- Entendo. Bem, estou esperando você aqui, Arthalamys.

Ada falava no telefone com o pai de Lissie e também dono da maior empresa do mundo – Artha Lamys. Os dois,eram amigos desde jovens. Eles se conheceram de maneira meio infortuna, mas ao tempo se tornaram grandes amigos. Os telefones daquela era eram implantados nos próprios AT’s. Tanto aparelhagem de áudio quanto a de vídeo funcionava em mais perfeito estado. Ada chama seu A.T de Lich – era algo parecido com uma forma fofinha de um escorpião prateado, com óculos assim com os dela. Ele segurava um pequeno painel de cristal, mirando na visão da mulher de cabelo estranho, onde ela pode ver o poderoso Arthalamys em sua constante expressão séria.

— Só uma coisa, Ada. – Artha dizia um pouco curioso. – Você disse que um garoto conseguiu acalmá-la?

— Sim, ele está no 18° período. Tem 13 anos. Até bonitinho, se eu fosse mais nova... Bem, não vem ao caso. – Ada concluía com um riso.

— Como ele é? – Artha perguntou um pouco mais interessado. – Sentiu alguma coisa nele?

— Ah, ele caminhou em média uns 2 Km para vir a escola, então está um pouco soado. Sabe como é, aquele odor forte da puberdade.

— Sabe à que me refiro, Ada. Sentiu alguma coisa na aura dele?

— Está tudo bem Artha. Não é nenhuma aura maléfica. E outra, a manifestação da aura dele sempre se demonstrou pequena demais, nas poucos que houveram.

— Tudo bem. Vou ir buscar a Lissie pessoalmente. Até daqui a pouco.