She Will Be Loved 2

8 Thanksgiving - Winter Break


Notas iniciais
CAPÍTULO DEDICADO À
LarissaRodrigues E A totoia_nolasco POR SEREM LINDAS E ME MANDAREM DUAS RECOMENDAÇÕES MARAVILHOSAMENTE PERFEITAS *-*
Enjoy (:

22 de Novembro – Dia de Ação de Graças

Batuquei meus dedos nos meus joelhos, tentando ignorar a tensão que estava no ar.

Apesar de aquela ser minha família, eu estava mais desconfortável do que nunca.

A sala da casa do meu pai parecia ter sido totalmente engolida por uma nuvem do silêncio, onde ninguém falava nada. Sophie estava lixando as unhas, meu pai estava assistindo um jogo de algum esporte na televisão, Beatrice – filha da minha madrasta que já foi minha melhor amiga um dia – estava digitando uma mensagem e Gabe – filho do meu pai com a minha madrasta – estava brincando com carrinhos no chão.

Marie era a melhor amiga da minha mãe, tipo uma segunda mãe pra mim e para Sophie. Quando minha mãe morreu, ela ficou um tempo na minha casa para tomar conta de nós até meu pai se acostumar a ser pai solteiro.

Não demorou muito para ela dar a notícia que ela estava grávida do meu pai e ia chutar o marido dela para casar com o meu pai.

Desde então, eu e Sophie vivemos em um internato.

– O jantar está na mesa. – Marie falou assim que entrou na sala, evitando olhar para mim e Sophie.

Todo mundo sabe que ela teve uma parcela de culpa na decisão do meu pai de praticamente jogar eu e vagabunda da minha irmã fora.

Levantamos do sofá de couro preto e caminhamos pela grande sala até a sala de jantar. A mesa estava posta e o peru parecia ter acabado de sair do forno. Marie colocou Gabe no cadeirão – apesar de ele ter três anos, o tratam como se tivesse seis meses – e sentou do lado dele.

Sentamos todo em volta da mesa, fingindo ser a família que não éramos.

Meu pai fez uma oração rápida, agradecendo por Marie, Gabe e Beatrice e pelos negócios que estavam dando certo. Em um momento ele mencionou o meu nome e o de Sophie.

Assim que a oração for terminada, coloquei um pouco de arroz, purê de batatas e um pedaço de peru.

– Por que cada um aqui não fala do que é grato hoje? – Marie falou, tentando quebrar o clima pesado. – Beatrice começa.

Beatrice tomou um gole do refrigerante dela.

– Eu sou grata por ser a primeira aluna da minha classe. – Beatrice falou. – Sou grata por viver em um país onde eu posso me expressar. E sou grata por Beethoven por me dar algo descente para escutar nos dias de hoje.

Beep. Alerta de papo de nerd. Beep.

Marie e meu pai deram risada. Me forcei para não vomitar o pouco que tinha colocado na boca no meu prato.

– Sou grata pelas barrinhas de cereal com menos de 100 calorias. Sou grata pela invenção da bebida destilada. – Sophie falou e então olhou com cara de deboche para Beatrice. – E também sou grata por já ter tido um orgasmo, coisa que parece que nem todos nessa mesa já tiveram.

Meu pai quase cuspiu o que ele estava comendo.

– Sophie! – Meu pai chamou atenção.

– O que foi? – Sophie se fez de desentendida. – Só estou falando.

– Não na mesa! – Meu pai a repreendeu. Marie fez um movimento com a cabeça, como se estivesse com nojo de Sophie. Não a culpo.

– Sou grata pela vida dos meus filhos queridos. – Marie falou, tentando quebrar o clima pesado de novo. – Sou grata pela vida do meu marido. E sou grata por podermos ter essa janta em família.

Meu pai se esticou e beijou os lábios de Marie.

E de novo eu me esforcei para não vomitar.

– E você Charlotte? – Beatrice perguntou. – Não é grata por não ser uma vadia?

Sophie bufou. Ela percebeu que era uma indireta para ela.

– Na mesa não, meninas. – Meu pai falou de novo. – Anda Charlotte, três coisas que você é grata.

Mordi meus lábios por meio segundo, tomei um gole do meu refrigerante.

“Sou grata por não passar o final de ano com vocês” pensei.

– Sou grata por... – Parei para pensar. – Sou grata pelos meus amigos. Sou grata por Shakespeare e sou grata pela minha mãe.

O silêncio se alastrou e dessa vez ninguém quebrou.

Mais tarde, quando todos acabaram de comer, meu pai forçou eu e Sophie a lavar a louça para Marie. Nem tentei contrariar porque eu percebi que seria inútil.

Eu e Sophie ficamos sozinhas na cozinha, em silêncio, eu ensaboava e ela enxaguava.

– Grata pelos seus amigos, hun? – Sophie provocou.

– Principalmente aqueles que batem em você por mim. – Falei, lembrando de uma Lucy com lábio inchado por causa de um soco que tomou de Sophie.

Sophie riu sem humor.

– Como você é engraçada, devia tentar comédia como carreira. – Falou cinicamente.

– E você é grata por ter tido um orgasmo. – Falei em tom de deboche. – Você é ridícula.

Sophie estalou a língua.

– Sou principalmente grata pelos orgasmos que Justin me deu. – Sophie falou e me olhou de soslaio.

Contar até três. Respirar fundo. Pensamentos felizes.

– Pode ter sido bom pra você, mas parece que ele não gostou muito, hun? – Provoquei do mesmo jeito que ela estava me provocando. – No final das contas ele te largou para ficar com a sua irmã mais nova.

Sophie resmungou um palavrão envolvendo meu nome.

– Não me provoque, Charlotte. – Sophie falou.

– Por que? – Perguntei e soltei a louça, me virando para ela. – Vai me bater? Vai mexer nas minhas correspondências? Estou tremendo.

Sophie agarrou meus ombros com as mãos molhadas e frias dela. Tirei as mãos dela de mim, meio que a empurrando com força. Sophie revidou meu empurrão, me empurrando de volta com força.

Segurei no granito da pia para não cair.

– Se encostar em mim de novo... – Sophie começou, mas não terminou.

Minha mão a atingiu em cheio a cara de Sophie, deixando a marca dos meus cinco dedos em seu rosto perfeito. Sophie estava com o rosto virado, com os cabelos loiros na frente dos olhos.

Eu jurava que ela ia correr para o meu pai, chorando e dizendo que eu sou violenta. Ela sempre fazia exatamente isso quando éramos pequenas. Mas, ao contrário do que eu pensei, Sophie não foi atrás do meu pai.

Sophie simplesmente pegou um tufo do meu cabelo, puxando ele.

Tentei acertar aquela vaca com um soco ou tapa ou arranhão, mas ela estava puxando meu cabelo com força demais, me fazendo ficar com a cabeça abaixada e sem saber onde bater/arranhar/socar.

Aproveitei a falta de atenção da vadia e mordi a mão dela, fazendo ela soltar meu cabelo. Agarrei o cabelo dela perto da raiz, fazendo a desgraçada gritar um pouco. Ela revidou com um arranhão no meu rosto, que me fez virar o rosto.

Sophie aproveitou meu momento de ardência no rosto pra colocar a mão no meu rosto, me empurrando.

– Me solta, Charlotte! – Sophie gritou.

Mordi a mão dela e ela gritou. Sophie chutou minhas costelas e eu caí no chão, soltando o cabelo dela. Sophie aproveitou o momento e começou a me chutar. Chutei as pernas dela e Sophie caiu no chão também.

Sophie subiu em cima de mim, apertando meu pescoço contra o chão.

Eu estava sentindo minha cabeça ficar mais pesada e meu pulmão começar a latejar por causa da faltar de ar. Soquei o rosto dela, fazendo a maldita cair para trás. Comecei a me levantar do chão, assim como Sophie.

Eu estava prestes a voar no pescoço dela e dar o troco por ela tentar me sufocar há alguns segundos, mas Sophie pegou um garfo da pia e apontou para mim.

– Se der um passo, eu enfio essa coisa em você. – Sophie falou com cara de maníaca da ponte.

– O que está acontecendo aqui? – Meu pai entrou na cozinha com Marie e Beatrice atrás.

– Essa louca está me ameaçando com um garfo. – Falei e apontei para Sophie.

A cara de Sophie estava com a marca dos meus dedos e eu podia sentir a carne viva no meu rosto por causa do arranhão de Sophie.

– Sophie, solta isso. – Meu pai falou e imediatamente a vadia soltou o garfo, ainda me olhando com cara de psicopata.


22 de Dezembro – Inicio da Winter Break

Mackenzie, Ian e eu estávamos sentados nos bancos do aeroporto, esperando o voo para o Alabama, casa de Mackenzie. Eu, Mackenzie, Ian, Justin, Ryan, Lucy e Josh íamos nos abrigar na casa dela.

O que me espanta é que nenhuma família protestou contra os filhos passarem o natal e o ano novo longe.

Meu pai foi bem razoável quando eu disse que ia para o Alabama para as festas de final de ano, ele apenas disse “tome cuidado e nada de Lucy ou Justin”.

Se eu me sinto mal de mentir assim para meu único parente mais próximo? Não.

Chamaram nosso voo e logo estávamos no ar, voando pra o Alabama.

Lucy e Justin praticamente no mesmo horário que a gente, Ryan só vai chegar amanhã com Josh. Por enquanto éramos só nós três, curtindo o silêncio durante o voo.

Mackenzie estava sentada do meu lado e Ian estava na fileira da frente, olhando a janela com olhos cansados, assim como eu.

– Charlotte? – Mackenzie me chamou.

Virei para encará-la.

– Sim? – Respondi.

– Obrigada por ter vindo passar o final de ano comigo. – Ela falou.

Essa garota é inacreditável. Ela está cedendo a casa dela para um bando de adolescentes desregrados para passar o final de ano e simplesmente está me agradecendo por isso.

– Er... – Comecei.

– Sério. – Ela falou. – É que eu não tenho muitos amigos e... Saber que agora eu tenho uma colega de quarto que está disponível para passar o final de ano comigo é muito legal.

– Obrigada por nos emprestar sua casa. – Falei.

Sorrimos uma para outra e naquele momento eu soube. Mackenzie foi a melhor colega de quarto que eu poderia arranjar depois de toda a merda que aconteceu na Inglaterra.

Depois de muito tempo, o avião pousou e ficamos esperando por Lucy e Justin. Duas horas depois, encontramos com eles na sala de desembarque.

Nos aproximamos e Lucy pareceu feliz por nos ver, mas não posso dizer o mesmo de Justin, que encarava Ian como se ele fosse um terrorista.

– Charlie! – Lucy gritou e passou os braços pelos meus ombros, me esmagando. – Senti sua falta.

– Também sentia a sua, sua louca. – Falei. – Agora me deixa respirar.

Lucy me apertou ainda mais, me soltando logo em seguida.

Quando me recuperei de Lucy, foi a vez de Justin me esmagar.

– Pirralha. – Ele falou enquanto me girava no ar.

Assim que Justin me colocou no chão, ele encarou Ian.

– Oi. – Falou de mau-humor.

– Oi. – Ian respondeu no mesmo tom.

Nos enfiamos em um carro alugado e Mackenzie dirigiu até a casa dela. Assim que chegamos, descemos as malas e entramos, tentando decidir em qual quarto cada um ia ficar.

– Eu vou ficar no meu quarto. – Mackenzie falou. – Pelo menos manter a honra em um cômodo da casa.

Rimos.

– Acha que dá para espremer eu e Charlotte no seu quarto? – Lucy falou e agarrou o braço da Mackenzie com animação. – Tipo, quarto das meninas. Podemos ficar acordadas até tarde falando de coisas de garota.

Por “coisas de garota” ela quer dizer “meninos”.

Mackenzie assentiu com uma animação exagerada.

Era engaçado Mackenzie e Lucy, porque as duas eram extremamente elétricas e animadas. As duas faziam tipo uma combinação perigosa de uma bomba relógio de animação perigosa.

– Sim! – Mackenzie respondeu a Lucy. – Quarto das meninas. Os meninos podem ficar no quarto de hóspedes.

Percebi Justin olhar de soslaio para Ian.

Subimos para os quartos e deixamos nossas coisas. Quando descemos para a cozinha para pedir pizza – sim, iriamos pedir pizza às quatro horas da tarde – eu percebi que Ian e Justin não estavam se dando muito bem.

Ian estava quieto, observando a conversa que acontecia entre eu, Lucy e Mackenzie. E Justin estava mandando mensagens para alguém sentado em um dos bancos altos da bancada da cozinha.

Depois de muita conversa sem sentindo, meu celular tocou. Josh.

– Chora, neném. – Atendi. Josh riu.

– Charlotte, querida... – Josh fingiu ser uma garotinha. – Só liguei para avisar que eu e Ryan estamos aqui no aeroporto, esperando por vocês. Considerem não trazer muita gente no carro, precisamos de espaço.

– Ok, estamos indo. – Falei e desliguei.

Lucy, Mackenzie, Ian e Justin me olhavam.

– Josh e Ryan chegaram. – Falei. – Eles falaram para não ir muita gente porque eles precisam de espaço.

Conhecendo os dois como eu conheço, tem merda no meio.

– Eu vou. – Justin falou.

– Vou com você. – Falei.

Ian respirou fundo.

– Ok, a chave do carro está pendurada atrás da porta. – Mackenzie falou.

Justin e eu chegamos a porta principal da casa, pegamos a chave do carro e saímos, entrando no carro parado na frente da casa.

Entrei no lado do passageiro e Justin entrou no lado do motorista, arrancando com o carro poucos minutos depois.

– Então, você chamou aquele seu amigo, hun? – Justin falou.

– É, ele é legal. – Falei.

Justin bufou.

– E você gosta dele? – Justin perguntou.

– Claro que gosto, que pergunta idiota. – Falei. – Se eu não gostasse não o chamaria pra vir.

– Você sabe que não foi nesse sentido que eu perguntei. – Justin falou.

Mordi minha boca por dentro, disposta a brincar um pouco com o garoto do meu lado.

– Eu não sei. – Menti. – Ele é muito gentil, muito educado, me trata bem, sabe como me levar ao orgasmos em poucos segundos... E não falou que não me amava logo depois de termos transado.

Justin resmungou alguma coisa.

– Tá, já entendi. – Justin falou bravo. – Mas que príncipe, hun?

– Eu estava só brincando. – Avisei.

– É, claro que estava. – Justin falou ainda bravo.

Depois disso ficamos em silêncio.

Chegamos no aeroporto, Justin estacionou e saiu do carro.

– Fica aí. – Falou antes de caminhar em direção ao saguão do aeroporto.

Quase uma hora inteira passou até eu ver os três – Justin, Josh e Ryan – caminhando até o carro com duas malas de tamanho normal e várias sacolas. Depois de jogarem as malas no porta-malas, entraram no carro e Josh levantou uma sacola para eu ver pelo retrovisor.

– Bebida importada. – Josh falou.

(...)

Mackenzie olhava com os olhos arregalados para a quantidade exagerada de bebidas que Ryan e Josh tinham trazido.

Eu já vi muita bebida em um único lugar na minha vida, mas dessa vez o recorde foi batido.

– Vamos beber tudo isso? – Mackenzie perguntou meio tímida.

– Ficar só olhando é que não vamos. – Ryan falou.

Lucy e Ryan já estavam agarrados um no outro, quase procriando.

– Vamos ter que por alguns limites. – Falei. – Não vamos levar ninguém para o hospital.

Justin bufou e resmungou alguma coisa.

– E nada de quebrar as coisas dos meus pais, por favor galera. – Mackenzie falou de um jeito fofo demais que fez Josh fazer um som estranho do tipo “Awn”.

A pizza que Lucy, Mackenzie e Ian escolheram enquanto eu e Justin fomos buscar os dois gracinhas com potencial a alcoólatras, chegou. Cinco caixas de pizza.

Josh abriu uma garrafa de tequila enquanto eu e Mackenzie púnhamos a mesa.

– Mackenzie, minha linda que está cedendo a casa para um bando de malucos, posso pegar limões e sal? – Josh perguntou. Mackenzie riu.

– Claro. – Falou.

Pouco minutos depois, estávamos nós sete sentados na mesa, comendo pizza e tomando tequila com direito a lambida no sal e mordida no limão.

Lucy foi a primeira, depois Ryan, depois Josh, depois eu, depois Justin. Ian segurou a garrafa enquanto Lucy cortava uma rodela de limão para ele.

– Vai nerd. – Justin falou e colocou sal na mão dele. – Lambe o sal, toma um gole e morde o limão.

– Eu não acho que... – Ian começou.

– Vai logo. – Justin falou. – Ou você é covarde?

– Justin. – Chamei a atenção dele.

Se Ian não queria beber, então ele não precisava beber.

Ian olhou desafiadoramente para Justin, antes de lamber o sal e tomar um gole enorme, mordendo o limão logo em seguida.

– Quem é covarde agora? – Provoquei Justin, que apenas bufou e mordeu um pedaço da pizza dele.

Mackenzie se atrapalhou um pouco, mas conseguiu. Quando a garrafa acabou, levantamos do balcão da cozinha para ir assistir filme na sala. Quando eu estava prestes a sair da cozinha atrás de todo mundo, Justin puxou meu braço, me virando para ele.

– Qual é seu problema? – Justin perguntou.

– Qual é o seu problema. – Corrigi. – O que deu em você? Está agindo feito um idiota desde que fomos buscar Josh e Ryan no aeroporto.

– Desculpa se eu fiquei um pouco irritado depois de ouvir sua história encantadora de como Ian faz você ter um orgasmo. – Justin zombou.

– Está com ciúme? – Perguntei tentando não rir. – Vou te lembrar de algo: Era brincadeira.

– Ciúme? – Justin respondeu como se fosse engraçado. – Não me faça rir. Ciúme de você?

– Do Ryan é que não é. – Falei.

– Para de ser idiota. – Justin falou. – E, vou só avisar, você está me tirando do sério jogando tudo na minha cara.

– Jogando o que na sua cara? – Perguntei.

Esse garoto é louco, pode crer.

– Que eu não falei aquela palavra com “A” quando transamos. – Justin falou. – Que eu fui para o hospital da última vez que eu bebi. Para, ok?

– Vai se tratar. – Falei.

Justin bufou e saiu de perto de mim, indo para sala.

Algo me diz que vai ser uma longa noite.


Notas finais
Links demais nesse capítulo...
OBRIGADA AS DUAS LINDAS QUE MANDARAM RECOMENDAÇÃO, SUAS PERFEITAS DYVAS DO GLITTER ♥
E OBRIGADA A TODAS VOCÊS QUE DEIXAM REVIEWS. 300 REVIEWS? 10 RECOMENDAÇÕES? COMO SE FAZ PRA RESPIRAR?!
E ai? O que acham que vai rolar entre o Biebs e o Ian? Dou uma dica a vocês: BRIGA.
Adoro uma briga, como podem ver.
E sim, a Sophie ainda vai apanhar mais um pouco. Eu nem comecei a bater nela ainda.
E A MINHA M.A. MARAVILHOSA Isabella QUE FICOU SABENDO ESSES DIAS QUE EU ESCREVO ♥ LINDA ♥ OBRIGADA POR ME AJUDAR A ME INSPIRAR PRA ESSE CAPÍTULO ♥
Ok, chega de notas finais.
BEIJOS NA BUNDA DE VOCÊS, MINHAS BORDINHAS RECHEADAS DE PIZZA ♥
~sou gorda~
Reviews? Eles me inspiram (: