Notas iniciais
essa é a primeira história que eu escrevo então não tenho certeza se eu escrevi de jeito "legal" de ler. quem quiser dizer o que achou da escrita e da trama eu agradeço bastante.

Era uma noite escura e quente de verão, as pessoas dormiam tranquilamente enquanto uma fina garoa começou a cair. passos apresados cortaram a noite e alguns minutos depois um grito de horror vindo de uma pequena casa, quase escondida entre as construções recentes da rua, acordou as famílias mais próximas fazendo com que ligassem para a policia. Dois oficiais chegaram ao local o mais rápido que puderam e entraram para vasculhar a casa. A porta estava arrombada. eles seguiram para a cozinha e encontraram dois corpos no chão, uma mulher e um homem. a mulher tinha o pescoço rasgado na jugular além de marcas de tiro pelo corpo. o homem estava pálido como leite e segurava um revolver em uma das mãos. ambos se entreolharam sem dizer uma palavra e terminaram de vasculhar o primeiro andar da casa antes de seguir para o próximo. No segundo andar havia três portas seguindo pelo corredor. Vincent, o mais novo entre eles ficou encarregado da primeira porta, enquanto seu parceiro verificava a segunda. O quarto parecia vazio, mas ele decidiu entrar mesmo assim. Mal tinha chegado na metade do quarto e percebeu que havia alguma coisa o encarando. Dois olhos vermelhos, crepitantes como a fornalha de um ferreiro, o observavam do canto do cômodo. Ele os reconheceu assim que os viu, mas não podia acreditar nos próprios olhos. já fazia quase vinte anos que eles não ficavam frente a frente porém antes que pudesse pensar em qualquer outra coisa uma forte luz esmeralda invadiu o quarto. assim que John, parceiro de Vincent, chegou ao aposento tudo estava escuro e só a chuva era ouvida através da janela fechada. ele ficou ali perplexo por alguns minutos, tentando entender o que tinha acabado de acontecer e foi então que ouviu um choro abafado. foi seguindo o som até a terceira porta onde encontrou um garoto escondido dentro do guarda-roupa. ele se inclinou para perto dele pra perguntar o seu nome e percebeu que o rapaz estava murmurando alguma coisa. Não quero morrer... não igual a mamãe e o papai... ele vai me matar se me achar aqui...

John colocou a mão no ombro do garoto, que agora olhava para ele e não parecia ter mais do que doze anos, e perguntou o seu nome. sua resposta foi uma unica palavra, meio abafado por ele ainda estar chorando um pouco. Tesla.