Sick Heart
4 The easy way
Notas iniciais
“Senhorita DiLaurentis, entre por favor,” Sam gesticulou docemente, e Alison não podia dizer se o sorriso era real ou plástico.
A loira olhou para a assistente do homem mais uma vez, sentindo-se como se estivesse andando em direção à cadeira de execução – mas na verdade, ela estava apenas dando uma “acelerada” em seu futuro-.
Quando ela olha de novo, a porta estava vazia. Ela levou seu tempo de caminhada em direção ao consultório de Sam Concorvan.
Uma vez lá dentro ela examinou a sala. Era espaçosa e moderna, como a de Emily Fields, com alguns enfeites aqui e ali. Sam estava sentado atrás de uma grande mesa de mogno escuro, os olhos para baixo enquanto escrevia alguma coisa. As paredes eram da cor branca e haviam três poltronas da cor preta. Por pura maldade, Alison deduziu que foi Emily Fields quem decorou aquilo, Sam não teria capacidade para fazer algo tão bem feito como aquilo. Era estranho não encontrar qualquer vestígio de sua família em sua sala, nem mesmo um porta-retratos. Apenas alguns quadros abstratos, diplomas emoldurados na parede e algumas outras pequenas decorações inúteis.
Ele olhou para cima finalmente, encontrando seus olhos nos azuis brilhantes de Alison. Ele aponta para a poltrona à sua frente antes de se levantar e fechar a porta. Voltou para sua cadeira de couro e pegou o que estava trabalhando.
Limpou a garganta, “Então, Alison, o que te traz aqui?”
“Eu não sei,” Alison respondeu analisando suas unhas bem-feitas, “Eu queria conversar com você.”
Sam se animou na cadeira e olhou para o relógio de parede – ele teria tempo -, “Então, prossiga.”, tirou seus óculos de leitura.
“Você percebe que eu estou atraída por você, certo?” Alison começou sem rodeios, cruzando os braços.
Ele pareceu surpreso no início, antes de se recuperar rapidamente com um pequeno sorriso. Ele também cruza os braços e se recosta em sua cadeira um pouco, “Eu percebo, mas é algo que também está fora do meu controle; você é fodidamente gostosa.”, ele disse, sentindo excitado.
“Tanto faz.”
Alison se levantou rapidamente e colide seus lábios com os de Sam o pegando desprevenido momentaneamente. Ele sussurrou algo quando seus dentes se chocaram. Alison não pareceu se importar, porque estava segurando a nuca da loira com força. Sam deu a volta na mesa indo de encontro a Alison e logo a garota sentiu o quão duro ele estava. Eles não saíram do lugar, porque ela estava se empurrando de igual modo de volta a ele. As mãos fortes do loiro apertavam a cintura fina de Alison. Seus corpos estavam tão juntos que não haveria possibilidade de alguma corrente de ar passar entre eles. Não havia gemidos, apenas a respiração pesada e os sons das duas bocas se chocando. A mão de Sam estava mais ou menos puxando o pescoço de Alison, e ela teria marcas vermelhas e possíveis contusões em menos de uma hora, mas ela não se importava. Ela estava conseguindo o que queria. Como ela poderia se importar?
Alison gemeu e sentiu a mão de Sam perto de sua barriga. Ela se atrapalhou ao sentar na mesa de mogno, enquanto Sam se posicionava no meio de suas pernas.
Sam empurrou-a ainda mais sobre a mesa, ela caiu enquanto olhava para o rapaz com os olhos com um tom azul escuro ardentes, enquanto ele batia sua respiração contra a de Alison, mas ela não se importava. Sam a atacou não beijando mais a boca, ele estava em todos os lugares. Beijos desordenados e molhados, e Alison fez a mesma coisa, se livrando do blazer de Concorvan. Os lábios grossos do rapaz estavam no canto da boca de Alison enquanto os da garota sugavam sua mandíbula. Alison mexeu seus quadris de encontro ao membro coberto de Sam, gemendo fraco ao sentir o membro do rapaz de encontro a sua vagina também coberta.
“Deus, Sam. Se livre logo destas roupas”, ela sussurrou. Pelo menos, ela conseguiu falar algo. Sam estava fora de controle.
Alison se levantou e se afastou de Sam, virando de costas para o mesmo, e Sam não pode resistir. Ele se aproximou e colocou os braços ao redor da cintura da loira por trás. Alison cruzou os braços sobre os de Sam e se inclinou para ele, permitindo-lhe para pressionar os lábios no rosto de Alison.
“Mmm...Isso é bom”, Alison murmurou, inclinando a cabeça para trás e expondo mais de sua garganta para Sam provar. Ele aproveitou, mamando em seu ponto de pulso enquanto suas mãos lentamente passaram pelo torso de Alison – e uma mão ficando na barriga tonificada enquanto a outra subia até a sua palma moldar a curva de um dos seios. Alison gemeu e estendeu a mão para prender os dedos no cabelo loiro. Seu peito subia e descia mais visivelmente enquanto Sam continuava mordendo e lambendo a pele macia e branca. “Oh Deus, Sam...”
Sam sentiu uma nova onda de excitação ao ouvir Alison gemendo seu nome. E ele não via a hora de ouvir Alison gemendo palavras monossilábicas como oh, sim, Sam, meu Deus, mais, por favor.
Alison se moveu impacientemente contra ele, pressionando seu traseiro entre as pernas de Sam e puxando um gemido dele. Alison sorriu triunfante.
E seria assim que ela iria conseguir o que queria.
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