Shadow Of The Colossus: The Lost Soul
1 Prologo
Notas iniciais
“Começa aqui: um viajante cansado na mais perigosa das viagens, milhas e milhas montado em busca do poder para salvar seu verdadeiro amor, mas agora esta aqui de pé, na sombra de uma besta que ira devastar o minúsculo e insignificante ser que ousou perturbar seu sono. A menos que ele se arme com a única arma grande o suficiente para mata-lo. A arma que tal besta não pode ver. Nem o viajante, mas ele tem que emprega-la em cada movimento que será feito. A arma? Sua mente. E essa deve ser usada sabiamente, para derrubar uma criatura cujo tamanho é comparável apenas ao seu valor, e acaba aqui: no topo de uma montanha que não pode ser escalada, mas que deve ser morta.”
As Forbidden Lands um lugar isolado do resto do mundo, de um lado montanhas tão altas e inclines que jamais poderiam ser escaladas, do outro uma grande praia onde se poder ver o mar engolir o sol todas as tardes... Mas oque haveria no meio? Grandes planícies de grama, penhascos, desertos, florestas, construções a muito tempo abandonadas que acabaram se tornando parte do ambiente e as mais espetaculares paisagens ou talvez as mais vazias. O único modo de se chegar às forbidden lands era por uma antiga ponte de pedra que já não existe mais e ligava uma fenda de vento, passava por um deserto, a um templo de adoração que se localizava no meio de tudo. Que seres moram em terras tão hostis? Lagartos, tartarugas, peixes e a dezessete anos atrás dezesseis colossi.
Os colossi eram criaturas com olhos que emanavam um brilho azul e que haviam misturado seus corpos às antigas construções, eles podiam ter o tamanho de um boi ou se igualar ou ate mesmo ultrapassar o tamanho de uma montanha. Mas os colossi eram realmente parte de um quebra cabeça, eram partes da alma de uma entidade chamada Dormin que foi selado pelos humanos nestas terras.
Oque houve com tais bestas? Foram mortas por um jovem que desejava nada mais nada menos que ressuscitar sua amada então ele fez um pacto com Dormin que em troca da morte dos dezesseis colossi realizaria o pedido do viajante. O jovem abandonou sua vida, sua honra, roubou a lendária “Ancient Blade” uma arma que ao ser banhada diretamente com a luz do sol irradiava um brilho intenso e azulado que ser direcionava para o local onde o colossus repousava , e também a única cuja lamina podia matar tais bestas, então o jovem cavalgou ate as mais longínquas terras almejando que seu desejo se realize. Atravessando a fenda de vento o ele cruzou uma longa ponte de pedra e ao chegar num antigo templo começou a descer uma gigantesca escada circular ouvindo apenas o som das portas por onde ele havia passado se fechando.
Ao chegar no chão ele cruzou um corredor cercado por dezesseis estatuas, oito de cada lado, continuo caminhando e próximo a entrada do templo ele colocou sobre um altar de pedra o corpo de sua amada, ajoelhou-se e começou a rezar para Dormin. Após a matar do primeiro colossus o jovem perdeu a consciência, mas ao recupera-la ele se vê dentro do templo e a primeira das estatuas se quebra. Um a um os colossus vão perecendo e uma a uma as estatuas vão cedendo, mas havia algo errado a aparência do jovem estava mudando sua péli estava pálida, seus cabelos que eram castanhos se encontravam negros e ao matar o decimo sexto colossus podia-se perceber que ele possuía dois cifres em sua cabeça. No templo o jovem cansado de sua jornada olhava para o corpo da bela donzela de cabelos negros e vestido branco, deitada sobre um altar de pedra como se estivesse dormindo. Quando surge um grupo de cavaleiros liderado por Lord Emon que almejava impedir que Dormin voltasse, mas já era tarde depois as dezesseis partes da alma Dormin já estavam reunidas em um único ponto, o corpo do jovem.
Desesperado Lord Emon ordena que os cavaleiros ataquem na esperança de ainda haver tempo, mas o viajante não desistiria tão fácil já estava tão perto de ver os olhos de sua amada brilhando novamente e mesmo cansado parte para cima de seus inimigo, entretanto tal ato é em vão e o jovem acaba tendo o peito perfurado por uma lamina impiedosa e agonizando no chão olha uma ultima vez para o seu amor. Do ferimento começou a jorrar um sangue negro, o sangue passou a envolver o jovem e após poucos segundos ele já se tornara a personificação do próprio Dormin. Os olhos dos cavaleiros emanavam medo, diante deles estava uma grande entidade negra com sete vezes o tamanho de um homem adulto e com dois chifres na cabeça, então uma dura batalha começa e após alguns minutos os guerreiros percebem que seus golpes de espada não surtiam efeito, suas flechas eram inúteis... Emon percebe que caídas no chão próximo aos pés de Dormin estava “Anciet blade” no mesmo momento ele começa a correr para tentar pegar a espada, mas é arremessado contra uma parede, então ele pede que distraiam o monstro e ao conseguir pegar a espada e dá a ordem de recuada apontando para as escadas. Dormin era poderoso só que estava usando o corpo de um jovem para se manifestar, seus poderes estavam limitados e ele se movia com dificuldade o que deu tempo para que Lord Emon e seus subordinados chegassem no topo das escadas, em uma língua a que a muito tempo foi esquecida Emon conjurou uma poderosa magia de selamento a qual ele canalizou sobre a aciente blade e com um único movimento arremessou-a em direção ao chão do templo, imediatamente um turbilhão com ventos tão fortes como os de uma tempestade começou a arrastar Dormin que tentava desesperadamente se fugir, quanto mais ele resistia mais o sangue negro se soltava do corpo do rapas que agora livre do demônio que possuía ainda era arrastado pelos ventos. No momento que ele abandonou suas esperanças e se deixou ser arrastado pelos ventos pode-se ouvir sua voz que dizia apenas um nome :
- Mono!
Um pulso de energia se estendeu pelo templo destruindo a grande ponte de pedra, felizmente Emon conseguira atravesse-la antes... algum tempo depois podia-se perceber que uma bela jovem de vestido branco e cabelos negros andava pelo templo, era Mono, parece que Dormin cumprira sua parte do trato. Mono caminhou em direção as escadas e ao se aproximar delas percebeu que em meio de um raso lago um pequeno choro ecoava... ao lado de uma espada cravada no chão havia um bebe, ela o colocou entre os seus braços e acariciou sua cabeça, mas olha que curioso o pequenino possuía dois cifres. Dela se aproximou um cavalo, era Agro o cavalo de seu amado, então naquele momento ela percebeu que aquele pequenino ser era seu salvador.
Mono subiu com o bebe em seu colo e acompanhada de Agro a grande escada circular e pode ver a um dia existiu uma grande ponte de pedra que ligava aquele templo de adoração a um distante fenda na cadeia de montanhas, ao mesmo tempo ela pode ver que as escadas não acabavam ali e após subir mais um pouco ela chegou em um verdadeiro jardim suspenso, repleto de arvores carregadas com frutas, muita água que parecia ser mandada pelos deuses e alguns animais. Ali ela viveu nos próximos dezessete anos com Agro e com o bebe que ela deu o nome de seu amado, ate que um dia só se pode ouvir um grito
- Wander!
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