Notas iniciais
Final mascarado...!

Na manhã seguinte, na escola os jovens se encontram no pátio, a mesa de sempre.

Eles recebem uma mensagem em vídeo. Eles olham que é um vídeo deles no quarto de Débora noite passada, sendo filmado do guarda-roupa de Débora.

Eles ficam muito assustados e param o vídeo na metade.

– Gente A esteve com a gente no quarto o tempo todo. – afirma Valentina.

– Eu estou começando a ficar com medo. – afirma Débora.

O sinal toca e eles se levantam indo à direção da sala de aula.

...

À tarde naquele mesmo dia, Débora vai a delegacia visitar seu pai.

– Oi pai.

– Filha, esse lugar não é para uma adolescente. – diz o homem.

– Eu sei, mas eu precisava ver como o senhor está. – afirma ela.

– Não posso dizer que estou me sentindo fantástico, mas estou bem. – diz ele. – E você? – pergunta.

– Estou assustada com tudo isso, mas a mamãe está lá em casa. – responde ela.

– Filha me escute, eu posso não sair daqui tão cedo. Preciso que tome cuidado, está bem? – pede ele.

– Por quê? – pergunta ela confusa. – O que está acontecendo?

– Apenas confie em mim. – pede ele. – Você confia?

– Sim, mas pai eu não entendo o porquê o senhor está me pedindo isso. – diz ela pedindo uma explicação.

No instante seguinte o policial entra na sala e informa que a visita acabou pedindo para Débora se retirar.

Ela sai da delegacia sem entender o pedido de seu pai.

No caminho de volta para casa, ela se encontra com Marina que a faz companhia.

– Querida, não gosto de ver você com essa carinha de choro.

– Nem eu, mas no momento é a única cara que eu tenho. – diz Débora.

– Eu sinto muito pelo seu pai. – consola Marina. – Mas ele vai sair logo de lá, eu tenho certeza.

– Espero que sim. – completa Débora.

– Que tal a gente ir ao shopping, fazer nossa terapia favorita? – convida a garota.

– Só se for para te fazer companhia. – argumenta a menina com o olhar triste.

– Bem, se eu for sozinha que vai dizer se as roupas ficaram boas ou não. – diz Marina rindo.

– Vamos, então. – confirma Débora. – Senti falta do seu bom humor amiga. – completa.

As duas caminham rapidamente até o Westphalen Hall, o shopping da cidade.

...

Do outro lado da cidade, Angelica e Carolina e encontram no Coffee Break.

– Angelica! – exclama Carolina. – Não sabia que tinha voltado. – diz a médica.

– Olá Carolina. – cumprimenta ela. – Cheguei ontem à noite à tardinha. – completa.

– Quem bom que eu te encontrei. – diz Carolina. – O conselho estava pensando em te procurar, como esposa do Alberto.

– Mas eu me divorciei dele há dois anos. – argumenta Angelica.

– Sim, mas você foi à única esposa legal que ele teve. – explica Carolina. – Quer dizer que você... – é interrompida por Angelica.

– Quer dizer que eu terei que depor ao conselho municipal. – continua ela.

– E sua filha também. – informa a representante.

– Não! – exclama Angelica enfurecida. – Minha filha não vai fazer isso se eu não permitir, é a lei. – levanta e sai.

Angelica sai brava da cafeteria deixando Carolina frustrada sozinha à mesa.

...

Frente ao portão de entrada da Echo’s House, Jonathan está esperando Henrique sair, após o fim do tratamento.

Novamente ele vê e encara a irmã de Valentina e ela responde o olhar acenando para ele que se contrai envergonhado.

Henrique desce rapidamente as escadas e vai até o portão ao encontro do amigo.

– Que bom ver um rosto conhecido, apesar de ter um rosto aí dentro que eu conheço desde criança. – diz Henrique olhando para Victória do lado de fora do portão.

– Tenho muita coisa pra te contar, mas antes que tal um café no Coffee Break? – diz Jonathan convidando Henrique.

– Eu quero muito um café decente, por favor. – concorda ele aceitando o convite. – Vamos. – completa.

Os dois se abração e Henrique aproxima seus lábios aos de Jonathan, lhe beijando frente ao portão da casa.

Victória observa os dois com olhar fixo. Até que o enfermeiro chama todos para dentro da casa.

...

Na cafeteira, alguns minutos depois, Henrique e Jonathan se encontram com Débora e Marina e logo em seguida chegam Valentina, Gabriella e Bernardo.

– Se nós tivéssemos combinado, não estaríamos todos aqui não é verdade. – ironiza Marina.

– Com toda a certeza Marina. – completa Gabriella.

Minutos depois, os telefones dos cinco amigos tocam juntos, deixando Henrique e Marina desconfortáveis.

Eles pegam o celular e olham a mensagem.

Querem a verdade, estarei na igreja antiga onde tudo começou.

Venham até mim.

– A

Eles se olham e levantam rapidamente pedindo desculpas para Henrique e Marina por os deixarem lá sozinhos.

Os dois se olham e saem logo em seguida seguindo os cinco jovens pela cidade ao pôr-do-sol.

...

Alguns minutos depois que o sol se põe, os cinco entram na igreja e Marina e Henrique vão logo atrás se escondendo atrás dos bancos velhos e apodrecidos deixados lá há anos.

Uma pessoa sai de dentro da sacristia com uma roupa preta, mascara e capuz.

A se aproxima dos cinco jovens com uma arma, mas não tira a máscara.

Logo em seguida mais dois As entram pelas portas laterais da igreja.

– Por que vocês não tiram a máscara? – pergunta Valentina.

A garota fica sem uma resposta, porém logo em seguida se ouvem sirenes de polícia no lado de fora do local onde Anderson foi morto.

Os cinco se distraem enquanto a policia entra no local, enquanto isso os três As saem dali rapidamente sem deixar vestígios, Marina e Henrique também saem discretos dali.

Os policiais entram com uma lanterna em uma das mãos e uma arma na outra.

– Parados, todos vocês. – ordena o delegado, pai de Bernardo. – Vocês de novo, isso não é bom.

Enquanto os policiais vasculham o local, os adolescentes “problemas” ficam no lado de fora aguardando, quando recebem uma mensagem.

Eu avisei que não vai ser fácil.

O jogo começou cães do inferno!

Beijos, — A

[...]

Notas finais
...!