Notas iniciais
Eu AMO A KAO, fikdik. ;;~ Ela me emprestou o pc pra postar e talz. Não liguem pros erros de digitação/gramática... tô digitando direto no site, já que eu fiz o favor de perder o cabo USB do meu mp4 (Y)

Ruki\'s P.O.V.

— Sabe, não que eu me incomode, mas já fazem horas que você está com esse sorriso bobo no rosto. E eu aposto que o motivo está do outro lado da rua.

Suspirei, fechando ligeiramente a expressão. Nakayume mexia nas panelas enquanto falava, um sorriso sacana nos lábios.

— Pare de supor coisas, Naka-chan.

— Mas eu não estou supondo, estou constatando.

— Naka-chan...

Ela riu baixo, desligando o fogão e virando-se para mim, ainda sorrindo.

— Gosto de te ver assim. Fazia muito tempo que eu não te via assim mais feliz.

Fiquei quieto, sem saber o que responder. Ela ficou me olhando por alguns segundos, depois simplesmente deu as costas e foi colocar a mesa.

— Sabe... — começou, e eu já suspirei. — Abiu um parque novo na cidade.

Ergui uma sobrancelha, temendo aonde ela queria chegar.

— E daí?

O sorriso dela me deu certeza de que coisa boa não ia sair dali.

— Bom, achei que você gostaria de ir.

— Ah, é uma boa idéia.

Começamos a nos servir, e eu ainda estava desconfiado. Conhecia Nakayume o suficiente para saber que não era só aquilo.

— É, ne? Eles vão ficar só até a sexta-feira.

— Hm.

— E sem chances de você ir no meio da semana.

— Hm.

— E infelizmente eu tenho um compromisso inadiável hoje.

— Hm.

— Mas, como você queria ir hoje...

— Hmmm.

— ... podia chamar outra pessoa.

— Alguém responsável, que cuidaria de você.

— Hm.

— Acabe de almoçar e vá do outro lado da rua.

— Sabia que tinha coisa aí.

— Takanori! Onde está a fé na sua irmã mais velha?

— Perdi aos 3 anos quando você me deixou cair do berço.

— Taka!

Eu ri da cara dela de desgosto, e acabamos por encerrar o assunto ali, resolvendo almoçar. A idéia não era de toda má, mas não sabia com que cara eu iria bater na porta de Akira chamando-o pra sair. Parecia até... um encontro. Franzi o cenho com o pensamento. Era... bizarro. Mas me agradava. Nah, provavelmente ele nem iria aceitar.

Reita\'s P.O.V.



— Mas é claro que eu vou, Takanori.

— Quê?

Sorri, tentando me segurar para não rir da expressão surpresa do menor. Ao que tudo indicava, ele não acreditava que eu fosse aceitar seu convite, mas o fato é que eu estava pedindo por alguma coisa que me tirasse de casa. Bem, já dizia o diatdo: \"cuiado com o que pede, pois pode ser atendido\".

— aposto que você achou que eu iria recusar.

— Sim, quero dizer, não. — ele respirou fundo, fechandobrevemente os olhos — Que... que horas é melhor?

— Hm... Daqui uma meia hora?

— Quê?

Dessa vez não segurei o riso, me arrependendo um pouco quando ele ficou sem jeito.

— É que eu estou sem nada pra fazer e eu realmente estava querendo um motivo pra sair de casa.

— Bom, então... eu vou me arrumar e já venho.

— Certo.

Ainda fiquei olhando Takanori entrar apressado em sua casa antes de fechar a porta e eu mesmo ir me arrumar. Ele era uma boa companhia, e que agora se tornava constante. Mas o problema era me apegar nà companhia do pequeno. Pra começo de conversa, ele nem era tão pequeno. Digo, era verticalmente desfavorecido, mas já tinha seus 17 anos, ou pelo menos estava próximo de completá-los. O fato é que ele já não era mais nenhuma criança.

E esta era a parte perigosa. Infernos. E ainda por cima, meu aluno. É, chutei as bolas de Jesus quando ele estava crucificado. Suspirei, acabando de me arrumar e descendo, fechando a porta. Takanori já estava na calçada, e ainda vi de relance ele mordendo o lábio inferior. Cena tentadora até demais.

— Vamos?

— Vamos.

De repende, esse passeio poderia ser muito perigoso.

Continua...

Notas finais
NÃO
ME
MATEM
O______O