Short-Fic - Laços
6 Capítulo 5 – First time and gaining a accomplice Primeira vez e ganhando um cúmplice
Capítulo 5 – First time and gaining a accomplice (Primeira vez e ganhando um cúmplice)
Três meses depois...
Edward e Bella estavam namorando escondidos já faziam três meses sem que os pais descobrissem. Apesar de terem sido bastante eficazes em esconder até aquele momento, já não aguentavam mais esconder dos pais que se amavam.
Na escola todos já sabiam que eles estavam juntos. No início todos acharam um absurdo afinal, até pouco tempo atrás eles eram irmãos. Depois de espalhada a história que eles não eram irmãos de sangue as fofocas diminuíram, mas muitos ainda olhavam torto o namoro dos dois. Mas eles pouco se importavam com a opinião das outras pessoas, se amavam e pelo menos na escola não escondiam isso. Todo tempo livre era preenchidos por beijos, abraços e carinhos.
Estavam no ônibus escolar voltando para casa, como sempre trocando carinhos, até que Bella resolvera contar as decisões que tomara para Edward.
— Edward, eu tomei algumas decisões, mas elas só podem ser feitas se você concordar. – começou ela.
— Fale, meu amor. – incentivou.
— A primeira é que estou pronta para avançar nosso relacionamento. – disse ela.
— Avançar tipo...
— Ter nossa primeira vez. O que você acha? – perguntou ela, insegura pela resposta do namorado.
— Eu sou louco para avançarmos esse ponto, meu amor, mas eu quero que seja no seu tempo e não porque você acha que eu quero e tenha medo de me perder. Tem certeza disso? – disse ele.
— Tenho toda a certeza do mundo, meu amor! O que eu mais quero é me entregar a você de todas as formas possíveis. – disse ela, com segurança.
— Então acho que podemos planejar para que nossa primeira vez seja perfeita. – disse ele. – Mas e a outra decisão?
— Eu acho que devemos contar para o meu pai que estamos namorando. Dos dois eu acho que ele é o mais flexível, capaz até de nos ajudar a contar para mamãe. – disse ela.
— Concordo com você. Ele pode até nos ajudar a prever a reação de D. Esme. Podemos contar a ele quando chegarmos em casa, hoje o plantão dele é de noite e amanhã ele e mamãe vão viajar para o congresso de medicina em Liverpool. – disse ele, com os pensamentos também em como a oportunidade era boa para a primeira vez deles.
— Ótimo então! Assim que chegarmos em casa falamos com papai. – disse Bella aliviada em saber que seria menos uma pessoa para esconder seu amor por Edward.
Logo o ônibus estava estacionando perto da casa dos Cullen, onde Edward e Bella desceram. Assim que entraram em casa foram até o escritório, que era onde seu pai mais ficava quando estava em casa.
— Pai? – chamou Bella abrindo a porta, passando apenas sua cabeça.
— Oi minha filha! Onde está Edward? – perguntou Carlisle, levantando o rosto do livro que estava lendo.
— Estou bem aqui. – disse Edward atrás de Bella.
— Pai, nós podemos falar com você? – perguntou ela;
— Claro, entrem. – disse ele, fechando o livro e tirando os óculos de leitura que usava.
Sentaram-se em frente ao pai. Respiraram fundo e trocaram olhares. Edward resolveu começar.
— Pai, temos que contar uma coisa muito importante para você e espero que compreenda nossa situação. – começou Edward.
— Pois então falem. – incentivou o pai.
— Edward e eu estamos namorando. – disse Bella.
— Disso eu sei, minha filha, não sei com quem, mas vocês já me disseram que tem namorados. – disse ele.
— Você não entendeu, pai. O meu namorado é o Edward e eu sou a namorada dele. – explicou Bella, nervosa.
Carlisle perdeu a cor do rosto. O espanto era tamanho que perdeu a capacidade de falar e mexer durante alguns minutos. Sabia que não tinha nenhuma ligação sanguínea entre seus filhos, afinal, adotara Bella assim que ela nasceu e o pai biológico de Edward morrera antes dele nascer. Não seria contra o relacionamento dos dois agora que sabia, mas jamais imaginara que aconteceria aquilo.
— Pai? Você está bem? – perguntou Bella, preocupada.
— Estou sim. Só estou esperando a ficha cair. – explicou ele, voltando a ter capacidade de reação. – É sério mesmo isso? Vocês estão juntos?
— Estamos sim, pai. – disse Edward. – Simplesmente aconteceu, não planejamos nada disso. De repente eu me via morrendo de ciúmes dos caras que tentavam se aproximar de Bella, sentia cada vez mais vontade de tê-la mais perto e quando vi estava completamente apaixonado por ela. Até três meses atrás eu pensava que Bella me amasse apenas como um irmão e melhor amigo, mas graças a uma armação dos nossos amigos descobrimos que nossos sentimentos eram recíprocos e estamos namorando desde aquela época. Nós não contamos antes por medo da reprovação de você e da mamãe, resolvermos que era melhor esperar e avaliar a melhor hora para contar, achamos que era melhor contar para o senhor primeiro.
Carlisle respirou fundo, tentando reorganizar os pensamentos.
— Não vou negar: jamais esperei que uma situação dessas fosse acontecer. Mas não vou ser contra o relacionamento de vocês. Pensando bem é até bom, acho que você é a melhor pessoa para a minha menina, Edward. Você é meu filho, conheço você e sei que vai tratá-la com respeito. E vai ser bom para você também ficar com Bella e não qualquer garota que encontre na escola, eu sei como a juventude anda e que anda cada vez mais irresponsável, vocês são raras exceções de jovens responsáveis.
— Obrigada pai! – disse Bella, se levantando e indo abraçar o pai. – Sabia que poderia contar com o senhor.
— Sempre, minha menina, sempre. – disse Carlisle, abraçando a filha de volta. – Mas o que vocês vão fazer em relação a mãe de vocês?
— Nós queremos a ajuda do senhor. Ninguém conhece melhor a D. Esme que o senhor, quem sabe possa nos ajudar saber a melhor hora de contar para ela ou até prever a atitude dela... – disse Bella.
— Podem contar com a minha ajuda. Vou sondá-la, ver o que podemos esperar. Vocês tem a minha ajuda. – disse Carlisle.
— Então agora o senhor é nosso cúmplice? – perguntou Edward, divertido.
— Sim, agora eu sou cúmplice de vocês. – concordou Carlisle rindo também.
No mesmo momento Edward se levantou e foi abraçar o pai junto com Bella. Carlisle retribuiu o abraço duplo e se afastou um pouco, colocando os dois lado a lado.
— Vocês realmente fazem um lindo casal. – disse Carlisle, emocionado.
O casal voltou para os braços do pai, felizes por ter contado a verdade e ter o apoio de um dos grandes exemplos de vida que eles tinham. Agora só restava a mãe e eles esperavam que acabasse tão bem quando acabou sendo com pai.
*****
Bella estava apenas de calcinha e sutiã em seu closet, tentando escolher uma roupa para ir à escola. Nunca foi de se arrumar muito, mas seu bom humor e felicidade a faziam querer ficar mais bonita. Ficou vasculhando seu closet quando, de repente, sentiu dois braços conhecidos ao redor de sua cintura.
— Você fica uma tentação com esse lingerie preto. – disse Edward, aspirando o cheiro de seu pescoço. – E esse seu cheiro também é inigualável.
— Mas eu não coloquei perfume. – disse Bella.
— Não é o cheiro do seu perfume, embora eu ame o que você usa, mas sim o seu cheiro natural, o cheiro de sua pele. É algo como morangos silvestres...
— Você está tão sedutor hoje... – disse ela, se virando e enlaçando os braços ao redor do pescoço do namorado.
— Hoje é a nossa noite. Carlisle e Esme saem no início da noite e depois vamos ter a melhor noite de nossas vidas. – disse ele.
— Estou ansiosa por isso. – disse ela, aproximando seu rosto do dele. Percebendo o que ela queria, Edward encerrou a distância que os separava e beijou-a apaixonadamente.
— Bella, minha filha, você vai se atrasar... – disse Esme, entrando no quarto da filha.
Rapidamente se separaram. Esme não estranharia ver Edward no quarto de Bella, principalmente naqueles trajes, pois a intimidade deles era muito grande, antes mesmo de serem namorados.
— Edward? O que você está fazendo aqui? – perguntou Esme quando entrou no closet e o viu com Bella.
— Vim apressar essa coisinha, não quero chegar atrasado à escola. – disse ele, disfarçando.
— Eu só não falo que coisinha é a sua mãe porque a sua é a mesma que a minha. – retrucou Bella, também tentando disfarçar.
— Tudo bem, agora dá o fora daqui e deixa Bella se arrumar, Edward. – disse Esme. – O que está faltando, minha filha?
— Eu não sei o que vestir. – disse Bella frustrada.
— Você nunca foi de se arrumar muito para ir para a escola... – estranhou Esme.
— Tenho meus motivos, dona Esme. – disse Bella misteriosamente.
— Quando vou saber? – perguntou a mãe.
— Em breve. – disse a filha.
— Ok, então. Vou te ajudar a escolher uma roupa. – disse Esme.
Olharam rapidamente todo o closet, rapidamente acharam uma combinação do agrado de Bella: calças e jaqueta jeans azul escuro; uma camisa branca escrita “I am who I am”; uma bolsa carteiro xadrez preto e roxo; botas cor café sem salto que iam quase no joelho; um par de brincos de notas musicais; um relógio com a bandeira do Reino Unido que ganhara do pai na semana anterior e um cordão com pingente de fita cassete. Estava bem arrumada, mas sem deixar o estilo despojado de lado.
Desceu junto com Esme e encontrou Edward tomando café com Carlisle, que tinha acabado de chegar do plantão. Edward estava vestido com uma calça jeans azul escuro; uma camisa xadrez vermelho, cinza e branco; um All Star cinza e uma bolsa carteiro marrom estava do seu lado no chão. Na opinião de Bella não poderia estar mais bonito.
— Bom dia família! – disse ela, se sentando ao lado de Edward.
— Bom dia Bells! – disseram Carlisle e Edward juntos.
— Está mais arrumada hoje ou é impressão minha? – perguntou Carlisle.
— Só um pouquinho. – disse Bella. – Hoje acordei com humor suficiente para me arrumar melhor.
— Estou vendo. – disse Edward.
— Carl, meu amor, será que você pode levá-los hoje? Terei um cliente de Oxford que precisa que eu chegue mais cedo ao escritório hoje... – pediu Esme.
— Claro, mas vai dar tempo para me acompanhar no congresso? – perguntou Carlisle.
— Vou sim, eu tenho que chegar mais cedo porque o cliente tem que voltar para Oxford ainda hoje. – explicou Esme. – Beijos meus filhos, tchau meu amor. – despediu-se.
— Tchau mãe! – disseram Edward e Bella juntos.
— Tchau, minha querida. – disse Carlisle.
Logo Esme saiu de casa apressada, deixando o resto da família terminarem o café-da-manhã.
— Vamos crianças? – chamou Carlisle, limpando a boca com o guardanapo.
— Não somos mais crianças, pai. – disse Edward, se levantando e colocando a bolsa sobre o ombro.
— Concordo plenamente com o Edward. – apoiou Bella, se levantando também.
— Para mim vocês sempre serão minhas crianças. – contrapôs Carlisle. – Vamos antes que cheguem atrasados.
Rapidamente já estavam no carro de Carlisle, uma Mercedes C63 preto de quatro portas, com Edward na frente com Carlisle e Bella no banco de trás. Graças ao pouco trânsito chegaram à escola em menos de quinze minutos.
— Juízo vocês dois. – disse Carlisle enquanto se despediam.
— Até parece que já não temos até demais. – disse Bella.
— Mas nunca é demais pedir. Boa aula pra vocês. – disse Carlisle, saindo com o carro.
Edward jogou o braço sobre os ombros de Bella e caminharam em direção aos quatro amigos que estavam reunidos na entrada da escola.
— Bom dia pessoal! – cumprimentaram Edward e Bella juntos.
— Bom dia casal! – disseram os outros.
— Por que foi o tio Carlisle quem trouxe vocês hoje? Aconteceu alguma coisa com a tia Esme? – perguntou Alice, preocupada.
— Nada demais, ela só teve que ir mais cedo para o escritório hoje, parece que o cliente tem urgência ou alguma coisa assim. – explicou Bella.
— Melhor assim. – disse Alice.
— Temos uma novidade! – disse Edward, chamando a atenção de todos do grupo.
— Qual? – perguntou Rosalie, curiosa.
— Nosso pai já sabe do nosso namoro. – disse Edward.
— Sério? E o que ele achou? – perguntou Jasper.
— Ele gostou. Disse que era melhor mesmo que eu namorasse Bella assim ele saberia que eu a respeitaria e também pelo fato de eu não namorar qualquer garota que tente me levar para o mau caminho, não exatamente com essas palavras. – respondeu Edward.
— Mas o que vocês vão fazer em relação à tia Esme? – perguntou Emmett.
— O velho disse que vai no ajudar saber a melhor hora de contar, disse que agora é nosso cúmplice. – disse Bella com um sorriso no rosto.
— Que bom que está tudo indo bem com vocês, tomara que a tia Esme não encrenque. – disse Rosalie. – Bella, é impressão minha ou você está mais arrumada hoje?
— É verdade, Rose, também reparei isso, embora ainda não esteja usando saltos. – concordou Alice.
— Eu acordei com vontade de me arrumar hoje, só isso. Estou animada e de bom humor, isso reflete no visual das pessoas. – disse Bella.
— Com certeza. – concordaram Alice e Rose juntas.
Rapidamente as aulas da parte da manhã se passaram e logo chegara o intervalo. Querendo uma conversa de garotas, Bella arrastou Rosalie e Alice para o banheiro feminino assim que terminaram de comer.
— Meninas, preciso da ajuda de vocês... – disse Bella.
— O que houve Bells? – perguntou Rosalie.
— Hoje Edward e eu teremos nossa primeira vez e eu queria saber como é, como devo agir. – disse ela apreensiva.
— É só ter calma e fizer o que tiver vontade na hora. – disse Alice. – É natural, quando chegar a hora você saberá exatamente o que fazer.
— É verdade que dói? – perguntou Bella.
— Só se você estiver tensa. – respondeu Rosalie. – Quando tive minha primeira vez com o Emmett, ele me deixou tão relaxada que eu nem senti. Relaxe, pense que você está fazendo com o amor de sua vida e que tudo vai dar certo.
— E não se esqueça da prevenção! Já comprou as camisinhas? – perguntou Alice.
— Já. Eu comprei faz alguns dias, desde que eu percebi que estava pronta nesse sentido. – respondeu Bella.
— Então você não precisa saber de mais nada. Fica tranquila que na hora vai ser maravilhoso. – disse Alice. – Você e Edward foram feitos um para o outro.
— Eu sei que sim. – disse Bella, mais tranquila.
— Vamos voltar antes que eles reclamem que demoramos demais. – disse Rosalie.
As três voltaram para a mesa do almoço e passaram o resto do intervalo conversando amenidades. O restante das aulas passou tranquilamente, sem que nada de novo acontecesse. Pegaram o ônibus escolar na volta para casa e esperaram até a hora da viagem dos pais.
*****
— Tomem conta da casa direitinho, não abram a porta para qualquer um. – disse Esme pela centésima vez.
— Mãe, eu já perdi a conta de quantas vezes a senhora falou isso. – disse Bella.
— Nunca é demais repetir. Qualquer coisa eu e seu pai estamos no celular. Beijos! Amo vocês! – disse ela entrando no carro.
Aproveitando que Esme estava distraída com algo na bolsa dentro do taxi, Carlisle foi se despedir dos filhos com algumas recomendações.
— Fiquem bem, eu reforço tudo que a mãe de vocês disse, só tenho mais uma coisa para falar: se forem transar, por favor, usem camisinha! Estou muito novo para ser avô! – disse Carlisle.
— Pai! – exclamou Bella, ficando vermelha como um tomate maduro.
— Vocês acham que eu sou idiota? Já tive a idade de vocês e sei como são os hormônios. Só tenham juízo, ok? – disse o pai, divertido com a expressão que a filha fez.
— Tudo bem, pai, pode deixar que não daremos problema nenhum para o senhor resolver. – tranquilizou-o Edward.
— Confio em vocês. Até semana que vem! Vou ligar todos os dias. – disse Carlisle entrando no taxi e partindo com a mãe para a estação de King’s Cross, que era o meio mais fácil de chegar a Liverpool sem ter que recorrer ao avião.
Edward e Bella voltaram para dentro de casa. Assim que fechou a porta, Edward pegou Bella pela cintura e lhe deu um beijo apaixonado. Retribuindo quase que imediatamente, Bella enlaçou os braços ao redor do pescoço do namorado, puxando-o para mais perto. Só se soltaram quando tiveram que respirar.
— Vamos para meu quarto que eu tenho uma surpresa pra você. – disse Bella, ofegante.
— Deixa eu só passar no meu. Como o senhor Carlisle disse, ele está muito novo para ser avô, por isso ontem comprei algumas camisinhas e deixei no meu quarto. – disse Edward, também ofegante.
— Eu também comprei algumas essa semana. – disse ela.
— Mesmo assim vou pegar, não sei quantas vamos usar. – disse ele.
Rapidamente subiram para o segundo andar, onde passaram pelo quarto de Edward para pegar as camisinhas, depois foram para o quarto de Bella.
— Espere aqui um pouquinho. Tenho uma surpresa pra você, espero que goste. – disse Bella abraçada ao namorado.
— Tudo que vem de você eu gosto. – disse Edward.
— Já volto. – disse ela, indo em direção ao closet.
Assim que Bella entrou no closet Edward tirou suas roupas, ficando apenas de cuecas boxer preta. Era sua primeira vez e com a garota dos seus sonhos, estava extremamente nervoso. Queria que tudo acontecesse perfeitamente.
Enquanto isso Bella pegava um conjunto que Rosalie lhe dera algum tempo atrás. Achou a que queria: era um conjunto de calcinha e uma camisola bem curta de alças azul marinho. Vestiu-o, sabendo que era a cor preferida de Edward em seu corpo. Pegou também um par de sapatos meia pata, altíssimos, azul e preto. Não gostava de usar saltos, mas aquela era uma situação especial.
Parou diante da porta do closet e respirou fundo.
Aquela seria a noite mais importante de suas vidas até aquele dia. Era Edward quem estava do outro lado da porta, o namorado de seus sonhos, o cara com que sonhou por anos sem saber que também era apaixonado por ela.
O pensamento lhe acalmou.
Abriu a porta lentamente e se deparou com Edward deitando em sua cama, usando apenas cuecas boxer preta.
Quando ouviu o barulho da porta sendo aberta, Edward levantou a cabeça e olhou para a direção do closet. Ficou de queixo caído com tamanha beleza. Aquele conjunto sensual, mas não vulgar, que Bella usava o deixou embasbacado. Levantou-se da cama e foi em direção à namorada. Ela usava saltos altíssimos que combinavam com a roupa, apesar disso ela ainda ficava alguns centímetros mais baixa que ele.
— Gosta do que vê? – perguntou Bella.
— Gostar é pouco! – disse Edward, ainda admirando-a. – Você está simplesmente deslumbrante!
— Obrigada. – disse Bella, corando até a raiz dos cabelos.
— Essa noite será perfeita. – disse ele, levando a mão direita até o rosto da namorada, acariciando-a.
— Eu sei que vai. – concordou ela.
— Eu te amo. – disse ele intensamente.
— Eu também te amo. – disse ela com igual intensidade.
Sem resistir mais, Edward colocou a mão da nuca de Bella, puxou-a em sua direção, fazendo seus corpos se chocarem, e atacou sua boca em um beijo quente e luxuriante que foi prontamente correspondido por ela. Enquanto a beijava, ele deslizou as mãos lentamente pelo corpo da namorada, parando ambas na base de suas costas. Sem parar o beijo, enlaçou a cintura dela com os braços e a levantou que, num gesto instintivo, colocou as pernas ao redor da cintura do namorado.
Quando o ar lhes faltou, Edward separou sua boca de Bella, mas continuou com beijos pelo rosto e pescoço enquanto caminhava lentamente até a cama. Chegando nela, ele a pousou delicadamente no centro da cama, ficando por cima de seu corpo, mas apoiando o peso com os braços na cama. Voltou a beijá-la na boca e lentamente foi abaixando seu corpo para que ela sentisse o seu corpo o mais suavemente possível. Desceu as mãos que estavam na altura dos ombros da namorada em direção a barra da pequena camisola que ela vestia e começou a levantá-la. Quando ela chegou aos braços da garota, eles interromperam o beijo brevemente e Bella levantou os braços para que a camisola fosse retirada. Edward voltou à boca para a pele na namorada, beijando seu pescoço e descendo até chegar aos seios.
— Eles são tão lindos! – disse Edward com a voz rouca de desejo. – São perfeitos para mim.
— São todos seus, meu amor, faça com eles o que quiser. – disse Bella excitada com a respiração dele sobre sua pele arrepiada.
Sem esperar mais, Edward abocanhou o seio direito, chupando e beijando-o enquanto brincava com o outro com a mão, levando Bella ao delírio. Depois fez o mesmo no outro, intercalando beijos e chupadas. Tinham sorte dos pais terem saído em viagem, seria extremamente constrangedor para eles ouvirem os gemidos dos filhos transando. Bella não se fazia de rogada e gemia alto, mostrando a Edward como estava amando cada carícia.
— Edward, meu amor, eu preciso de você em mim agora. – gemeu Bella.
— Seu desejo é uma ordem, minha linda. – disse Edward roucamente.
O rapaz ficou de joelhos na cama, levando as mãos até as laterais da calcinha da namorada e puxando para baixo, deixando-a completamente nua. Estava completamente pasmo com a beleza da garota, desde crescidos Edward nunca tinha visto Bella completamente nua, no máximo de calcinha e sutiã. Tirou rapidamente suas cuecas e pegou o pacote de preservativo sobre o criado mudo, abriu-o e colocou a camisinha. Deitou-se sobre a namorada, ficando estrategicamente entre as pernas dela.
— Se te machucar você me fala que eu paro, tudo bem? – pediu Edward.
— Eu sei que você não vai me machucar. – disse Bella.
Sem dizer mais nada, Edward penetrou Bella lentamente, sentido sua barreira se romper e seu prazer aumentar.
— Está doendo? – perguntou ele.
— Nem um pouco. – tranquilizou ela. – Não para não, continua.
Edward começou a se movimentar. Primeiro lentamente e, aos poucos, aumentando a velocidade, fazendo ambos gemerem alto. O movimento de vai-e-vem era constante e delicioso, não tinham experimentado nada mais prazeroso. Tentando fazê-lo chegar mais fundo, Bella enlaçou as pernas novamente ao redor da cintura de Edward, fazendo-o chegar onde ainda não tinha chegado, aumentando ainda mais o prazer. Mais alguns movimentos e eles chegaram ao ápice do prazer, fazendo todos os músculos dos corpos deles relaxarem. Edward deitou-se lentamente sobre o corpo de Bella, afundando o rosto entre os seios da garota.
— Eu te amo, Bella. – disse ele.
— Eu também te amo, Edward. – disse ela.
E continuaram se amando até o dia raiar, quando o sono finalmente os atingiu e se deixaram levar pelo sono dos justos.
Fale com o autor