She Will Be Loved 2
18 Massive Fight
Notas iniciais
- Isabella, MINHA MARIDA LINDA QUE MANDOU RECOMENDAÇÃO ♥
- 1belieberbr, GATA MARAVILHOSA DYVÍSSIMA QUE MANDOU UMA RECOMENDAÇÃO LINDA ♥
- manumagnani, OUTRA GATA MARAVILHOSA DYVÍSSIMA QUE MANDOU UMA RECOMENDAÇÃO TÃO DYVA QUANTO ELA. ♥
- MiihCarvalho, MAIS UMA GATA MARAVILHOSA DYVÍSSIMA QUE MANDOU UMA RECOMENDAÇÃO MORDÍVEL PRA CARAMBA. ♥
OBRIGADA, LINDAS :3
Desculpa pela demora, mil coisas resolveram acontecer na minha vida :B
Enjoy (:
Depois da ligação de Ryan, tive que contar asboas novaspara Justin.
Eu achei que ele ia surtar e querer ir embora e coisas do gênero. Eu estava realmente esperando por uma reação terrível. Mas ele só...Congelou. Ele parou de falar e sentou na cama, ficou olhando pro nada durante um tempo.
Eu sentei do lado dele e fiquei esperando ele voltar ao normal durante um tempo. Quando eu percebi que ia levar um tempinho pra ele voltar ao normal, fui tomar banho e colocar uma roupa.
Quando voltei, Justin estava sentado na beira da piscina, com os pés na água, olhando para o horizonte.
– E ai? – Perguntei e sentei do lado dele.
– Ela está vindo. O avião dela acabou de pousar. E eu liguei pro Ryan. Ele disse que vai tentar descobrir quem fez aquilo com você e Mackenzie. – Justin falou, frisando bem as pausas. Não era de propósito, ele só estava atormentado.
Abracei o braço dele que estava apoiado no chão e beijei seu ombro.
– Vai ficar tudo bem. – Falei.
– Não falo com ela desde que sai da clínica. – Justin falou e riu sem humor pelo nariz. – Aposto que ela deve estar louca pra me mandar de volta pra lá.
– Não fala besteira. – Falei. – Ela te ama. Só está confusa por causa do Phill. Inclusive, acho que devíamos afogar ele ou jogá-lo daqui de cima quando ele chegar.
Justin riu baixo e um pouquinho, o suficiente para me fazer sorrir.
– Não me dê ideias, por favor. – Justin falou e eu ri baixinho.
Ficamos em silêncio durante alguns minutos.
– Eu te amo. – Quebrei o silêncio.
– Eu também me amo. – Justin falou e eu bati no braço dele, que começou a rir. – Brincadeira. Eu te amo também, sua pirralha agressiva.
– Engraçadinho. – Falei.
Ficamos ali, olhando pro nada, abraçados, com os pés na água durante um tempão. Qualquer um que não sabe que minha sogra está furiosa e vindo tirar satisfações com a gente poderia facilmente pensar que tínhamos saído de um daqueles filmes românticoságua-com-açúcar.
Quando o sol estava se pondo, alguém bateu na porta do quarto. Justin enrijeceu ao meu lado, parecendo que havia visto um fantasma ou algo do tipo. Levantei da borda da piscina e fui até a porta, respirando fundo três vezes antes de abrir.
Quando abri a porta – tremendo um pouco, mas relevemos – uma Polly que parecia não dormir direito há tempos se revelou. E Phill parecia entediado ao lado dela.
Em um movimento rápido, Polly fez alguma coisa que fez meu rosto arder.
É, ela me bateu.
Mas tudo bem, acho que eu mereço.
Antes que eu pudesse pensar no que tinha acabado de acontecer, Justin já estava segurando uma Polly que dizia que ia me matar. Phill só estava com um sorrisinho irônico estampado na cara como se estivesse assistindo aquele episódio que uma das Kardashian vai para cadeia.
– Mãe! Para com isso! – Justin tentava segurar a Polly sem machucá-la e ao mesmo tempo me proteger de ter a garganta arrancada do meu corpo.
Polly estava mais do que irritada e gritando e vermelha: Ela estava chorando.
Eu estava me sentindo terrivelmente culpada porque, de um jeito ou de outro, a culpa é minha.
Justin colocou Polly nos ombros e entrou de vez no quarto, batendo a porta atrás dele. Phill entrou em seguida e fechou a porta, se encostando na mesma ainda sorrindo ironicamente.
– Mãe, chega, ok?! – Justin falou e colocou Polly no chão.
Acho que ela desistiu de me bater porque ela começou a chorar e abraçar Justin forte. Depois ela o soltou e ficou olhando para ele, ainda chorando.
E eu fiquei ali, parada do lado do Phill, sem reação.
– Eu te odeio, Justin! – Polly gritou e socou o ombro de Justin. Arregalei os olhos e Phill pareceu parar de respirar durante uma fração de segundo. Aquilo pegou todo mundo de surpresa, até Justin que olhava para Polly sem entender nada. – Odeio o que se tornou! Sabe o quanto eu me esforcei para criar você do jeito certo para você não usar essas coisas?! E é só umavadiazinha viciadaaparecer que estraga tudo!
Acho que aVadiazinha Viciadasou eu. Mas é só um palpite.
–Arrête, mère! Tu ne sais rien à ce sujet!– Justin gritou com a mãe em alguma língua. –Tu ressembles à un monstre!
–J'en sais assez pour agir comme un fou!– Polly gritou de volta.
Então os dois começaram a discutir fora do idioma que eu consigo entender e eu fiquei ali, parada feito uma árvore, esperando tudo acabar. Phill parecia entediado.
Eu queria gritar com ele, ou bater nele, ou asfixiá-lo com um travesseiro, mas Polly ficaria triste e eu não acho que estou na posição de irritá-la ainda mais.
Depois de alguns berros, Justin veio para perto de mim. Ou melhor, para perto de Phill. E o socou. Phill só caiu para o lado e Polly foi acudi-lo.
– Phill! Phill! – Polly falava e balançava o corpo mole do marido dela. Phill abriu os olhos e olhou para Justin com ódio queimando em suas íris. – Está tudo bem?
Phill levantou, ignorando o desespero de Polly, e revidou o soco. Me senti na obrigação de interferir e puxei Justin para longe, pedindo para pararem de brigar. Polly me olhava com raiva, mas eu não estava preocupada com que ela faria comigo, estava preocupada com Justin e Phill querendo um matar o outro.
– Espero que esteja feliz, Phill! Você conseguiu destruir minha relação com a minha mãe! Meus parabéns! – Justin gritou enquanto tentava se soltar de mim e ir para cima de Phill.
– Justin, para. – Falei alto o suficiente para Justin escutar.
– Você destruiu sua relação com a sua mãe! – Phill gritou de volta, ameaçando ir para cima de mim e Justin, mas Polly estava segurando ele. – Você se envolveu comessazinha.
Segundo xingamento direcionado a mim em menos de meia hora. Pelo menos o segundo xingamento direcionado a mim na minha língua.
Justin fugiu dos meus braços, mas eu consegui puxá-lo pela camiseta.
–Você não sabe de nada sobre ela, Phill. – Justin falou. – Aposto os meus dois olhos que ela émuitosuperior a você e esse seu joguinho baixo de sugar todo o dinheiro da minha mãe e querer me afastar dela.
Phill tentou atacar Justin, mas Polly o segurou.
– Quer saber?! Nós vamos embora daqui! – Phill falou e agarrou a mão da Polly, que fez uma careta de dor. – Não temos que ouvir tudo isso! Só fique sabendo de que você está perdido, moleque! E a sua namoradinha também!
– Phill... – Polly chamou.
– Não, Polly! – Phill falou e foi até a porta, a abrindo com violência. – Nós vamos embora! E vamos denunciar esses dois para a polícia local! Se derem sorte, conseguem poucos meses em uma prisão federal nesse fim-de-mundo!
– Que?! – Justin gritou. Ele entendeu o que o padrasto falou, só estava meio que querendo ter certeza do quão baixo Phill podia jogar.
Phill e Polly saíram do nosso campo de visão, mas ainda podíamos os ouvir no corredor do hotel.
– Você está machucando minha mão. – Polly falou.
Foi quando Justin se soltou de mim e correu para o corredor. Fui atrás dele, encontrando ele quase atacando Phill.
– Solta. A. Minha. Mãe. – Justin falou pausadamente.
Phill apertou o botão do elevador com violência, ignorando Justin.
– Mandei você soltar ela! – Justin gritou e tentou puxar a mão de Phill, que só o empurrou com a mão livre.
– Não encosta em mim! – Phill gritou.
– Phill, chega! – Polly falou. – Me solta.
Polly tentou puxar a mão, mas Phill continuava a segurando.
– Se você não soltar minha mãe, eu juro por tudo o que é sagrado que te mato antes desse elevador chegar. – Justin falou e pegou Phill pela gola da camisa cara que ele vestia.
Phill socou Justin e Justin o soltou, indo um pouco para trás.
– Chega disso. – Polly falou e mordeu o braço do Phill, que a soltou.
Polly passou por mim e entrou na escada de emergência.
Justin e Phill começaram a brigar de novo, dessa vez se batendo. Tentei interromper a briga, mas algum dos dois socou minha barriga por acidente e respirar começou a ficar um pouco dolorido.
O elevador – que finalmente tinha chego no andar – estava bloqueado por Phill e Justin então resolvi descer pela escada para pedir ajuda. Minhas pernas e minha vista estavam um pouco fracas por causa do ar que parecia não chegar ao meu pulmão apesar de eu ter certeza que estava ofegante como se tivesse acabado de sair de debaixo da água.
Senti minhas pernas falharem um pouco e então tudo ficou preto.
PDV Justin
Eu sentia Phill socar cada centímetro do meu corpo, mas eu não estava sentindo dor.
Tudo o que eu queria era acabar com ele de um jeito que ele nunca se esquecesse e simplesmente fosse embora da minha vida e da vida da minha mãe.
Eu odeio meu pai pelo o que fez com a minha mãe e nunca vou o perdoar por abandonar minha mãe, mas o que Phill faz com ela chega a ser pior.
Não sei dizer se ele tem outra mulher ou se já chegou a trair minha mãe, mas ele consome todo o dinheiro que ela ganha com os filmes dela. Ele não trabalha, não faz absolutamente nada o dia inteiro e ainda sim compra ternos que custam mais que o meu carro. E meu carro não é barato.
Acertei um soco no meio do rosto do desgraçado e comecei a apertá-lo pelo pescoço. Phill fez a mesma coisa logo em seguida, usando as mãos sujas dele para apertar meu pescoço.
Ouvi alguém chamar meu nome, mas parecia distante demais.
Phill desistiu de tentar me asfixiar e socou meu rosto. Senti uma dor aguda na ponta do nariz e virei o rosto, caindo para o lado. Phill levantou do chão e começou a me chutar.
O primeiro chute pegou nos meus braços porque eu me protegi, o segundo pegou no meu rosto, o terceiro pegou na minha barriga, o quarto nas minhas pernas, o quinto do meu rosto de novo.
Senti alguém me puxar para cima sem ser o filho-da-puta do Phill e então, depois de alguns segundos, eu percebi os seguranças do hotel segurando Phill e eu. Os seguranças falavam em espanhol e eu não entendia nada.
Virei para o lado, procurando por Charlotte. Ela provavelmente os entendia e podia ajudar. Ela não estava ali.
– Charlotte? – Chamei.
Os seguranças começaram a me empurrar em direção ao elevador enquanto eu tentava inutilmente me soltar. Phill, eu e os seguranças entramos no elevador. Um dos seguranças apertou o botão do térreo, onde ficava o lobby do hotel.
Depois dos um minuto e meio mais estranhos da minha vida, a porta do elevador abriu no térreo. Me surpreendi com a quantidade de funcionários do hotel que estavam parados, vendo uma ambulância ir embora.
Eu queria perguntar o que estava havendo, mas eu não falo espanhol.
Assim que os seguranças me arrastaram para o balcão, uma mulher alta e morena de uns trinta anos começou a falar comigo em espanhol. Parecia importante, mas eu não estava entendendo muita coisa.
A mulher virou os olhos quando percebeu que era meio inútil tentar explicar qualquer coisa para mim. Então ela chamou um homem que estava conversando com outro homem sobre alguma coisa em espanhol.
Ela falou algo em espanhol para o homem, o homem olhou para mim e veio até mim, engolindo em seco antes de falar.
– Não falo seuedioma, mas você precisa saber de umacossa. – O cara falou em um inglês puxado. Assenti. – Sua namorada foi levada para o hospital.Su madre está com ella.
Leiam as notas finais
Notas finais
CAPÍTULO QUE VEM É O PENÚLTIMO DA HISTÓRIA. Para quem não sabe, She Will Be Loved será finalizada na segunda temporada. Ou seja, se preparem para dizer adeus pra Charlotte e pro Justin.
Eu não acredito que isso tá acontecendo, sério. Vou sentir muita falta de escrever aqui ):
Desculpa por esse capítulo chato, mas ele é necessário :B
Um aviso: A 1ª Temporada de She Will Be Loved vai ser transferida para Originais (ou seja, os nomes vão mudar) semana que vem.
Droga de regra ¬¬
Enfim, MUITO OBRIGADA POR ACOMPANHAREM ESSE TROÇO ATÉ AQUI, eu estou preparando agradecimentos especiais pro final e tomara que vocês leiam (:
BEIJOS, ATÉ SEMANA QUE VEM, SEM FALTA ♥
:*
Mereço reviews? Eles me inspiram :3
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