Notas iniciais
Gom postando mais um capítulo pra vocês :3 Ah é temos uma novidade! Aviso nas notas finais :*

– Você vem comigo azulzinho.- Disse a voz.

Foi então que o jovem Kira sentiu uma mão forte agarrar-lhe pelo pescoço, só então ele conseguiu enxergar aqueles olhos cor de cereja que se destacavam na escuridão.

A mão que segurava o soltou e o puxou pelo braço para dentro da escuridão e então ele sentiu uma forte dor em seu pescoço antes de desmaiar.


Em outro canto da cidade...


– Tudo que eu mais quero agora, é matar um desses desgraçados.- Disse Sawada enquanto fazia Butaro se transformar em duas pistolas.

– Vamos logo com isso seus inúteis.- Disse Lawliet porquinho provocando os demônios.

– Mostrem para eles quem são os inúties, irmãos.- Disse o demônio de sobretudo vermelho. — ABRAM FOGO CONTRA ELES AGORA! — Gritou o ser humanoide.

Todos os demônios de sobretudo azul começaram a disparar com suas armas.

Floquinho se joga na frente de Nami e cria um grande selo de magia que emitia um brilho verde rodeou todas as crianças ali presentes, então um grande escudo como uma bolha cobriu todos ali. As balas acertam o escudo criado por Floquinho e caem no chão.

– Preparem-se! — Disse Floquinho com as mãos estendidas mantendo a barreira.- Eles são poderosos, não sei por quanto tempo eu vou conseguir segurar eles! — Completou Floquinho.

– Eu não vou ficar aqui parado! — Gritou Sawada preparando suas pistolas.- Lawliet, você está pronto? — Perguntou o garoto olhando para o porquinho com pequenos chifres.

– Você ainda pergunta? — Simplesmente respondeu o porquinho.

Os dêmonios continuavam a atirar contra a barreira criada por Floquinho. A barreira começa a ficar com rachaduras.

– ANDEM LOGO COM ISSO! — Gritou o garoto coelho ficando irritado.

– Vamos Lawliet.- Disse Sawada com uma expressão mista de ódio e tristeza.

Um brilho roxo envolve o garoto e porquinho, então surge um Sawada com seu olho esquerdo roxo com a pupila vermelha. O garoto abre a boca para falar algo,mas, ao invés de sair a voz de Sawada sai a voz de Lawliet.

– Que sentimento é esse Sawada? — Perguntou a voz de Lawliet.

– Não importa o meu sentimento, eu apenas preciso matar todos esses vermes! — A resposta então veio da voz de Sawada.

– Eu gostei dessa sua atitude...- Disse Lawliet.

– Agora cale a sua maldita boca e vamos logo com isso.- Disse a voz de Sawada.

O garoto então parecia ter conseguido achar um equilibrio entre ele e Lawliet.

– Butaro, vire as pistolas agora.- Disse Sawada sério.

O porquinho voltou a forma de pistolas, mas, dessa vez nenhum fucinho de porco ou orelhas surgiram no corpo de Sawada.

Nami estava com as mãos e pernas tremulas por conta do medo, precisava ser forte pois o destino de seus amigos dependia disso. Sentiu algo como uma pontada em seu peito que veio seguida de uma forte dor de cabeça.

A pequena levou as mãos a cabeça e viu-se em um lugar totalmente escuro sendo iluminado apenas por uma pequena chama que parecia queimar no ar. Uma voz doce foi ouvida,apesar de ser doce fez com que Nami levasse um susto fazendo-a pular.

– Nami, não tenha medo.- Disse a voz.

– Que-quem é você? — Perguntou a pequena olhando em volta.

– Eu sou Phoenix! — Soou a voz, no mesmo instante que a voz soara a chama cresceu.

– Eu não vou deixar você usar o meu corpo denovo! — Gritou Nami descidida, tentando disfarçar o medo presente em sua voz.

– Eu não venho aqui pedir para que você deixe eu usar seu corpo.- Disse a voz que agora parecia vir da chama.

– Então o que você quer!? — Perguntou Nami enquanto caminhava decidida na direção da chama.

– Eu preciso que você seja forte, eu acabei de sofrer uma grande perda, e eu quero lhe alertar sobre o perigo que estamos correndo.- Disse a voz.

– Não importa o quão perigoso seja! — Gritou Nami cerrando seus punhos e de cabeça baixa.- EU VOU MOSTRAR PRA TODOS QUE EU SOU CAPAZ DE LUTAR! — Gritou Nami, agora de cabeça erguida encarando a chama.

– Mas, se você morrer...Eu também morro.- Disse a chama que agora começava a tomar a forma de um majestoso pássaro.

– Eu não me importo de morrer por aqueles que eu amo! — Gritou Nami com algumas lágrimas rolando pelo seu rosto.- Eu vejo todos lutando para me proteger, todos lutam por aquilo que amam! EU NÃO VOU SER DIFERENTE! — Gritou Nami que agora começava a ser envolvida por uma chama que ela mesma criará.

A chama que formava a Phoenix diminuiu enquanto a de Nami se tornava grande e poderosa. A chama de Phoenix diminuiu ao ponto de quase transformar-se em uma brasa, destra brasa um pequeno pássaro vermelho com um pequeno topete alaranjado se formou e voou até o topo da cabeça de Nami.

– Parabéns Nami, você finalmente consegui me dominar.- Disse o pássaro com a mesma voz de Phoenix.

Nami abriu os olhos e viu diante dela todos em posição de batalha, logo ela se levantou e enxugou as lágrimas que tinham rolado pelo seu rosto com a manga de sua blusa. Nami encarou cada um dos demônios que os cercavam e estendeu sua mão, a mesma Katana com lâmina vermelha que surgira quando lutara contra Candy surgiu em suas mãos.

– A hora de brincar acabou.- Disse a pequena com um brilho semelhante a brasas no olhar.

A pequena segurou a espada com as duas mãos e colocou-se em posição de luta.

Alessa fez surgir sua marreta e apoiou sua base em seu ombro, em um piscar de olhos sua marreta tornou-se 5 vezes maior.

– Agora eu estou pronta.- Disse Alessa com um sorriso provocador nos lábios.

– Eu não posso mais manter essa barreira! — Anunciou Floquinho enquanto encarava os demônios que sorriam provocantes.

A barreira que separava o bando dos demônios se rompeu, Sawada sem hesitar correu em direção ao bando de criaturas com suas pistolas. Com seu olho esquerdo conseguia ver cada bala que os demônios disparavam e desviava facilmente. O garoto sacou suas pistolas e começou a disparar enquanto corria pela multidão.

O garoto não estava nem aí para aqueles de sobretudo azul, ele queria mesmo era o que vestia-se de vermelho. Duas balas acertaram seus joelhos fazendo com que o menor caísse no chão, logo uma poça de sangue se formou onde ele estava. Olhou ao redor e viu diversos canos de armas apontados para o seu corpo, sorriu e sussurrou para si mesmo :

– Lawliet, por favor mostre a esses senhores como nós lutamos.

O garoto fechou os olhos e quando os abriu, ambos estavam roxos com pupilas vermelhas. Lawliet havia tomado o controle total.

As pistolas que Butaro haviam se transformado sumiraram de suas mãos e o garoto socou o chão. O sangue que no chão havia sido deramado começa a tomar forma de várias mãos que se esticam e socam as caras dos demônios que são jogados para longe.

– Aaaw Yeah baby! — Disse Lawliet sorrindo.

Nami corre em direção aos demônios com sua Katana em mãos, alguns dos demônios começam a disparar contra a pequena. Então Floquinho surge em sua forma humana parando cada bala que poderia acertar a garota.

Alessa ignorando alguns de seus ferimentos a bala gira com sua marreta em mãos fazendo com que alguns demônios sejam jogados para longe.

Vendo algum de seus irmão serem jogados para longe o demônio de sobretudo vermelho resolveu agir. Calmamente ele saltou do poste e caiu de pé sorrindo no meio da luta.

– Parece que esses insetos vão poder me divertir por um tempinho.- Disse o Gunner de vermelho.

– SAAAAAAAAAI DA FREEEEEEEEEENTE! — Gritou uma voz de criança.

Um garoto sem camisa com um físico definido com uma bermuda preta e descalço pousou e logo começou a socar vários Gunners que atiravam contra seu corpo. Algumas balas conseguiram perfurar o corpo do garoto que lutava de cabeça baixa.

Quando o garoto levantou a cabeça, no lugar onde deveria estar o seu rosto estava uma máscara de panda.

– Já chega Jeff, me cansei de andar.- Disse uma voz de criança que vinha de uma menina com o mesmo tamanho que Lucy.

A menina vestia um casaco que lembrava o corpo de um panda, sobre a cabeça da menina estava o capuz do casaco que ocultava os cabelos lilás.

O homem panda não havia parado e continuava a socar os Gunners que caíam ou eram lançados longe.

– JEFF! EU DISSE JÁ CHEGA! — Gritou a menina que correu até o garoto e subiu no seu ombro.


Em outro canto da cidade...


– Fogo contra fogo você diz.- Disse Rei Akuma encarando Chilli.- O que você não sabe é que a sua chama já se apagou a muito tempo.- Disse o mesmo.

– SEU EMO MALDITO! — Gritou o ruivo correndo em direção a Goru com seus punhos e cabelos em chamas.

Goru continuava imóvel, estava esperando o momento certo para atacar. Não queria desperdiçar energia com um pedaço de lixo flamejante.

Chilli acertou um soco na cara de Goru que nem ao menos ficou queimado por conta das chamas. Goru moveu seu corpo mais rápido do que os olhos de Chilli conseguiram ver, então Chilli foi acertado no queixo por um chute poderoso e fulminante no queixo que foi seguido de um soco no estômago.

Chilli caiu de joelhos e antes que pudesse ficar inconciente vomitou um pouco de sangue e então o garoto soltou de sua boca uma pequena bola de fogo que flutuou e foi ao encontro das mãos de Goru.

– Perfeito, agora só faltam outras duas chamas de apoio.- Disse Goru sorrindo.- Que pena que a alma dele está fundida a essa chama- Lamentou-se Goru.

O garoto de cabelos pretos aroxeados levou a bola de fogo até a boca e a engoliu.

– Um corpo tão forte, seria um desperdício se eu não o usasse.- Disse Goru olhando o corpo de Chilli estirado no chão.

Goru estendeu a mão para o corpo e uma chama negra formou uma bola e adentrou o corpo de Chilli através de sua boca.

Os olhos de Chilli foram tomados por uma grande escuridão e logo tornaram-se normais,porém, sem brilho nenhum. Pequenos chifres brotaram da testa do garoto e um rabo com uma ponta triangular saiu rasgando sua calça.

– Vá meu pequeno diabinho, vá se divertir e consiga muitas almas pra mim.- Sussurrou Goru enquanto encarava o garoto desaparecer na escuridão daquela "noite" quase que eterna.


Continua...

Notas finais
Vamos fazer uma fic alternativa a essa, vamos chamar de Shinigami War Shippers. Como vai ser? Bom, vai ser assim ó : Vocês escolhem o casal que acham que combinam e nós fazemos um capítulo de romance deles dois :3
Pelo amor de Deus não peçam um romance Gom x Sawada ¬¬