Silêncio.
1 Silêncio
Como num sopro tudo poderia se acabar,
se eleve com o vento
carregue os ossos do meu corpo
e escape pela janela
A inquietude tira-me o sono
Leve embora minhas lágrimas.
A tirania sobreposta à mim
sem objeção ao desejo de destruição
de quem nada têm
e com que nada se defende.
Quero estar sozinha
a cada momento
deliciar-me do silêncio,
do luxo do silêncio
E revisitar dias passados
e os desejos futuros,
com utopias na minha mente.
Quero viver um suspiro eterno
uma riqueza sublime
e logo no piscar, quero saber do amor
que irá me dar o sonho de amar...
tranquila.
Celeste, silenciosamente... sublime.
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