Should Have Asked For Directions

12 Capítulo 11: Maio - Último ano


Podemos parar para ver o pôr do sol?

Crescer, Rachel sabia que esse dia chegaria. Assim como sabia que um EGOT estava em seu futuro, ela sabia que um dia ela estaria em cima de um palco discursando para sua turma de graduação como sua Oradora.

Era tão certo quanto colocar leite em seu cereal.

E hoje, tudo isso estava se tornando realidade.

Seu discurso não surgiu de forma fácil. Demorou uma semana inteira cheia de noites com seu pai e Smokey Robinson e reflexões para conseguir. Eles destrincharam ideias de novo e de novo. Foi como se a coisa toda lhe escapasse até o segundo em que parou de lhe escapar.

Era tão claro quanto… bem, colocar leite em seu cereal.

Ela tinha o seu discurso. Ela tinha o seu argumento. Ela tinha a sua sabedoria de vida para o seus colegas graduandos. Havia uma coisa que ela tinha aprendido nos últimos seis meses sobre a dor e ela orgulhosamente passaria isso adiante hoje.

Ela respirou fundo e olhou para si mesma no espelho mais uma vez. Seu cabelo castanho e longo caía de forma bonita sobre a sua beca vermelha e de alguma forma, ela conseguiu fazer com que o capelo ficasse bom também. Quem ela estava enganando? Ela era Rachel Berry; é claro que ela tinha conseguido.

“Rach?”

Ela se virou para a porta aberta. Um sorriso brilhante e um cabelo loiro se irradiaram de volta para ela.

“Hey!”

“Posso entrar?”

“É um banheiro público, Quinn.”

“Eu estou sendo educada.”

“Você nunca é educada,” Rachel sorriu. Quinn riu de forma tímida e entrou no banheiro. Rachel estava linda. Ela brilhava como costumava brilhar. Seu rosto sempre tinha sido a coisa mais brilhante que ela conhecia. Ela sentiu falta disso nos últimos seis meses.

“Você está linda,” ela sussurrou antes que pudesse impedir.

A atenção de Rachel se desviou do espelho e foi parar em Quinn. O cabelo loiro estava puxado para trás de forma solta na base de seu pescoço e se curvava de forma bonita em seu ombro esquerdo. Sua cruz de ouro e diamante brilhava no meio de seu peito e a beca vermelha faziam seu rosto corar.

E ali estavam aqueles olhos avelã.

Deus, aqueles olhos.

“E você, você é claro está radiante,” Rachel sorriu. “Sempre está.”

“Obrigada. Meu pai já chorou hoje,” ela riu. “E o seu?”

“Duas vezes,” Rachel riu e se virou para se apoiar contra o balcão da pia. Ela cruzou os braços sobre o peito e respirou para relaxar. “E Judy? Como ela está se aguentando?”

“Nós já passamos por três filmadoras de caixa.”

“Filmadoras de caixa? Ela ainda não comprou uma câmera digital depois do fiasco que foi a festa de formatura no terceiro ano?”

“Você sabe que ela tem medo de tecnologia.”

“Ah, essa mulher me mata,” Rachel grunhiu. Quinn concordou com um sorriso.

Um silêncio confortável caiu sobre elas e Quinn se perguntou como seria esse dia se outubro e novembro nunca tivessem acontecido. Elas estariam fazendo amor agora, uma rapidinha antes da hora do show? Elas estariam extáticas?

Elas estariam prontas para cair na estrada em uma pequena viagem antes de Rachel ir para o programa de verão da Juilliard como elas sempre tinham planejado? Elas estariam-

“Pronta para o seu discurso?” Rachel perguntou.

“Pronta para seguir o meu discurso?” ela brincou.

“Baby, Rachel Berry é sempre a atração principal. Ela segue todo mundo,” Rachel sorriu largo e então congelou, suas palavras se repetindo em sua mente. Ela viu isso nos olhos de Quinn. Isso a atingiu como uma tonelada de tijolos.

Baby.

Aqueles olhos nublados se rasgaram e uma corrente de amor saiu dali.

E ali estava a sua Quinn.

Rachel deveria beijá-la. Ela deveria. Ser a Rachel Berry que vive para o drama e pelo momento e pelo aplauso e beijá-la. Olhe para ela, ela quer isso. Ela está mordendo seu lábio e movendo aqueles olhos. E deus, ela podia escutar seu coração martelando. Ou era o seu próprio? Ela não sabia. Eles pararam de bater de forma separada dois anos atrás.

Se aproxime e beije-a.

Fácil assim: um, se aproxime, dois, beije-a. Seria fácil e teria a sensação do paraíso amarrado com chocolate embrulhando um Oscar.

Oh, Deus.

Mas a dor, o abandono, a culpa, aqueles lábios

“Rachel, querida, você vai-” Hiram interrompeu da porta aberta, seus olhos caindo de forma rígida sobre a loira. “Oh. Quinn,” ele terminou. As garotas se afastaram, uma culpa desnecessária inundando-as. Quinn passou a mão sobre seus lábios como se precisasse limpá-los.

Ela praticamente sentiu o beijo.

Ela quase morreu esperando por ele.

“Oi, Sr. H.”

“Como você está?” ele perguntou, entrando completamente no banheiro feminino com absolutamente nenhuma preocupação no mundo enquanto alinhava seus ombros com os dela.

Ela engoliu em seco.

“Estou indo.”

“Pai,” Rachel alertou. Hiram olhou para a sua filha e levou seu apelo ao coração. Ele não queria nada além atacar a loira verbalmente; ele nunca tinha dito tudo o que queria. Mas pais não atacam crianças verbalmente, atacam?

Atacam?

E as crianças que não são suas?

Ele queria tanto. Ele assistiu essa garota deixar Rachel se afundar até o ponto de se destruir e ela não fez nada a respeito. E ela chamava aquilo de amor?

“Rachel, temos que ir,” ele disse. “Está na hora. Sua sala está fazendo uma fila para entrar.”

“Obrigada, vamos sair em um segundo.”

“Apresse-se,” ele encorajou, olhou para Quinn mais uma vez e então as deixou. Quinn soltou a respiração que não percebeu que estava segurando. Aquele homem a aterrorizava, a aterrorizava completamente.

“Você não precisa ter medo dele,” Rachel disse.

“Tenho certeza de que preciso. Ele sempre parece que quer arrancar os meus braços e brincar daquele joguinho de fliperama comigo.”

“Huh?”

“Você sabe, aquele que você fica parada com aquele bastão ou sei lá e esmaga a cabeça do monstro quando ela sair de cada buraco. Você apenas esmaga e esmaga e esmaga e-”

“Quinn! Meu pai não quer te esmagar com um bastão.”

“Pft,” ela resmungou. “Aposto que não é isso o que ele diria.”

“Por que você não pergunta pra ele?” Rachel sorriu maliciosamente. “E podemos acabar com esse pequeno debate.”

Quinn arqueou uma sobrancelha com o desafio, lançou um sorriso e quase se encaminhou para a porta para provar que a garota estava errada. Mas então imagens dos olhos de Hiram Berry pegando fogo no dia em que ele chutou ela de sua casa a inundaram de novo. Suas palavras, seus ataques, suas ameaças e acima de tudo, Rachel: aquilo mandou rojões de medo atravessarem-na instantaneamente.

Era bem possível que tivesse sido um dos piores dias de sua vida.

E de repente, ela mal conseguia respirar só de pensar naquilo. Ela colocou uma mão sobre os olhos e respirou fundo para se estabilizar.

“Eu estava brincando!” Rachel engasgou e colocou uma mão reconfortante no ombro da loira. “Estou brincando. Você não tem que conversar com o meu pai.”

Quinn tirou a mão dos olhos e engoliu as imagens.

“Nós devíamos ir. Temos discursos para fazer,” ele murmurou. Rachel apertou forte seu antebraço e a soltou com um sorriso deslumbrante.

“Me impressione.”

“É tudo o que sempre quis,” Quinn admitiu, virou-se para a porta e saiu.

E com isso, a graduação estava em cima delas.

O campo de futebol brilhava no sol da tarde. Estudantes suavam em suas becas, sorriam no ar fresco, e brincavam uns com os outros na multidão. Cadeiras dobráveis se alinhavam em duas seções sobre o campo, fileiras de vinte metros de largura e quinze de comprimento.

Rachel sentava ao lado de Quinn no palco olhando para a sua classe brilhando em vermelho e as arquibancadas cheias de mensagens de apoio atrás deles. Esse era o dia. Hoje eles oficialmente se livrariam do McKinley. Ela nunca imaginou que isso aconteceria. Eles estavam prestes a serem libertados.

Ela e Quinn seriam libertadas.

Elas poderiam se virar no mundo real? Elas eram esse tipo de casal? Elas eram namoradinhas de colégio que não conseguiam lidar com a vida real? Elas tinham implodido no primeiro grande incidente de suas vidas. Talvez elas não tivessem sido feitas para a vida real. Talvez elas tivessem sido feitas para serem o primeiro amor uma da outra, e só isso.

Ela olhou para a loira a direita.

Quinn retribuiu o olhar.

Tudo desapareceu. O diretor Figgins introduziu algum outro orador e as pessoas estavam aplaudindo. Alguma música estava tocando. Alguns pássaros estavam cantando.

Mas tudo o que ela via era Quinn, sentada ao seu lado onde parecia que ela sempre deveria estar. Rachel se lembrava de sentar ao seu lado em seu primeiro encontro na traseira daquela maldita caminhonete, olhando para o seu rosto e memorizando-a, tão jovem e vibrante e apaixonada.

Essa Quinn estava cansada, quebrada, amadurecida e deslumbrante como sempre.

A história delas se passou na frente de seu rosto, escrita nas rugas, sorrisos e franzir de testas. O amor delas brilhava em seu rosto. O cinza nublado tinha desaparecido no banheiro e permaneceu desaparecido.

Rachel sentiu seu coração acelerar. Suas mãos começaram a tremer.

Seu amor por Quinn entrou em erupção naquele momento, um dos maiores momentos de suas vidas e ela estava ao lado da pessoa que ela sempre tinha sido feita para passar esse momento ao lado.

Quinn deslizou sua mão para a esquerda sobre suas becas e entrelaçou seus dedos com os de Rachel. O orador falou, a multidão aplaudiu, e Rachel não fazia ideia do que estava acontecendo além do fato de que ela ainda estava perdidamente apaixonada por Quinn.

E Quinn ainda estava perdidamente apaixonada por ela.

E então Figgins estava introduzindo Quinn, a responsável pelo discurso de entrada de 2011. Seus dedos se libertaram dos de Rachel, seus olhos se desviaram e seus joelhos a fizeram se levantar e seus pés a levaram até o pódio.

Os olhos lustrosos e avermelhados por causa de Rachel olharam para a multidão de milhares de pessoas olhando de volta para ela. Eles gritavam, aplaudiam, e assistiam com olhos ávidos e ansiosos. Esse era o seu momento para fazer a diferença. Esse era o seu momento para fazer Rachel ficar orgulhosa. Esse era o seu momento para colocarem-nas em um novo caminho.

Ela olhou sobre o ombro para a morena.

Rachel sorriu, confiança e apoio em Quinn escoando de cada pedaço dela. Ela levantou as mãos e aplaudiu como se nunca mais fosse bater palmas de novo.

Quinn respirou fundo e se voltou para a multidão. Eles se acalmaram e esperaram. Era isso. Ela engoliu, se inclinou para o microfone, e começou:

“Tem sido um grande ano para mim, como a maioria de vocês já sabe. Eu sentei em meu quarto um mês atrás trabalhando nesse discurso, me revirando para fazer aparecer a mensagem que ultimamente eu quis deixar para a nossa turma de 2011,” ela falou. Ela podia sentir a multidão se agarrando a cada palavra.

“Eu olhei para trás, para o nosso tempo aqui, todos nós. Fosse você uma Cheerio, um nerd, um atleta ou estivesse no glee, todos lidamos com as mesmas coisas. E todos nós tivemos que superar. Isso é o que o colegial, e o último ano especificamente me ensinaram: nós superamos,” ela enfatizou.

Rachel assistia de trás, seu coração martelando em seu peito com cada palavra enquanto a loira continuava.

“Nós superamos a falha. Nós superamos a tragédia. Nós superamos o coração partido. Nós superamos o fato do mundo não ser justo. “Justo” é agora uma palavra que não pode existir em nossos vocabulários. Vinte minutos a partir de agora, e por definição, somos todos adultos. A vida vai continuar a nos jogar problemas, desafios, montanhas e obstáculos. E eu estou aqui para encorajar vocês a superá-los. Nós seremos uma turma de ação e coragem e bravura. Nós vamos atacar a vida. Porque, meus amigos, nós só temos uma chance para isso- e essa chance começa agora.”

Rachel limpou uma lágrima, seu orgulho transbordando.

“Eu quero que a gente pegue as nossas lembranças do colegial e aprenda com elas. Eu quero que a gente nunca diga a palavra “justo” porque isso não existe mais para nós, isso não importa mais para nós, porque estamos muito ocupados superando. Estamos muito ocupados vivendo a vida. E vamos viver com vontade. Nós vamos superar qualquer coisa que ela jogar para a gente. Nós seremos reconhecidos. Nós seremos as pessoas que sonhamos em ver quando nos olharmos no espelho a cada manhã. Nós vamos viver apaixonadamente porque não conseguimos viver de outra forma. Nós teremos coração porque ele bate de forma tão livre… Nós vamos superar porque não sabemos como não fazer isso,” ela terminou com um sorriso. “Nós seremos a turma que não sabe viver sem entusiasmo. Nós vamos tentar, nós seremos obstinados, nós vamos superar. Simplesmente porque nós somos essas pessoas- nós somos quem nós vemos no espelho e nós nos orgulhamos,” ela terminou. “Então vão para o mundo, façam a sua presença ser conhecida, e me façam orgulhosa de ter feito esse discurso de entrada. Obrigada e parabéns.”

A multidão rugiu, batendo os pés no chão e aplaudindo, mas ninguém de forma tão forte quanto a pequena morena três metros atrás a esquerda. Ela escutou o barulho e sentiu o orgulho. Ela agradeceu à multidão, sorriu grande e se inclinou novamente para o microfone.

“E agora, o momento que vai ser um dos muitos durante a vida dela, eu vou introduzir a incomparável Rachel Berry, a Oradora de 2011 de vocês e minha melhor amiga. Aplausos por favor.”

A multidão entrou em erupção novamente em aplausos que Rachel não estava esperando. Essas pessoas realmente se importavam com ela? Quinn tinha feito elas se importarem? A loira no virou no pódio e andou em direção à Rachel. Com uma mão firme em seu ombro, Quinn se inclinou e colocou um beijo em sua bochecha.

“Acabe com eles, superstar,” ela sussurrou e se sentou.

Os pés de Rachel a levaram até o pódio. Ela direcionou um último olhar para Quinn e fechou seus olhos, deixando o aplauso daquelas pessoas atravessá-la.

Aquilo acalmava o seu interior, acalmava suas veias e a preenchia de confiança. Ela abriu seus olhos, andou até o microfone e encontrou suas palavras:

“Que tal isso Quinn Fabray?” ela sorriu e a multidão rugiu. Ela olhou de volta para Quinn enquanto o som martelava em volta delas. A loira sorriu largo. Rachel assentiu, piscou e se virou para a multidão que gritava. “Sim, eu concordo. Eu definitivamente concordo,” ela riu enquanto eles se acalmavam.

Ela limpou sua garganta, ajeitou seus blocos de notas e rezou para que essas palavras soassem tão certas saindo de sua boca como soavam em sua cabeça.

“Meu discurso não apareceu de forma tão fácil quando o de Quinn, infelizmente. Eu fui honrada com o título de Oradora meses atrás quando ficou estabelecido que nenhum de vocês poderia me alcançar,” ela brincou e Quinn revirou os olhos. “Mas isso foi antes de a minha vida mudar.” A multidão entrou em silêncio abaixo dela, como se eles tivessem aberto um alçapão secreto no campo de futebol.

Ela engoliu em seco.

“Eu me sinto como uma pessoa diferente, de uma forma boa e de uma forma ruim. A vida é divertida dessa forma. Ela te leva com ela e é esperado que você esteja disposto a acompanhá-la, não importa o quê. O bom se mistura com o ruim, o grande com o pequeno. E de alguma forma, nós como adolescentes temos dificuldades em distinguir esses sentimentos. Problemas pequenos parecem o fim do mundo. Nossas emoções são selvagens e nós nos perdemos tão facilmente. Nós perdemos a perspectiva por descuido. Eu aprendi uma lição esse ano sobre essa palavra: perspectiva. Quando você consegue deixar as pequenas coisas serem pequenas coisas e as coisas sem importância serem sem importância, a vida faz muito mais sentido. Ela se torna mais fácil, mais divertida. Você se encontra colocando a sua energia no que é bom e apenas no que é bom. É assim que a vida deve ser, eu aprendi,” ela engasgou e engoliu as lágrimas que ameaçavam a cair. Quinn agarrou as laterais de sua cadeira por baixo de sua beca e Rachel continuou.

“Eu tive que perder o meu pai, Leroy, para aprender essa lição valiosa. Ele, ele foi tirado de nossa família em novembro, seis meses atrás,” seu queixo tremeu. Ela engoliu suas lágrimas. Ela podia fazer aquilo, ela podia terminar, terminar por seu pai. “E durante essa tragédia, eu também, eu também perdi o amor da minha vida,” ela encolheu os ombros desanimada, chorando. “Não há nada como se encontrar sem uma motivação pra viver que te dê perspectiva.”

Ela respirou fundo.

“Não esperem por esse tipo de perda para começarem a viver. Aprendam com as minhas experiências. Deixem-me passar essa mensagem para vocês. Tenham perspectiva, riam com seus amigos, amem de forma pura, e vivam de forma honesta. Perdoem uns aos outros. Deem segundas chances. Vão atrás de seus sonhos. Vejam o mundo, há tanto lá fora,” ela sorriu.

Quinn limpou as lágrimas descendo por suas bochechas.

“Tenham perspectiva para o que importa nessa vida. Família importa. Amigos importam. Risos, sonhos e leveza importam.” Ela olhou de volta para Quinn e então para a multidão. “Nossos, nossos corações importam,” e soluçou sobre as próprias lágrimas. “Foquem nessas coisas e sua vida será sobre o que importa. E isso é tudo de que vocês precisarão. Uma garota uma vez me disse algo que desde então passou a morar no meu coração. E eu quero compartilhar isso com vocês hoje. Ela disse, ‘Hoje foi melhor do que ontem. Vamos fazer com que o amanhã seja melhor do que hoje. Isso é tudo o que eu sei e tudo o que eu preciso saber.’ É isso.”

Quinn soltou o resto de suas lágrimas. Rachel limpou as suas e respirou fundo.

“Eu vou deixar vocês com as palavras dela, turma de 2011, porque elas sempre foram melhores do que as minhas. Vamos ter perspectiva. Vamos viver pelo o que importa. E vamos fazer com que o amanhã seja melhor do que hoje. Para nós, para os que amamos, e para as nossas futuras gerações. Nós temos o poder. Vamos fazer o mundo se orgulhar,” ela alardeou. “Parabéns e obrigada.”

Houve uma explosão de aplausos e adoração.

E então não houve mais nada.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.