Sherlock - Finding The True Love

19 십구 장 - Assim espero, Krystal. Assim espero.


Notas iniciais
não aguentei esperar até amanhã pra postar >.
oh... tem gente que vai gostar... tem gente que não vai gostar... só digo que eu estou esculhambando com as meninas do F(x) nessa fiction... e as fãs vão me mataaaaaaar uhahuasashu'
Boa Leitura!

Taemin acordou com o coração apertado. Ele sentia um certo medo em ter seu Omma deitado numa mesa de cirurgia, pois ele ouvira histórias de pessoas que haviam morrido por ter acontecido algo fora do planejamento no procedimento cirúrgico.

A outra parte do seu coração estava mergulhada em hesitação de ir na casa do seu hyung conversar com ele. Sentia medo de ouvir coisas das quais não sabia se iria gostar ou não, e na sua cabeça era preferível evita-las.

Mas aquela mensagem não saía de sua cabeça. E se o que o mais velho tivesse pra dizer fosse algo que realmente o interessasse? E se fosse algo dentro de suas expectativas?

Estava com medo de arriscar.

Os três foram para o hospital, esclareceram algumas dúvidas sobre o procedimento com o médico e em seguida assistiram a ida de Kim Kibum à sala de cirurgia.

Depois que as portas se fecharam, Taemin pôde sentir um enorme aperto no seu peito. Parecia que junto com Key, havia ido uma parte de seu coração, mergulhado em preocupação. A outra parte dele o aguardava nas mãos de Onew, da qual Sulli se encarregou de leva-lo para buscar.

A garota tocou a palma da mão do oppa, alertando-o que deveriam ir. Mas Taemin também não queria deixar aquela sala de espera.

– Podem ir, caso algo aconteça eu vou avisá-los. – Krystal balançou o celular na mão direita.

Por fim, seguiram pelos corredores do hospital, e mesmo relutante, Taemin precisava resolver o assunto que se mantinha pendente. Precisava conversar com Onew.

Os quilômetros pareciam cada vez mais longos, e o tempo parecia passar devagar. O garoto estava vivendo um conflito intenso de pensamentos e decisões que precisavam ser tomadas, e temia escolher as coisas erradas.

Finalmente chegaram ao apartamento do rapaz.

Sulli procurou um contato visual ou qualquer energia de positividade, mas só avistava um garoto assustado e preocupado, que fitava o chão e não demostrava nenhum sinal de entusiasmo.

Seus olhos tristes agora olhavam as feições de preocupação da donsaeng, e procurou puxar o máximo de oxigênio possível num suspiro melancólico. Com um aceno de cabeça para ela, Taemin saiu do carro e caminhou vagarosamente até adentrar no prédio.

Sua cabeça aflita, confusa com milhões de coisas das quais imaginava que pudessem acontecer, não deixavam o pequeno Tae em paz, nem mesmo que por um segundo.

O elevador subia lento. Tudo aparentava estar lento ao seu redor, e isso o sufocava. Ele queria terminar logo com tudo isso, mesmo que o final não fosse o esperado.

O garoto queria muito que o mais velho o aceitasse novamente como seu namorado, e já havia recebido o consentimento da donsaeng para isso. Porém ele temia que isso não acontecesse, por mais que Onew demonstrasse o contrário naquela mensagem.

Parado em frente a porta, seu dedo hesitou ao tocar a campainha, mas assim o fez, e o contrário de todo o resto, Onew foi rápido em abrir a porta, revelando feições surpresas. Embora ele tivesse mandado aquela mensagem, ele pensou que Taemin fosse ignorá-la. Mas o contrário de tudo que pensou por o maknae não ter respondido aquela mensagem, ali estava ele, parado à sua frente, com os olhos marejados e a procura de uma resposta.

Qualquer que fosse, somente queria ouvir novamente a voz do hyung. Não uma voz do mais velho sendo reproduzida roboticamente por um aparelho eletrônico.

Taemin queria ouvir a voz real de Onew.

Não foi muito tempo que os dois ficaram separados, isso somente para quem assistiu de fora. Porquê para os dois, parecia que haviam se passado milênios, e nenhum dos dois envelheceu, pois somente poderiam fazer isso se estivessem juntos. Separados era como se o tempo estivesse parado.

Parado somente para os dois.

– Hyung... – Uma lágrima teimosa correu pelo rosto do garoto.

Sem resposta, Onew tomou a mão do pequeno e puxou-a, fazendo com que o corpo do maknae viesse para si com o impulso e por fim, o tomou em um abraço. Um abraço apertado, que embora estivesse apertando demais para Taemin, ele não se importou.

O ar de seus pulmões não havia se esvaído somente pelo abraço, o momento por completo o fez ficar sem chão, sem ar, sem matéria.

– Tae... me perdoe. – A voz do mais velho saiu falha e chorosa. Suas lágrimas das quais lutou tanto para conter, agora já molhavam sua face por completo. – O ciúme me consumiu naquela noite, e o que eu fiz foi algo que eu não deveria... mas entenda, por favor. Entenda que esse tempo que eu não tive você em meus braços foi o fim do mundo pra mim. Não ver o seu sorriso é torturante, Taemin. Você não sabe o quanto. – Onew tentava com todas as suas forças não machucar o pequeno, mas sua aflição era mais forte e acabava fazendo com que o abraço ficasse gradativamente apertado.

Taemin forçou o desvencilho do abraço e fitou o mais velho, que tinha o rosto inchado, vermelho e completamente molhado.

– Onew... – Forçou sua voz a sair, mas a mesma saiu como um sussurro.

Levou a mão trêmula até o rosto do hyung e tocou-o suavemente.

Em resposta, Onew fechou os olhos e procurou sentir com profundidade o toque do menor, por mais simples que fosse, era como se aquela mão delicada e suave agora pousada em sua bochecha transmitisse uma onda de energia de felicidade por todo o seu corpo, e era uma sensação incrível para ele.

Sua mão também trêmula, veio de encontro a mão do maknae e se sobrepôs na mesma.

Ainda com os olhos fechados, Onew sentiu outro toque.

Agora em seus lábios.

Taemin não sabia aprofundar um beijo, enquanto Onew não sabia se deveria fazê-lo, então permaneceram naquele selar de lábios por um tempo, tempo suficiente para que o mais velho tomasse coragem em adentrar com a língua na boca do menor.

E assim fora o mais intenso beijo que a vizinha de Onew pudera presenciar. Em risos baixos, ela adentrou rapidamente em seu apartamento e espiou durante uns três segundos da porta, fechando-a rapidamente para não ser vista quando separaram-se do beijo.

Um sorriso fraco apareceu nos lábios do pequeno Tae. Um sorriso tímido, que fez o corpo inteiro do hyung se arrepiar.

– Nossa. Como eu senti saudades de ver esse sorriso. – Beijou-o mais uma vez, puxando-o levemente para frente, alcançando a porta com uma mão e então fechando-a.


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– Ué, não ficou lá porquê? – Krystal perguntou confusa, ao ver Sulli caminhando em sua direção.

– Eu que não ia ficar segurando vela lá né. Além disso... eu sei que ia rolar mais coisa do que uma simples conversa, e já que ia demorar, eu não ia ficar esperando no carro. – Se sentou no sofá. – Quando ele quiser carona pra voltar ele me liga. Ué, cadê o Jonghyun? – Só agora ela notara a falta do rapaz.

– Quem?

– Jonghyun... acho que é o namorado do Key. Obviamente ele devia estar aqui né... esperando o cara sair da cirurgia.

– Namorado? O Key é gay agora é? – Agarrou com força os braços da poltrona, arregalando os olhos e inclinando-se para frente.

– Krystal... uma hora um cara gay tem que descobrir que é gay. Vamos combinar que quando ele namorava você ele já tinha um jeito estranho... e já que você terminou com ele, por que tanta preocupação com a opção sexual dele?

– Você sabe que eu terminei com ele contra a minha vontade...

– Ah, vai me dizer que você tava planejando voltar com ele depois de tudo o que você fez ele passar.

– Talvez... – Ela desviou o olhar. – Mas isso não vem ao caso agora, ele está namorando. Eu tenho que me conformar e aceitar isso.

– Assim espero, Krystal. Assim espero. – Ela a olhou profundamente antes de direcionar o olhar à porta da sala de cirurgia, que se abrira revelando o médico que saíra todo ensanguentado do local.

Por fim, a preocupação tomou conta das feições de ambas.


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Notas finais
proximo cap tem LEMOOOOOON *----*
de quem será? hohoho.