Sexual Slave
13 Chorar faz bem
Notas iniciais
Rachel estava irritada com Michael dês do momento em que ele começou às mensagens com Sarah. Ele falava DEMASIADO sobre ela, e definitivamente estava parvo.
Mas há limites para tudo, especialmente se estivermos a falar da Rachel.
- Cala-te.
-uh? Disses-te alguma c--
- Cala-te.
- Mas por--
-CA-LA-TE!
Michael deu-lhe um olhar de 'miúda? Andas a fumar ou..?' e Rachel retribui-lhe com um olhar zangado.
— Isto é assim: Se vais falar sobre a Sarah o tempo tudo, eu vou-me mudar de casa. Não quero saber se vou parar ao meio da rua, e não quero saber se me vais odiar, mas bolas, nem um santo tem tanta paciência! Sabes as vezes que tive que aturar as tuas criancices? 'Ai que eu estou tão apaixonado! Um querubim acertou-me com uma seta!' EU DOU-TE A SETA NO--
Rachel calou-se de repente, ao ver que Michael estava a meio de um ataque de riso.
— Eu odeio-te. — Sussurrou com os olhos em lágrimas.
Correu para o seu quarto e trancou-se lá dentro com os headphones no máximo. Não era possível lidar com um casmurro daqueles! Caramba, que vontade de lhe dar um soco, BEM no meio das trombas!
Era possível que o rapaz que lhe tinha dito que a 'amava' lhe tinha mentido? Ou tinha deixado de gostar dela..? Ou pior... não queria saber dela... Abraçou-se a uma almofada e enterrou lá a cabeça.
Uma mão afagou-lhe o cabelo e tirou-lhe os headphones da cabeça.
— Eu ainda tenho todas as chaves desta casa.
— Sai daqui.
— Não, eu não vou sair daqui, até que me digas o que raio é que se está a passar para tu agires assim.
— ....
— Eu não vou sair daqui.
— .................
— Faz como quiseres, ainda não vou sair daqui.
— .......................... Está bem...
Rachel não tirou a cara da almofada, e as palavras saíram abafadas, mas eram o suficiente para que ele entendesse minimamente o que se estava a passr.
— Eu odeio-a.
— Porque é que a odeias?
— Porque ela te esta a roubar..
— Rachel, ela ignora-me mais que sei la o quê. Queres que te diga o quê? Que andamos por aí a saltitar num campo cheio de flores?
— Eu quero que fales comigo como antes, quero que me voltes a abraçar... eu quero que ela desapareça!
Michael tirou-lhe gentilmente a almofada dos braços e abraçou-a.
— Porque é que estás tão zangada comigo? Eu pensei que não gostavas de mim, eu não sou importante...
— Seu IDIOTA, és importante para mim.
Michael não sabia como responder a isso, portanto continuou a abraça-la, enquanto ela chorava, no seu ponto de vista, irracionalmente.
— Podes parar de chorar agora?
— Não...
— Então, ouve-me. És importante para mim Rachel, mas... não sei, parece que és uma... irmã mais nova. Eu quero-te proteger te toda a gente.... mas é mais que isso... tu confundes-me mais que toda a gente neste planeta.
Rachel continuou calada a ouvir.
— Rachel... diz que me amas.
— Porquê... és um idiota...
— Um idiota que te ama.
— Tens uma maneira muito estranha de o demonstrar. Não é propriamente a andar atrás de outras raparigas que se conquista alguém.
— Tens razão, sou um idiota. Mas não sabes o porquê de eu ter feito isso.
— Preciso de saber?
— Sim. Definitivamente. Mas só quando disseres que me amas.
Rachel abraçou-o com mais força e forçou as lágrimas a parar. Que raio, chorar por uma coisa daquelas era irracional. O período devia estar a chegar... ou isso ou estava louca mesmo.
— Eu amo-te, idiota.
— Não era 'maior-idiota-que-eu-conheço'?
— Tanto faz....
Michael começou a afagar-lhe o cabelo lentamente e a dar-lhe beijos na testa, entre palavras doces. Ele tinha jeito com as palavras, não havia dúvidas. Mas agora ela estava curiosa...
— E então, o que é que eu 'devia' saber.
— Sabes quando gostas tanto de alguém que não o consegues tirar da cabeça? Ás vezes precisas de aliviar a cabeça a fazer outra coisa... eu calhou ser gostar da Sarah.
— Rapazes são idiotas...
— Já te disse que adoro quando me chamas idiota, Minorca?
— Oh cala-te. — Disse tirando a cara do peito dele, agora ele tinha a t-shirt molhada. — Não esperes que eu peça desculpa por isso.
— Não, desculpa-me a mim.
— Não sei se desculpo.
— És tão confusamente bonita.
Levantou-lhe o queixo e beijou-a. Rachel perdeu o controlo de tudo em que estava a pensar, do que fazia e do que não fazia sentido, parou de distinguir o mau do bom... só sabia que ela queria dar-lhe um soco, e ao mesmo tempo beija-lo como nunca o tinha beijado antes.
Quando pararam, Rachel olhou embaraçada para a parede, ela estava a fazer figura de parva, e parecia fraca.
— Então eu vou tomar isso como uma confissão. — Riu-se ele
— Ehh.:!?
— Finalmente não me empurras-te! Isso quer dizer que estavas a gostar.
— Não quer dizer q--
Mas Michael puxou-a para outro beijo, deixando-a ainda mais desorientada.
— As raparigas são estranhas. Mas acho que consigo lidar contigo.
— Hmf, idiota idiotico rei dos idiotas da idiótolândia!
— Também te amo, deixa estar. — Riu-se mais uma vez
Notas finais
Partilhem, favoritem e recomendem! Vou estar de volta com mais, daqui a pouco tempo º3º
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