Shes Only 18

11 Chapter Eleven


Notas iniciais
Gente um aviso, eu sei que "i could die for you" não foi escrita nessa época mas imaginem que foi okay? kkkkk
reviews please! (:

Voltamos para L.A, a turnê foi realmente cansativa, divertida e problemática, John a cada dia que passava fica mais desinteressado, errava as notas com frequência. Em um show na Irlanda ele teve que voltar no começo de under the bridge, pois tinha errado o solo. Os meninos tem se estressado de mais com ele, e ele aproveita e desconta em si mesmo aumentando o uso de bebidas e drogas.

Eu estava sentada na mesa de uma cafeteria, lendo um jornal e conversando com Flea, eu dizia á ele que precisava arrumar um emprego eu não aguentava mais ficar a toa sem ter nada para ocupar a cabeça e também as minhas poucas economias estavam se acabando.

- Faz bem Can, acho que vai te ajudar muito a esquecer dos problemas. – disse ele dando uma garfada na omelete.

- Mas eu não encontro nada aqui... sabe eu tenho uma vontade enorme de fazer alguma faculdade. – dei um longo suspiro olhando o nada e depois voltei meus olhos no prato com panquecas.

- E o que você queria fazer?

- Bom, eu tenho um sonho de fazer jornalismo.

- Nossa isso é muito bom, a minha Clarinha que ser fotografa ela vive tirando foto de tudo... Vocês podem trabalhar juntas algum dia, quando você abrir uma revista ela será sua fotografa. – nos rimos, ele levantou e olhava em direção a porta tentava reconhecer alguém, me viro e vejo-o gritar pelo nome de Mel.

- MEEEEEEL! – ela vem correndo na direção de Flea e lhe dá um braço bem apertado, eu não sabia que eles se conheciam.

- Poxa, o que você tá fazendo aqui? Não estava em Nova York? – seus olhos brilham enquanto ele fala com ela, ele sorri a todo instante revelando a falha engraçada, porém fofa que ele tem nos dentes.

- Estava, mas recebi uma oferta maior em uma revista e então decidi aceitar e voltar. – Flea aponta para mim, e me apresente á ela.

- Nós já nos conhecemos.

- Já? Como? Onde? – rimos da cara que Flea fazia e de todas essas perguntas.

- Bom aquele dia que eu passei a noite fora, então eu fui á um bar, esbarrei nela enquanto dançava e chamei-a pra sentar comigo, conversamos e depois fomos á um pub e daí eu fiquei chapada e ela me levou para casa... pois não sabia onde morava. – disse á ele, e Mel concordou com a cabeça.

- Então gente eu tenho que ir agora, há daqui a umas duas semanas a revista que eu trabalho vai procurar vocês para uma entrevista... ah e eu posso te pedir um favor?

- Ah claro, vou avisar os caras dessa entrevista. Mas o que é? pode falar.

- Bom você conhece um monte de gente inclusive mulheres, e eu queria saber se você não conhece alguma garota que tá precisando de um emprego, como secretária coisa fácil. – perguntou.

- Na verdade eu conheço sim, olha ai na sua frente. – ele apontou pra mim, levantei os olhos que antes estavam concentrados no jornal e olhei para os dois.

- Eeeeu, eu? – gaguejei

- Sim, você não tava procurando um emprego então tá ai a sua oportunidade, em uma revista ainda no meio em que você quer trabalhar. – coloquei uma mexa do cabelo atrás da orelha e sorri Mel olhava para mim e depois me disse:

- Olha Can, passa lá amanhã umas nove horas que eu falo com você direitinho. – ela falava enquanto tirava um papelzinho na bolsa.

- Toma ai, meu cartão... ai tem o endereço da revista.

- Nossa obrigada, pode deixar que amanhã eu estarei lá. – ela sorriu e acenou para nós, enquanto ia para porta.

Fui para casa e ao chegar lá encontrei com ele, nossa relação havia mudado depois do que aconteceu na turnê, ele estava sentado no chão perto da janela com um bloco de notas e o chão estava cheio de folhas amassadas.

- Oi, ande você tava? Saiu cedo nem me avisou aonde ia, fiquei preocupado. – sentei do lado dele e peguei em sua mão.

- Ah, Flea me ligou e chamou para tomar café aqui, você tava em um sono tão pesado que eu não quis te acordar. – ele sorriu e me deu um beijo rápido.

- Leia, eu acabei de escrevê-la. – ele estendeu o bloco de notas para mim e estava escrito:

I Could Die For You

I'm here to be your only go-between,

To tell you of the sights this eyes have seen.

What I really wanna do is turn into the motion beauty that i can abuse.

You know that I use my senses just to.

You can see that.

It's only everywhere.

I'd take it on and then.

I'd find a way to share.

Come along and go along with me.

Wonder with me , yo, it´s all for free.

I could die for you

What you wanna do

Oh this life I choose.

A cada palavra que eu lia meu coração acelerava, senti meus olhos molhados e logo depois uma lágrima cai sobre a folha.

- O que foi Can? Não gostou da musica eu escrevi ela para você. – Anthony disse enquanto secava a outra lágrima que caia.

- Não Tony não é isso, eu amei... ela é linda eu só acho que não mereço que você “morra por mim” como diz na musica.

- Claro que merece, eu te amo e se algo acontecesse com você eu não me perdoaria nunca. –respondeu.

- Eu também te amo Tony e amo muito. – ele me abraçou e eu sussurrei em seu ouvido:

- I could die for you. –ele segurou em meu rosto e me beijou, nossa línguas brincavam e se exploravam com calma, mas o ritmo começou a ficar acelerado, ele apertava a minha cintura com força e nossas línguas travam uma batalha. Eu puxava seu cabelo o provocando, sentia um sorriso de malicia em meio aos beijos... ele foi descendo a sua boca pelo meu pescoço me fazendo arrepiar, mordeu o lóbulo da minha orelha me fazendo dar um leve gemido e isso o excitou ainda mais.

Anthony me pegou no colo e continuamos a nos beijar, ele me jogou na cama e ficou parado me olhando tirar a blusa.

- O que foi? – perguntei, enquanto ele me olhava e sorria com malicia.

- Rápida você heim. – e ele riu.

Voltou a me beijar e foi tratando de tirar a minha calça... sua boca agora dava leves beijos na minha barriga e foi subindo chegando aos meu seios, sua boca lambendo e chupando o bico dos meus seios, chegando até as minhas coxas. Suas mãos eram quentes e percorriam por toda a parte interna das minhas coxas, ele tocou meu sexo e tirou a minha calcinha e rapidamente ele se livrou do short que usava. Seu corpo por cima do meu e eu sentia sua respiração cada vez mais ofegante, ele pressionou seu quadril no meu e penetrou com força, o movimento de entra e sai era lento, mas foi ganhando força e ficando mais intenso. — AAAAAAAH, Tony... – arfei, fechei os olhos e quando os abri vi o sorriso de malicia na cara de Anthony. Minhas mãos seguram seu cabelo o puxando mais contra mim, sentia meu corpo todo amolecer, já não tinha força nas pernas o orgasmo se aproximava, mas o prolonguei, pois queria que chegasse igualmente para mim e para Anthony. Explodimos em um orgasmo intenso e demos um gemido alto, mas que se calaram, pois Anthony tornava a colar seus lábios nos meus, porém agora o beijo era lento. Deitei-me sobre o seu peito e ele ficou brincando com o meu cabelo.

O telefone toca...

- Não cara, fala pra ele ficar ai eu chego em vinte minutos. – Anthony desliga o telefone e põe na mesinha, seu olhar era preocupado e ele se veste rápido.

- O que foi Tony? – perguntei confusa.

- O Flea me ligou e disse para eu ir lá, o John tá dizendo que vai sair da banda. – eu olhei para ele incrédula, eu não podia acreditar que ele queria mesmo sair, jogar tudo aquilo fora o sucesso que eles tinham. Ele tava agindo muito estranho ultimamente mas não achei que esse comportamento causaria isso. Eu estava muito preocupada, eu creio que Anthony não aguentar outra perda.