Notas iniciais
Espero que gostem!

\"\""Nada como sangue fresco e um bom oral. Ela tinha o tipo sanguíneo perfeito : O+ . Meu predileto, pena que eu não consegui parar de sugar. Acho, que o nome dela era Rachel, daria uma boa cria."


–Eric Nothman 15/12/1962

Acordei, peguei uma garrafa de Tru Blood (sangue sintético, que tem gosto de massa de tomate) O+ claro, fui para o bar e me deparei com uma catástrofe, mesas viradas, garrafas quebradas e um corpo de um homem morto com um sorriso na cara. Encontrei Pam e perguntei o que havia acontecido. Ela me responde com uma cara de desiludida:

– Eu não sei. Respondo com o tom de voz elevado:

– Como assim você não sabe? Eu sai e deixei o bar em suas mãos!

– Eu não sei de nada, eu juro!

– Você foi hipnotizada?

– Porra! Eu já disse que não sei!

Claro que ela tinha sido hipnotizada, mas quem? Um vampiro? Nunca vi um vampiro hipnotizando o outro! Vou verificar as câmeras de segurança. Entro em meu escritório e me deparo com as filmagens, era uma mulher de cabelos longos e negros, alta e com muita força, porque derrubou cinco dos meus seguranças. Mas como? Preciso encontra-la! Saio e vou atrás de Paul o vampiro que pode ler a mente dos humanos e dos vampiros, espero que ele ajude a recuperar a memória de Pam.

–Paul?

–Eric Northman, seu filho da puta!

– Ouça, preciso de sua ajuda. Paul me interrompe dizendo:

–Recuperar a memória da sua cria?!

– É como você sabia?

– Eu leio mentes lembra? Mas isso ira lhe custar caro!

– Quanto?

– US$ 5.000

– Certo.

Chegando ao fangtasia, Paul põe a mão sobre a branca e pálida pele de Pam e ajuda ela a lembrar da noite passada. Ele pergunta:

– Pam quem matou esse homem ontem a noite?

– Eu não a conheço.

– Pode descrevê-la pra mim?

– Sim. Morena, pele escura, olhos verdes e sotaque inglês.

– Se você a ver novamente pode reconhecê-la?

– Talvez. Responde Pam. Agradeço Paul pela ajuda e dou a ele o dinheiro.

–Abra o bar! Digo a Pam.

– Mas e se ela voltar?

– Eu mato a desgraçada!

Depois de três horas esperando a vadia aparecer, me canso e vou me alimentar da minha nova empregada, ela é muito sexy quem sabe uma boa tranza.

– Eric! Grita Pam!

Saio correndo e vou ver o que era, quando chego já reconheço o longo e negro cabelo. Com as minhas presas já visíveis, imobilizo-a e sugo seu sangue, porém, não era o tipo de sangue que estava acostumado, não era humano, muito menos de vampiro...

(3 horas depois)

Já desmaiada, acorrento-a no porão e vou dormir, pois já estava amanhecendo. Acordo e começo a perguntar pra vadia não humana:

– O que você é? Com certeza não é humana.

– Pergunte pra sua mãe, aquela puta velha que lambe cu!

– Vejo que você faz do tipo que tem de levar certo incentivo para responder minhas perguntas.

Pego minha caixa de tortura e começo o velho habito: primeiro jogo água benta, depois vejo se prata a afeta, e por ultimo luz ultravioleta. Porém nada a machucou. Pergunto o nome dela, ela responde: Charlie, pergunto novamente. O que você é? Levo a mesma patada novamente. Resolvo mata-la, mas lembrei de uma velha e morta amiga, que se chamava Rachel, que morreu em 1962 que dizia sobre a existência de súcubos seres que se alimentam da energia sexual dos seres, sendo eles humanos ou não. Pergunto se ela é um súcubo.

Ela reponde exaltada:

– Como você sabe, quem lhe contou?

– Vamos, dizer que eu posso lhe ajudar e você pode me ajudar. Acho que o poder dela pode ser útil ao hipnotizar vampiros.

– Eu nunca irei fazer um trato com vampiros!

– Está bom, então o mundo ira saber sobre a existência de súcubos.

Ela encosta-se a mim e tenta me hipnotizar, mas não consegue, porque eu já sabia o que ela iria fazer, então não funcionou.

– Droga! Eu ajudo, mas com uma condição: eu devo ganhar um salário semanalmente. Responde Charlie

–Mensalmente. Revido

–Trado. Liberto-a, e começo a tranzar com ela, e beber um pouco de seu delicioso sangue, ela me beija e suga minha “energia sexual", porém eu posso impedi-la, pois sou um ser morto, mas humanos não.

“Hoje conheci uma criatura incrível! Um súcubo, que gosta de fuder e de me dar seu sangue”.

– Eric Northman 24/12/2020.

Notas finais
Desculpem por eventuais erros.