Sherlock - Finding The True Love
12 십이 장 - Jonghyun, o que está fazendo aqui?
Notas iniciais
então... to aqui pra postar o ataque cardíaco de vocês ahuahaauhsuhas'
E... TEM LIMONADAAAA :B
tem gente que vai precisar de desfibrilado-oh!
-N.
outra coisa... eu troquei a capa (avá.. é memo?) e eu queria saber da opinião de vcs nos reviews :D
Boa Leitura!
A semana havia se passado rápido, e logo chegou a noite de sábado. Todos estavam reunidos no iate, e embora Jonghyun não conhecesse todos, os mesmos foram muito bem recebidos.
Taemin e Key aparentavam estar entusiasmados, tanto com a festa quanto com a conversa cujo ninguém conseguia ouvir. Falavam baixo, quase sussurrando, e mudavam de assunto imediatamente quando alguém ficava próximo demais.
Entusiasmo este que era invejado pela conversa de Siwon com Onew.
– Eu não sei mais o que fazer... estou me sentindo como segunda opção, sabe? – Onew desabafava com seu velho amigo. – Ele agora só sai com a Sulli, pra cima e pra baixo.
Siwon riu. – Você está parecendo aquelas mulheres neuróticas e extremamente ciumentas dos dramas, quando elas descobrem que o marido está tendo um caso.
Onew arregalou os olhos. – Será?
– Tsc. Taemin é gay, Onew... se ainda fosse um homem, eu entenderia... mas uma garota?
– É isso que eu penso também, mas não se esqueça de que quando um homem "não sabe" que é gay, ele namora mulheres... e também pode haver o caso dele ser bissexual.
– É... eu não tinha pensado nessa maneira.
– Siwon... eu estou com medo.
– Deixa disso, você precisa esfriar a cabeça... Vamos pra uma balada no domingo, que tal?
– Não acho que eu esteja com cabeça pra essa coisas...
– Você vai e ponto. Não vai me deixar lá esperando, viu? – Levantou-se e se afastou rapidamente, para que não desse tempo de Onew recusar ou algo do tipo.
– Oi gente!
Todos deram atenção ao rapaz que havia acabado de chegar. – Desculpa, eu cheguei um tanto atrasado, mas é que eu tive coisas pra resolver... – Minho comentou.
Siwon foi até o rapaz e tomou sua mão, levando-o para cumprimentar o casal da casa. Key deixou o maknae sozinho por alguns minutos, e foi conversar com o convidado, não demorando a voltar.
Assustou-se ao ver o rosto de Taemin, que estava pálido e os olhos do mesmo estavam em tamanhos absurdos.
– Tae? O que aconteceu... ? Você está passando mal?
– Não Kibum, fala baixo! – O menor fitava nervosamente a taça de vinho em suas mãos.
– O que você tem?
– Omma... – O garoto sussurrava, escondendo o rosto. – Lembra quando eu te contei sobre como eu descobri sobre a minha opção sexual...?
– Sim, me lembro... – Parou por alguns segundos para filtrar a mensagem. – Oh meu deus! – Arregalou os olhos tapou a boca com uma das mãos. – Não me diga que... Choi Minho foi o cara que te agarrou na frente de todo mundo e te fez sofrer?
– Omma, eu estou conseguindo! – Ela pulava na cama de alegria.
– Jura? Está conseguindo afastar Taemin da namorada?
– Estou sim, ele me diz que está deixando de sair com ela pra sair comigo... ah Omma, obrigada pela dica, está sendo exatamente como você falou. Ele não vai querer uma garota qualquer de Seoul, ele vai preferir a mim! – Era evidente a felicidade daquela garota, que agora havia se jogado na cama e fitava o teto com um sorriso bobo. – Agente vai na balada no domingo... e e lá que eu vou dar o meu bote.
Victoria riu. – Nossa, mas você é rápida, não é?
– Claro, não gosto de perder tempo. Nós já estamos íntimos o suficiente para isso. – Ela correu para o closet. – Ah, Omma.. me ajuda! O que eu devo usar?
Logo a festa chegou ao fim, e o casal se despedia de todos os convidados e esperaram até que os mesmos fossem embora para assim se retirarem também rumo ao apartamento deles. Estavam cansados, e queriam logo ir para casa.
Taemin foi o primeiro a arrastar Onew consigo para casa, não querendo ser visto por Minho, que na verdade já o havia notado, porém disfarçou e procurou não demostrar que reparou na presença do menor.
Já estavam no carro, à caminho de seu apartamento, permanecendo em silêncio durante todo o percurso. Taemin achou um tanto estranho o fato dos dois não conversarem em toda a viagem, já que normalmente os dois tinham sempre muito assunto para conversar.
Repentinamente caiu a ficha de que os dois não tinham assunto pra conversar justamente pelo tempo em que estão afastados. Eles normalmente comentavam sobre coisas que faziam juntos no dia a dia, histórias bobas ou acontecimentos engraçados. Agora ficavam calados, sem fitar um ao outro, como duas pessoas desconhecidas.
Reparou que realmente estava dando mais importância a Sulli do que ao seu próprio namorado, e por fim decidiu conversar com a garota no domingo, deixando claro que eles só se conheciam profissionalmente e somente assim deveria continuar sendo.
Dormiam juntos, abraçados, tanto pelo vento da noite que entrava calmo e silencioso no quarto, quanto pelos próprios corpos nus.
Mas o menor não estava dormindo. Apenas vigiava o sono do mais velho, certificando-se de que estava profundo o suficiente para que não acordasse ou sentisse a falta do outro corpo que por enquanto estava deitado ao seu lado.
Levantou-se vagarosamente e procurou no closet uma roupa qualquer, da qual fosse fácil de vestir e retirar.
Em ponta dos pés e sapatos nas mãos, caminhou até a saída do apartamento, onde calçou os sapatos com rapidez e saiu porta afora.
Assistia o namorado dormir calmamente, numa respiração quase imperceptível. O via porquê a porta do quarto estava aberta, mas não conseguia entende-lo perfeitamente. Sua visão estava turva. Também pudera, estava na oitava rodada de vodca, sentado sozinho, na sala, e mal sabia o motivo de estar bebendo.
Já não respondendo pelos próprios atos, levantou-se e cambaleante, pegou as chaves do carro e saiu do apartamento. Não sabia para onde estava indo, pouco se importava, seu consciente não fazia ideia do que estava fazendo.
Fora dos limites de velocidade, Jonghyun ziguezagueava pelas pistas da cidade, que pela sua sorte estavam desertas. Praticamente na madrugada, não se viam muitos carros ali, o que era uma boa coisa para o homem que dirigia descontrolado.
Parou por acaso em frente a um prostíbulo qualquer. Mal sabia como havia chegado lá, pois não conhecia o lugar, somente o bairro em que estava.
Adentrou no luxuoso prédio, e se deixou cair num sofá qualquer. Sofá onde havia um outro homem, do qual esperava um cliente para o seu trabalho. Um conhecido rapaz.
– Jonghyun, o que está fazendo aqui?
Custou a levantar a cabeça para ver de quem se tratava. Um rosto que não lhe parecia desconhecido, porém por sua visão prejudicada não conseguiu reconhecer o homem que acabara de lhe chamar.
– Você... tr- trabalha aqui é? – Deixou sua cabeça cair novamente. Pouco se importava em não manter um contato visual com o outro.
– In...infelizmente... mas você não parece bem, tem alguma coisa?
– Não importa. – Forçou-se a levantar, e com dificuldade caminhou até o dono do lugar e lhe pagou uma boa quantia, acrescentando quantia extra e lhe dizendo algo no ouvido, seguido de um apontar de dedo, apontando para aquele rapaz no sofá cujo estava conversando há pouco.
O mesmo o olhou assustado, e caminhou rapidamente até os dois para saber do que se tratava.
– Mas quem diria hein? Você é adorado! – Disse o homem gordo de terno branco e óculos escuros. – Mal chega aqui pra trabalhar e já tem clientes! – Deu uma tragada no charuto e voltou a falar. – Ele vai levar você pra casa dele, depois disso está dispensado.
– Eu não vou fazer isso com ele!
– Você vai! – O homem agora havia tirado os óculos e o fuzilava com o olhar. – Você vai porquê você tem um contrato comigo e não lhe permito desonrá-lo!
Assentiu de forma quase imperceptível, e seguiu, ajudando o homem bêbado a caminhar até o seu carro. A viagem que quase matou o rapaz do coração. Não fora longa, pois rapidamente chegaram ao iate.
Jonghyun adentrou no iate com o outro homem, que ainda estava preocupado com o mesmo. Não poderia fazer aquilo, Jonghyun tinha um namorado, e precisava honrar o compromisso que tinha com tal, mas nada que pudesse fazer estava em suas mãos. Ele foi pago para isso, e precisava fazer. Pensou que poderia simplesmente fazer isso e depois esquecer. Ele estava bêbado, certamente não lembraria disto no dia seguinte. Ninguém saberia, somente Minho.
Determinado a acabar com isso o mais rápido possível, o prostituto levou Jjong até o quarto às pressas, despindo-se rapidamente, assim como o outro.
Beijava-o com voracidade, obviamente. Estava fazendo aquilo contra sua vontade, e não agiria de forma terna com um homem que não amava.
Agora que Minho havia descoberto o amor, o que era amar de verdade, ele nunca mais trataria seus clientes como antes. Mesmo que o fizesse inconscientemente, pois agora só se dedicava fazer com que o seu amado fosse o único a conseguir o melhor prazer com ele.
Assim que o membro de Jonghyun se tornou ereto, Minho sentou no colo do rapaz e se penetrou sem nenhum preparo. A dor não fora tão intensa, mas não o impediu de soltar um longo e arrastado gemido.
Esse gemido excitou ainda mais Jjong, que jogou-o na cama e começou a investir estocadas rápidas no outro homem. Ambos gemiam de forma louca. Minho agarrava com força os lençóis e olhava bem no fundo dos olhos do mais velho, que repetia o ato, não demorando a ficar um tanto desconcertado e aproximar ainda mais os corpos, tomando os labios do menor em mais um beijo caloroso, que se desfez rapidamente para que Jonghyun começasse a gemer no ouvido do maknae.
Os corpos pulavam pois o homem investia com brutalidade em Minho, que começou a arranhar suas costas, alertando-o que o seu ápice estava próximo, assim como o do outro. E não se demoraram a despejar sêmen um no outro. Jonghyun se desfez dentro de Minho, e o mesmo se desfez entre o seu abdômen e o abdômen do outro, que se esfregavam constantemente devido as investidas de Jjong, inconscientemente masturbando o mais novo.
Fora um sexo rápido, como o planejado por Minho. Esperava que ninguém descobrisse sobre isso, e já havia feito os planos para isso.
O que não estava incluído nos seus planos foi o sono que o pegou de surpresa. O cansaço pesou sobre o seu corpo, e o fez dormir ali ao lado do homem que pertencia a o que seria um futuro amigo seu.
Notas finais
RUN BITCH, RUN FOR YOUR LIFE!
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