Sexual Slave
5 Apaixonei-me por uma criança
Notas iniciais
Aquele era normalmente o momento em que ela acordava do sonho estranho que tinha tido, se virava na cama, e dormia o resto da noite. Só que não era um sonho.
— Eu amo-te. — Repetiu ele.
— Como é que me amas?
— Amando.
— Nem me conheces...
— Se me deixares conhecer-te, tinha mais do que prazer.
— Deixar-te..?
— É uma coisa natural, como a composição de uma música. — Disse ele. — Flui de dentro para fora, do coração. Mas se o artista não estiver disposto a escrever a música, não vale a pena.
— Então não devias conhecer-me naturalmente?
— Tão naturalmente quanto posso. — Sorriu.
Rachel ainda ficava muito confusa com a maneira de ser de Michael, mas tinha que aceitar. Sorriu de volta.
— Então? Ainda não me respondes-te.
— Se podes..?
— Hmm hmm — Disse afirmativamente
— Bem... Isso não é pergunta que se faça.
— Oh, então devo mostrar-te em ações?
Antes que ela tivesse tempo de reagir, ele já a tinha agarrado pela cintura, e tinha-a puxado lentamente para os seus lábios. A sua língua quente explorava todos os cantos da sua boca, ensinando-a, à medida que as bochechas dela avermelhavam. Michael recuou antes que ela o pudesse empurrar ou fazer alguma coisa, e sorriu.
— O QUE É QUE TU ES--!
— Estou a fazer? O que é que achas que eu estou a fazer? — provocou.
— Estás a ser um idiota, mas isso não é novidade.
— Ouch.! — brincou ele, pondo a mão no peito. — Essa doeu, que mázinha!
— Eu dou-te o mázinha..!
— Interessante e com personalidade, é assim que eu gosto delas.
Passou-lhe uma mão pelo cabelo e despenteou-o ligeiramente enquanto o afagava vigorosamente.
— A idade do corpo é um número, a idade mental é que conta. E devo dizer que me apaixonei completamente por esta diabrete.
Rachel ficou zangada por ele lhe ter chamado diabrete, mas tinha aperciado o elogio.
— eutambemgostodeti.
— O quê..? Agora em português.
— Tu... és fixe, tu sabes.
Acenou afirmativamente, e, por mais espantoso que pareça, Rachel pôs-se em pontas dos pés e roubou-lhe um beijo. 'Bolas, ela é tão inocente' pensou Michael, 'e fofa também'. Deixou-a murmurar algumas coisas, bastante nervosa, antes de se desmanchar a rir.
— Boa, gosto de uma criança. Esta é nova.
— Não sou uma criança!
— Mas pareces uma criança. — Provocou. — Fofa e tonta.
— Oh, cala-te..
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