Sherlock - Finding The True Love

2 이 장 - Agora está limpo, não é hyung?


Notas iniciais
Olá pessoas! :D
Então... eu tô postando esse cap suuuuuuper antes do previsto, pq teve gente que me ameaçou! huehuehu'
Nossa.. eu nem sabia que o primeiro cap tinha ficado tão bom assim *-*
e obrigada pelos reviews õ/
enfim... eu tava loquinha pra postar esse cap mas eu fiquei com medo de vcs num gostarem pqe eu escrevi ele super rápido pra postar logo então... eu não acho que vá atingir as expectativas de vcs...
mas eu dei uma olhadinha nele e tipo, num consegui mudar muita coisa pra que ele ficasse mais interessante, então eu postei assim mesmo -o-
mas eu espero que vcs gostem dele assim xoxo mesmo ~ ♥
Boa Leitura!
(alguém leu até aqui?)

Sua consciência foi retomada aos poucos. A claridade daquele local fazia com que seus olhos doessem, mas não mais do que a dor que sentia na área do tórax, o que o fez soltar um gemido alto, alertando o homem que analisava distraído da janela a paisagem acinzentada, sentado em uma cadeira branca que aparentava ser altamente desconfortável.

O rapaz levantou rapidamente, querendo ter certeza de que o mais novo estava bem.

Key levantou o lençol com cuidado, e viu que faixas o contornavam na área das costelas. A dor naquele local agora já não era tão intensa, mas dificultou um pouco quando ele tentou se levantar.

O moreno o olhava com uma expressão de preocupação, o rapaz que provavelmente vinha carregando, além da preocupação, toda a explicação que faria com que Key ligasse as peças e finalmente compreendesse o que estava acontecendo.

– Dói algo?

– Minha cabeça... e as costelas também.

– Espera um minuto, eu vou chamar um médico. – Adiantou seus passos para a porta, mas parou quando ouviu o protesto do loiro.

– Não preciso de médico. Eu vou para casa. – Key disse, se levantando e procurando por suas roupas. – Onde estão minhas roupas?

– Elas foram danificadas por conta do impacto do seu corpo no chão, por isso eu tomei a liberdade de jogá-las fora.

– Jogou fora? Por quê fez isso? Eu não posso ir pra casa com uma roupa hospitalar! – O maknae o olhou incrédulo.

– Não se preocupe... eu imaginei que você fosse dizer isso. Por isso, eu comprei um novo par de roupas pra você. – Foi até o sofá, buscando a sacola de compras e entregando-a à Key. – Eu não sabia o seu manequim, então eu acho que vai ficar um tanto folgado em você.

O moreno virou-se de costas e esperou que o outro se vestisse, mas mais uma vez foi repreendido pelo pedido do jovem.

– Acho que vou precisar de ajuda. – Key disse, esperando o mais velho se virar e encará-lo. – Não vou conseguir vestir essa regata sozinho. – Apontou para o seu tórax enfaixado.

O homem veio, hesitante, e corou rapidamente ao ver o tórax nu do mais novo que só não estava completamente despido por conta dais faixas e da roupa hospitalar que havia parado em sua cintura.

Key levantou os braços para que pudesse facilitar a passagem da regata que era colocada com o máximo de cuidado pelo outro, mas que não evitou fazer com que Key soltasse leves gemidos de dor, fazendo com que o mais velho corasse cada vez mais.

Depois de vestir a camisa branca, finalmente Key deu sinal, permitindo que o homem se virasse para que ele vestisse as calças, embora tivesse uma estranha vontade de permitir que continuasse olhando.

– Onde estão meus sapatos? – Perguntou, puxando o zíper e abotoando a calça.

– Dentro da sacola.

Vasculhou a sacola e achou um vans preto. Não questionou, imaginou que seus sapatos tivessem sidos jogados fora junto com suas roupas.

– Obrigado. – Disse Key, curvando-se.

Abriu a porta e parou quando ouviu a pergunta do mais velho.

– Não quer uma carona? Lembre-se que você está sem carteira e num hospital no centro da cidade.

– Isso seria abusar da sua boa vontade.

– Não, por favor. É o mínimo que posso fazer.

Key curvou-se novamente, mais discreto desta vez. Seguiram pelos corredores até chegarem à porta da frente, seguido do estacionamento. Kibum abaixava a cabeça à medida que recebia olhares desconfiados dos médicos, como se duvidassem de que o jovem tivesse recebido alta.

Avistou um Audi Locus piscar os faróis duas vezes, só então percebeu quem era aquele homem. Avistar aqueles faróis fez seu corpo inteiro tremer, e sua pele tornou-se tão gélida que qualquer pessoa que a tocasse imaginaria que estivesse morto.

Procurou não demonstrar seu nervosismo e continuou andando. Assim que adentraram no carro, Key tomou coragem em perguntar: – Foi você quem me atropelou, não foi?

A pergunta atingiu o mais velho como um tiro, que hesitou em responder. – S-sim. – Procurou não manter contato visual com o outro.

Permaneceram por alguns segundos num silêncio incômodo.

– Quem é você? E porquê se importou tanto comigo? – Key finalmente expulsou a pergunta que tanto lutava para sair.

– Meu nome é Jonghyun. E tudo o que eu fiz era o que eu podia fazer no mínimo, por ter te prejudicado desta maneira.

Depois da pequena conversa, seguiram em silêncio até o apartamento de Key, que agradeceu novamente, porém mais rude desta vez, e por fim, adentrou no prédio.

Ao chegar da varanda, ainda pôde avistar o Audi Locus antes de sumir na esquina. Deu início aos seus pensamentos, olhando o céu estrelado. Pegou seu celular e começou a deletar todas as ligações que não foram atendidas naquela tarde, inclusive as que motivaram-no a sair de casa.

Imaginou que apesar do incidente, não havia sido uma má ideia sair dali, pois aquele homem o fez se sentir mais em paz do que estava na manhã deste mesmo dia.

Prometeu a si mesmo que iria, a partir daquela noite, parar de chorar por aquela garota. Iria esquecê-la. Mas percebeu que para isso, precisaria da ajuda de um homem do qual tinha chances remotas de encontra-lo novamente.

Foi para o seu quarto, determinado a tomar um banho antes de dormir. Retirou as roupas cuidadosamente, rindo sarcástico, lembrando de Jonghyun, que havia caído na sua desculpa de não conseguir se vestir por conta da lesão. Mas seu sorriso logo deu lugar a expressão de dúvida. Por que ele havia feito aquilo? Porque queria aquele homem perto de si?

Sacudiu a cabeça, jogando para longe os pensamentos tolos e retirando a calça. Parou por um momento quando ao tocar o bolso de trás, sentiu uma coisa estranha.

Retirou do bolso um papel dobrado perfeitamente. Ao lê-lo, novamente o sorriso tomou conta de suas feições.


Me ligue se precisar de algo.
10 5782 4185
Kim Jonghyun.


Dobrou-o novamente e o pôs em cima da bancada. Planejou ligar para ele em breve, se precisasse de algo, ou ligaria se simplesmente achasse alguma desculpa para se encontrarem novamente.

Mas antes de tudo, ele precisava entender o porquê da necessidade de estar perto dessa pessoa que ele nem conhecia. Precisava entender porquê seu corpo pedia por aquela pessoa.

Se jogou na cama, esquecendo completamente do banho que planejou tomar, e acabou dormindo, sonhando com o dia que encontraria novamente aquele homem chamado Kim Jonghyun.



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Os dois caminhavam pela rua tranquilamente. Onew havia deixado seu carro na garagem do prédio de Taemin, pois eles preferiram andar aleatoriamente.

Ele ria ao assistir o maknae comendo o chocolate, que não parecia se importar em estar todo sujo.

– Você está todo sujo, Taemin.

O mais novo tentou limpar a boca.

– Ainda está sujo.

Mais uma vez ele passou a mão pelos lábios.

– Continua sujo. – Onew riu. – Quer que eu limpe?

– Por favor.

Onew já num intuito no qual não deveria ter, apoiou a mão no queixo de Taemin e com o polegar, começou a limpar o canto dos lábios do menor. Foi parando quase que imperceptivelmente os movimentos, e começou a analisar cada mínimo detalhe no rosto do pequeno, aproximando-se lentamente.

Taemin notara o que iria acontecer ali, mas somente se permitiu ser beijado pois não havia ninguém na rua naquele momento. Já era tarde, e somente os dois estavam ali naquela calçada, encarando um ao outro, ansiando por um único tipo de toque.

Por fim selaram os lábios. E Taemin pode sentir uma lágrima quente descer pelo seu rosto. Uma lágrima de felicidade, da qual ele nunca imaginou que pudesse sentir.

Onew pediu passagem com a língua, que foi concebida por imediato pelo garoto, e então ambos começaram a explorar suas cavidades bucais, como sempre ansiaram fazer um com o outro.

Não foi um beijo demorado, mas foi o suficiente para que Taemin deletasse todas suas dúvidas sobre as intenções de seu hyung para com ele.

– Agora está limpo, não é hyung? – Taemin comentou, rindo, somente para disfarçar e fazer com que Onew não reparasse na vermelhidão de sua face.

– Sim, meu pequeno, agora está limpo. – Afirmou, passando o braço pelos ombros do pequeno Tae. Agora seu pequeno Tae.

Caminharam lentamente até o apartamento de Taemin, onde o mais velho depositou outro beijo nos lábios doces do maknae e se despediu antes de adentrar no carro e percorrer as ruas frias e noturnas da cidade, deixando um sonhador Taemin o assistir até onde a visão lhe pudesse permitir.


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Notas finais
e aí personas? gostaram? :D
tipo... eu achei fofinho esse final, mas eu quero saber a opinião de vcs nos reviews *---*
inté o próximo ;*