Show De Vizinho
10 Mas do que perfeito!!
Notas iniciais
Quero muitoosss comentarios!
- O que acha de passar o final de semana numa fazenda? – ele pausou e me encarou erguendo a sobrancelha – Comigo. - Acho ótimo, mas não irá atrapalhar os planos de Esme? Ela anda sempre tão ocupada... – analisei não querendo dar trabalho e ocupar o tempo de ninguém. - Bella, acho que não me ouviu direito. – disse Edward docemente, alisando meu rosto – Nós vamos sozinhos. Só eu e você. Nós dois. - Sério? – ele afirmou, balançando a cabeça – Hum... deixe-me pensar... – brinquei, colocando a mão no queixo e analisando os prós, porque não existia contra quando o assunto era Edward. – Claro que quero ir. Quando vamos? - Que tal hoje depois da escola? As meninas te passam a matéria depois. – completou ele quando viu que eu iria questionar os deveres e trabalhos acumulados que teríamos de fazer depois. - Ok. Quanto mais cedo, melhor. Na escola, contei o que havia acontecido para Alice, Rose e Ângela que me consolaram e me apoiaram na minha pequena viajem. Pela primeira vez senti que tinha amigas que realmente se importavam comigo, que queriam que eu ficasse bem, feliz. - Qualquer dia desses temos que sair! Nunca fizemos nada sozinhas, tipo clube da Luluzinha. – falei. - Que tal uma festa de pijamas na minha casa? – Alice deu pulinhos. - Boa ideia! – Rose comemorou. - Nunca fui a uma festa de pijamas antes. Tenho que levar alguma coisa? – perguntou Ângela endireitando seus óculos que escorregavam em seu nariz. - Seu pijama! – respondemos Alice, Rose e eu. No fim das aulas me despedi delas e Emmett que quase me matou com seu abraço de urso, como sempre. - Chega Emmett! Eu vou estar de volta no domingo. Não é possível que vá sentir tanta saudade assim. – sacudi meu corpo tentando sair de seus braços. - Mas eu vou sentir muita falta de você Bellinha. – finalmente ele me soltou, beijando a minha bochecha. - Eu também vou Emmett. Eu também vou. – disse aliviada por volta a respirar – Se cuida. Edward me deixou em casa para que eu preparasse a mala, enquanto arrumava a sua. Como não sabia o que esperar do clima, enfiei praticamente todo o meu guarda roupa na mala. Passei mais tempo do que necessário, fazendo uma revisão de tudo o que eu havia colocado, conferindo se não me esqueci de nada, tentando não pensar que ficaria três dias inteiros sozinha com Edward. Meu coração disparou com a ideia e coisas se passaram em minha mente. Comecei a imaginar seus lábios nos meus, sua língua quente e experiente em meu corpo... Sacudi a cabeça e afastei todo esse tormento de minha mente, descendo as escadas e indo para a casa da frente, onde Edward me esperava com Esme ao seu lado. - Divirtam-se! – ela nos abraçou antes de entrarmos no carro – E não se preocupem com o Emmett. Eu cuido daquela criança gigante. – ela sorriu. Eu não estava preocupada com Emmett. Havia ficado nervosa com o fato de um dia, Charlie descobrir dessa minha “fuga” com Edward, contudo, Esme tranqüilizou-me dizendo que daria cobertura, para que ninguém mais, além dela, soubesse. Quando cruzamos a fronteira da cidade, soltei um suspiro de alívio, sentindo meu corpo, automaticamente, relaxar à medida que me afastava mais e mais daquele lugar. - Não acredito que estou saindo de Forks depois de tantos anos enfurnada naquele lugar. - Para onde foi quando saiu daqui? - Faz muitos anos. Acho que tinha uns oito ou nove anos de idade. Fomos para Phoenix no verão. Lembro que me diverti muito com meus... pais. – era estranho dizer aquilo. Edward percebeu a mudança em minha voz. - Se quiser, ligue o rádio. Trouxe uns CDs. Acho que vai gostar. - Onde estão? – perguntei enquanto ligava o rádio. - No porta-luvas. – ele apontou.Quando abri, os CDs caíram todos no meu colo e alguns se espatifaram no chão. Eram tantos que não sabia como couberam num espaço tão pequeno. Pensei em qual deles era o que Edward esperava que eu achasse até que o avistei embaixo de muitos outros CDs. Era o mais recente dos Kings Of Leon. Coloquei para tocar e encostei minha cabeça no banco, apenas deixando a melodia tomar posse de minha
mente. - Quanto tempo de estrada? – peguei sua mão e entrelacei com a minha. - Umas três horas. – Edward pareceu não se importar com o tempo que levaria dirigindo. – Por que não descansa? – ele acariciou meu rosto, ainda com nossas mãos unidas. - É. Acho que vou tirar um cochilo. Ainda mais com essas músicas. – sorri. Inclinei-me e dei um beijo rápido do canto de sua boca.Abri meus olhos e vi que estava muito escuro e que não estava mais no carro e sim numa cama grande e macia. Procurei por um abajur até que o achei, acendendo-o em seguida. Edward não estava ali. O chamei, porém ninguém respondeu. Fui até a porta e andei pelo corredor iluminado até encontrar a escada pela qual desci, procurando, agora, onde Edward estaria. Não foi difícil encontrá-lo devido ao cheiro que vinha da cozinha. - Até que enfim acordou. – ele beijou-me a testa – Pensei que estragaria a surpresa dormindo por toda a noite. - Surpresa? – perguntei ainda grogue pelo sono. - É. Estou preparando um jantar. – ele sorriu, mexendo em uma das panelas. - Mas você acabou de me contar o que é! - Contei, mas acontece que se você acordasse só amanhã, não haveria surpresa nenhuma. – não consegui segurar o riso de sua explicação sem nexo algum. - Essa casa é enorme. – observei. Só a cozinha era o andar de baixo inteiro da minha casa. - Você ainda não viu nada. Precisa ver o que te espera lá fora. – olhei para a janela numa tentativa inútil de conseguir enxergar alguma coisa. - Por que não conhece melhor a casa? Ainda vou demorar um pouco aqui. Assim que saí da cozinha, andei pela enorme sala, que tinha um aconchegante sofá vermelho sangue no centro. Nesse andar havia não uma, nem duas, mas três salas. A de jogos era a maior, contendo todos os tipos de jogos que se pode imaginar. A de visitas foi a primeira que vi bem iluminada e aconchegante como disse. Porém, a terceira, que ficava um pouco escondida, chamou minha atenção. Sua iluminação era baixa, com enormes pufes vermelhos e brancos espalhados por todo o chão. Na parede, havia um telão parecido com essas telas de cinema, rodeado por potentes caixas de som. No andar de cima, havia quatro banheiros e um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito! OITO quartos. Dois deles eram maiores que os demais e mais completos, cada um com um banheiro de cair o queixo. Era tão lindo que não tive vontade de sair daquele banheiro. Pelo tempo que havia levado para conhecer a casa, percebi que já era hora de começar a me arrumar para o jantar.Liguei o chuveiro e me preocupei em relaxar. Sequei meu cabelo e procurei por algo que pudesse vestir. Por sorte, destino ou coincidência, encontrei um vestido que Alice me dera e eu nunca havia usado. Pensei até que o tivesse perdido, entretanto, curiosamente, eu o tinha trago. Perfumei-me e prendi duas mechas do meu cabelo para trás e coloquei o vestido que era bem colado no corpo e curto também. Passei um brilho incolor e rímel para realçar meus olhos. Dei uma última olhada no espelho e desci respirando bem profundamente. Senti meu coração bater mais forte e um frio na barriga à medida que eu descia as escadas e me aproximava da cozinha, onde eu podia ouvir Edward abrindo a torneira, pegando algo na geladeira. Eu sabia que essa noite seria especial. Quando entrei na cozinha fiquei de boca aberta. Edward estava lindo! Parecia esses homens de comercial de perfume. Ele usava uma calça social escura com sapatos pretos, e sua blusa era branca, aberta até o meio de seu tórax, mostrando seu peito musculoso, e dobrada em seu antebraço. Seu cabelo estava impecavelmente bagunçado, mas ao mesmo arrumadinho, sabe? - Você está perfeito! – sorri quando ele pegou em minha cintura, beijando-me gentilmente. - E você está maravilhosa. – beijou meu rosto – E também devo dizer que esse vestido me deixa completamente louco. – Edward passou a mão por todo o tecido grudado em meu corpo, deixando-me totalmente arrepiada e com as pernas bambas. Ele olhou para o decote e, em seguida, para minhas pernas. - Onde.. err... – respirei fundo e limpei a garganta, tentando ignorar seu olhar em mim – Onde está a mesa? – sorri feliz por mudar de assunto. - É por aqui. – disse ele oferecendo o braço. A sala de jantar, como toda a casa era enorme. No centro, estava uma mesa redonda com duas cadeiras. Em cima dela, havia um discreto, porém, lindo arranjo com lírios cercados por velas. A sala inteira tinha velas por todo o lado. A iluminação estava baixa, dando aquele clima. Edward pôs a mão em minha cintura, abraçando-me de lado e guiando-me até a mesa, puxando a cadeira para que eu sentasse. - Espere aqui. – disse ele antes de desaparecer e surgir, minutos depois, com o prato da noite nas mãos. - O que é? – perguntei curiosa. - Risoto de frango. – ele abriu a tampa, fazendo o cheiro que era maravilhoso, inundar o ambiente. - Nossa que cheiro bom! – inclinei-me para a panela – Espero que o gosto também seja bom. – brinquei. - Não seja boba. – ele sentou-se de frente pra mim – Já lhe provei que sou bom na cozinha. - Não só na cozinha. Você é bom em tudo. – encarei seu peito à mostra, mordendo os lábios, tentando segurar a vontade de pular em cima dele. - Bella, eu sou bom amando você. – seus olhos pareciam brilhar quando Edward sorriu depois de ver a minha cara de derretida quando ele disse isso. – Vamos comer? – perguntou ele quando viu que eu não tinha resposta. - Claro. Parecia que sua blusa, mostrando seu peitoral, fazia com que Edward emanasse uma certa sensualidade, uma certa... masculinidade. Concentrei-me na comida, fazendo minha mente deixar de ser tão absurda. Bebi um pouco de vinho e deliciei-me com o risoto que estava extremamente delicioso. - Então, o que está achando? – ele me encarou – Não disse uma palavra. - Acho que nunca comi uma comida de verdade. – respondi quando terminei de engolir a parcela que tinha levado à boca. Edward riu de meu comentário – Sério. Você precisa me ensinar a cozinhar desse jeito. - Estarei à disposição. – ele deu aquele sorriso de matar qualquer um. - Obrigada Edward. Por tudo que tem feito por mim. Eu sempre serei grata a você, de verdade. – ele esticou o braço para que eu segurasse sua mão, enquanto ele alisava meu rosto. - Você merece tudo o que faço. E não me agradeça, pois faço isso porque te amo. Eu que devo lhe agradecer por deixar-me amar você. – Edward levou minha mão até sua boca e a beijou, acariciando seu próprio rosto com ela e inspirando todo o perfume de minha pele – Vamos brindar? - Vamos. – ergui minha taça. - À mulher mais incrível que conheço. – disse ele erguendo sua taça. - Ao homem mais maravilhoso que conheço.Encaramo-nos enquanto bebíamos o vinho. - Quer dançar? – ele se colocou à minha frente, estendendo a mão. - Se com música eu já sou péssima, imagine sem! – peguei sua mão e Edward me puxou pra ele. Pegou um controle remoto e ligou o som. Estava tocando uma música bem lenta e não me preocupei em deixá-lo me guiar. Edward fazia isso muito bem. Ele pôs uma de suas mãos no meio das minhas costas, colando seu corpo no meu, e com a outra, segurou minha mão. Movíamos-nos lentamente, de acordo com a música. Envolvi seu pescoço com minhas mãos e encostei minha cabeça ali, sentindo todo o seu perfume, que me inebriava a cada segundo. Beijei lentamente seu pescoço, sentindo suas mãos me apertarem contra seu corpo. Afastei meu rosto de seu pescoço e o encarei a milímetros de distância de seus lábios. Podia sentir sua respiração se misturar com a minha. Ele tirou meu cabelo do meu ombro, segurando minha nuca, fazendo com que esse simples toque, passasse como um choque por meu corpo. Edward me fazia sentir tantas coisas. Ele começou a beijar meu pescoço fazendo-me arrepiar quando sua língua fria tocou minha pele quente. Puxei de leve seu cabelo, soltando um breve gemido quando ele mordeu minha orelha, descendo suas mãos até meu quadril, dando um aperto firme em minha bunda. Passei minhas mãos por baixo da sua camisa arranhando sua barriga. Edward me encarou intensamente. Pude ver o mesmo desejo que havia em mim, em seus olhos. Sua boca tocou delicadamente
a minha, porém, o beijo logo se tornou urgente e intenso. Sua língua procurava pela minha e quando se encontravam, entravam em perfeita sintonia. Comecei a abrir os botões finais de sua blusa enquanto mordiscava seu pescoço. Edward segurou meus punhos de repente. Olhei para ele confusa, com a respiração descompassada. - Preciso que veja algo que preparei para nós dois essa noite. Ele me puxou para uma porta que havia num canto discreto da sala de jantar. Quando ele abriu a porta, parecia que eu estava num filme romântico.A cama estava cheia de pétalas de rosas espalhadas pelo lençol branco. Havia velas de todos os tamanhos por todo o quarto, que era iluminado apenas por ela. - É lindo! – falei abobalhada. - Queria que essa noite fosse especial. – ele me beijou ardentemente, me empurrando para o interior do quarto.Ele fechou a porta, me imprensando nela e parando para me olhar. Quando tentei falar algo, Edward tomou meus lábios nos seus, segurando minhas mãos acima da minha cabeça. Chupei seu lábio inferior, deixando-o louco. Ele soltou minhas mãos, me permitindo tirar sua camisa. Passei a mão por suas costas, arranhando-as levemente, mas o bastante para fazê-lo arfar e colar ainda mais seu corpo no meu, se é que era possível. Edward me pegou no colo e sentou-se na cama colocando-me sentada nele, com uma perna de cada lado de seu quadril. Ele passou suas mãos pelas minhas pernas, subindo meu vestido e tirando-o de meu corpo. Seus lábios beijaram entre meus seios, deixando-me ainda mais excitada. E podia sentir, sentada em seu colo, que ele também estava excitado. Rapidamente Edward deitou por cima de mim, jogando-me na cama com certa agressividade que me deixava ainda mais insana por seu corpo. Tirei o cinto de sua calça e abri o zíper, terminando de tirá-la com meus pés enquanto beijava sua boca de modo urgente e necessitado. Edward foi descendo o beijo até minha barriga, passando a língua onde começava a minha calcinha. Ele a tirou lentamente, enquanto eu fechava os olhos, apenas sentindo seus lábios percorrerem todo o meu corpo. Desci minhas mãos até sua cueca e a tirei, jogando-a em qualquer lugar longe de seu corpo e alojando-o entre minhas pernas. Nós dois soltamos gemidos quando sua intimidade tocou a minha. Lambi seu pescoço excitando-o ainda mais. Edward me encarou e beijou minha testa de forma protetora e depois o senti penetrar em mim lentamente e à medida que ele me invadia eu implorava por mais. Sempre mais. Seu corpo de movimentava rapidamente, arrancando-me inúmeros gemidos. Podia sentir Edward dentro de mim, e a sensação de senti-lo entrando e saindo era maravilhosa, viciante. Seus movimentos diminuíram quando chegamos ao clímax juntos. O puxei pra mim, envolvendo-o num beijo apaixonado. Edward me encheu de beijos por todo o rosto, o que me fez sorrir, e depois deitou-se ao meu lado, me puxando para seus braços. - Isso foi incrível. – beijei seu pescoço e me debrucei em seu peito, olhando-o maravilhada. - Você é incrível Bella. Eu te amo. – Edward pôs uma mecha de meu cabelo atrás de minha orelha, e acariciou meu rosto, sorrindo. - Eu também te amo Edward. Muito.
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