She Is Different
7 6º Capitolo- Ministério da Magia Pt2
Notas iniciais
obrigada
Fomos ter com o resto dos comensais que ia connosco que por acaso era a minha mãe, o papa e o meu tio, o Lucuis. Aparatamos para o Ministério da Magia, a nossa sorte era que ninguém estava lá, fomos para o sítio mais provável onde Harry estaria, a sala das Profecias.
Assim que lá chegamos sentimos algo, e era a Weasley a deitar prateleiras ao chão para nos impedir de passar. Mas conseguimos passar na mesma, Weasley estupida. Chegamos a um sítio que parecia uma encruzilhada, e vimos o Potter, a Weasley fêmea, os gémeos, o outro Weasley, a Granger, a Lovegood e o Longbottom.
- Para que é que é que o Voldemort quis que eu viesse buscar isto? – perguntou Harry a brincar com a profecia.
- Como te atreves a dizer o nome dele? – rosnou a minha mãe, só podia.
- Da mesma maneira que vocês tem coragem de matar inocentes, sem ao menos deixa-los olhar nos vossos olhos. – disse Ron, depois de ele dizer isto todos nós (os comensais) tiramos as capas da nossa cabeça juntamente com a mascara.
- É isto que te estás a referir Weasley? Queres ver as nossas caras antes de morreres? – perguntei eu, e vi que o olhar do Fred se prendeu em mim, mas ele já sabia que eu era uma comensal da morte.
- Não, ele estava a dizer que vocês são uns cobardes por fazerem isto. Mas tu Alanis, eu nunca pensei que fosses como ele.
- Ele é o meu pai biológico.
- E como é que chamas o outro? Simplesmente o chamas de Rodolfo? Ou também o chamas de pai?
- Isso é tudo curiosidade porque eu tenho dois pais e tu não tens nenhum Potter?
A minha mãe fartou-se da conversa e mandou um feitiço na direção deles, mas o Neville foi mais rápido, Harry partiu a profecia. O Lord já estava no ministério e sabia que Dumbledore também, pois eu sentia a sua presença. Fomos todos a correr para uma sala onde o meu pai aprisionou o Ron Wealey, a minha mãe estava mais interessada a tentar matar o Sirius, o seu próprio primo.
O meu tio Lucuis e o Sirius andaram a “porrada” porque o primeiro mandou um feitiço em direção ao Potter, ao fim de algum tempo a minha mãe de tantas tentativas de matar o Sirius finalmente consegui, e começou a gritar:
- EU MATEI O SIRIUS BLACK!
- Mãe! Vai procurar o pai.
- Porque?
— Dumbledore está cá. Lucius vai com ela, pai e tio vocês vão procurar o Dumbledore ou mais alguém da Ordem, e eu e a Libby tratamos destes aqui. VÃO JÁ!
Eles reclamaram e ficaram preocupados com o caso que os meus colegas fizessem alguma coisa comigo ou com Libby, assim que saíram tranquei as portas e encostei-me a uma parede. O Harry parecia que me ia matar a qualquer momento, o Fred estava desapontado comigo, mas ele sabia o que eu era. Percebi que o que fiz foi mau, a minha mãe matou o próprio primo por divertimento, eu não quero ser como ela.
- Desculpem. – disse eu a começar a ficar com os olhos em lagrimas- Eu sei que me odeiam, mas eu quero ajudar-vos.
- Nós não precisamos da tua ajuda. – gritou Harry- Por tua culpa a única figura paterna que tinha acabou por morrer nas mãos da tua mãe. Os meus pais morreram nas mãos do teu pai. Os pais do Neville morreram nas mãos dos teus pais e do teu tio.
- E então? Os meus pais foram mortos pela mãe dela. – gritou Libby.
- Como é que consegues estar ao pé dela? As lagrimas que ela está a deitar são falsas.
- Não, não são. O que ela diz é verdade, ela quer ajudar-vos principalmente a matar a mãe e o pai, o biológico.
- E porque é que ela iria fazer isso? – perguntou Granger mostrando o odeio que ela tinha por mim em palavras.
- Porque ela quer o final feliz. – disse Fred- Ela quer ser feliz num mundo onde não haja mortes por causa do tipo que sangue que és, ou de rótulos. Ela é humana, mas seguiu este caminho porque não tinha outra alternativa.
- E como é que sabes disso Fred? – perguntou Ron irritado.
- Porque o final feliz que ela quer ter é com o Fred. – disse George falando pela primeira vez – Eu vi como eles ficaram no dia do castigo, e fique a descobrir que a Alanis e o Fred desde do terceiro ano que tem um “romance”.
- Isso é mentira! – gritou Granger- Ela está a manipular-vos Fred e George.
- Não é mentira nenhuma. – disse Luna com o seu olhar sonhador – Eu vi-os uma altura juntos e pareciam felizes, e o Fred não tinha sido manipulado ou enfeitiçado.
- E tudo verdade. – disse eu – Eu quero ser feliz, não sabem como é ser filha deles. A minha mãe é doida, tipo completamente doida, mesmo sabendo que eu posso morrer continua a amaldiçoar o sobrinho. Eu quero viver num mundo normal, onde possamos estar em conjunto e sem estar a discutir a tentar matarmo-nos uns aos outros. Eu quero ajudar-te a destruir o meu pai, porque eu sei que assim também destruo a minha mãe. Por isso aceitas a minha proposta?~
- Eu não sei se posso confiar em ti. – disse o Harry – Tu não vais deixar de ser uma comensal da Morte.
- Vê a minha memória. Tudo o que quiseres para provar que eu não estou a mentir, ok nem tudo porque a senas que são para maiores de 18. – disse eu olhando para o Fred e vendo-o a soltar um sorriso de lado- O que dizes?
- Não vou conseguir, tu sabes de oclumencia.
- Sim eu sei, mas eu deixo-te entrar na minha mente. Eu quero mesmo ajudar-te. Que quero provar-te que eu quero ser feliz sem ter medo da pessoa que amo. Aceitas? Podem todos ver, eu deixo a mente aberta, sem truques nenhuns.
- Aceito ver-te a memoria.
Fale com o autor