She Will Be Loved 2
14 Beautiful Goodbye
Notas iniciais
****CAPÍTULO COM CENAS DE SEXO EXPLÍCITO, NÃO LEIA SE NÃO SE SENTIR A VONTADE COM ESSE TIPO DE TEXTO****
Enjoy (:
“Deixe ir, deixe voar. Atrasar as coisas não vai voltar o tempo. Acredite em mim, eu já tentei.” – Beautiful Goodbye (Maroon 5)
Dorme comigo hoje?
Antes mesmo que eu pudesse processar a informação ou pensar nas consequências, eu assenti. Assenti parecendo uma idiota.
Justin sorriu antes de me beijar de novo e apoiar as mãos na minha coxa, me dando impulso para subir no colo dele. Assim o fiz, passando minhas pernas pelo seu corpo enquanto Justin me carregava para algum lugar.
Senti o frio parar de ser massacrante e supus que estávamos dentro da casa. Os meus lábios sugavam os de Justin sem qualquer tipo de inibição, mas ele parecia não se incomodar.
Justin parou nosso beijo e desceu para o eu pescoço. Eu tentava não fazer muito barulho e Justin tentava não cair enquanto andava. Paramos na frente de uma porta que com certeza não era a porta do quarto da Mackenzie ou o quarto de hóspedes.
Quando a porta abriu e revelou um quarto enorme, só consegui pedir mentalmente uma coisa:
Que não seja o quarto dos pais da Mackenzie. Porque seria muito estranho.
Poucos segundos depois, eu já estava jogada na cama com Justin em cima de mim, depositando beijos, mordidas e chupões no meu pescoço. Eu sentia cada centímetro em que Justin tocava formigar e só conseguia sorrir ao perceber o quanto eu senti falta daquilo.
Meus dedos estavam entre os cabelos de Justin, os puxando de leve de vez em quando. Justin se afastou de mim e arrancou a jaqueta preta de couro e a camiseta branca quase que de uma vez só.
Enquanto percorria meu abdome com os meus olhos – e as minhas mãos – notei uma tatuagem nova perto do ombro direito de Justin. Era uma coroa. Contornei o desenho com o meu dedo indicador e percebi que Justin me olhava.
Meus olhos encontraram os dele e eu perdi completamente o senso de espaço e tempo.
– Você é linda. – Justin falou, me olhando como se pudesse ver minha alma ou ler meus pensamentos.
Depositei um beijinho mínimo no queixo dele. Justin me puxou para mais perto e iniciou um beijo calmo, mas cheio de segundas intenções. Senti suas mãos geladas entrarem pela barra do meu vestido, passando devagar pelo meu bumbum, subindo pelas minhas costas e parando no fecho do meu sutiã.
Aproveitei a falta de ar para me afastar de Justin e puxar meu vestido para cima, me livrando completamente dele. Justin sorriu antes de abrir meu sutiã e jogar em algum lugar do quarto.
Antes que eu pudesse me dar conta, Justin já estava massageando meus seios. Seus lábios pareciam chamas quando entravam em contato com a pele do meu colo, e eu estava sentindo arrepios constantes toda vez que a língua de Justin fazia um pouco mais de pressão nos meus mamilos.
Justin tirou a própria calça e minhas mãos foram até seu membro dentro da boxer branca, o estimulando. Alguns sons saiam da garganta de Justin e aquilo estava fazendo meu estômago saltar de vez em quando.
Empurrei Justin e ele caiu do meu lado na cama. Passei uma perna para o outro lado, ficando em cima dele e beijando toda a extensão de seu tórax até o elástico da boxer. Desci a peça, depositando beijos no membro de Justin.
Levando os sons de Justin em conta, ele parecia estar gostando.
Coloquei grande parte do “Jerry” na boca e quase ri ao me lembrar do nome tosco que Justin colocou no próprio pênis. Comecei a fazer movimentos de vai e vem com a boca e Justin agarrou minha cabeça, guiando meus movimentos.
Depois de um tempo, Justin me puxou para cima e me jogou – literalmente – no colchão, me beijando ferozmente. Nos separamos para respirar e Justin traçou um caminho de beijos e chupões até minha intimidade.
Senti minha peça íntima ser arrancada de mim. Justin beijou a parte interior das minhas coxas antes de começar a estimular minha intimidade.
Meus dedos enfincaram na cama, desajeitando um pouco o lençol. Não que eu me importasse com o lençol nessa altura do campeonato.
– Justin... – Gemi.
Aquilo parecer ter animado Justin, que inseriu dois dedos dentro de mim. Minhas costas se arquearam involuntariamente. Justin subiu o corpo, voltando a me beijar. Seus dedos continuaram dentro de mim, simulando um... Bom, aquilo lá.
Em um movimento rápido, Justin trocou os dedos por seu membro, causando estática em todas as minhas terminações nervosas. Mordi meu lábio inferior com força, tentando não gritar.
E acredite em mim quando digo que nos encaixamos perfeitamente. E, já que foi tão bom, pareceu justo nos encaixarmos mais algumas outras vezes ao longo da noite.
(...)
Abri os olhos, encontrando um quarto bagunçado. Senti a respiração de Justin na minha nuca e sorri me lembrando das várias vezes que transamos ontem à noite. Acariciei o braço de Justin que estava na minha cintura.
– Bom dia. – Ouvi Justin falar.
Me virei para ele e sorri mais ainda ao ver a cara “acabei de acordar” daquele garoto.
– Bom dia. – Falei.
Justin me deu um selinho e umedeceu os lábios logo depois.
Ficamos olhando um para o rosto do outro durante um tempo, antes de Justin contornar minha sobrancelha esquerda com o dedo indicador e beijar minha testa.
– Temos que nos arrumar para ir embora. – Justin falou e levantou da cama, deixando tudo a vista.
Virei meu rosto para o lado por questão de respeito a minha inocência.
– Não quero ir embora. – Falei.
– Eu também não, mas que outra escolha a gente tem? Fugir? – Justin brincou.
– Até que não seria uma má ideia. – Falei.
E não seria mesmo.
Digo, tirando o fato de eu não poder me formar e ter que trabalhar como caixa do Wal-Mart para o resto da minha vida. Mas mesmo assim, fugir não parecia tão ruim. Apesar de eu ter certeza de que Justin nunca fugiria comigo.
– Levanta logo. – Justin respondeu rindo e entrou no banheiro do quarto.
Longos minutos depois ele saiu com uma toalha enrolada na cintura. Entrei no banheiro e senti um pouco de raiva.
Parece que todo mundo que eu conheço não sabe tomar banho sem transformar o banheiro em uma piscina.
Tomei banho e sai pouco tempo depois, indo para o quarto da Mackenzie e encontrando Lucy e Mackenzie arrumando as coisas.
– Então, o sexo foi bom ontem à noite né? – Lucy falou com um tom brincalhão.
Corei.
– Fica quieta. – Respondi.
– Oh, Justin. Mais rápido. – Lucy imitou (ou tentou imitar) minha voz.
– Não, Luce. – Mackenzie falou. Tentei ignorar o fato de que ela usou o apelido que eu uso para Lucy. – Era “Oh, Justin. Oh, Justin”. Tipo, duas vezes seguidas.
Lucy e Mackenzie começaram a rir. Eu só fiquei parada, ficando cada vez mais vermelha.
– Se as duas melhores amigas para sempre pararam com o bullying, posso arrumar minhas coisas? – Falei irritada.
As duas riram mais ainda.
– Awn, Charlie. – Lucy falou e me abraçou. – Não é bullying. Só estamos brincando com a sua cara porque você e Justin são, como eu posso dizer... Barulhentos.
Mackenzie vai ter uma parada respiratória por conta das risadas, eu acho.
Mackenzie se juntou ao abraço e nós três caímos na cama na Mackenzie, rindo. Se qualquer pessoa me dissesse que eu e Mackenzie íamos nos tornar tão próximas em tão pouco tempo, eu iria rir. Mas aconteceu. Porque essa maluca é legal no final das contas.
– Estou com inveja de vocês duas. – Lucy falou enquanto se levantava. – Vocês são colegas de quarto e agora eu estou morando na Irlanda. Que injustiça. Vão me abandonar.
Me levantei a comecei a arrumar minhas coisas.
– Para de ser trouxa. – Falei e dei um tapa na bunda de Lucy, que riu.
Terminamos de arrumar as coisas e já estávamos esperando os garotos na sala. Eu estava distraída com o Angry Birds do meu celular quando Josh, tão discreto quanto um dinossauro, entra na sala gemendo.
Se ele queria me deixar envergonhada, conseguiu. E muito.
Josh sentou do meu lado.
– Acho que você e Justin tem o sexo mais barulhento desse mundo. – Josh falou. – Não conseguia me concentrar no meu pornô com um sexo tão escandaloso no quarto do lado.
– Haha, muito engraçado. – Respondi e voltei minha atenção para o joguinho porque estava complicado de aguentar Josh, Lucy e Mackenzie brincando com a minha cara.
– Parem de aporrinhar a menina. – Ouvi Justin falar enquanto ria.
Legal, ele estava achando graça também. Muito legal.
Nos esprememos no carro e Ryan dirigiu até o aeroporto. Justin ia para Inglaterra, Lucy para Irlanda, Ian e eu e Mackenzie para Kentucky e Ryan e Josh para Nova Iorque.
– Bom, foi legal. – Ryan falou enquanto aguardávamos os voos na sala de embarque. – Temos que fazer isso mais vezes.
– Da próxima vez pode ser em algum lugar com paredes a prova de sons. – Lucy falou e todo mundo (menos eu) riu. Claro, estão fazendo piadinhas sobre o sexo barulhento de ontem à noite.
Anunciaram o voo para Kentucky e levantei do meu banco. Justin levantou e passou os braços na minha cintura, me puxando para perto.
– Eu vou ir te ver no seu aniversário. – Justin falou.
– Vou te esperar então. – Falei. – Traz bolo. De chocolate, de preferencia.
Justin riu.
– Nada folgada. – Brincou. Justin se afastou um pouco de mim, me beijando. Correspondi ao beijo. Paramos de nos beijar quando respirar virou um problema. – Então, até depois.
Sorri.
– Até depois.
Me despedi dos outros e embarquei no voo para Kentucky, fazendo mentalmente as contas para o meu aniversário. Faltava um mês e pouquinho, mas algo me dizia que ia demorar.
– Charlotte! – Ouvi Justin gritar.
Me virei para ver o que ele queria. Já estávamos a uma distância considerável e faltava só Ian para passar pela moça para embarcar no avião.
– O que foi?! – Gritei para ele me escutar.
Justin abriu a boca para falar alguma coisa, mas desistiu.
– Boa viagem! – Gritou.
Sorri e entreguei meu bilhete de embarque para a moça da empresa aérea.
(...)
Assim que chegamos ao internato, fomos para o quarto. Eu estava começando a desfazer minhas malas quando recebi uma mensagem.
De: Justin.
Mensagem: Inglaterra extremamente sem graça. Quanto tempo falta para o seu aniversário mesmo?
Sorri.
Para: Justin
Mensagem: Um mês e três dias.
Enviei e voltei a desfazer as malas. Chegou outra mensagem.
De: Justin
Mensagem: Nesse caso, te vejo em um mês e três dias (:
Como esse garoto conseguia ser tão fofo? Eu juro que não sei.
Pode ser bobagem da minha cabeça, mas eu acho que voltei a amar ele. Melhor: Acho que nunca parei de amar esse garoto. E eu provavelmente vou quebrar minha cara de novo, porque eu só quero minha cara quando o assunto vira “o que Justin sente por mim”.
Voltei a arrumar minhas coisas quando chegou outra mensagem. Sorri, imaginando o que Justin queria.
Mas a mensagem não era do Justin.
De: Sophie
Mensagem: O papai sabe. Você está fodida. Ele está indo até ai nesse momento. Sinto pena da sua alma, Charlotte. Acha mesmo que ele é tão idiota a ponto de não perceber que você passou o final de ano com Justin? Te vejo no seu funeral.
Congelei.
PDV Justin.
Um mês e três dias.
Eu tenho um mês e três dias para pensar no que fazer para tentar a todo custo compensar Charlotte por ter sido um idiota no verão.
– Aonde esteve? – Phill perguntou com a grosseria habitual logo que pisei em casa.
– Mãe, cheguei. – Ignorei o imbecil.
Depois que eu “comecei a dar problema” no campus da universidade, meu pai meio que me forçou a morar com a minha mãe e não nos alojamentos universitários de Oxford.
– Justin. – Ouvi minha mãe falar e ir para a sala.
Ela estava com os olhos vermelhos, como se estivesse chorando há pouco tempo.
– O que houve? – Perguntei.
– O que é isso? – Minha mãe perguntou e mostrou o pacote com agulhas e um vidrinho.
– Não sei. – Respondi.
– Estava na sua gaveta das meias. – Minha mãe falou. – Está usando heroína, Justin?
– O que?! – Perguntei, me sentindo meio ofendido. – Claro que não! E isso não estava na minha gaveta!
– Estava sim. – Phill se meteu, indo para o lado da minha mãe. – Eu que achei.
Senti meu coração bater mais rápido e uma bola de desespero formar na minha garganta.
– Isso não é meu. – Falei.
E eu estava sendo honesto. Eu não uso heroína.
– Você estava usando cocaína, quem pode garantir que não passou para heroína? – Phill falou.
Conti minha vontade de voar no pescoço do desgraçado.
– Mãe, você acredita em mim. – Falei. – Não acredita? Você sabe que eu não uso heroína.
Minha mãe estava chorando.
– Eu e sua mãe conversamos sobre isso. – Phill falou. – Achamos que você deve ir para uma clinica de reabilitação. Essa história de drogas está indo longe demais.
– Você não é nada meu para decidir qualquer coisa na minha vida. – Ralhei. – E você é mentiroso desgraçado, isso não estava na minha gaveta.
– Por que eu mentiria? – Phill perguntou cinicamente.
Maldito.
– Filho-da-puta. – Falei para Phill e senti meus punhos começarem a doer por causa da força que estava fazendo contra a palma da minha mão.
– Vá para o seu quarto, Justin. – Minha mãe falou, ainda chorando. – Falamos sobre isso amanhã.
– Mãe! – Gritei. – Eu juro! Isso não é meu!
– Pro seu quarto. – Minha mãe usou um tom firme.
Arfei.
– Vai mesmo defender o escroto do seu marido ao invés do seu filho? – Perguntei para minha mãe.
– Vai. Para. O. Seu. Quarto. – Minha mãe falou irritada.
Eu nunca tinha visto ela tão nervosa.
– Ótimo. – Falei.
Subi para o meu quarto, ignorando minha mala no meio da sala. Soquei algumas vezes a parede e quebrei acidentalmente a porta do meu guarda-roupa.
Notas finais
Essa última parte só para lembrar de como o Phill é um desgraçado.
OBRIGADA DO TAMANHO DE SATURNO PRAS LINDAS QUE RECOMENDARAM A FIC, VOCÊS SÃO MUITO ASDFGHJKL ♥
E quem viu o Justin tentando nos matar no Twitter com 3 fotos sem camisa em 3 dias? Jesus pega o volante porque eu perdi o controle.
QUEM GOSTOU DA CAPA NOVA?! *-* Minha marida Isabella que fez, aquela coisa linda ♥
Funfacts (:
- Fiquei com pneumonia essa semana. Que beleza. Pelo menos eu não fui pra escola. Eu já estou melhor, caso alguém ainda esteja lendo as notas e tenha ficado preocupada comigo.
- Semana que vem eu vou em um casamento e provavelmente vou postar na quinta a noite.
- Tem um boylieber na minha sala. Ele é um escroto de marca maior e tomara que ele bata o dedinho na quina de algum móvel da casa dele ù_ú
- Fui no show do Maroon 5 Õ/ Adam gostoso, sem mais ASDFGHJK
- Fim. Eu adoro encher minhas notas com coisas pessoais minha que ninguém se importa, awn ♥
BEIJOS, SUAS DELICIAS :*
Mereço reviews? Eles me inspiram (:
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