Sherlock - Finding The True Love
4 사 장 - Pois é... aqui estou eu.
Notas iniciais
dois capítulos em um dia? dig din dig ding ~ (8)
ashuusahsahuashu enfiiiim... esse REALMENTE não tá legal... pq a inspiração acabou aqui -nnn e eu tbém achei ele meio repetitivo :T
maaas... como eu não vou ficar julgando pq quem julgam são vcs... eu vou deixar vcs lerem logo :B
Boa Leitura!
O fim de tarde já se mostrava presente. O sol era rápido em sua trajetória para o horizonte, e o tom de sépia já repousava sobre a cidade, assim como a queda de temperatura.
Taemin aproveitou a carona do seu hyung para ir até o prédio de Key. Estava praticamente correndo para chegar até o elevador, e praguejou quem criara a música ambiente em elevadores, que sempre o irritavam quando estava com pressa e era obrigado a ficar parado ouvindo aquilo.
O garoto praticamente corria pelos corredores, e sem hesitar, seu dedo empurrava com a campainha do apartamento de Kibum inúmeras vezes.
Com expressão de revolta, Key abriu a porta enquanto Taemin já estava impaciente, transferido seu peso de uma perna para outra, em movimentos repetitivos.
Depois de filtrar a imagem do maknae em sua cabeça, Key desmanchou as feições irritadas e deu lugar a um sorriso doce. Abraçou-o forte e fez um carinho nos cabelos do mais novo.
– Tae, que saudade. – Disse o mais velho, desabafando.
– Omma, não faz nem dois dias que não nos vemos.
– É verdade. – Riu. – Mas eu percebi que muitas novidades apareceram nesses dois dias. De quem era aquele carrão do qual te vi sair? – Separaram o abraço e Key o olhou com um sorriso ousado nos lábios.
– É uma história um tanto comprida. – Só então o garoto reparou no curativo na testa do outro. – O que aconteceu, Omma? – Tirou os cabelos que caiam sobre a testa de Kibum, para que pudesse analisar melhor o estrago.
– É uma história um tanto comprida. – Disse, imitando o maknae.
– Eu percebi que muitas novidades apareceram nesses dois dias. – Retrucou.
Os dois riram e adentraram no apartamento.
– Então... já que é uma longa história, comece a contar. – Disse Key, fechando a porta e indo para a cozinha. – Detalhe por detalhe, hein?
– Ok. Hm... lembra do Onew? – Taemin se sentou no sofá. – Aquele que eu te disse que nos conhecemos nos tempos de colégio.
– Me lembro, sim. – Ele veio trazendo dois copos de suco, entregando um deles ao garoto.
– Obrigado. Então, lembra que eu te falei que eu me apaixonei por ele? Só que eu não queria dizer porquê tinha medo que ele se afastasse de mim?
– N-não me diga que... – Key arregalou os olhos. – Contou pra ele?
– Não. Pelo contrário... ele se confessou pra mim, ele se declarou, Omma. Ele me beijou ontem, e hoje nós saímos para almoçar e bem, eu precisava saber o que tava rolando entre nós e ah, Key... ele me disse coisas tão lindas.
– Aegyo~ ! E vocês estão namorando?
– Pra falar a verdade... isso eu não sei. Mas acho que agente ta junto. Enfim... e você Omma, o que aconteceu com sua testa?
– O quê? Isso? – Apontou para o curativo. – Isso não é nada. Machucado feio mesmo foi este aqui. – Levantou a camisa, expondo as ataduras.
Os olhos de Taemin cresceram absurdamente de tamanho. – Kibum! O que aconteceu com você?!
– Eu fui atropelado.
O mais novo pôs as mãos na cabeça mas evitou que qualquer som saísse de sua boca para que o mais velho desse continuidade a sua explicação.
– O cara que me atropelou me levou para o hospital e ficou comigo até que eu acordasse. Ele me comprou roupas novas e me trouxe até em casa.
– Oh, meu Deus! E você está bem?
– Estou sim, mas eu te chamei pra perguntar uma coisa... espero que não se importe. – Levantou, pegou o copo vazio das mãos do pequeno e levou para a cozinha, voltando em seguida.
– Omma, eu compartilho tudo com você, não há nada que você não possa me perguntar – Sorriu.
Key sorriu de volta. – Obrigado Tae, mas o que eu vou perguntar é realmente constrangedor. – Não recebeu uma resposta. Somente viu os olhos atentos do garoto esperando que ele prosseguisse.
– Como você... descobriu... que era... gay?
A pergunta pegou Taemin de surpresa. – Bem... – Riu sem graça, coçando a cabeça e desviando olhar para o chão de madeira. – Meu coração batia muito forte quando eu estava perto de um garoto, e eu gostava de ficar perto dele. Minhas mãos ficavam frias e trêmulas, enfim... todas essas coisas que se sente quando está apaixonado. Você deseja aquela pessoa de todas as formas e espera que ela também faça o mesmo. – Continuou mantendo o foco no chão. – Um dia eu... eu falei tudo pra ele, sabe? Pus tudo pra fora mesmo. Ele me respondeu com um beijo, na frente de todo mundo... eu não quis me separar, eu gostei. Foi aí que eu descobri que eu era. – Só depois de terminar toda a explicação, o maknae teve coragem de olhar nos olhos do seu hyung. – Essa pessoa me decepcionou muito, por isso eu nunca te contei essa história. Desculpe, Omma.
– Não se preocupe com isso, meu anjo. – Levantou e abraçou o pequeno.
– Mas por quê isso agora, Key?
– Taemin... – Afastou o mais novo de seu peito. – Eu acho que estou apaixonado.
– Mesmo, Omma? – Os olhos do loiro brilharam. –Quem é a sortuda?
– Não, não, meu pequeno... o correto é sortudo.
Taemin arregalou os olhos. – Hyung... você acha que... que é gay?
– Eu acho que sim... Tae.
– Por que você acha isso?
– Você disse que descobriu que era porquê você desejava aquele homem e esperava que ele o desejasse, certo?
– Sim...
– Então... no quarto do hospital, eu... eu queria que ele me visse nu. Eu fiz com que ele me ajudasse a vestir uma regata branca e adorei isso.
– Omma... eu nem acredito.
– E eu acho que ele era também, porquê ele estava super corado quando estava me ajudando... e eu não tenho nada aqui que ele já não tenha visto.
– Mas... e agora, Kibum? Você não tem nenhum contato.. então tente esquecer isso, talvez tenha sido somente gratidão... um modo muito estranho de gratidão. – Curvou as sobrancelhas e desviou o olhar, pensativo.
– Ele me deu o número dele... disse que eu podia ligar quando precisasse de alguma coisa.
– Bem, nesse caso você precisa de uma coisa, hyung.
– Preciso?
– Precisa sim, esclarecer essa história.
– Mas, Tae... ele me deu esse número se eu precisasse de alguma coisa... isso não é exatamente algo que eu precise na concepção dele.
– Será que ele te deu só porquê você precisava mesmo ou ele quis que você ligasse e você não entendeu o recado?
– Eu não sei... acha que eu ligo?
– Devia.
– Ok... eu vou fazer isso, mas não agora.
– Aish... me conte então quando ligar.
– Está bem...
– Omma, eu tenho que ir, mas depois que você fizer isso, vai me contar detalhe por detalhe, hein?
– Tudo beeeeem, Sr. Taemin. – Depositou um beijo na testa do mais novo. – Até outro dia, então. – Levantou, seguido pelo outro. – Não demore a vir me ver, ok? – Abraçou-o.
– Não se preocupe quanto à isso. Eu irei estar aqui o mais breve possível pra saber da história.
Ambos riram e se despediram.
Minho analisava com os olhos aflitos os últimos resquícios do sol que já se escondia no horizonte. Passara a odiar a noite pelo que fazia nela, e hoje teria que fazer uma vez mais.
Somente hoje. Será a última vez. Pensou.
Caminhou em passos lentos, rumo ao seu trabalho, desejando que a cada passo ele se distanciasse ainda mais. Foi um pensamento obviamente inútil, pois chegou nele quando finalmente o céu escuro já cobria a cidade.
A lua parecia querer ajuda-lo, deslizando rápida no céu, querendo fazer com que aquela noite não durasse para o moreno que estava parado em frente a porta do local, respirando fundo e cerrando os punhos antes de entrar.
As luzes vermelhas incomodavam seus olhos, portanto demorou a reconhecer seu chefe, que vinha de braços abertos recebe-lo.
– Choi! Pensei que não viria. – Riu, passando o braço pelos ombros de Minho.
– Pois é... aqui estou eu. – Riu sem graça.
– Vá para a sala, já tenho um cliente à sua espera.
Obedeceu, rezando, suplicando para que a noite se passasse mais rápido do que já estava tentando passar.
Notas finais
ficou bom? já tem gente se descabelando ai pra saber com o que o Minho trabaaalha né? hueheehhu' eu tbém -nnnnnnn
reviews por favor? to imploraaaando... kkkkkkkkkkkkkk'
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