She Will Be Loved
20 She Will Be Loved - Part I
Notas iniciais
Enjoy (:
Atenção: Esse capítulo contém cenas de sexo. Você lê se quiser, ok? Ok.
“Procure pela garota do sorriso quebrado e pergunte a ela se ela quer ficar por um tempo” – She Will Be Loved (Maroon 5)
Logo que colocamos o nariz para fora do aeroporto, um carro preto enorme parou na nossa frente. Uma mulher alta e de cabelos longos e castanhos pulou de lá de dentro carregando pelo menos cinco tipos de celulares diferentes, tirando o Bluetooth pendurado na orelha.
– Oi Katie. – Justin falou e a mulher sorriu.
– Olá Justin. – Respondeu e olhou para mim. – Imagino que essa deve ser sua acompanhante nessas férias.
– É. – Justin respondeu e me lançou um sorrisinho. – Ela mesma.
Correspondi ao sorriso timidamente.
– Sou Katharine. – A mulher falou e me estendeu a mão. – Pode me chamar de Katie.
– Sou Charlotte. – Falei.
Katie sorriu e eu sorri de volta.
– Sua mãe está esperando vocês. – Katie falou e deu espaço para eu e Justin entrarmos no carro.
Justin entrou, me puxando junto. Assim que nos acomodamos, um homem enorme colocou nossas malas no porta-malas e fechou o mesmo com força. Logo depois ele entrou no banco do motorista, ligando o motor.
Katie entrou no carro, sentando do meu lado. O carro deu partida.
– A Katie trabalha pra minha mãe. – Justin falou. – Desde que eu nasci.
Katie assentiu.
– Esse garoto era uma peste quando pequeno. – Katie falou.
Rimos.
– O homem se fingindo de difícil ali na frente é Kenny. – Justin falou. – Ele parece bravo, do tipo que pisa em cachorrinhos, mas é legal.
Kenny soltou alguma coisa que parecia com uma risada.
Katie começou a falar para Justin sobre os amigos da Inglaterra e eu fingi prestar o mínimo da atenção. Eu estava concentrada demais em o que eu iria dizer a diretoria do Newbridge quando for mendigar uma vaga lá.
“Por favor, um garoto idiota roubou minha carta porque eu sou sonsa demais, me deixem entrar.”
Deus. Eu sou patética.
Comecei a observar a janela de Justin e via as casas de Londres passando rapidamente, até que a distancia entre as mesmas ficaram maiores, até as casas desaparecerem completamente e sobrarem apenas árvores.
Como estava de noite, eu não conseguia ver exatamente para onde estávamos indo. Kenny parecia ter um GPS instalado na cabeça, sabendo exatamente pra onde estávamos indo.
Depois de uns dez minutos de estrada de árvore, paramos em uns portões altos e com uma guarita do lado. O segurança veio até o carro e apontou a lanterna para dentro do carro.
– Ah, oi Kenny. – O segurança falou e sorriu.
– E ai, Heath? – Kenny respondeu. – Viu quem voltou a casa? O filho pródigo.
Justin abaixou o vidro e Heath olhou para ele.
– Biebs! – Heath falou. – Cansou da América?
– Férias de verão, Heath. – Justin respondeu.
– Que ótimo. – Heath respondeu animadamente. – Seja bem-vindo de volta.
Heath apertou um controle pequeno que abriu os portões. Kenny buzinou amigavelmente para Heath e dirigiu para dentro. Uma placa ao lado da rua de paralelepípedos dizia“Mackenzie Private Areas”.
Cinco minutos depois paramos na frente de uma casa enorme e linda. Se eu economizar minha vida inteira não vou comprar nem o tijolo daquela casa.
A piscina ficava na frente da casa, dando a sensação de “você já é de casa, toque a campainha!” e me deixando extremamente intimidada. As luzes estavam acesas, o que dava a impressão de que aquela casa tinha acabado de sair de um filme.
– Bem-vinda. – Justin falou e me ajudou a descer do carro.
Kenny abriu o porta-malas e começou a tirar as malas dali. Katie subiu a pequena escada e andou por toda a passarela que levava até a porta, tocando a campainha.
Senti meus ombros enrijecerem. Eu estava a poucos milésimos de conhecer a mãe de Justin e a alguns segundos de estragar tudo, como sempre.
A mãe da Lucy me odeia porque eu a parabenizei pelo bebê que ela não estava esperando, a mãe de Anne me odeia porque quando ela foi visitá-la no internato eu meio que a acertei com uma bola de beisebol.
Em minha defesa, esportes não são o meu ponto forte. E eu não tenho culpa se a mãe da Lucy, além de estar com uma barriguinha considerável, estava com os tornozelos inchados.
– Fica calma, minha mãe não vai te morder. – Justin falou. Não ajudou. – Ryan mora no final dessa rua.
Justin apontou para a direção da casa de Ryan. Eu apenas assenti.
– Filhote! – Ouvi uma voz feminina gritar.
Justin sorriu para um ponto atrás de mim. Eu estava congelada de medo demais pra me virar e agir normalmente.
A mãe de Justin passou correndo por mim e se pendurou no pescoço de Justin. Ela era mais baixinha que ele, o que deixou o abraço extremamente fofo de ser observado.
– Senti sua falta. – Polly falou e beijou o rosto de Justin. – Mal posso acreditar que já terminou o ensino médio! O tempo passou tão rápido! Temos que comemorar!
– Temos mesmo. – Justin falou meio que rindo. – Você sabe, não sei se vou terminar a faculdade.
Polly se soltou de Justin.
– Aquele Jeremy! – Polly falou e colocou os braços na cintura. – Sinto muito pelo o que ele fez, Jus. Eu tentei ter uma conversa séria com ele sobre isso, mas ele rejeita todas as minhas ligações. Aquele patife!
– Mãe... – Justin falou e apontou pra mim um pouco constrangido.
Polly olhou pra mim e sorriu.
– Ah, olá. – Falou. – Sou Polly Johnson.
– Sou Charlotte. – Falei e retribui o sorriso.
– Você deve ser a namoradinha do Jus. – Polly falou e olhou conspiradora para Katie, que assentiu. – Vamos entrando.
Subimos os três pequenos degraus da passarela e seguimos em direção à porta.
Se por fora a casa era grande, por dentro ela era imensa. Além de imensa, tinha milhares de adornos caros que decoravam cada centímetro daquele lugar. Polly tem bom gosto, pode crer.
Logo que entramos, o cheiro de quentinho vindo da lareira misturado com vela de cheiro de morango invadiu minhas vias respiratórias, me deixando totalmente anestesiada.
– Bom, minha casa é a sua casa. – Polly falou pra mim. – Acho que deve querer subir, tomar um banho e descansar.
– Seria bom. – Justin falou enquanto arrancava os sapatos.
– O quarto de hospedes fica no corredor comprido do segundo andar, é o antepenúltimo a direita. – Polly falou sorrindo.
– Eu levo ela. – Justin falou. – Já vou ficar lá em cima também, estou destruído da viagem e o fuso não ajuda em nada.
Polly abraçou Justin de novo e Justin retribuiu carinhosamente. Depois que se soltaram, Polly me abraçou.
Retribui ao abraço, um pouco desnorteada.
– Não se preocupe, eu gosto de abraçar. – Polly falou e me soltou. – Você sabe, para quebrar o clima.
Ri um pouco junto com Polly e Justin.
Justin pegou meu braço com delicadeza e começou a me puxar escada a cima.
– Então, gostando da Inglaterra? – Justin perguntou.
– É ótima. – Falei e sorri. – Sua mãe é uma figura.
– Por enquanto. – Justin falou desanimado. – Espera só até você conhecer oadorávelPhill, o real motivo de eu ter ido estudar em outro país.
Paramos no segundo andar e seguimos por um corredor decorado extremamente lindo. Justin me deixou na frente do quarto de hóspedes e vi Kenny trazer minha mala escada acima.
– Desculpa, Kenny. – Falei e fui até ele. – Eu esqueci completamente da minha mala.
Kenny sorriu, o que destoou totalmente da imagem de cara mau dele.
– Não se preocupe, Charlotte. – Kenny falou. – Eu sou um cavalheiro que trago as malas da visita para cima, ao contrário de certas pessoas que começam com J.
Justin riu.
– Eu esqueci, Hamilton. – Justin falou. – Não enche.
Kenny bufou.
Peguei minha mala e a arrastei até o quarto, finalmente abrindo a porta e vendoum quarto totalmente perfeito.
– Uau. – Falei.
O quarto era básico – apenas uma cama, um guarda-roupa, um banheiro e uma TV – mas era extremamente impressionante.
– Boa noite. – Justin falou.
Fui até ele e selei nossos lábios. Justin agarrou minha cintura e pediu passagem para língua, que eu logo cedi. Beijá-lo ainda era algo mágico, devo admitir.
Quando perdemos o fôlego, nos soltamos, mas mantemos nossas testas grudadas e os olhos fechados.
– Amanhã vamos ver a cidade. – Justin falou. – Durma bem.
– Ok. – Falei e assenti. – E quando vamos para Irlanda?
– Segunda. – Justin falou. – Amanhã é sábado e o primeiro sábado do verão, duvido que tenha alguém lá.
– Você tem razão. – Falei.
Senti a mão de Justin descer até meu bumbum, o apertando de leve.
– Cuidado. – Justin falou e se soltou de mim, voltando para o corredor. Ele tinha um sorriso muito malicioso no rosto. – Quem sabe eu não tenho eu pesadelo e resolvo vir me acalmar debaixo das suas cobertas com você.
Começou...
– Vai ser um prazer. – Entrei na onda.
Justin saiu rindo e eu controlei para não rir tão alto. Fechei a porta do grande quarto e fui para o banheiro tomar um banho. Enfiei meu pijama e deitei, embarcando numa noite sem sonhos.
(...)
Arrumei minhablusaenquanto descia a grande escada da casa – ou devo dizer mansão? – em que iria passar o verão inteiro.
Assim que cheguei no primeiro andar, vi Ryan, Justin e Lucy jogados no sofá. Justin não estava com uma das melhores caras.
– O que houve? – Perguntei enquanto me aproximava do grupo.
– Então você é a hóspede? – Um homem apareceu de supetão na sala. – Sou Phill. O chefe da casa.
Justin revirou os olhos.
– Charlotte. – Falei.
– Eu sei quem você é. – Phill falou. – E não pense que não sei o que está tentando fazer.
Justin pareceu rosnar do meu lado.
– Vamos, Charlotte. – Justin falou e levantou do sofá. – Você não precisa conversar com esse imbecil.
Justin me puxou e começou a me empurrar para fora da casa, acompanhado de Ryan e Lucy.
– E outra coisa. – Justin falou para Phill. – Vai se foder.
Justin fechou a porta com força e respirou fundo.
– Prometi que íamos ver a cidade. – Justin falou e apontou para o carro com a cabeça.
(...)
Deitei minha cabeça no peito de Justin, que fez um carinho ali.
O dia tinha sido maravilhoso. Londres é linda, a Inglaterra é linda e eu mal posso esperar para vir morar na Irlanda.
Isso é, se me aceitarem na Newbridge.
Arfei e afundei mais meu rosto no peito de Justin.
– O que houve? – Justin perguntou.
Ryan estava dirigindo, Lucy estava no banco do carona discutindo sobre bandas com Ryan e eu e Justin estávamos no banco de trás por um simples motivo: Quando estávamos indo para o London Eye, não pude conter minha animação e acabei tropeçando. Resultou em ir embora mais cedo porque eu não consigo mais andar direito.
Perfeito. Eu sempre estrago tudo.
– Nada. – Menti.
Ryan estacionou na garagem da casa de Justin e nós descemos.
– Boa noite, povo e pova. – Lucy falou e me abraçou. – Te vejo amanhã de manhã, mocinha. Nós vamos naquela lojinha de suvenires.
Ri.
– Vamos. – Falei.
Ryan e Justin bufaram.
– Ok, moças. – Justin falou e me pegou no colo. – Vamos entrar agora. Boa noite gente.
– Boa noite. – Ryan e Lucy responderam em uníssono e começaram a caminhar em direção a casa do Ryan.
Entramos e a casa já estava totalmente escura. Todos já deviam estar dormindo apesar de não ter passado das duas da manhã.
Justin me deixou no meu quarto e foi para o dele. Com dificuldade, tomei banho e coloquei meu pijama. Quando saí do banheiro, vi Justin deitado na minha cama.
Ele estava sem camisa.
E muito gostoso.
E muito cheiroso.
ATENÇÃO LEITORAS DE CORAÇÃO FRACO, ESSA PARTE CONTÉM CENAS IMPRÓPRIAS E ETC. FICA A SEU CRITÉRIO LER OU NÃO. APENAS ENTENDA QUE JUSTIN E CHARLOTTE PASSARAM A NOITE JUNTOS.
– O que faz aqui? – Perguntei e manquei até a cama.
– Te disse que posso ter pesadelos. – Justin falou.
Sentei na cama e Justin me puxou para deitar com ele.
Lembrei da regra do meu pai, mas a esqueci logo que Justin começou a me beijar.
Sua língua explorava toda a minha boca, fazendo o gosto de pasta de dente de menta de Justin se espalhar.
Nos soltamos por falta de ar e Justin começou a beijar meu pescoço.
Diferente da vez que íamos transar no quarto dele no internato, dessa vez eu realmente queria que acontecesse. Eu o amava e tinha certeza absoluta do que eu estava fazendo.
Os beijos de Justin passaram pro meu colo, me arrepiando. Cada vez mais sua boca descia, beijando meus seios por cima da blusa fina de flanela do meu pijama. Fechei os olhos para não corar de vergonha ao ver meus mamilos se projetando pela blusa.
– Não precisa fazer isso se não quiser. – Justin falou e começou a subir os beijos de volta para o meu pescoço.
Segurei seu rosto com delicadeza para não machucá-lo e o fiz olhar para mim.
– Eu tenho certeza que quero tanto quanto você. – Falei.
Justin sorriu malicioso e me beijou com volúpia, colocando as mãos por baixo da minha blusa e ficando em cima de mim. Justin arrancou minha blusa e jogou em algum lugar.
– Trancou a porta? – Perguntei sem desgrudar de seus lábios.
Justin apenas assentiu e mordeu meu lábio inferior. Passei meus dedos pelos seus cabelos, fazendo uma espécie de carinho violento. Justin tirou meu short do pijama com agilidade, fazendo minha calcinha embaraçosamente molhada e com estampa de cereja aparecer.
As mãos daquele garoto percorriam todo o meu corpo sem qualquer tipo de inibição, como se já tivéssemos tido aquele tipo de contato antes. Me senti extremamente idiota e inexperiente por não saber o que fazer.
Eu já tinha transado antes, mas dessa vez é diferente. Justin é diferente dos caras de antes.
– Cereja? – Justin perguntou sem desgrudar nossos lábios e dando um risinho.
Não respondi, apenas passei a língua por seus lábios e os mordi. Justin saiu do transe “vou fazer gracinha” e voltou a me beijar com vontade.
Minhas mãos saíram de seus cabelos, empurrando o peito dele e o forçando a sair de cima de mim. Agora eu estava por cima.
Sentei em cima da barriga dele equilibrando meu peso para não, você sabe, esmagá-lo até a morte. Pude sentir seu membro se projetar pelo short e senti minhas bochechas arderem.
– É só o Jerry, gatinha. Fica tranquila. – Justin falou enquanto me ajudava a desabotoar o short.
– Jerry? – Perguntei enquanto ri um pouco. – Você deu um nome pro seu pênis.
– Não reclama não, cerejinha. – Justin falou e tirou o short.
O beijei e, logo depois do ar acabar, desci os beijos para o seu peitoral e senti Justin se arrepiar. Sorri um pouco enquanto descia cada vez mais os beijos – e o meu corpo – até chegar na boxer azul petróleo de Justin.
Dei um beijinho no Jerry por cima da boxer e a tirei logo depois.
O membro de Justin pulsava e, de um jeito um pouco sem vergonha demais, me chamava.
Beijei de novo o membro de Justin, dessa vez sem nenhum tecido entre meus lábios e ele. Continuei beijando e estimulando, indo de acordo com as reações de Justin. Muitos sons sexies equivalem a “continue” e uns resmungos estranhos equivalem a “por que parou, caralho?”.
Acabei por colocar grande parte do membro de Justin na boca, fazendo movimentos de vai e vem. Justin agarrou meus cabelos e começou a agir por conta própria. Pouco tempo depois, ele me arrancou de lá com um pouco de brutalidade.
Justin nos virou, ficando por cima de novo. Senti meu sutiã ser rasgado de mim e Justin abocanhou um dos meus seios, o chupando e mordiscando. Segurei um gemido na garganta e apoiei minha mão nas costas de Justin, dando pequenas arranhadinhas.
Justin começou a estimular meio outro seio com as mãos.
Comecei a me perguntar por que diabos não tínhamos feito isso antes.
Justin fez a mesma coisa no outro seio, me fazendo sentir uma espécie de calor descomunal vir lá de baixo.
Justin foi descendo seus lábios, lambendo meu colo, minha barriga e chegando na minha calcinha de cerejas. Segurei o travesseiro que eu estava deitada e fechei os olhos, sentindo Justin tirar minha calcinha.
– Bem menos broxante. – Falou antes de beijar minha intimidade.
Apertei um pouco mais o travesseiro.
Justin ia alterando os movimentos, me fazendo apertar cada vez mais o maldito travesseiro, até sentir a palma da minha mão doer. Meus gemidos baixos já estavam razoavelmente altos e isso parecia provocar cada vez mais Justin.
Justin colocou um dedo dentro de mim e eu meio que me retorci. Conforme ele movimentava o dedo, eu senti meu corpo vibrar e pular por dentro.
– Justin... – Gemi.
Justin parou com aquilo e subiu, me beijando nos lábios. Depois de um longo beijo, senti o membro de Justin parado perto da minha intimidade. Movimentei minha cintura para encostar minha intimidade no membro de Justin.
Justin fez um som com a garganta que eu imagino que foi algo positivo.
– Quer ir para os finalmente? – Justin falou e chupou meu pescoço.
Aquilo ia deixar marca.
Assenti.
Justin posicionou seu membro e me penetrou, tendo a reação triplicada do que ele fez com o dedo. Justin começou com entocadas devagar e então foi aumentando o ritmo gradualmente, junto com nossos gemidos.
Acompanhei com o olhar uma gota de suor que saiu da testa de Justin e veio deslizando até chegar em seu abdome perfeito.
Tudo nesse garoto é perfeito? Pode isso?
Trocamos de posição, e eu comecei a cavalgar em seu membro enquanto Justin apertava minha bunda e meus seios.
La petit mort. É assim que os franceses descrevem, como a pequena morte. E eles têm total razão sobre isso.
Senti meu liquido sair e cai para o lado, tentando controlar minha respiração. Justin parecia estar tentando fazer o mesmo.
Eu amo esse garoto, e como amo. Eu tenho certeza disso agora.
– Eu te amo. – As palavras saltaram para fora da minha boca.
E então veio o silêncio.
Leiam as notas finais (:
Notas finais
O PRÓXIMO CAPÍTULO É O ÚLTIMO, OMG :O PASSOU TÃO RÁPIDO!
Eu não ia postar hoje, mas como a linda da Sophie deixou uma recomendação maravilhosa pra fic, eu postei (:
SIGAM O EXEMPLO DELA E ME DEIXEM MAIS FELIZ AINDA ♥
Beijos nas bundas lindas e sexys de vocês :*
Casa da Polly: http://data.whicdn.com/images/30627639/tumblr_lskcdiHqxP1qbkb8io1_500_large.jpg
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