Shes Only 18

24 Chapter Twenty - Four


Notas iniciais
Então gente capítulo grande esse, mas é que é o penúltimo capítulo da fic! aaaaaaah D: não fiquem tristes pois eu pretendo escrever a segunda parte de "She's Only 18" só que com outro titulo.
reviews ♥

Fomos para Los Angeles no dia seguinte e eu ainda sentia certo peso no coração, deixar a minha cidade, minha antiga casa... Mas eu acho que eu não deveria me preocupar tanto assim, já acertei as contas com o passado, ou talvez não.

Cheguei em casa e fui direto tomar um banho, Anthony é claro me seguiu. Estava me despindo e ele entrelaçou suas mãos em volta da minha cintura e sussurrou em meu ouvido:

- Creio que você precisa relaxar amor. – senti sua voz quente e aveludada no meu ouvido e logo aquele costumeiro arrepio percorreu meu corpo.

- Talvez sim, mas acho que de outra forma como, por exemplo, tomando um banho. – dei um sorriso malicioso e tirei as suas mãos de minha cintura de forma provocativa. Entrei no Box e novamente ele me seguiu, suas mãos seguram novamente minha cintura me virando de frente para ele, seu corpo colou-se no meu, e nossas bocas faziam o mesmo ato. Seu corpo se pressionava mais contra o meu e nossos beijos eram calmos, mas ao mesmo tempo violento. Anthony levantou meu corpo e minhas pernas se envolveram em volta da sua cintura, o peso de seu corpo empurrou-me para a parede gélida dando um choque térmico que percorreu todo o meu corpo, sua boca ia descendo ligeiramente pelo meu pescoço, colo e seios mordiscando-os, dando beijos e chupões que mais tarde dariam belas marcas vermelhas. Minhas pernas apertavam forte o seu quadril, não aguentando mais a demora, mas parece que fui compreendida pois senti o seu membro penetrar-me em uma só investida, o ritmo era lento e foi ganhando força, meu corpo ia amolecendo e logo gememos e explodimos em um orgasmo intenso.

Fiquei parada de frente para Anthony nos abraçamos e depois nos beijamos levemente, nossas bocas se afastaram e ele pegou a esponja, passou no sabonete e depois começou a ensaboar meu corpo, quando chegou às minhas costas ensaboou-a e depois jogou água em cima da tatuagem, fazendo movimentos como se tivesse massageando-a, levou sua boca a tatuagem e beijou cada contorno do desenho, acariciava as minhas costas e depois sua boca se encontra de volta na minha. Ficamos um bom tempo tomando banho, nos descobrindo e nos amando. Por um momento eu me senti melhor, toda a dor e sofrimento foram transformados em prazer, um prazer extasiante que eu não queria que terminasse, mas era hora de voltar á realidade. Depois do banho demorado nos deitamos e dormimos por longas horas até acordar no dia seguinte e voltar para as nossas rotinas, ensaios da banda e meu novo emprego.

1 mês depois.

Já se passou um mês depois da morte da minha mãe e muitas coias boas aconteceram nesse meio tempo, o álbum Californication foi lançado e foi um sucesso de vendas, foi o retorno triunfal dos Red Hot. Por todo lugar podíamos ouvir as pessoas cantando Scar Tissue, Otherside e outros tantos sucessos. Logo a banda entraria em uma turnê e eu ficaria aqui na agitada Los Angeles sozinha, mas a minha vida ia bem também, o trabalho era cada vez melhor, eu havia sido promovida a colunista e bom é isso... Ah não tem mais uma novidade Mel e John estão namorando, durante esse tempo em que eu fiquei ocupada e deprimida pela morte da minha mãe eu nem pude ajudar Melissa com ele, mas ela tomou coragem se declarou e já estão juntos á um mês.

Todo ia bem, sim ia até demais, mas eu me sentia meio vazia tinha a sensação de que algo me faltava, a morte de minha ainda me deixava meio zonza alguma vezes, mas eu tentava me recompor. Durante esse tempo eu escrevi um diário contando como eu me sentia em relação á todas essas mudanças, mas não adiantava eu ainda me sentia completamente vazia e nada tirava de mim as lembranças do passado, apesar de esquecer elas por um momento, elas sempre davam um jeito de voltar para os meus pensamentos. Eu tentava me ocupar com outras coisas como a faculdade e estava aprendendo a cozinhar o engraçado que quem estava me ensinando era uma menina de 11 anos.

- Candice, você pega os quatro ovos que estão ali, quebre-os e coloque dentro da batedeira separando a gema da clara. – Clara ia me dando ordens como se você uma chefe de cozinha enquanto eu fazia o que ela mandava ela tirava fotos e mais fotos para o seu álbum.

- Clara, mas como eu vou fazer isso? É impossível. – ela riu, deu-me a câmera para segurar, pegou os ovos, quebrou o mesmo e separou os elementos, fez tudo com muita perfeição fazendo com que eu ficasse envergonhada.

- Puxa, seu pai tem muita sorte hein. – sorri e passei o meu dedo sujo de trigo na ponta de seu nariz, ela começou a rir e revidou começando assim uma guerra de comida, deixando a cozinha e nós mesmas toda suja.

- Ei, ei que bagunça é essa aqui? – congelamos e vimos Flea parado na porta da cozinha com uma expressão seria, mas que estava á ponto de explodir de rir.

- Pa-pa-i, deculculpe ... Foi quem Candice que começou tudo. – Clara começou a gaguejar e a se desculpar, fiquei com pena dela e Flea começou a rir das nossas expressões de desespero.

- Que engraçado a cara de vocês, estavam parecendo duas criminosas. – disse Flea ao risos.

- Haha, muito engraçado você hein assustar a gente?

- Não se preocupe, eu só vim ver como anda a aprendiz de cozinheira, será que hoje vai sair um bolo?

- É porque a gente já tá com fome. – interveio Chad.

- Calma gente o bolo já tá quase pronto, só falta assar. – disse eu enquanto me limpava do trigo.

- Tudo bem então, enquanto isso eu vou tomar um cerveja. – disse Chad já abrindo a geladeira.

Eles se retiraram e só sobrou eu e Clara, arrumando a cozinha e fazendo os últimos acabamentos do bolo. Minutos depois levamos o bolo para a sala, servimos todos e depois um por um foi dando a sua opinião.

- Olha confesso que estou surpreso hein, nunca imaginei que você pudesse fazer um bolo tão bom hein loira! – Chad disse aos risos.

- Realmente está maravilhoso Can. – disse John se servindo de mais um pedaço do bolo.

- É Anthony já dá para casar hein, de fome você não vai morrer. – Flea disse e todos começaram a rir histericamente.

- Estive pensando nisso também Flea... Realmente de fome não morrerei. – Anthony sorriu e deu uma piscadinha.

- Bom já que vocês se empanturraram do meu bolo e deram as suas devidas opiniões gastronômicas me deem licença que agora eu tenho que limpar essa bagunça que vocês fizeram. Pode me ajudar Clara?

— Claro Can, vamos lá. – voltamos para cozinha e lavamos os pratos, depois nos juntamos na sala junto com os outros. Até então tudo estava ótimo, mas eu estava absorta e pensativa no que Anthony havia dito, e por muitas vezes essa frase atormentou a minha mente: “É Anthony já dá para casar hein...” “Estive pensando nisso também Flea”... Tudo bem foi só uma brincadeira, mas parecia ter um fundo de verdade. Continue pensando isso por mais algum tempo, estávamos á caminho de casa e Anthony me perguntou por que eu estava assim:

- O que foi amor, está tão pensativa.

- Nada não Anthony, só estou um pouco cansada.

- Tudo bem então.

Eu tinha apenas uma semana para escrever uma matéria para a revista e estava toda atarefada, com o último semestre da faculdade eram tantas coisas que eu tinha que fazer que fui chamada na sala do reitor.

— Candice, como pode ver este é o último semestre daqui á algumas semanas todos vocês irão se formar e irão para editoras, revistas, jornais e televisão. Você é uma das melhores alunas de jornalismo que já tivemos aqui na universidade e nós temos um projeto para alunos brilhantes assim como você, que é um estágio de dois anos em outro país, é como se fosse um intercâmbio, mas lá vocês irão trabalhar em revistas, jornais e etc... É como se fossem trabalhar aqui normalmente, mas lá é mais difícil é como se fosse uma especialização na área, e então o que me diz?

- Na verdade eu não sei o que dizer, eu tenho que pensar muito a respeito, mas eu fico feliz em saber que fui uma das escolhidas no meio de tantos outros.

- Tudo bem então Candice, lembrando que você só tem duas semanas para responder, pois temos que providenciar tudo.

- Ok, obrigada pela oportunidade eu darei a resposta em duas semanas.

Saí de lá aturdida, eu tinha ganhado uma oportunidade e tanto profissional, mas eu tinha Anthony não podia deixar ele, mas por um lado ia ser bom me manter afastada com todos esses pensamentos me atormentando. Meu Deus e agora o que eu vou fazer?