Shadows In My Life
2 Walking the Fallen
Notas iniciais
Almas caidas nós brilhamos tão claro
Levante-se agora e sempre
Memórias esquecidas
Ninguém pode tocar na gente
Então, para você ver como minha vida é um inferno, minha mãe usa drogas. Sim meus queridos, Jackie Thomas, uma dona de casa respeitada usa drogas e não sabe quem é meu pai, ou não quer me dizer. Aposto que foi o idiota do meu padrasto que fez isso com ela. Ele morreu a dois anos por causa de uma dívida.
Vida de adolescente é sempre uma bagunça, e a única coisa que me distrai é a música. Na escola eu sou um fracasso total, só vou para atrapalhar, porque não agüento ficar muito tempo em casa. Só tiro nota baixa, mas o que isso importa? Se minha mãe não se preocupa, quem irá?
Desde que nasci não tenho futuro, então o que eu faço melhor, e sempre faço, é tocar minha guitarra. Todo dia, eu e Gina, nos trancamos em meu quarto e ouvimos música e desenhamos nas paredes do meu quarto. Uma vez ela até pintou a pontas do meu cabelo de azul. Ficou muito lindo.
Gina é minha melhor amiga. Ela é uma pessoa que gosta de curtir a vida. Toda semana ela muda de cor de cabelo e seu estilo é muito gótico, é muito semelhante à Amy Lee do Evanescence. Adora ir a festas, pegar caras (na maior parte muito mais velhos que ela), porque, diz ela, "Minha vida está uma bagunça, então por que não mexer mais para ela ficar legal?".
Na manhã de sexta-feira, fui para a escola, muito sonolenta e ainda recebi a prova de química e tirei 5. Gina, como sempre, tirou boa nota. Eu pensava que era só para me humilhar, mas ele só tem boas notas porque sua mãe exige. Sua mãe acha que ela é uma boa menina, mas só com um estilo diferente. Por que a minha mãe não é assim?
. . . . . . . .
Jackie’s POV
- Como a Erica está demorando. Ela vai ver só quando chegar em casa. – Peguei o telefone para ligar para a casa de Gina quando dois homens vestidos de preto entraram na minha casa. – Quem são vocês?
- Relaxe. Nós não estamos procurando por você. Onde está a Rikki?
- Não vou falar porra nenhuma para vocês!
De repente um deles me jogou contra a parede. Ele era incrivelmente forte.
- Não teste nossa paciência mulher. Onde ela está? — Um deles gritou para mim
- Quem é você? — Eu gemia, até que um deles puxou meu cabelo.
- Nós somos da Tribo Fox. Onde está a menina?
- Tente você mesmo achá-la, porque eu não vou dizer porra nenhuma.
- Você é quem sabe. — Ele bateu minha cabeça na mesa e me chutou. Esta é uma dor que nunca irei esquecer.
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Rikki’s POV
Passei o dia todo na casa de Gina. Sai antes da meia-noite, porque minha mãe me mataria se eu chegasse em casa mais tarde. Quando cheguei, encontrei a desmaiada no chão. Eu pensei que era a influência de drogas. Senti uma ponta de raiva, mas quando eu vi o rosto machucado logo mudei de idéia.
- Mãe. Mãe acorda. — Eu só ouvia um gemido de dor. — Foi um traficante que fez isso com você?
- Que merda... Você! A culpa é sua por isso ter acontecido comigo. — Minha mãe gritou comigo.
- Eu? Por que eu? Porque tudo o que te acontece é culpa minha? — Eu gritei de volta. — Eu te odeio sua velha. — Eu disse e fui para meu quarto.
Cara, eu estava tão louca que eu não pensei duas vezes antes de colocar minhas coisas em uma mochila. Fui ao banheiro para lavar meu rosto quando tive a impressão de meus olhos estarem vermelhos. "Deve ser a raiva", pensei. Mas antes de fugir, eu ouvi o telefone tocar. Ele estava tocando por muito tempo. Eu pensei que ela não ia atender, mas logo que abri a porta do quarto, ela atendeu.
- Alô? Sim, ela é! ... Quem está falando? ... Você. Que porra você pensa que está fazendo me ligando uma hora dessas de noite?
Corri para o meu telefone onde eu poderia ouvir a conversa deles.
- Frankie, deixe-me falar com ela. Ela vai entender. — Disse o homem do outro lado da linha.
- ELA ESTA BEM MELHOR AQUI COMIGO. Ela nem sabe sobre você. Nunca contei a ela que tinha um pai. Ela não vai ficar com você.
- Frankie, eu sei que você foi atacada pelos nossos rivais — Ótimo. Meu pai também é um traficante de drogas? O que a minha mãe vê esse tipo de homem? – você estará mais segura se você deixá-la aqui conosco.
Não. Eu não vou a lugar nenhum. Houve um longo silêncio até que ela confirmou e disse para eles virem amanhã de manhã.
- Nós já estamos na cidade. Amanhã estarei ai.
Quando ela desligou, eu pude ouvir seus passos subindo as escadas, desliguei o telefone com pressa e corri para o banheiro.
- Rikki, vamos sair amanhã...
- Eu não vou a lugar nenhum amanhã! Eu não quero conhecer ninguém. — Gritei do banheiro.
- Bem, você já ouviu toda a conversa, você sabe o que fazer. — Ela disse batendo a porta e indo para seu quarto.
- Eu não vou a lugar nenhum — eu disse para mim mesma.
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