Sherlock - Finding The True Love
27 이십칠 장 - Estamos bem, não é?
Notas iniciais
Gente, eu quasimodo (quase morro) de abstinência de postagem...
Ok, nem sou dramática né? (oi?)
Ta ta... parou momento brisa... podem me bater pela piada ridícula do quasimodo, eu deixo. -N
Bem... esse cap tem um pouco de JongKey e... 2MIN? O_O
CALMA... NÃO ME MATEM PELO AMOR DE SHISUS... não é o que cês tão pensando... Ç.Ç'
Vão ler logo pra descobrir... *se esconde e sacode a bandeira branca*
Boa Leitura!
No decorrer da semana, os dois se sentiram extremamente impacientes.
Aqueles ferimentos não se curavam nunca?
Eles sentiam saudades um do outro e precisavam urgentemente mais do que simples beijos de bom dia e boa noite.
Nesses casos de cirurgia, o paciente não pode se mover muito e necessita de repouso constante. E isso somente piorava a vida daquele pobre casal de “velhos”.
Depois de se passar a mais arrastada e demorada semana de suas vidas, eles regressaram ao hospital para a retirada dos pontos do curativo.
O médico os aconselhou mais alguns meses de repouso, mas eles já haviam passado tempo mais que suficiente separados. E todos nós sabemos que nenhum dos dois são do tipo que seguem as orientações médicas.
Quando chegaram no apartamento, o tempo em que a porta se fechava era o tempo em que os dois se entregavam à um beijo caloroso, carinhoso mas ardente, suave mas necessitado.
Os corpos se esfregavam abruptamente enquanto se direcionavam ao quarto, deixando pelo caminho o rastro das roupas. Incluindo a regata branca de Key da qual Jonghyun lhe deu no dia em que se conheceram.
A dor ainda era presente quando os abdomens colidiam, mas ela era suportável, era muito menos intensa do que nos dias anteriores, e era muito menos intensa do que a necessidade que os dois precisavam sentir um ao outro naquele exato momento.
A trajetória para o quarto não fora concluída. O momento estava intenso e urgente demais para caminharem até lá, e o chão de madeira do corredor foi quem recebeu os dois corpos com ternura.
O choque do chão frio com a pele extremamente quente de Jonghyun lhe causou calafrios de início, mas a energia que circulava por todo ele era forte demais, e foi capaz de aquecer aquele local em poucos segundos, estando pronto agora para receber o corpo de Key do qual fora depositado no chão, trocando de posição com o mais velho.
Ainda se entregavam ao beijo preciso. Os corações já se encontravam descompassados, assim como as respirações.
Jonghyun apertava cada parte do corpo do menor, e em especial, as coxas, das quais pendiam no ar, enquanto Jjong estava posicionado no meio destas.
O homem masturbava o menor, e a cada movimento que sua mão fazia, o membro pulsava com mais intensidade. Parecia que ia explodir.
Quando Kibum ameaçou chegar ao clímax, Jonghyun cessou a masturbação e se posicionou na entrada do loiro, que protestou um ato, mas cedeu facilmente ao ver qual outro seria executado em seguida.
O hyung o penetrava vagarosamente, e se deixou cair na gargalhada quando ouviu a reclamação do outro.
– Enfia essa porra de uma vez, caralho!
O homem obedeceu o pedido e já iniciou com estocadas alucinantes, aprovadas pelo mais novo.
Key se via em completo êxtase, e já que não tinha nada ali que pudesse se segurar, resolveu fincar as unhas nas costas do moreno.
Os corpos se arrastavam no chão devido a intensidade das estocadas.
Mas uma vez, o menor ameaçou chegar ao auge, e desta vez Jjong ajudou-o, o masturbando novamente. Aumentou a velocidade das investidas e acabou se desfazendo ao mesmo tempo em que o maknae também se desfazia em suas mãos.
Exaustos, permaneceram deitados no chão do corredor, que agora se tornara quente, enquanto seus corpos resfriavam.
Quando o sangue esfriou e voltou a circular normalmente, eles finalmente puderam perceber o quão aguda a dor do local da cirurgia havia se tornado.
E o contrário do que esperavam fazer quando aquilo acabasse, o que seria dormir e descansar, deu lugar à gemidos e grunhidos altos de dor, deitados no corredor.
E ainda conseguiram rir.
Um da cara do outro.
Sentado no cais, o garoto balançava as pernas no ar, aproveitando o vento que o refrescava ao mesmo tempo em que brincava com seus cabelos.
Os olhos fechados não lhe permitiram ver a chegada do homem que era o único motivo de estar ali.
Durante toda a semana que se passou, Taemin não tinha outra coisa na cabeça a não ser a dúvida do perdão. Ainda não havia decidido o que iria fazer à respeito daquilo, mas estava disposto a descobrir naquele exato momento.
No exato momento em que o homem chamou pelo seu nome.
– Taemin?
Apesar de saber de quem era aquela voz, o garoto se virou somente para se certificar de que estivesse certo. – Não esperava que viesse.
– Digo o mesmo… mas preferi arriscar.
– Sabe… – Levantou-se, mas não se virou. – Eu gostaria de saber o que realmente aconteceu naquela tarde, mas… poupe-me dos detalhes, por favor.
O mais velho caminhou lentamente, até ficar ao lado do menor, imitando-o a analisar o horizonte.
Cruzou as mãos atrás do próprio corpo, suspirou e começou a se explicar. – Bem… quando eu te disse que gostava de você, eu não menti. Me desculpe por ter te causado tanto mal, mas é que eu te quis tanto… e-eu não consegui me controlar naquele momento. Depois que agente se beijou e você saiu correndo daquela forma… eu recebi uma ligação. – Fechou os olhos por um breve momento. – Eu nunca tinha trabalhado de tarde… foi estranho. Ele me disse que o lugar estava muito cheio, e eu ia ter que começar mais cedo para ajudar a aliviar o fluxo de clientes. Eu só… não sabia que você iria aparecer no meu apartamento justo naquela tarde.
– E se eu não aparecesse? Você não me contaria, não é? Se a gente ficasse junto, você iria continuar me escondendo isso, estou certo?
– Claro que não! Eu iria arrumar um emprego digno se você tivesse ficado comigo.
O garoto nada respondeu. Ele já havia percebido há um tempo que Minho estava realmente arrependido, e Taemin já o tinha perdoado mentalmente, embora ainda não estivesse totalmente bem com isto.
– Tudo bem. Era só isso o que eu queria saber. – Olhou para o mais velho e sorriu.
Fora um sorriso confortante, para que o moreno soubesse que havia sido perdoado, sem palavras.
Só com o sorriso.
– Enquanto ao Key… acha que ele vai me perdoar?
– Ele não sabe que foi você.
– Como não?
– Pelo que ele havia me contado, foi tudo rápido demais, e também a visão dele estava embasada por conta do choro então… ele não conseguiu te ver direito.
– E como você sabe disto? – Deu um pouco de ênfase ao ”você”.
– O Jonghyun me contou.
– Ah… – Se pôs pensativo por um certo tempo. – Mas voltando pro Key… você poderia contar à ele por mim?
– Por quê? Você não estava querendo perdão há 15 segundos?
– Eu sei mas… mesmo que ele não me perdoe, ele precisa saber da verdade.
– Eu o conheço. Não vai querer saber.
– Ao menos… tente.
– Tudo bem, vou tentar. – Virou-se e foi se distanciando do homem
– Taemin!
O menor parou para ouvir o que o outro tinha a dizer.
– Estamos bem, não é?
Sorriu e se virou para encarar o outro. – Sim, Minho. Estamos bem. – Continuou a caminhar, deixando o outro para trás com um sorriso de satisfação.
Satisfeito porquê conseguira dar o primeiro passo para ter um consciente limpo e em paz.
Notas finais
Bom... é isso. TT-TT
*vai chorar no cantinho esperando o próximo dia de postagem*
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