Notas iniciais
Por favor comentem!!!!

Já se passou uma semana desde que eu ajudei o Harry a ir buscar a taça de Hufflepuff. A guerra esta a começar o Harry acabou de ser visto em Hogsmead e esta dentro do castelo, estamos a levar os alunos para o salao grande onde vamos perguntar onde esta o Potter.

O Snape perguntou se alguém tinha visto o Harry mas ninguém respondeu, começou a dizer que quem não lhe dissesse onde o Potter estava seria punido, mas depois o burro apareceu a frente dele e o Potter começou a acusa lo de muitas coisas, mas que são verdadeiras, e ele tentou fazer mal ao Harry mas a professora Minerva ajudou-o, e depois apareceram as pessoas da Ordem. Mas depois apareceu a voz do meu pai a dizer que queria o Harry e quem o integrasse seria recompensado e claro os Slytherins começaram a dizer para o pegar.

- Mr. Filch leve a menina Parkinson e os restantes da Slytherin daqui para fora. – disse Minerva.

- E para onde os devo levar? – perguntou ele.

- Para as masmorras, menos a menina Lestrange.

Assim que os alunos da Slytherin saíram eu fui imediatamente ter com o Potter a dizer-lhe onde estava a ultima Horcrux, ele foi andar a procura dela enquanto as pessoas da Ordem estavam no salao a espera de uma ordem de Minerva. Estavam la os Weasley todos, até mesmo o meu Fred, estava la a minha querida prima e o seu marido. Uma coisa que eu não sabia era que ela tinha casado e tido um filho mas ainda me admiro como alguém pode gostar dela com aquele feitio esquisito. Ainda estávamos todos a espera de Minerva quando senti uma dor forte no peito, o Potter tinha acabado de descobrir a Horcrux, como a alma do meu pai estava fraca a minha também estaria, e foi por isso que se o Fred não me tivesse segurado eu teria caído no chão.

- Estás bem? – perguntou ele.

- Estou, isto já passa.

Ao fim de alguns segundos prof Minerva apareceu e pediu para se ordenarem pelo castelo, antes do Fred sair eu beijei-o, o que fez que toda a gente olhasse para nós, e lhe pedi para ter cuidado e que eu o amava mais que a minha própria vida, o Potter logo apareceu e o meu pai naquele mesmo momento a pedir ao Harry para ir ter com ele e que se ele fosse que o meu pai iria desistir de tentar matar toda a gente, e é preciso dizer o que se passou a seguir? O burro foi ter com o meu pai. Eu andei a procura do Fred, se eu iria morrer a ultima coisa que queria fazer era beijar a pessoa que mais amo

-Fred? – gritei assim que o vi, e ele olhou logo para mim.

- Esta tudo bem? – perguntou, olhei para o lado de fora do castelo e estava tudo destruído, o único sitio onde me tinha sentido em casa estava a ser destruído porque o meu pai queria matar o Potter, e eu? Eu teria que morrer porque o meu pai fez de mim uma porcaria de uma Horcrux.

- Não. – disse olhando para ele com lagrimas nos olhos, fazendo todos a nossa volta olhar para mim, normal, desde quando se vê uma Comensal a chorar? Principalmente ela sendo a filha de Bellatrix Lestrange – Tenho medo.

- Oh Alanis! – disse ele agarrando-me – Eu amo-te.

- Eu também te amo, e muito. Desculpa por tudo que te fiz.

- Esta tudo bem Alanis, não te preocupes. – e assim senti uma dor horrível no peito que me fez gritar e o Fred olhar para mim preocupado, mas ao fim de algum tempo passou, o Harry esta morto – Alanis, estás bem? Olha para mim, Alanis, por favor.

- O Harry está morto, e eu sou a próxima.

Ele agarrou-me fortemente contra ele e ficamos assim, mas ambos com medo do que iria acontecer a seguir, olhamos lá para fora e vimos o meu pai a chegar e nós fomos para o lado de fora, reparei que o Harry estava nos braços do Hagrid e o meu pai com um sorriso na cara, e a minha mãe a ser maluca e a rir da mesma maneira, eu não queria acreditar que agora o meu ai estava no poder, mas mesmo assim ele tem que ser parado. A minha tia chamou o meu primo que foi ter com ela, Libby e eu ficamos ao pé dos Weasley, mandei um olhar ao Neville que dizia “Tu sabes o que fazer”, pois ele tinha a espada de Gryffindor nas mãos, soltei-me do Fred e deu um passo em frente ficando mesmo a frente do meu pai.

- Eu lembro-me que quando era pequenina e que a tia me dizia que eu iria encontrar o meu princepe encandado e que iria ser feliz com ele, e isso aconteceu no primeiro ano em que vim para Hogwarts. Eu encontrei o meu princepe encantado e ficamos felizes até ao ano em que fui obrigada a mudar-me para França. Eu fui obrigada a deixa-lo, mas felizmente ele ainda me ama e ainda o amo, e foi isso que nos fez voltar juntos. Eu fiz de tudo por ti, pai. Eu sei que nunca posso ser feliz enquanto estiveres vivo.

- O que queres dizer com isso, princesa? – perguntou ele.

- Fui eu. – disse virando-me para a escola toda – Fui eu que ataquei a Toca dos Weasley, foi eu que ataquei os membros da Ordem no ministério, fui eu que atacou o Mr Weasley a pouco tempo. Também fui eu que matei alguns muggles, famílias, amigos de alguns de vocês. Mas há uma coisa que me orgulho de dizer. – disse virando-me para o meu pai- Fui eu que ajudou o Harry Potter a entrar no cofre, fui eu que ajudei o Harry Potter a destruir as tuas Horcrux. Harry Potter era uma das tuas Horcruxs, uma que tu crias-te sem saber. Lamento ter-te traído pai, mas eu apaixonei-me por alguém que tu nunca irias permitir estar. Eu ajudei o Harry porque eu espero que a pessoa que amo seja feliz e segura neste mundo sem ti. Eu amo o Fred Weasley e não tenho vergonha nenhuma de o dizer.

- Alanis?- perguntou a minha mãe a rir-se – Estás sobre a Imperius? Porque so pode. Tu não podes ficar com ele! A família dele são traidores! – gritava ela.

- E eu também sou.

A minha mãe olhava-me irritada e o meu pai? Eu acho que se o Neville não me matasse tao cedo quem me mataria era o meu pai, mas não foi preciso. Porque alguns segundos depois senti algo a entrar em contacto com a minha pele e cortar-me, e a minha mãe a gritar “ALANIS!” pois eu olhei para onde a minha mão foi e vi sangue, depois a ultima coisa que me lembro foi de cair nos braços de alguém.

Notas finais
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