Shards Of Fool Killer: O ataque a Nova Metropolis
7 Capítulo II - Parte 1
Quinta-Feira – 1 de Agosto de 2030 : 22:43
Jack andava sorrindo equilibrando-se nos muros próximos à sua casa. Punch o seguia, pela calçada naquela noite escura, tendo somente os postes como faróis. Ele pulou dentro da casa, e foi andando até a porta.
— Não me deixa pra trás!! – Punch gritou do lado de fora da casa.
O Garoto retornou e abriu o portão para o A.T. O portão logo se fechou sozinho, pelo vento. Jack abriu a porta de casa e se mergulhou novamente num clima de silêncio.
Havia um painel digital sensível a toques no lado da entrada da casa. O garoto tocou-o devagar, acendendo as luzes do corredor, cozinha e quarto. Olhou para os lados e viu novamente aquelas silhuetas na sala. “Cheguei em casa...”, disse o garoto com um tom exausto. Punch e Jack foram caminhando para o quarto em pequenos passos. Punch pegou uma tomada e colocou encaixada na nuca, deitando-se no chão, enquanto Jack se deitava na cama.
— Punch, porque tá carregando energia sendo que sua energia pode ser recarregada pela luz solar? – Jack perguntou para o A.T, enquanto continuava deitado.
— Sabe quanta energia gasto pra fazer tudo que me pede? Não dá pra fazer tudo aquilo sem gastar muita energia. Vou ter que recarregar um pouco, senão essa madrugada eu hiberno...
Não demorou muito para que o garoto pegasse no sono. “Tudo vai mudar.” “Tudo.;.” “Está mudando..;”“ Prepare-se para...” “ Está pronto...?” “Sua vida...”
“A Garota...” “Fleur-de-Liz Tah Lamys!”
— !!
Um enorme barulho chegou juntamente com enorme tremor. Jack acordou assustado, olhando para o alarme – Eram 01:13. Ele então se assentou na cama e olhou para Punch, que também havia sentido o tremor.
— Punch, o que as notícias dizem sobre isso? – o garoto perguntou imediatamente ao seu A.T.
— Nenhum dado foi divulgado, Jack. O que vamos fazer?
— Vamos sair daqui, agora!
Jack calçou os sapatos e saiu da casa junto com Punch. Ao olhar para o horizonte, notou algo errado. “Só pode ser brincadeira...” Jack falava assustado. Continuava a olhar, pasmo. Procurava uma solução. Correr? Se isolar? Mas se isolar fora dali, porque...
— O Chão... Afundou...
Fale com o autor