Shadows
6 Capítulo 6 - Viagem à Grécia
Notas iniciais
Oii gente ♥ Desculpem a demora mas volteeei
Desculpem se o capítulo está pequeno, ou se misturei pt-br com pt-pt.
Obrigada :)
Então, vamos para a Grécia, mas temos que passar sem a Laurel perceber...
– Você parece pouco ansiosa. — disse Phillip enquanto arrumava uma pequena mochila.– Tenho medo do que a Laurel é capaz de fazer se souber disto.– Não tenha medo, eu sei o que estou fazendo.– Você falou de um «teletransporte espiritual», como assim?– Seria uma boa ideia se eu tivesse contacto com as irmãs.– Você conhece elas ?– Sim, uma delas foi minha namorada — suspirou — A Ariana foi minha namorada até se meter nesse negócios de magia negra. « Sinto que fiquei muito distante dela. Elas são irmãs opostas porque, uma usa magia negra, e a outra usa magia branca.– Entendi, bom, vamos para a Grécia! — disse eu, esforçando um sorriso.– Bom diaaa! — disse Taylor quando entrou no quarto.– Bom dia — dissemos em coro.Taylor me deu um beijo na bochecha e um abraço, quando Taylor ia dar um beijinho no Phillip, ele virou a cara e deram um beijo rápido na boca. Rapazes...todos iguais.– Não devias ter feito isso — disse Taylor rindo e dando um soco no braço de Phillip.– Desculpa. não resisti.– Hum-hum — disse eu revirando os olhos.Pegamos nas malas e mochilas e fomos para a Sala de Rituais Satânicos Submissos de Laurel. Laurel se encontrava no seu trono preto.– DEBORA! — disse Laurel apontando para uma empregada. Encostamo-nos perto da porta.– Sim...minha senhora. — disse a empregada, com medo.– O que você pensa que estava fazendo ?– Eu ia ver a minha família, a minha filha está com febre.– Filha ? — perguntou Laurel quando roçava os dedos no seu anel prateado.– Sim, tenho uma filha de oito meses, bebê.Acho que se a Nat tivesse aqui, lambia os beiços.– Ótimo — disse Laurel com uma risada maléfica.Laurel, com o poder da sua mente, esticou o braço na direção da empregada e agarrou-a pelo pescoço. Laurel estava estrangulando ela, decidi salva-la mas Phillip me agarrou pelo braço e dei um tapa na cara dele, que por sorte, Laurel não prestou atenção. Laurel quebrou o pescoço da jovem mulher e atirou-a para o chão. A mulher estava morta, e a filha agora estava orfã. Caiu uma lágrima do meu olho mas logo tirei-a com a palma da minha mão. Se a Laurel faz isso a uma pobre jovem, imagina a nós.– O que vocês estão fazendo ?– Que susto Nat! — dizendo isso, virei para o lado e vi Nat ajoelhada perto de nós.– Chiu! Eu vou ajudar vocês a sairem daqui! — disse Nat.Eu, Nat, Phillip e Taylor passamos por uma passagem estreita e paramos em uma rua perto de uma estrada.– Alex contou para a Laurel que vocês fugiram, por isso têm que ser rápidos e ir para o aeroporto de Fildest agora! — dizendo isso Nat correu para o carro Fiat que estava ali estacionado. Nat dirigiu e chegamos ao aeroporto de Fildest em menos de vinte minutos.– Alex traiu-nos, agora está no lado da satânica maléfica.- disse Taylor.– Não precisamos dele para nada. — disse Phillip resmungando.– Desculpa lá Phillip mas o Alex é o nosso melhor amigo! E se uma coisa temos que fazer, é salva-lo! — disse eu com uma certa raiva.– Que tipo de melhor amigo faria isso ? — disse Phillip franzindo o sobrolho.– Um amigo que passou a maior parte do tempo dele comigo, tentando observar a Lua com um telescópio comprado na loja dos chineses. — dizendo isso abandonei o carro e fui me dirigindo para o check-in.– Luna! — gritou Phillip mas eu ignorei. Alex não tinha feito a coisa certa, mas sabia que ele não estava em si.Fizemos o check-in e esperamos uma hora. De repente vi os amiguinhos da Laurel chegarem à nossa procura. Temos que sair daqui!– Temos que ir embora, estão ali quatro mordomos da Laurel! — disse eu em pânico.– Meu Deus!- disse Nat. — Venham!Fomos correndo para a fila do avião e conseguimos chegar a tempo. Phillip se sentou com Taylor, e eu me sentei com Nat. Abracei a Nat.– Tinha saudades tuas amiga. — sussurrei.– Eu também, chatinha.– Obrigada por vires connosco.– Sempre às ordens.O avião decolou e consegui ver o grande Oceano Atlântico que preenchia aquela linda praia. Adormeci algumas horas mas quando acordei já estava na hora de almoçar. Comemos um tipo de Wrap Mediterraneo. Depois de quatro horas o piloto anunciou:– Estamos quase chegando ao maravilhoso país mítico, Grécia.Eu olhava para a janela e via casas, quase todas pintadas em branco. Um lindo mar com a cor azul-marinho. Flores de vários tipos. Carros com cores suaves. Aterramos como uma pena, foi muito bom. Saímos do avião e nos dirigimos a um taxi.– Bem vindos à Grécia! — disse Taylor sorrindo.
Notas finais
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