saturno é onde está localizada a tecnologia mais avançada não só de toda a ilha, mas também de boa parte de outros países do lado oriental do globo. Várias das maiores companhias de jogos e planejamento de robótica estão localizadas aqui. Não é a toa que se pode ver cBots circulando pela cidade em uma freqüência bem maior do que no restante do mundo. “Tecnologia é algo bastante útil, não.” Josh diz enquanto observa seu GPS traçar uma rota para Saturno com uma eficiência bem maior do que ele havia visto á alguns anos atrás em sua estadia no Japão. Assim como ele havia visto no celular de Annie, felizmente Ell está logo na entrada do distrito; Josh pode pegar o metrô e saltar algumas quadras antes. Parece que Ell também não estava muito interessado em andar.Fechando o celular, ele se dirige a entrada para o metrô mais próxima, imaginando que tipo de lugar Ell se meteu dessa vez.***
Notas finais
Deve ser tão legal ser o presidente do grêmio de Óros...pela autoridade pelo menos, né. xD
Enfim, obrigado por ler até o final do cap! Duvidas? Encontrou algum erro? Sugestões são sempre bem vindas. Até mais!~
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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