Sick Heart
2 Drinking Can be good
Notas iniciais
Quarta-feira de manhã, todos os funcionários estavam tropeçando em seus próprios pés, com pressa para evitar Emily Fields quando ela apareceu na entrada do hospital trovejando através dos corredores. Houve, no entanto, algumas exceções notáveis, que no caso seria o vice-presidente do hospital, Sam Concorvan que não tinha medo de Emily como a maioria dos funcionários daquele hospital. Emily não sabia se os boatos do rompimento com Ben Coogan já haviam se alastrado pelo hospital como sempre acontecia, mas ela percebeu que haviam alguns sussurros atrás dela enquanto ela passava mal humorada.
Emily passou por Ezra Fitz e Aria Montgomery que conversavam animadamente, e a Dra. Montgomery teve um estalo de atenção na direção de Emily. Aria voltou a conversar com Ezra mas agora timidamente quando Emily passou marchando passando por ela com uma cara mal-humorada. Ninguém havia tido sinal de Emily Fields na terça-feira pelo dia inteiro e Sam Concorvan aproveitou a oportunidade para mandar e desmandar o dia inteiro como um verdadeiro presidente do Mount Sinai, e não obedecendo as ordens da morena quase sempre.
Todos os funcionários estavam petrificados quando a morena se virou com um olhar frio em seu rosto para observar os funcionários a procura de alguém em especial. Ela deu três passos firmes e apontou o dedo indicador para Sam Concorvan que estava galanteador com um copo de café piscando sugestivamente para a recepcionista que estava com o rosto beirando a roxo quando viu Emily Fields caminhar em sua direção.
Emily limpou a garganta para prender a atenção de Sam, "Você. Eu quero você na minha sala em exatamente 5 minutos. E eu não quero atrasos." ela disse e desfilou até o elevador, apertando o botão do último andar do prédio e desaparecendo para que o trabalho voltasse ao normal.
Talvez Sam estivesse se divertindo um pouco -ok, muito- com todo aquele mau humor de Emily, mas não é como se alguém já não tivesse tentado avisar a ela que ela estava focada demais com seu trabalho. Ok, foram mais como algumas indiretas bem disfarçadas, mas eles nunca deixaram de falar para tentar fisgar alguma outra reação de Emily que não fosse total indiferença no assunto de sua vida pessoal. Não era novidade que Ben planejava deixar Fields. Sam sabia que algo do tipo iria acontecer mais cedo ou mais tarde, era apenas questão de tempo até que a bomba explodisse na casa de Emily.
Como esperado, Emily estava o esperando em sua sala com a porta aberta, com sua atenção totalmente focada na tela de seu notebook enquanto seus dedos dançavam agilmente sob o teclado da cor branca. Emily não podia ver o rosto de Sam enquanto digitava, mas ela estava disposta a apostar que Sam estava sendo totalmente obvio, com o olhar apavorado que ele ficava quando Emily o chamava em sua sala daquela forma. Ela suspirou calmamente e deslizou de sua poltrona para dar a volta na mesa, apoiando seu corpo bem ali.
"Eu quero que você demita Ben Coogan.", ela guinchou
Sam não perderia a oportunidade de ser indiscreto, então abaixou os olhos para seus sapatos sociais para soar convincente de que não sabia de absolutamente de nada sobre o rompimento do casamento de Emily — o que na verdade, não faltou sussurros pelos corredores, e ele se deliciou com tudo o que saia venenosamente da língua dos funcionários do Mount Sinai, sejam faxineiras até os médicos. "Aconteceu alguma coisa? Você nunca demitiria seu marido, Sra. Fields."
"Cale a boca e não se faça de inocente. Eu sei muito bem que vocês cochicharam nas minhas costas sobre o que realmente aconteceu comigo e Ben." Sam soltou um hunff indignado e olhou para o vaso de plantas ao seu lado para evitar o olhar duro de Emily. "E é claro, eu não aprecio que vocês estejam tão interessados na minha vida pessoal, mas, se vocês tem algo a dizer que eu não saiba, digam isso na minha cara." Fez uma pausa significativa e então continuou, "Eu quero que obedeça minhas ordens agora!"
"Desculpe?"
"Não há desculpas pra você." Emily retrucou com uma carranca. "Vá."
*
"Oh, não, ela não fez." Aria disse indignada.
"Oh, ela fez sim," Hanna disse com o queixo erguido desafiadoramente, "Paige apenas me contou ontem à noite quando estávamos de plantão. Emily chorou ajoelhada pedindo perdão para o Dr. Coogan."
"Eu pensei que cirurgiãs plásticas não precisavam fazer plantão." Spencer Hastings disse com uma careta confusa.
"Eu também. Mas parece que Sam não acha isso.", respondeu Hanna. "Está claro que ele tem graves problemas com a posição que ele se encontra. Sempre abaixo da poderosa Emily Fields."
Aria zombou: "Você acha? Sam queria mais do que qualquer empurrar Sra. Fields de sua luxuosa poltrona e tomar seu lugar para mandar e desmandar neste hospital. Ontem foi, para ele, um dia de glória."
"Ok, mas todos nós sabemos que se caso Emily saísse da presidência, ela escolheria qualquer outra pessoa para tomar o seu lugar, e não Sam Concorvan, o maior sem-vergonha da história do Mount Sinai." Aria apontou. "Eu ainda não sei porque Emily permitiu com que ele fosse vice-presidente deste hospital. Será que ela sabe de tudo o que ele faz?"
Spencer revirou os olhos para a mulher. "Não realmente, Aria."
"Eu acho que Sam já teve um caso com a Emily, por isso ela permite a vice-presidência dele neste lugar." Hanna explicou.
Spencer e Aria olharam para Hanna em total perplexidade e ecoaram: "Hein?"
Hanna adivinhou pelo olhar das duas que elas estavam achando aquilo um total absurdo, então explicou : "É o único motivo plausível para que isso continue acontecendo."
"Isso é loucura, Hanna." Corrigiu Spencer. Por mais que a médica gostasse do jeito extrovertido da cirurgiã plástica, as vezes, ela passava dos limites com suas loucuras.
Aria fez uma careta. "Emily Fields com Sam Concorvan?"
"Parece uma ideia assustadora, não é?" Spencer disse com uma cara de total nojo. "Sam não faz o tipo de Emily. A grande Fields é uma mulher poderosa e elegante, e Sam só tem aquela cara de conquistador barato e de punheteiro."
"Ai, meu Deus!" Hanna gritou entrando em um ataque de risos. "Emily e Sam com certeza nunca aconteceram."
"Não que nós sabemos." Spencer corrigiu sabiamente.
"Nós saberíamos sim, Spen. Emily é muito óbvia quando está em um relacionamento com alguém." Aria argumentou, ignorando o comentário de Hanna.
"Você por acaso já viu Emily com alguém além de Ben Coogan?" Insistiu Hanna, parecendo um pouco mais séria depois, ainda assim, Spencer tinha certeza de que Emily poderia ter ficado com alguém além de Ben, mesmo que Emily tenha aquela pose de mulher politicamente correta.
"Como Emily Fields é na cama?" Hanna Marin sorriu maliciosamente, arqueando as sobrancelhas. "Porque Ben a deixou. E ela é boa demais para ser verdade. Com certeza é algum problema com sexo."
"Oh, inferno não." Spencer começou, "Eu não vou imaginar a presidente deste hospital, por mais gostosa que seja fazendo sexo. Ela pode ler mentes e me despedir." Spencer sussurrou a ultima parte.
Aria gargalhou, "De que século você veio, Hastings?"
"Do século em que se a chefe nos pegar fora dos nossos setores, vamos ser médicas desempregadas."
Aria concordou com a cabeça, "Sim, é melhor voltarmos ao trabalho."
*
"Então, me conte mais sobre você." Emily pediu olhando para cima de sua agenda onde ela estava anotando algumas coisas na folha em branco e focando na bela loira. Ela estava realizando a terceira entrevista do dia e realmente já estava ficando cansada daquilo. Seu avô era muito melhor para avaliar pessoas.
"Meu nome é Alison DiLaurentis, tenho 27 anos e nasci em Rosewood, na Pensilvânia. Eu me interessei por medicina desde quando eu era uma pequena criança e não desisti do meu sonho desde então. Me formei na Perelman, na Pensilvânia mesmo, e me aconselharam a trabalhar em grandes hospitais como o Mount Sinai para me destacar e conseguir a minha sonhada carreira de cardiologista bem sucedida."
Na verdade, Alison sempre se destacava entre os demais, mas não era porque ela era se esforçava para isso, mas ela sempre gostou de ser o centro das atenções. Alison nasceu em uma pequena cidade na Pensilvânia e lá criou sua fama de princesa de Rosewood. Ela sempre gostou de se destacar.
Emily parecia satisfeita com a resposta de Alison, então continuou, "Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?"
"Meus objetivos, sendo a curto ou a longo prazo é cuidar de todos os pacientes que chegam aqui a beira da morte por problemas de coração. Eu não admito uma morte quando está sendo tratada comigo." Não quando o paciente já chega morto, de qualquer maneira.
"Oh, eu gostei da sua ambição," Emily admitiu com um aceno de cabeça ", mas o que levou você a mandar seu currículo para este hospital?"
"Eu soube que este era o melhor e maior hospital de toda Nova York, então eu apenas quis arriscar." Mas foi isso mesmo? Emily começou a entrevista totalmente entediada, mas agora ela literalmente não estava. Srta. DiLaurentis estava dizendo tudo o que a morena queria ouvir.
"Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?", Emily perguntou, "Mas eu digo isso pelo seu trabalho." Esclareceu.
"Deixar minha vida em Rosewood para me arriscar em Nova York." Alison respondeu rapidamente.
"Deixe me ver... O que procura em um emprego?"
"Satisfazer os pacientes e a mim mesma fazendo um bom trabalho com as oportunidades oferecidas."
"Muito bom, Srta. DiLaurentis!" Parabenizou com um sorriso doce nos lábios, "Mas, você consegue trabalhar sob pressão e com prazo definido para alguma coisa?"
Alison sorriu, "Definitivamente. Eu amo a adrenalina de ter um prazo para alguma coisa, e amo mais ainda a adrenalina que é trabalhar em estados de emergência."
Emily franziu o cenho para a sua agenda, e voltou sua atenção a Alison. "Na verdade, eu acho que está contratada. Seja bem-vinda ao Mount Sinai e as perguntas de seu conhecimento no setor de cardiologia, eu passarei para Spencer Hastings." A morena sorriu e se levantou de sua cadeira para apertar a mão da nova contratada.
Alison arregalou os olhos cobrindo a boca com a mão surpresa, "Oh meu Deus", ela finalmente conseguiu. "Muito obrigada Sra. Fields. Será um prazer trabalhar aqui!"
Emily riu com o entusiasmo da loira e então respondeu, "Será um prazer ter você fazendo parte deste hospital."
Ela só não sabia o grande erro em que estava se metendo...
*
Emily realmente não tinha muito gosto para tequila. Na verdade, ela gostava de pensar que ela não tinha gosto para álcool em geral. Ela ocasionalmente desfrutava de uma taça de vinho para parecer sofisticada porque ela realmente gostava do sabor do mesmo. A aparência de sofisticação era essencial quando se fazia parte da família Fields.
Mas sofisticação não era algo que qualquer um poderia acusar Emily naquele momento. Ela vagamente se lembrava de flashes de como havia chegado a aquele pub no início da noite logo depois de deixar o Mount Sinai e algumas doses de tequila sendo viradas sem dó rasgando em sua garganta, mas é certo que ela não estava completamente sóbria para se lembrar do que havia dito e feito desde então.
Maya estava enrolada no sofá ao seu lado com seu vestido muito apertado agrupado em torno de seus quadris quase indecentemente, segurando uma garrafa de tequila em seus braços, e olhando como se John estivesse nu. Era um pouco desconcertante de ver, mesmo que seja algo que ela já estivesse acostumada.
John timidamente deslizou do sofá que dividia com Maya, e se aproximou de Emily “Enquanto eu percebo que não é realmente o meu lugar para tentar impor qualquer tipo de temperança sobre você, como experiente, tenho que expressar a minha preocupação com seu ritmo atual de consumo de álcool.” Brincou
Emily mergulhou a cabeça e um mar invisível à sua frente, balançando para frente para encarar o namorado de sua amiga – ou tentar. – “Não é como se eu tivesse um marido preocupado me esperando em casa.” Mordeu os lábios apontando a garrafa para o garoto, “,ele me deixou.”
“Ele o quê?” Maya latiu
Emily revirou os olhos para Maya. “Ele me deixou.”
“Emily, vocês dois estavam tão bem. Eu nunca vi vocês mal um com o outro.” John disse com medo do olhar fumegante que sua namorada lançava para um lugar sem direção específica.
Emily corou de vergonha. Talvez se ela desse um pouco mais de atenção ao seu marido ela poderia estar em casa assistindo a um filme qualquer deitada ao lado de Ben. Eles estavam indo tão bem desde que se conheceram que era meio difícil de acreditar.
Maya então começou rosnando: “Em, eu não acredito que ele...”
Emily apontou um dedo para Maya. “Nem pense nisso. Eu não quero ouvir uma palavra sobre o quão merda é isso. Especialmente de você que nem sabe o quão estúpida eu fui e que tudo foi culpa minha. Não pense que eu não sei exatamente como age quando alguém me magoa e a merda do seu ego do mal encorpora no seu corpo e como porra você fica. As vezes sequer lembra do que fez mais tarde.”
Quando Maya estava prestes a estrangular o primeiro que lhe aparecesse, John agarrou o pulso de Maya e a empurrou de volta para o sofá. “Primeiro, nem fodendo você vai atrás dele Maya. Segundo, você nem procurou saber o que aconteceu. Emily acabou de dizer que foi culpa dela, porque não conversam com mais calma antes de ir até a casa de Ben e criar um belo balde de drama? O que aconteceu, Em?”
O rosto de Maya empalideceu, depois ficou vermelho de raiva e ela foi tentar mais uma vez se soltar dos braços do namorado se não fosse o olhar em chamas que John lhe lançava, então ela se encolheu. “Não acho que ele tenha a deixado por besteira. Ele com certeza estava a traindo. E eu não acredito que esse crápula machucou a minha amiga.”
Emily nem sequer pestanejou. “Por favor, você sabe que Ben não seria homem o suficiente para me trair. E neste caso, a culpa foi totalmente minha, o “ignorando” por aproximadamente 5 meses.”
John recuou com uma careta confusa. “Por que diabos você estava o evitando?” perguntou ele com o cenho franzido
“Eu estava muito ocupada com o meu trabalho, e então eu não tinha tempo para ele.”
Maya virou-se estranhamente calma. “Olha Em. Eu posso odiar o Ben em todas os sentidos possíveis, mas não seria um problema dar um pouco de atenção para o rapaz. Você não pensou em tudo o que ele sacrificou para ficar com você.”
Emily cruzou os braços. “Agora você está o defendendo. Mas isso foi até bom, pelo menos eu não teria ninguém me cobrando fora do hospital.”
Maya revirou os olhos. “Tanto faz. Não vou mais dizer nada. Vou pegar uma bebida.” Maya se levantou e puxou John ao lado dela começando a se afastar, que olhou para trás e disse.
“Vai ficar tudo bem.”
Ela havia perdido pessoas antes. Não dezenas de vezes, ela não era uma vadia, mas tinha havido alguns casos. Mas definitivamente ainda doía a ideia de ter perdido Ben Coogan.
*
O gosto em sua língua era nojento e toda sua boca estava seca e suja, e ela quase esperava que tossisse pelos como os gatos às vezes faziam. Abrindo um olho preguiçoso, ela rapidamente o fechou novamente, cega pela claridade. Cautelosamente, suas pálpebras se abriram novamente e ela olhou em volta antes de suspirar e decidir voltar a dormir.
Espera.
Abrindo os olhos novamente, Emily rapidamente apoiou-se em seus cotovelos, finalmente vendo ao seu redor. Ela estava deitada no chão do banheiro. Ela já havia acordado em lugares estranhos antes, mas na maior parte do tempo ela conseguia acordar a tempo e se jogar em uma cama antes de desmaiar. E não era como se Emily tivesse bebido tanto na noite passada, ela realmente se lembrava de algumas coisas.
O que diabos havia acontecido? Ela tinha dançado um pouco com Maya, depois com um homem que ela não se preocupava em lembrar seu rosto. Em seguida, ela não lembrava de mais nada. Então, por que diabos ela estava estirada no chão de um banheiro quando claramente aquele não era um lugar confortável para dormir? Olhando para baixo em si mesma, Emily viu que vestia apenas uma lingerie e gemeu de desgosto com aquilo. Ela havia transado com alguém na noite passada? Xingando, gemendo e resmungando ao mesmo tempo, Emily meio grogue se empurrou até que estivesse em pé com as pernas bambas. Fazendo uma careta, porque ela se sentia uma droga, ela cambaleou até a porta e a abriu, esperando ver uma cama de motel com algum rapaz qualquer.
Não era bem assim.
A porta do banheiro a levou para um quarto que ela reconheceu ser como o de Maya.
“Mmmm” um gemido havia rasgado o silêncio.
Quase tendo um ataque cardíaco, Emily andou para trás e tropeçou em seus próprios pés, e suas costas bateram contra a parede atrás de si.
Uma figura nua levantou-se preguiçosamente da cama de Maya, e oh, era Maya. E...
Oh não.
“Não me diga que eu transei com você noite passada.” Emily fechou seus olhos e pediu apavorada.
“Huh? Oh querida...”
Os olhos cansados de Emily se arregalaram em choque quando ela viu o rosto confuso de Maya e então ela imediatamente ficou sóbria.
“Maya merda, nós não-“
“Calma, não aconteceu nada. Eu tive sexo com John na noite passada, você ficou um bom tempo vomitando no banheiro.” Acalmou-a, e sua expressão preocupada relaxou. Ela crispou os lábios e acenou com a cabeça.
“Eu quero água.” Emily alertou e vestiu uma t-shirt de Maya, juntamente a um short antes de caminhar até a cozinha.
Maya – ainda nua caminhou atrás de Emily preguiçosamente e perguntou calmamente, “Você lembra de alguma coisa?”
“Eu não lembro de nada.” Emily riu e serviu um copo de água o bebendo em um único gole.
“Você está bem?”
Emily assentiu e murmurou, “Estou bem.”
“Você tem certeza? Não quer deitar um pouco comigo? Ainda é cedo e você deve estar morrendo de dores pelo corpo e na cabeça. Você bebeu demais noite passada.”
Emily piscou os olhos algumas vezes e assentiu em seguida. “Que tal dormirmos um pouco e depois você me contar tudo o que eu fiz noite passada?”
Maya sorriu e abraçou a amiga, dirigindo-a de volta ao seu quarto. “Tudo bem. Mas agora vamos dormir um pouco.”
Fale com o autor